Teatro do Tumulto

Teatro do Tumulto Página do grupo Teatro do Tumulto, originário do Departamento de Artes Cênicas da UFOP.

E hoje vamos de último encontro da Mostra de Processo do Teatro do Tumulto!!! Estaremos AO VIVO em conversa com Julliano...
13/03/2021

E hoje vamos de último encontro da Mostra de Processo do Teatro do Tumulto!!!

Estaremos AO VIVO em conversa com Julliano Mendes - Literatura pra dançar e Coletivo FUZUÊ sobre DIÁLOGOS E EXPERIÊNCIAS EM TEATRO POLÍTICO.

▶▶▶ HOJE ÀS 17H EM https://youtu.be/_4c0OspQfHI ◀◀◀

Não percam!!!!

Foi no encontro 4 que apresentamos a dramaturgia que construímos até aqui. Que misturamos a relação da Greve de 1917 e d...
12/03/2021

Foi no encontro 4 que apresentamos a dramaturgia que construímos até aqui.
Que misturamos a relação da Greve de 1917 e da peça A Mãe, de Brecht; Todos os encontros e as discussões que tivemos com outros grupos, coletivos e movimentos sociais. Foi pretendido ligar a revolução russa e a primeira grande greve operária em solo brasileiro.
Você assistiu conosco?! Se não, vai dar um confere no Youtube do Teatro do Tumulto.
Estamos chegando próximo do fim da Mostra de Processos, então não deixe de nos acompanhar;

Encontro 4:
https://www.youtube.com/watch?v=7RvjIBzsMXI

12/03/2021
Foi no encontro 4 que apresentamos a dramaturgia que construímos até aqui. Que misturamos a relação da Greve de 1917 e d...
11/03/2021

Foi no encontro 4 que apresentamos a dramaturgia que construímos até aqui.
Que misturamos a relação da Greve de 1917 e da peça A Mãe, de Brecht; Todos os encontros e as discussões que tivemos com outros grupos, coletivos e movimentos sociais. Foi pretendido ligar a revolução russa e a primeira grande greve operária em solo brasileiro.
Você assistiu conosco?! Se não, vai dar um confere no Youtube do Teatro do Tumulto.
Estamos chegando próximo do fim da Mostra de Processos, então não deixe de nos acompanhar;

Encontro 4:
https://www.youtube.com/watch?v=7RvjIBzsMXI

Eis que é chegado o nosso 4° encontro da Mostra de Processos!Para o dia 06/03 teremos a Leitura da Dramaturgia em Constr...
03/03/2021

Eis que é chegado o nosso 4° encontro da Mostra de Processos!
Para o dia 06/03 teremos a Leitura da Dramaturgia em Construção.

O que será que pode surgir da relação entre a Greve de 1917 e a peça A Mãe, de Brecht? Todos os nossos encontros e discussões com outros grupos, coletivos e movimentos sociais nos colocam no caminho da construção de uma nova dramaturgia que atravesse o oceano e o século, ligando a revolução russa e a primeira grande greve operária em solo brasileiro. Vem conferir com a gente?

Sábado (06/03) às 17h no nosso canal no Youtube

Nosso terceiro encontro contou com três entidades de muita relevância para luta de direitos em Ouro Preto e os quais o T...
01/03/2021

Nosso terceiro encontro contou com três entidades de muita relevância para luta de direitos em Ouro Preto e os quais o Teatro do Tumulto têm muito apreço.
Se você não conseguiu acompanhar ao vivo conosco,não deixe de procurar no YouTube no canal do Teatro do Tumulto.
Uni-vos.

“Salário igual para trabalho igual” Esta foi uma das bandeiras levantadas pelo Comitê de Defesa Proletária, durante a gr...
27/02/2021

“Salário igual para trabalho igual”
Esta foi uma das bandeiras levantadas pelo Comitê de Defesa Proletária, durante a greve de 1917. Apesar de as mulheres não estarem na liderança de movimentos sindicais da época, elas eram a maioria da força de trabalho do setor têxtil, ocupando mais de 70% dos cargos, e foram elas que estiveram na linha de frente da primeira greve geral do país. As mulheres protagonizaram a mobilização operária que requereu não apenas direitos trabalhistas, mas justiça social, reivindicando a licença maternidade, auxílio-creche, igualdade salarial, além de melhores condições de trabalho, fim do trabalho infantil e redução de carga horária.
A participação ativa das mulheres durante a greve não parou por aí, neste mesmo ano mais de mil operárias paralisaram uma fabrica inteira reivindicando a demissão de um dos mestres de oficina, acusado por elas de “perder a compostura” diante das trabalhadoras. Para Maria Antônia Soares, uma das militantes anarquistas do movimento grevista, não bastava a independência econômica, a igualdade de salários ou a liberdade, tampouco o direito ao voto. O que bastaria para emancipar e elevar moralmente a mulher seria o respeito.

Em 8 de setembro de 1917, na cidade de São Paulo, o periódico “A Plebe” trazia uma mensagem de resistência na primeira p...
26/02/2021

Em 8 de setembro de 1917, na cidade de São Paulo, o periódico “A Plebe” trazia uma mensagem de resistência na primeira página: “Havemos de reagir, apesar de tudo”. A repressão dos da polícia se tornavam cada vez mais fortes e violentas, e as negociações com os proprietários dos meios de produção, cada vez mais difíceis. 

O entendimento de união da classe operária é muito cara à ideologia anarquista desse momento. Se as relações de trabalho abusivas se reproduzem por todos os lugares do Brasil, então a classe operária é um só corpo, irmãos e irmãs que sofrem do mesmo mal, cujo remédio é o mesmo: a queda do sistema econômico capitalista. Por isso, jornais como este relatam às operárias e operários da capital paulista outros exemplos de exploração, de resistência e luta por melhoria na qualidade de vida e trabalho, e buscam compartilhar experiências e informações com outros movimentos. 

Por isso, nessa mesma data, acusava a situação exploratória na Ouro Preto Gold Mines of Brazil Ld, fundada em 1884 e que retomou a exploração do ouro em Passagem de Mariana, distrito de Mariana que f**a entre as duas cidades. A Mina da Passagem, como é conhecida na região, foi construída para subtração de minério da região pela Europa, sob regime de escravidão durante o Ciclo do Ouro, período de 1695 a 1800, em que a produção mundial de ouro foi de 1.421 toneladas métricas. A capitania de Minas Gerais, praticamente Ouro Preto e Mariana, contribuiu com 700 toneladas, ou seja, 50% do ouro produzido no século XVIII.

Em 1917, a empresa é descrita como um polvo de enormes tentáculos “que explora os miseráveis trabalhadores, nas suas minas, onde sofrem as maiores infâmias”. Comparando empresários com uma “quadrilha de bandidos”, alerta ao operariado que não cai na tentadora proposta de trabalhar nas “jazidas na Passagem de Mariana, onde, além de receberem um tratamento desumano e bárbaro, são roubados por mil maneiras, sem poder defender-se”. 

REFERÊNCIAS:

https://mariana.minasdapassagem.com.br/historia/

FERREIRA, G. A Estrada Real e as grandes construções em Portugal. Programa RUMYS, Projeto Estrada Real, 2009.

The Ouro Preto gold Mines of Brazil. A Plebe. São Paulo, 08 de

A Força Associativa dos Moradores de Ouro Preto – FAMOP – é uma entidade privada da sociedade civil organizada e do movi...
26/02/2021

A Força Associativa dos Moradores de Ouro Preto – FAMOP – é uma entidade privada da sociedade civil organizada e do movimento comunitário, sem fins lucrativos, que tem como missão reunir as associações de moradores e coletivos populares dos bairros, distritos e localidades municipais na luta por direitos civis, políticos e sociais no Estado Democrático de Direito.

Esse sábado, às 17hVocê já tá sabendo né!?Leitura dramática da peça A MÃE, pelo Youtube do Teatro do Tumulto.
18/02/2021

Esse sábado, às 17h
Você já tá sabendo né!?
Leitura dramática da peça A MÃE, pelo Youtube do Teatro do Tumulto.

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Ouro Prêto, MG

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