GRESM Bodas de Ouro

GRESM Bodas de Ouro A Bodas de Ouro é uma escola de samba de maquete e seu endereço virtual é no bairro de Ouro Preto em Olinda- PE. Sua fundação foi em 28 de agosto de 1993

G.R.E.S.M.FLOR DE BODAS DE OURO
GRÊMIO GRANDE RECIFENSE ESCOLA DE SAMBA DE MAQUETE FLOR DE BODAS DE OURO

FUNDAÇÃO: 29 de agosto de 1993
CORES: Laranja e Azul
SÍMBOLO: Pavão
SEDE: Pacaembu,São Paulo – SP / Rua do Pavão, Ouro Preto - Olinda – PE
PRESIDENTE E CARNAVALESCO: Claudio Sampaio Assunção
COREÓGRAFO: Claudio Sampaio Assuncao
MESTRE DE BATERIA: VAGO – Bateria Pavonesca
RAINHA DE BA

TERIA: VAGO
MESTRE-SALAS: VAGO - VAGO
PORTA-BANDEIRAS: VAGO - VAGO
MADRINHA: Unidos da Tijuca
PRESIDENTE DE HONRA E FUNDADOR: Denise Granja
LEMA: A mais bela do Festival, A ginga do meu Pavão ninguém segura. Na adversidade é que se forma o verdadeiro campeão. FORÇA: Logun Ede: Menino Deus, senhor das alegrias, guarda meus passos e nos ajude nesta guerra.

São 33 anos de história! Parabéns Flor de Bodas de Ouro
30/08/2026

São 33 anos de história! Parabéns Flor de Bodas de Ouro





14/01/2026

21) FLORES EM VOCÊ

Depois de um grande desfile, no mês de maio, a Bodas de Ouro decidiu falar sobre as flores.
Trouxe o Jardim do Éden, no abre alas. As baianas vinham de margaridas, relembrando o enredo do 4° festival da Bodas. A segunda alegoria trazia a “Rosa de Hiroshima” poema homônimo de Carlos Drummond de Andrade, que falava sobre a explosão da bomba atômica na cidade japonesa, durante a segunda guerra mundial. A briga do cravo com a rosa era o casal.
Um desfile cheio de colorido que rendeu a Bodas de Ouro um 10° lugar.
Resultado que ficava muito aquém do que Denise esperava.

21° FESTIVAL – “FLORES, CORES E PERFUMES”

E se há, Flor mais bela que eu
Guardou para si Deus
Igual a mim não há
Não adianta negar
Sou formosa e divinal
A mais bela do festival
Bodas a desfilar.

Maravilha, enfeitando o paraíso.
Adão e Eva, testemunham meus encantos
Lírios e Jasmins brancos
Açucenas e Margaridas
Relembrando um festival
Dessa Flor mais querida.

Jardim suspensos da Babilônia
Hoje, o cravo a rosa vai beijar.
Dama da noite, soprando o dente de leão
E sacudindo a São João
O meu pavão vai lhe encantar.

Cogumelo da destruição
Uma explosão que ensina
Pensem nas crianças, mulheres que sucumbiram
Sob a Rosa de Hiroshima

Bromélias e orquídeas
Tulipas tão coloridas
Em um buquê pra você
Girassol,
Ao sol a se aquecer.
Flor de Lótus, mistérios, magia
Festival da cerejeira
No sol nascente alegria.
Lindas, tão belas
Flores desfilando na avenida…

No coração da música popular brasileira, brilhou como clarão uma voz que atravessou rádios, carnavais e telas de cinema....
14/01/2026

No coração da música popular brasileira, brilhou como clarão uma voz que atravessou rádios, carnavais e telas de cinema. Otávio Henrique de Oliveira, imortalizado artisticamente como Blecaute, nasceu em 5 de dezembro de 1919, em Espírito Santo do Pinhal, interior de São Paulo. Órfão ainda criança, enfrentou a dureza da vida nas ruas de São Paulo antes de conquistar os estúdios de rádio, a noite carioca e os palcos do Brasil inteiro com sua ginga, sorriso e talento extraordinário.
Além da vida difícil, em luta pela sobrevivência nas ruas, conheceu o Carnaval e ao conhecê-lo, viu-se em terreiros com mães de santo, pedindo proteção conhecendo Tiriri, Sete Encruzilhadas e Tranca rua, ponto de reza que incorporaria ao cantar seu enorme sucesso e os batuques de carnaval, que se enraizaram nele.
Blecaute tornou-se símbolo do Carnaval e da música popular, conhecido como “General da Banda”, título herdado de seu maior sucesso carnavalesco, o samba-marcha “General da Banda” — marcha que virou marca registrada de sua carreira e que o acompanha como um estandarte da alegria popular.
Seu repertório inclui dezenas de obras que entraram no imaginário coletivo brasileiro: “O Pedreiro Waldemar”, crítica bem-humorada e socialmente incisiva; “Maria Candelária”, sátira às funcionárias públicas; “Maria Escandalosa”, expressão festiva do espírito carnavalesco; “Papai Adão”, brincadeira sobre relações humanas; “Que Samba Bom”, declaração de amor ao próprio samba; “Dona Cegonha”, “Ai Cachaça”, “Joãozinho Boa-Pinta”, “Arrasta a sandália aí”, “Meu Guarda-Chuva”, “Desce Favela”, “Santo Antônio Não Gosta”, e muitas outras que transformaram palcos, ruas e festas em festa musical.
Além do repertório carnavalesco, Blecaute mostrou sua sensibilidade em composições fora do circuito festivo. Canções como “Natal das Crianças”, de sua própria autoria, tornaram-se parte da tradição popular das festas de fim de ano, ecoando nas celebrações com a mesma ternura que a valsa natalina clássica.
Sua arte também iluminou as telas do cinema brasileiro. Em 1944, participou como cantor no filme Tristezas Não Pagam Dívidas, marcando a transição entre o rádio e a sétima arte. Em 1954, teve papéis em produções

Endereço

Rua Do Pavão/Ouro Preto
Olinda, PE
55000000

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