Frente Hip Hop Potiguar

Frente Hip Hop Potiguar Coletivo de Hip Hop, criado com o proposito de unir forças dos artistas e representantes locais(RN).

07/02/2017

"Levando a vida a cantar" - Carcará

Convidamos todxs para a próxima reunião da Frente Hip Hop Potiguar, sábado 10/12 as 16h na Sede do Projeto Nossos Valore...
09/12/2016

Convidamos todxs para a próxima reunião da Frente Hip Hop Potiguar, sábado 10/12 as 16h na Sede do Projeto Nossos Valores (Rua do Cruzeiro, 257, Redinha).

Conheça mais sobre o GRAFITE Grafite ou grafito (do italiano graffitisignifica em Latim e Italiano “escritas feitas com ...
07/12/2016

Conheça mais sobre o GRAFITE

Grafite ou grafito (do italiano graffitisignifica em Latim e Italiano “escritas feitas com carvão” grafiti vem da palavra “graphein”, que em Grego significa escrever, sendo também o nome que se dá ao material de carbono que compõe o lápis, de onde se conclui que graffitis tem tudo a ver com escrever com carvão, desde o Império Romano.

Considera-se grafite uma inscrição caligrafada ou um desenho pintado ou gravado sobre um suporte que não é normalmente previsto para esta finalidade.Por muito tempo visto como um assunto irrelevante ou mera contravenção, atualmente o grafite já é considerado como forma de expressão incluída no âmbito das artes visuais, mais especificamente, da street art ou arte urbana - em que o artista aproveita os espaços públicos, criando uma linguagem intencional para interferir na cidade. Entretanto ainda há quem não concorde, equiparando o valor artístico do grafite ao da pichação, que é bem mais controverso. . Sendo que a remoção do grafite é bem mais fácil do que o piche.

Se analisarmos em termos mais genéricos ainda, até mesmo as pinturas rupestres, dos Homens das cavernas, podem ser consideradas uma forma Pré-Histórica do graffite. Milhares de anos depois destas civilizações, sem que acontece-se praticamente nada parecido com graffiti, no final da década de 60 e o início da década de 70 no nosso século, jovens do Bairro do Bronx restabeleceram esta forma de arte, mas desta vez não com carvão e sim com Spray, criando um novo diálogo de grafite, colorido e muito mais rico, tanto visualmente quanto no conteúdo de mensagens que eram passadas. Há duas teorias que explicam a origem dos graffiteiros modernos e uma complementa a outra: há quem diga que o graffite surgiu do Hip Hop (cultura de rua originária dos guetos Americanos, que une o Rap, o Break, e o Graffite). A outra afirma que o grafite tenha surgido em Nova York e de lá se espalhou pelo mundo.

Normalmente distingue-se o grafite, de elaboração mais complexa, da simples pichação, quase sempre considerada como contravenção. No entanto, muitos grafiteiros respeitáveis, como Os gemeos, autores de importantes trabalhos em várias paredes do mundo, aí incluída a grande fachada da Tate Modern de Londres, admitem ter um passado de pichadores. Na língua inglesa, contudo, usa-se o termo graffiti para ambas as expressões.

Desde o início os artistas eram chamados de Writerse (escritores), costumavam escrever os seus próprios nomes ou chamar a atenção para problemas do governo ou questões sociais da realidade-em-que-viviam.
Tais desenhos eram feitos, na maioria em trens porque o verdadeiro interesse do graffiteiro era passar aquela mensagem para o maior número de pessoas. Outro modo de passar a sua mensagem era os muros das cidades.Ocorreu um avanço no mundo do graffiti, graffiteiros criaram os chamados “Togs” que são na verdade como uma marca registada, ou seja, as suas assinaturas. Alguns até criam figuras, personagens, usados nos seus grafites, as chamadas “bonecos”. Para finalizar, o graffiti surgiu nos EUA e hoje está nas maiores cidades do mundo.

A partir do movimento contracultural de maio de 1968, quando os muros de Paris foram suporte para inscrições de caráter poético-político, a prática do grafite generalizou-se pelo mundo, em diferentes contextos, tipos e estilos, que vão do simples rabisco ou de tags repetidas ad nauseam, como uma espécie de demarcação de território, até grandes murais executados em espaços especialmente designados para tal, ganhando status de verdadeiras obras de arte. Os grafites podem também estar associados a diferentes movimentos e tribos urbanas, como o hip-hop, e a variados graus de transgressão.

Disc Jockey - DJUm Disc Jockey , ou DJ (dí-djei) é um artista e técnico que mistura músicas diferentes para serem ouvida...
26/11/2016

Disc Jockey - DJ

Um Disc Jockey , ou DJ (dí-djei) é um artista e técnico que mistura músicas diferentes para serem ouvidas e/ou dançadas, usando suportes como vinil , CD ou arquivos digitais sonoros para "tocar". Essa técnica de mistura é chamada mixagem. A mixagem pode ser curta (passagem rápida de uma música à outra) ou longa, quando o DJ gera uma "terceira" música, aproveitando os timbres das duas faixas. Os DJs surgiram nos anos 50, em meio as fãs de jazz, mas se consagra nos anos 70,com a era Disco .

Ao longo dos anos, esta arte e/ou profissão foi evoluindo obviamente acompanhando a evolução da música que se ía tornando cada vez mais electrónica. O "boom" dos DJs, em Portugal, deu-se em meados da década de 90, altura em que começaram a proliferar as festas com DJs convidados, umas realizadas em espaços fechados e outras mesmo ao ar livre.

O primeiro DJ do Mundo (Kool Herc) é que desenvolveu as técnicas dos famosos "sond systems" de Kingston. Organizando festas nas praças do bairro, ele não se limitava a tocar discos, mas usava aparelhos de mixagem para construir novas músicas. "Grand Master Flash" foi um dos mais talentosos discípulos do DJ Jamaicano e criou o SCRATCH.

Também há registros na História de que o DJ "Big Youth" já tocava na Jamaica na década de 50, mas o fato que importa mesmo é que a partir do Bronx que o RAP (estilo musical internacional) foi difundido para o mundo e rapidamente influenciou todas as comunidades do Planeta.

Este elemento do Hip Hop é muito importante, pois sem eles o rap ficaria sem ritmo e sem alguns efeitos originais causados pelos scratchs.

Uma curiosidade importante é que os DJs contribuíram para a consolidação do movimento Rock and Roll a partir da segunda metade dos anos 50, como a maior manifestação cultural da juventude do século XX; nomes de artistas tão díspares como Elvis Presley e The Beatles, não teriam alcançado o estrelato se não fosse o empenho dos DJs originais. Nessa mesma época começavam a surgir os DJs jamaicanos, conhecidos como seletores, que inicialmente tocavam principalmente discos estadunidenses de R&B nos sistemas de som, e faziam sucesso principalmente entre a população menos privilegiada que não tinha condições de ter rádio ou toca-discos.

Com o advento da discoteca em meados dos anos 70, os DJs também ganharam fama fora do rádio e foram para as pistas de dança. Nas pistas, os DJs que atuaram até o meio da década de 1990 utilizavam apenas discos de vinil em suas apresentações. Em que pese o fato de já existirem CDs antes disso, não havia equipamentos que permitissem o sincronismo da música entrante com a música em execução (ajuste do pitch para posterior mixagem). A forma como esta ação de mixagem é realizada, aliás, é o principal diferencial entre os profissionais desta área.

Um DJ tem a percepção musical de saber quais composições possuem velocidades (mensuradas em batidas por minuto) próximas ou iguais, de forma que uma alteração em um ou dois por cento da velocidade permite com que o compasso das mesmas seja sincronizado e mixado, e o público não consiga notar que uma faixa está acabando e outra está iniciando, pois as duas faixas estão no mesmo ritmo, métrica e velocidade.

DJs das décadas de 1980 e 1990 sincronizavam a composição mixada (entrante) regulando a velocidade do prato do toca-discos, com o cuidado de fazer com que a agulha não escapasse do sulco do vinil (que na prática faz com que a música "p**e") e também com que o timbre da voz da música não ficasse, por demais, alterada com a velocidade muito alta ou muito baixa do prato. Esta alteração da velocidade era possível em toca-discos que possuem o botão chamado pitch. O toca-discos mais famoso, nesta época, era o Technics SL-1200 MK-2, que até hoje é vendido e procurado por profissionais e amantes do vinil pela robustez e força que o seu motor de tração direta apresenta.

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BREAK DANCEA dança de rua surgiu com os negros das metrópoles Norte Americanas.As primeiras manifestações surgiram na ép...
25/11/2016

BREAK DANCE

A dança de rua surgiu com os negros das metrópoles Norte Americanas.

As primeiras manifestações surgiram na época da grande crise econômica dos EUA, em 1929, quando os músicos e dançarinos que trabalhavam nos cabarés ficaram desempregados e foram para as ruas fazer os seus shows.

O Breakdance foi uma dança inventada pelos porto-riquenhos, através da qual expressavam sua insatisfação com a política e a guerra do Vietnam. Tinha inspiração, entre outras coisas, em movimentos de artes marciais, como o Kung Fu, por exemplo.

O Breakdance espalhou-se entre os gangs de Nova Iorque, que por volta do final da década de 60, respondiam à opressão social com violência brutal (era comum o confronto armado).

Por tradição norte-americana os grupos étnicos não se misturavam, daí existirem gangs hispânicos e gangs negros. Nos anos 80, o breakdancing foi a expressão de um fenómeno mundial.

Destacaram-se grupos como os Rock Steady Crew, os Dynamic Rockers ou os NYC Breakers, nomeadamente através de filmes como por exemplo “Flashdance”(1983) ou “Beatstreet” (1984).

O Breakdance é executado através de gestos bruscos e por vezes acrobáticos, dos quais se destacam os movimentos ondulatórios do corpo, a rotação do corpo apoiado apenas na cabeça ou nas costas, os movimentos das pernas tipo moinho de vento ou o arrastamento dos pés.

É também de assinalar o carácter competitivo que está incutido no breakdance. Nas áreas nova-iorquinas de South Bronx ou Harlem, grupos organizados de jovens juntavam-se na rua para competições de breakdance (fights). Numa batalha de breakdance o objectivo é derrotar o oponente, sendo mais criativo e inovador nos movimentos de dança.

NO BRASIL

Desde 1982, Nelson Triunfo e a posse Funk Cia, já mostravam o Breaking na movimentadíssima Rua 24 de Maio, no coração de São Paulo. Quando a “brincadeira” acabou por lá, a estação São Bento tornou-se, para sempre o templo dos B-Boys de todo o Brasil. Lá se formaram crews que mereceram a história do Breaking, como Crazy Crew, Street Warriors, Nação Zulu, Fantastic Force, Jabaquara Breakers e Back Spin Kings.

A partir daí também se celebravam artistas do Graffitti como “Os Gêmos” e outros. Através do Breaking também surgiram vários artistas, hoje famosos no Rap, tais como: X (Câmbio Negro), GOG, PMC (Poetas da Rua), M.T.Bronks, KLJ (Racionais MC’S) DJ Raffa, Magno (Visão Urbana), Marcão (Baseado nas Ruas), e uma das provas da universalidade do Breaking é que das “rodas” de Breaking saíram DJs que brilham no circuito Dance, como o Dj Maumau e o Multi-Homem DJ MC Jack (Rivage-SC). O Breaking brasileiro cresceu, e em 1993 proporcionou ao público a 1ª Amostra Nacional de Hip Hop, levando um grande público ao espaço cultural metrô São Bento.

Em 1999 aconteceu o primeiro campeonato brasileiro de Breaking que contou com a participação de muitos grupos mas que em seu ano seguinte(2000) contou com mais de 30 crews de todo o país mostrando que o Breaking está em todo o nosso país.

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Todas Convidadas!!!Reunião do Núcleo de Mulheres da Frente Hip Hop Potiguar Data: 19/11/2016Local: Sede do Nossos Valore...
18/11/2016

Todas Convidadas!!!
Reunião do Núcleo de Mulheres da Frente Hip Hop Potiguar
Data: 19/11/2016
Local: Sede do Nossos Valores Rua do Cruzeiro, 257, Redinha.
Horário: 16h

É isso ai galera, chegamos a mais de 500 curtidas em nossa pagina, agora é simples, vamos buscar as 1 mil, vocês podem c...
15/11/2016

É isso ai galera, chegamos a mais de 500 curtidas em nossa pagina, agora é simples, vamos buscar as 1 mil, vocês podem colaborar, basta curtir nossa pagina e convidar TODXS seus AMIGXS para curtirem também, e ficar por dentro das nossas atividades.

Vamos lá, curta, compartilhe e convidem todxs!

Nota de RepúdioNós, integrantes do núcleo de Mulheres da Frente Hip Hop Potiguar, viemos por meio desta nota expressar o...
14/11/2016

Nota de Repúdio

Nós, integrantes do núcleo de Mulheres da Frente Hip Hop Potiguar, viemos por meio desta nota expressar o nosso repúdio as manifestações machistas e homofóbicas, que promovem ofensas desqualificando as mulheres, g**s, lésbicas, trans e demais gêneros. Entendemos que o discurso de ódio impregnado nessas falas contradiz com a cultura de paz pregada pelo Hip Hop.

As batalhas de “sangue” reproduzem estereótipos, preconceito e discriminação, desconstruindo a história de luta do movimento Hip Hop contra o sistema opressor. Reconhecemos a importância das batalhas de improviso como uma exaltação das raízes do rap, quando em sua origem se mostrou como um instrumento de reivindicação da juventude negra, trazendo mensagens positivas, elevando a autoestima e pregando a união.

As batalhas de conhecimento se apresentam como uma opção inteligente e alinhada aos nossos ideais, ao mesmo tempo em que mandamos uma mensagem consciente, enriquecemos nosso vocabulário e nossa visão crítica do mundo, desta forma tendo a informação como aliada, nos organizando podemos desorganizar as estruturas de poder que mantém a favela aprisionada no senso comum propagado pela mídia.

Repudiamos também todos os comentários ofensivos e ameaças dirigidas a Rapper e militante Juliana Leite - Jujux na rede social Facebook por expressar sua opinião sobre esse tipo de prática machista.

Aproveitamos o momento para expressar a todos que não passarão despercebidas letras que em seu conteúdo manifestem misoginia ou objetificação do corpo da mulher afinal não somos produtos em exposição na prateleira do sistema, nem artigo de luxo para ostentação masculina.

Não aceitaremos que machistas nos digam, nem poeticamente, como devemos nos vestir ou como devemos nos comportar. Não pediremos passagem, nós passaremos, machistas não passarão.

Natal/RN, 12 de novembro de 2016.

Núcleo de Mulheres
Frente Hip Hop Potiguar

Parabéns a todxs que constroem essa cultura, hoje é nosso dia.
12/11/2016

Parabéns a todxs que constroem essa cultura, hoje é nosso dia.

O HIP HOP NO BRASILO nome HIP HOP surgiu no Brasil na década de 80. Ainda não existiam movimentos que retratavam exatame...
11/11/2016

O HIP HOP NO BRASIL

O nome HIP HOP surgiu no Brasil na década de 80. Ainda não existiam movimentos que retratavam exatamente o fundamento, o significado na íntegra desta cultura, porque todo aquele povo da época (a grande maioria) desconhecia este nome HIP HOP. O que na época foi propagado e muito na mídia, era a febre chamada BREAK DANCE.

Break era a dança do momento na época, que jamais deixou de ser um elemento importantíssimo e imprescindível para o crescimento do movimento no Brasil.

Sendo assim: 1984, foi o ano oficial da chegada da Dança de Rua no Brasil e o surgimento dos B.Boyings, Poppings e Lockings.

Dizem que existiram pessoas isoladas que já começaram a dançar em meados de 1983, mas foi mesmo em 1984 que a mídia, através dos jornais, documentários, revistas, comerciais de TV e filmes que propagou em massa a chegada da nova dança.

Em todos os lugares via-se pessoas com roupas coloridas, óculos escuros, tênis de botinha, luvas, bonés e um enorme rádio gravador mostrando os primeiros passos, do que se tornaria mais tarde uma cultura bem mais complexa.

Todos aqueles que tinham uma certa afinidade pela dança foram influenciados pelas cenas do filme Flash Dance, os vídeos clips de Lionel Ritchie, Malcom McLarem e outros. Sendo que não podemos deixar de mencionar em hipótese alguma que o Rei do Pop Michael Jackson, lançou para o mundo o famoso Back-slide, inventado pelo Grupo Electric Boogaloo, que muitos Poppers viram e utilizaram muito no Brasil.

Na terra brasilis o hip hop na década de 80, contou também com as equipes de Som, estilo black music, como: Chic Show, Black Mad e Zimbabwe e algumas revistas. E é claro dos discos que apareciam na galeria da rua 24 de maio...

Os primeiros talentos tupiniquins, Nelsão Black Soul ou Nelsão Triunfo dançando break, conhecido também como “homem árvore” e sua turma o “Funk Cia.”, que inclusive fizeram à abertura da novela Partido Alto, na Rede Globo, sem esquecer que o Funk Cia. já vinham de muito tempo atrás; desde a época do Black Power dançando Funky no bailes de São Paulo.

Recém chegado dos E.U.A. um garoto chamado RICARDO do Grupo Electric Boogies, foi considerado por alguns o 1º B.Boy brasileiro, pois trazia do exterior os primeiros passos de Break para a revista: Dance o Break.

Thaíde e o Humberto, ou melhor, o Dj Hum, MC Jack que também é DJ, Pepeu, Racionais Mc's. General G.,Considerado o melhor vocal e a melhor levada de Rap, ele simplesmente desapareceu do mapa. MC Mattar, nome artístico (pseudônimo) utilizado por Marcelo Cirino.

Quem não se lembra da música: “Mas que linda estás”??? Do Grupo Black Junior’s. Os irmãos Metralhas, também apareciam no cenário.

Esses nomes mencionados acima, embora alguns desconheçam e ignoram o fato, foram os primeiros Rappers a gravar disco de vinil

Grandes nomes como Fábio Macari, DJ Cuca e a dupla dinâmica, bombástica e irreverente de brancos, chamada: “Dinamic Duo”, foram e são as verdadeiras enciclopédias do Hip Hop no Brasil.

Na época existia um concurso nacional de Break, o inesquecível Programa de auditório Barros de Alencar, que apresentou os grandes Poppers como Os Cobras e as Buffalo Girls e a grande final entre Os Dragon’s Breaker’s versus Gang de Rua (de Santos).

O Gang de Rua, foi fundado por Marcelo Cirino, e contava com mais três integrantes: Tijolo, Jorge Paixão e Daniel Paixão (hoje o rapper da gravadora Trama: Criminal D.).

Depois da febre de 85, surgiram nomes como: Back Spin, Jabaquaras Breakers, Red Crazy Crew, Street Warrior’s e Nação Zulu, que mantiveram vivo a arte do B.Boy.

Toda essa galera se encontrava na 24 de maio, em São Paulo, mas, começaram as implicações das lojas, com isso tiveram que mudar de localidade, indo para a Estação São Bento do metrô...Com uma divisão ocorrendo neste período da São Bento, outro grupo foi para a Praça Roosevelt e dalí surgiu o "Sindicato Negro".

Já em agosto de 1989 um cara chamado Milton Salles criou a MH2O "Movimento Hip Hop Organizado", ele Sales nesta época era produtor dos Racionais Mc's e foi até 1995, ao MH2O foi muito importante pois criava várias oficinas nas periferias, shows gratuitos nos guetos e divulgou muito o rap para o grande público.......

Hoje em dia, Milton Sales é responsável pela Companhia Paulista de Hip Hop, que continua tendo o mesmo intuito divulgar a cultura do hip hop.

Os 4 elementos do Hip Hop são:

- O BREAK: representa o corpo através da dança;

- O MC : a consciência, o cérebro;

- O DJ: a alma, essência e raiz;

- O GRAFFITI: a expressão da arte, o meio de comunicação...

Endereço

Nossos Valores
Natal, RN

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