Coral Municipal de Morro Redondo

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03/03/2024
Música pela Paz! Hoje, 15 de março, faça (pode até ser sozinho ou mentalmente) ou ouça uma música pela paz mundial, eman...
15/03/2022

Música pela Paz! Hoje, 15 de março, faça (pode até ser sozinho ou mentalmente) ou ouça uma música pela paz mundial, emanando empatia, amor, harmonia, desenvolvimento para todos na nossa terra!
Aqui uma das maiores obras musicais de todos dos nossos tempos, L. von Beethoven, 9° Sinfonia, parte 3:

Um bom dia para apreciar The Sound of Silence em um belo trabalho do GRUPO VOX! Adaptação do maestro Carlos Alberto Oliv...
09/06/2021

Um bom dia para apreciar The Sound of Silence em um belo trabalho do GRUPO VOX! Adaptação do maestro Carlos Alberto Oliveira da Silva

O Grupo VOX tem por objetivo geral o estudo, a preparação e a execução de repertório coral em diferentes estilos, gêneros e estéticas musicais.Regência: Carl...

26/05/2021

Bom dia, queridos cantantes! Pra quem ama cantar em coral vai sentir grandes verdades na avaliação do grande John Rutter. Obrigada a querida Patrícia Hackbarth por compartilhar o vídeo e seu amor pelo canto em coral. Todos estamos com saudades de cantar em coro!

Começando o domingo devagarito ao som do violão de Maurício Marques Machado Registro Autoral: Belardes Rerrago - Ivanov ...
23/05/2021

Começando o domingo devagarito ao som do violão de Maurício Marques Machado Registro Autoral: Belardes Rerrago - Ivanov Basso. Um lindo trabalho interagindo as artes. Degustem, cantantes, o violão também canta, a mente do compositor também.

Hoje sentimos uma profunda tristeza com a perda do nosso querido cantante Emílio Büttow, um grande companheiro e entusia...
13/04/2021

Hoje sentimos uma profunda tristeza com a perda do nosso querido cantante Emílio Büttow, um grande companheiro e entusiasta das artes. Que Deus conforte o coração da família e da nossa querida Cecília.
Não podemos mais uma vez cantarmos na despedida de um amado colega, mas estaremos juntos, sim, em uma grande canção em forma de oração elevando o coração aos céus. Que seja recebido de braços abertos!
"Syahamba ekukhanyeni kwenkyhos"
https://fb.watch/4Rv_8X1296/

05/09/2020

Por que você fala assim?

O "R" caipira do interior de SP, MT, MG, PR e SC deve-se aos indígenas que aqui moravam não conseguiam falar o "R" dos portugueses, não havia o som dessa letra em muitos dos mais de 1200 idiomas da região.

Então na tentativa de se pronunciar o R, acabou-se criando essa jabuticaba brasileira, que não existe em Portugal. A isso também se deve o fato de muitas pessoas até hoje em dia trocarem L por R, como em farta (falta) e frecha (flecha).

Com a chegada de italianos à SP o sotaque do paulistano incorporou o R vibrante atrás dos dentes, porta como "porita", e em alguns casos até incorporando mais Rs: carro como "caRRRo", se quem fala for de Mooca, Brás e Bexiga, bairros com bastante influência italiana.

O R falado no RJ deve-se ao fato de que quando a Corte portuguesa pisou aqui, a moda era falar o R como dos franceses, saindo do fundo da garganta, como: "PaRRRRi".

A elite carioca tratou de copiar a nobreza, e assim, na contramão do R caipira e 100% brasileiro, o importou seu som de R dos franceses. Do mesmo modo a Realeza trouxe o "S" chiado dos cariocas.

As regiões Norte e Sul receberam a partir do século XVII imigrantes dos Açores e ilha da Madeira, lugares onde o S também vira SH. Viviam mais de 15 mil portugueses no Pará, 4ª maior população portuguesa no Brasil à época, o que fez os paraenses também incorporarem o chiado.

Já Porto Alegre misturava indígenas, portugueses, espanhois e depois alemães e italianos, toda essa mistura resultou num sotaque sem chiamento.

Curitiba recebeu muitos ucranianos e poloneses, a falta de vogais nos idiomas desses povos acabou estimulando uma pronúncia mais pausada de vogais como o E, para que se fizessem entender, dando origem ao folclórico "leitE quentE".

Em Cuiabá e outras cidades do interior do Mato Grosso preservou-se o sotaque de Cabral, não sendo incomum os moradores falando de um "djeito diferentE". Os portugueses que se instalaram ali vieram do norte de Portugal e inseriam T antes de CH e D antes de J. E até "hodje os cuiabanos tchamam feijão de fedjão".

Junto com os 800 mil escravos também foram trazidos seus falares, e sua influência que perdura até hoje em se comer o R no final das palavras: Salvadô, amô, calô e a destruição de vogal em ditongos: lavôra, chêro, bêjo, pôco, que aparece em muitos dialetos africanos.

A falta de plurais, o uso do gerúndio sem falar o D (andano, fazeno), a ligação de fonemas em som de z (ozóio, foi simbora) e a simplificação da terceira pessoa do plural (disséro, cantaro) também são heranças africanas.

"Mapa Linguístico do Brasil"
Revista Superinteressante

Foto Praça da Sé / SP

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Morro Redondo, RS
96150000

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