Michele Martines

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Águas passadas, presente e futuro | SESC Foz do Iguaçu No dia 14 de abril realizamos o bate-papo “Paisagem, memória e so...
21/04/2026

Águas passadas, presente e futuro | SESC Foz do Iguaçu

No dia 14 de abril realizamos o bate-papo “Paisagem, memória e sobrevivência das imagens” e a oficina “Cartografias da água”.

As imagens se organizam em aproximações, deslocamentos e montagens — fragmentos de paisagem onde diferentes tempos se atravessam.

Como observou a nesta oficina pintamos a água com a terra — um gesto que aproxima imagem, matéria e experiência.

A exposição pode ser visitada até 27 de maio.

No dia 9 de abril, realizei o encontro Habitar a paisagem: memórias, cidade e transformação, na Estação da Cultura/ Muse...
19/04/2026

No dia 9 de abril, realizei o encontro Habitar a paisagem: memórias, cidade e transformação, na Estação da Cultura/ Museu de Arte de Montenegro, conduzido por mim e por

A atividade reuniu participantes para uma conversa sobre paisagem, imagem e memória, a partir da exposição Paisagens Cambiantes, seguida de uma proposta de criação partindo das experiências e lembranças de cada um vinculadas a lugares da cidade. Entre fala, escuta e deslocamentos pelo espaço, o encontro se construiu como um campo de trocas

Foi muito especial contar com a presença de pessoas queridas — colegas artistas, professoras e professores de arte, história, sociologia e filosofia.

Agradeço a todas as pessoas que participaram e enriqueceram este encontro.

Registros fotográficos:

Próxima parada: Foz do Iguaçu! Onde inicio a montagem da exposição Águas passadas, presente e futuro, que abre na próxim...
11/04/2026

Próxima parada: Foz do Iguaçu! Onde inicio a montagem da exposição Águas passadas, presente e futuro, que abre na próxima terça-feira no Sesc.  

A exposição reúne trabalhos em pintura, fotografia e vídeo, refletindo sobre  as transformações da paisagem urbana. entre memória, território e as forças da natureza, a água aparece como agente que desloca limites, inscreve marcas e reconfigura o espaço.

Na terça-feira, além da abertura, também realizo uma oficina e um bate-papo sobre os processos de criação e a pesquisa que atravessa os trabalhos.

Local: Sesc Foz do Iguaçu
Abertura: 14 de abril
Visitação: até 27 de maio



Oficina gratuita na exposição Paisagens CambiantesNo dia 9 de abril, das 9h às 11h, acontece o encontro "Habitar a Paisa...
06/04/2026

Oficina gratuita na exposição Paisagens Cambiantes

No dia 9 de abril, das 9h às 11h, acontece o encontro "Habitar a Paisagem: memórias, cidade e transformação", na Estação da Cultura.

A atividade propõe a exibição do curta Habitar, uma conversa com a artista e um dos curadores, Fabrízio Rodrigues, e uma prática de criação a partir de memórias da cidade e transformações da paisagem.

Um momento para pensar a relação entre imagem, experiência e os modos como habitamos os espaços, especialmente em um contexto marcado por mudanças e acontecimentos recentes.

Local: Estação da Cultura
Data: 09/04
Horário: 9h às 11h

Inscrições: [email protected]
Vagas limitadas

Entre imagens que retornam e paisagens que se repetem, começo "Atlas da Enchente" (em construção). As pinturas são feita...
28/12/2025

Entre imagens que retornam e paisagens que se repetem, começo "Atlas da Enchente" (em construção). As pinturas são feitas com terra coletada às margens e proximidades do rio Caí, matéria que carrega vestígios da catástrofe e do território vivido.
Neste trabalho, aproprio-me de imagens de enchentes de diferentes épocas para colocá-las em relação, criando um pequeno atlas de repetições e sobrevivências.

O trabalho permanece em aberto e em expansão.
Se você tiver imagens da enchente e quiser compartilhá-las comigo, elas podem se tornar parte desse processo


Carta à cidade propõe uma reflexão sobre o cotidiano urbano e as possibilidades poéticas que emergem dos espaços de pass...
19/12/2025

Carta à cidade propõe uma reflexão sobre o cotidiano urbano e as possibilidades poéticas que emergem dos espaços de passagem. A pintura parte da Rua dos Andradas, em Porto Alegre, onde o fluxo de pedestres se entrelaça ao mobiliário urbano — caixa de correio, lixeira, postes — passam a assumir protagonismo na cena. Ao inserir vegetação que se enrola nesses elementos, imagino uma reapropriação simbólica da paisagem: um gesto de esperança em meio à rigidez arquitetônica da cidade. A obra integra a série Cenas Urbanas, desenvolvida a partir da observação atenta dos ritmos urbanos, e estabelece um diálogo entre pintura e fotografia como modos complementares de perceber o espaço habitado. 

Carta à cidade

Acrílica sobre tela, 60 × 50 cm, 2017

Obra contemplada com o PRÊMIO SESC RS DE ARTES VISUAIS 2025

Habita o  a coletiva "os jardins, as cidades, as tramas e correspondências", parte da Semana de Arte e Cultura do Rio de...
12/09/2025

Habita o a coletiva "os jardins, as cidades, as tramas e correspondências", parte da Semana de Arte e Cultura do Rio de Janeiro, realizada junto à e à Secretaria Municipal de Cultura.

Tenho uma grande admiração por este espaço independente de difusão cultural, que pulsa como lugar de encontro, pesquisa e pensamentos crítico. Ver meu trabalho dialogando neste espaço me enche de alegria e gratidão - sobretudo pelas pessoas que gerem e sustentam esse projeto com tanto cuidado

A exposição segue até 20 de setembro, no , rua Pinheiro Guimarães, 34, Rio de Janeiro.

Artistas: .vanearte

Curadoria:

"Va, vis et deviens”Em meio à mata atlântica, entre o som dos bugios e as águas que escorrem pelos morros, de 25 a 31 de...
17/08/2025

"Va, vis et deviens”
Em meio à mata atlântica, entre o som dos bugios e as águas que escorrem pelos morros, de 25 a 31 de julho participei da residência artística Imersão na Mata, no Sítio Libélula, em Rolante/RS. Fui selecionada na categoria fotografia, linguagem sempre presente no meu processo como pintora e que hoje desdobro em conjuntos fotográfico-pictóricos. Nesse deslocamento, permiti que o olhar se voltasse do urbano para a paisagem natural, buscando nas águas — poças, correntes, chuvas — matéria poética para a série Paisagens em Movência.

O mais marcante foi a convivência com seis mulheres incríveis: Cris, minha curadora, jovem de força e consciência, que reconhece no estudo e na arte instrumentos de transformação coletiva. Cissa, curadora geral, ceramista e anfitriã do sítio, revelou uma força rara, generosa e precisa, capaz de guiar com firmeza e cuidado. Kacau, artista da arte contemporânea, trouxe a ancestralidade africana, os orixás, a música e o teatro — sempre colocando ideias em movimento junto com sua curadora, Krishna, que trouxe a dança e a escuta de quem atravessa transformações com coragem. Aline, artista da cerâmica, além da delicadeza com o barro, parecia caminhar entre mundos visíveis e invisíveis, conectada a saberes ancestrais. Daliana, também ceramista e curadora, nos acolheu com leveza, sorriso aberto e deliciosa comida feita de afeto.

Estar entre elas foi também um exercício de olhar para dentro. Em alguns momentos me vi insegura, sentindo o peso de deslocar minha prática, mas é nesse lugar de instabilidade que muitas vezes nascem novos caminhos. No convívio, nos diálogos ao redor do fogão a lenha, nas músicas, nas histórias e silêncios, encontrei uma experiência tão artística quanto humana. Na última noite, aguardando uma chuva de meteoros ao redor da fogueira, tive a sensação de viver algo raro e essencial, instante breve que permanece como memória.

Agora, em casa, ao trabalhar sobre as imagens, penso nesta travessia como um encontro transformador com a natureza, com outras mulheres e comigo mesma.





Crédito da primeira foto

Revitalizada e devidamente identificada!A obra Frutos da Ligação, que transforma antigos orelhões em uma plantação simbó...
23/07/2025

Revitalizada e devidamente identificada!
A obra Frutos da Ligação, que transforma antigos orelhões em uma plantação simbólica de frutas cítricas, foi restaurada em 2025 com apoio da Lei Paulo Gustavo, através do edital municipal Multiarte.

A pintura foi realizada por mim, com auxílio do .Por questões orçamentárias, optei por fazer a limpeza e repintura no próprio local — o que, confesso, foi um desafio. Logo no primeiro dia, sob o calor intenso e enfrentando a altura, cheguei a pensar: “Por que eu invento essas coisas?”

Mas foi aí que um garotinho, voltando da escola com sua mochila, parou, nos olhou e disse: “Eu admiro muito a arte de vocês.” Naquele instante, me lembrei por que vale a pena. A arte no espaço público faz parte do cotidiano, provoca encontros inesperados, toca vidas. Por isso, também precisa ser cuidada.

Quero deixar um agradecimento especial à  parceira na confecção do totem de identificação da obra.

1. Visão da obra na paisagem urbana.
2. Totem de identificação.
3. Detalhe das peças revitalizada.
4. Processo de restauração.
5. Capa do (detalhe).

05/07/2025

Esta é a capa do Ibiá deste sábado, 5 de julho

Endereço

2215 Rua Osvaldo Aranha
Montenegro, RS
95780-000

Horário de Funcionamento

Segunda-feira 09:00 - 17:00
Terça-feira 09:00 - 17:00
Quinta-feira 09:00 - 17:00
Sexta-feira 09:00 - 17:00

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