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Pensando na educação de nossas crianças, criamos essa página como forma de ajudar pais e mães, a encontrarem informações que façam a diferença na educação de seus filhos para torná-los cidadãos melhores e mais preparados para o futuro.

A conscientização do autismo é o primeiro passo para construirmos uma sociedade mais compreensiva e acolhedora para os a...
02/04/2021

A conscientização do autismo é o primeiro passo para construirmos uma sociedade mais compreensiva e acolhedora para os autistas e seus cuidadores.

6 coisas que você precisa saber sobre o TEA.

* Autismo não é doença
O Autismo é uma condição que altera o desenvolvimento padrão da linguagem, interação social, processos de comunicação e do comportamento social.

* O autismo não “tem cara”
A conscientização começa quando entendemos a diversidade do espectro. Por isso, é importante esclarecer que cada autista é um, alguns podem ter uma vida aparentemente normal, o que não signif**a que ele não seja autista.

* Pesquisas apontam que 1 a cada 100 pessoas possuem algum grau de TEA
Estima-se que tenhamos 70 milhões de autistas no mundo. É importante lembrar que o autismo faz parte da nossa sociedade, e é nosso papel acolher essas pessoas e seus cuidadores com atenção, respeito, cuidado e empatia.

* Os sinais do TEA começam na primeira infância
A maioria dos pais de crianças com autismo suspeita que algo está errado perto de 1 ano e 6 meses e busca ajuda antes que ela complete 2 anos. Conhecer os sinais de alerta é muito importante para reconhecer e buscar orientação médica de forma precoce.

* Conscientização do autismo: Nem todo autista é gênio
Apenas cerca de 10 % dos indivíduos com autismo leve têm habilidades intelectuais extraordinárias para a sua idade. Por isso, ao saber de um diagnóstico, procure ser discreto em relação a questionamentos desse tipo, pois este costuma ser um momento bastante delicado para as famílias e cuidadores.

* Conscientização do autismo: Os direitos da pessoa com TEA
A conscientização do autismo é também uma maneira de contribuir para a garantia dos direitos da pessoa com TEA.

FONTE: autismoemdia.com.br

Mãe fotografa filho de 5 anos e divulga imagem para discutir dificuldades que as crianças têm sofrido em função do dista...
30/03/2021

Mãe fotografa filho de 5 anos e divulga imagem para discutir dificuldades que as crianças têm sofrido em função do distanciamento social.

Mãe fotografa filho de 5 anos e divulga imagem para discutir dificuldades que as crianças têm sofrido em função do distanciamento social

ALFABETIZAÇÃO. POR ONDE COMEÇAR ?É tão gratif**ante acompanhar o desenvolvimento de uma criança: quando ela começa a eng...
29/03/2021

ALFABETIZAÇÃO. POR ONDE COMEÇAR ?

É tão gratif**ante acompanhar o desenvolvimento de uma criança: quando ela começa a engatinhar, dar os primeiros passos, falar, e também quando ela começa a reconhecer as letras do alfabeto para, futuramente, ler e escrever. Esse processo de alfabetização é gradual e depende do tempo de cada um, mas existem algumas estratégias que podem facilitar esse aprendizado tanto na escola como em casa.
A alfabetização consiste no aprendizado do alfabeto e de sua utilização como código de comunicação e apropriação do sistema de escrita, com a compreensão das letras, sendo etapa primordial para ler e escrever. Segundo a UNESCO, a alfabetização é um processo de aquisição de habilidades cognitivas básicas que contribuem para a conscientização social e para formação do pensamento crítico do indivíduo.
Esse processo inicia nos primeiros anos do Ensino Fundamental, mas a criança traz muitas influências de casa, da família e do ambiente em que convive. Ela já tem a noção dos objetos, seus signif**ados e funções, sabe que as representações estão por todos os lados. Por isso, a escola deve se tornar uma aliada nessa etapa do aprendizado, trazendo um ambiente ainda mais lúdico e repleto de atrativos que instiguem os alunos a ler e escrever. O ideal é que a sala de aula tenha livros, jornais, histórias, materiais diversos que ajudem os estudantes a desenvolverem essas habilidades.
É através da alfabetização que, mais tarde, a criança consegue adquirir a habilidade da leitura, da compreensão de textos e da linguagem de maneira geral. Competências necessárias para avançar nos anos escolares e também para evoluir dentro da sociedade.
Bom, agora que já falamos sobre o signif**ado e a importância da alfabetização, ou seja, a teoria, vamos para a prática?! Convidamos a professora Bianca Dutra, dos Anos Iniciais da Rede Caminho do Saber, de Caxias do Sul, para nos passar algumas dicas fundamentais para pais e professores que podem ser adotadas durante o processo de alfabetização da criança. São orientações básicas, mas bastante úteis para facilitar essa etapa do aprendizado.
Vamos aprender juntos?

CONTEXTUALIZE: vincular atividades do dia a dia da criança no processo de alfabetização é benéfico. Peça ajuda para criar a lista de compras do mercado, questionando o som da letra inicial, quantas letras possuem. Lista de itens para viagens, ingredientes de uma receita. Estes momentos fazem com que a criança perceba a escrita em todos os espaços.

CELEBRE AS CONQUISTAS: cada criança tem seu tempo para internalizar e assimilar as informações. Nesta fase, celebre cada passo conquistado. Uma letra reconhecida, uma sílaba ou palavra criada. Nunca compare a criança com o outra, somos todos diferentes. Precisamos tornar este processo prazeroso.

CRIE O HÁBITO DA LEITURA: o processo de alfabetização consiste na aquisição de habilidades envolvendo a escrita e leitura. Ouvindo histórias ou relatos, permite que a criança descubra a linguagem escrita. Organize uma rotina, peça para que em alguns momentos ela reconte ou crie histórias.

CONSTRUA UM BANCO DE PALAVRAS: sempre pergunte ao final de uma leitura se a criança não conhece o signif**ado de alguma palavra. Explique o sinônimo e em um cartaz crie um banco de palavras com todas as descobertas. Esta atividade auxilia no repertório de palavras.

OBSERVE AS EVOLUÇÕES: sugestão é iniciar o processo apresentando as letras e os sons do alfabeto, não necessariamente em ordem. Após mostre a junção das letras que formarão as sílabas, dê preferência por sílabas exatas (PA/MA/RO). Assim sucessivamente para palavras, frases, textos. Nem sempre seguimos o mesmo método. É necessário conhecer as habilidades iniciais da criança. Existem diversos métodos de alfabetização.

CRIE, RECRIE CONSTRUA: o processo de alfabetização precisa estar aliado ao lúdico. Construir jogos favorece a intencionalidade e o objetivo de cada fase neste processo. Construa jogo das sílabas, do alfabeto, formando palavras. Estimule a criatividade.

MANTENHA A COMUNICAÇÃO ENTRE FAMÍLIA E ESCOLA: primordial que professores e responsáveis mantenham uma comunicação ativa, observando evoluções ou possíveis dificuldades. Juntos auxiliando neste processo.

ACREDITE, TUDO DARÁ CERTO: como a palavra processo já define, é uma ação continuada, gradativa. Então tornar este momento prazeroso e signif**ativo é o mais importante. Tranquilize a criança que tudo acontecerá no seu tempo. Estas habilidades desenvolvidas neste processo serão utilizadas no decorrer de sua vida. Precisamos deixar marcas positivas nesta fase.
Dicas valiosas e que poderão fazer a diferença para a alfabetização do seu filho ou do seu aluno. Que tal coloca-las em prática e compartilhar com a gente os resultados? Esperamos o seu comentário.

UM ANO DE PANDEMIA: IMPACTOS E CONSEQUÊNCIAS NO APRENDIZADO.Levantamento do Banco Mundial apontou que após pandemia 71% ...
29/03/2021

UM ANO DE PANDEMIA: IMPACTOS E CONSEQUÊNCIAS NO APRENDIZADO.

Levantamento do Banco Mundial apontou que após pandemia 71% dos alunos brasileiros terão dificuldades em aprender a ler.

O Banco Mundial divulgou neste mês de março levantamento sobre os efeitos do fechamento das escolas na América Latina e Caribe. O estudo apontou que 71% dos alunos brasileiros podem não aprender o básico da educação: ler.

A “pobreza de aprendizagem” pode afetar o Brasil de maneira muito contundente, pois o relatório mostra que alunos da América Latina já possuem um atraso médio de três anos em relação a alunos de países da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE).

Para a professora do 4º ano do Ensino Fundamental 1, Alice da Silva Castro, a educação à distância prejudica o aprendizado, porque os alunos não têm contato com a leitura coletiva da sala de aula.

“Você não consegue passar uma leitura que extrapole a do livro didático. A gente também não sabe se esse aluno está lendo”, afirmou. “O que a gente consegue ter certeza são das atividades que vêm prontas, vem respondidas. Mas a gente também f**a com dúvida se são os alunos mesmo que estão respondendo essas atividades ou se são os pais para que eles não fiquem prejudicados”, reflete.

A pedagoga Nathália Simão também acredita que o ensino remoto dificulta o acompanhamento do aluno. “Percebo um desânimo da própria criança. Muitas f**am com a câmera desligada. A gente desconfia se alguns jogam ao invés de assistir aula. Se não há supervisão de um adulto isso pode acontecer”, observa.

Quando o aluno já possui uma dificuldade maior para aprender o conteúdo em relação aos outros, a distância agrava ainda mais o problema. “Por trás de uma tela é muito difícil trabalhar isso. Não há tempo de sentar com essa criança. Mesmo que eu abra uma sala para conversar em particular, não é o mesmo que pegar no caderno dela, ouvir ela me contar o que está acontecendo”, conta Nathália.
Um dos motivos apontados para esse prejuízo do aprendizado é a restrição de internet, que não está acessível a todos. Além disso, a falta de aula presencial pode elevar em 15% a desistência dos alunos. Sem falar na ausência da merenda escolar, por exemplo, que impacta 10 milhões de estudantes na América Latina, de acordo com o estudo.

Os prejuízos excedem o campo intelectual, e abalam o emocional e físico, além de impactar na capacidade de ingresso dessas pessoas no mercado de trabalho, resultando em prejuízos de capital nos países, segundo informações do levantamento.

Ytallo Ribeiro da Silva, que é professor do 2º ao 9º do Ensino Fundamental 2, percebe as mesmas dificuldades. “Não se tem muito controle sobre a turma no que diz respeito a execução das atividade e avaliações. E entra outro fator importante que é a tutoria e participação dos responsáveis em casa. Alguns alunos têm outros não têm”, apontou.

No caso do Ensino Superior, em que cada aluno é responsável por seu próprio empenho, os problemas também existem. Todo o conteúdo tem de ser compactado em poucas horas, não apenas porque muitos estudantes trabalham, têm famílias e responsabilidades extras, mas também porque o estudo direto de uma tela é cansativo por si só.

“Para as aulas síncronas a UFG estabelece que não ultrapassemos a carga horária de duas horas. Seria o teto, considerando que cada período tem quatro aulas de 50 minutos no período diurno e quatro aulas de 40 minutos no período noturno. A gente estabelece esse teto do ponto de vista de estratégias de ensino e aprendizagem para não deixar, tanto os docentes quanto os discentes, em uma situação de exaustão”, explica o professor de graduação e pós-graduação em Geografia da Universidade Federal de Goiás, Adriano Rodrigues de Oliveira.

Mudança de hábito

“Tivemos de reestruturar uma série de estratégias. Gravação de áudios, vídeos, utilização de recursos audiovisuais, como filmes, documentários, músicas, excertos de publicações com domínio público”, conta o professor de ensino superior.

“Enquanto docentes, tivemos que reestruturar todo nosso processo de plano de ensino para que os materiais utilizados sejam sempre de domínio publico e que eles possam ser obtidos na internet sem comprometer direitos autorais, ou obras que já tenham direitos autorais em domínio público”, diz Adriano.

“Tenho diminuído substancialmente a carga em leitura. Em contraposição a isso, tento suscitar temas fundantes para serem trabalhados com esses outros recursos para além do referencial bibliográfico”, relata.

Ele conta que criou um “diário de inquietações” para conseguir ajudar os alunos a conectarem o conteúdo ensinado com aspectos da vida prática. “É uma espécie de diário, de fato, que meus discentes são motivados a escreverem como que no cotidiano o tema da disciplina pode ser visualizado nas diferentes ações, seja no supermercado, na feira, ou mesmo neste processo de isolamento. Tem sido uma estratégia no sentido de mensurar o processo de aprendizagem”, explica.

Com as crianças, Nathália conta que utiliza táticas para não perder o vínculo. “Todo dia pela manhã coloco música para eles, converso com eles. […] Trabalho em uma escola que f**a bem em cima [do aluno] para saber se está tudo bem e isso faz toda a diferença.”

Segundo a pedagoga, os investimentos do colégio aplicados em tecnologia fizeram muita diferença para uma adaptação mais serena ao ensino remoto, tanto no caso de professores, como de alunos. Ela relata que o colégio disponibilizou profissionais de T.I. para dar apoio aos professores e às famílias.

“Tivemos muitos cursos de formação no começo da pandemia. Tudo é feito no drive, desde planejamento a post de fotografias, tudo está lá. O planejamento da escola, anual, os professores estão muito bem alinhados”, diz Nathália.

Ytallo ressalta que a realidade dos professores e alunos nem sempre são as mesmas. “Colocar, por exemplo, na mesma caixa professores e alunos do ensino privado, que é meu caso, e do ensino público, traria dados distorcidos da realidade de cada um”, pontua o professor.

“Outro exemplo é que cada disciplina utiliza metodologias diferentes. Ensinar matemática no modelo presencial é diferente de ensinar Geografia, que é a minha área”, acrescenta.

Adaptação

“Os professores não estavam preparados para lidar com as plataformas digitais, mas eu considero que a gente se reinventou muito rápido”, opina Alice. “Acredito que todos os professores, independente da idade, eles conseguiram, mesmo com muita dificuldade, se adequar, até porque nós somos obrigados a se adequar às plataformas.”

“Nem alunos e nem professores estavam preparados para isso”, reforça Adriano. “A gente gosta muito de utilizar a metáfora que é como se trocasse o pneu de um veículo com ele em movimento, porque a pandemia nos pegou de surpresa. Não tínhamos um projeto estruturado de estabelecer um processo de ensino e aprendizagem de forma remota”, disse.

“O que se percebe é que todo mundo está em um processo contínuo de aprendizado, tanto os professores quanto os alunos”, acrescentou. “Essa modalidade de ensino remoto é para enfrentar uma conjuntura de emergência. Ela não pode ser universalizada ou tida como estratégia possível de levar em período posterior à pandemia como modelo ideal”, analisa o professor.

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