28/09/2023
Temporada de 'Sapo Tarô Bequê" encerra neste domingo (1), no Teatro da Instalação
A Associação dos Artistas Cênicos do Amazonas (AACA) faz última apresentação da peça no Teatro da Instalação, com ingressos populares
A peça 'A maravilhosa história do Sapo Tarô Bequê’, do escritor Márcio Souza e direção de Douglas Rodrigues, faz sua última apresentação da temporada, no Teatro da Instalação, neste domingo (1), às 17h, com ingressos a R$ 20.
O Governo do Amazonas, por meio da Secretaria de Estado da Cultura e Economia Criativa apoia a iniciativa. Escolas e Comunidades têm 30% de acesso gratuito ao espetáculo, agendando pelo telefone 99291-5578.
A montagem da peça ‘A Maravilhosa História do Sapo Tarô Bequê’ reúne um elenco poderoso do teatro amazonense: Israel Castro (Tarô Bequê), Karol Medeiros (Juruti), Michel Guerrero (Mucura e Missionária), Idelson Mouta (Urubu Rei), Acácia Mié (Cobra), Leonel Worton (Cainhamé), Mário Jorgi (coro), Sam Kelwen (coro), Miro Messa (coro) e Eduardo Oliveira (coro).
Encenada pela primeira vez há quase 50 anos, a conhecida obra do dramaturgo Márcio Souza, voltou aos palcos em 2022, com duas sessões esgotadas no Teatro Amazonas, sob a batuta da Associação dos Artistas Cênicos do Amazonas (AACA), que há 25 anos promove cultura e arte do Amazonas para o Brasil e o mundo, com apresentações em São Paulo, Recife e Portugal.
A trama da peça gira em torno de um desejo do sapo Tarô Bequê em virar ser humano. Assim, o Pai do Mato, Cainhamé, põe fim nas suas aflições, transformando-o em gente. Em seguida, cria sua companheira, a Moça Juruti da folha do tajá, mas, ela só aceita casar quando tiver o fogo para cozinhar, levando Tarô Bequê ao temível encontro com o feiticeiro Urubu-Rei, guardião do fogo, e sua fiel escudeira, a cozinheira Mucura.
O premiado diretor teatral Douglas Rodrigues destaca a importância de ‘Sapo Tarô Bequê’ continuar encantando plateias há décadas. “Essa escrita do Márcio Souza é de profunda beleza literária, rica de iconografias e que presta justa homenagem aos povos tucanos do alto rio negro. No palco, constatamos a vontade humana de intelectualidade, sem temer as leis da vida.