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Boa Noite, estamos com vagas
27/10/2022

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CONHECIMENTO            DIFERENÇA ENTRE BRUXO, MAGO E FEITICEIROQuan­do es­cu­ta-se os ter­mos bru­xo, ma­go e fei­ti­ce...
30/08/2020

CONHECIMENTO

DIFERENÇA ENTRE BRUXO, MAGO E FEITICEIRO

Quan­do es­cu­ta-se os ter­mos bru­xo, ma­go e fei­ti­cei­ro, co­mu­men­te as­so­cia­mos à mes­ma coi­sa. Po­rém, não é! A ver­da­de é que os três es­tão re­la­ci­o­na­dos à prá­ti­ca de al­gu­ma ma­gia, se­ja ela na­tu­ral, cós­mi­ca ou quí­mi­ca. E ain­da es­sas fi­gu­ras in­te­gram vá­ri­as his­tó­ri­as, len­das po­pu­la­res e par­ti­ci­pa­ções em gran­des fei­tos da hu­ma­ni­da­de.
Os mís­ti­cos são se­res que bus­cam o co­nhe­ci­men­to e au­to­co­nhe­ci­men­to aci­ma de tu­do. Es­tu­dam a na­tu­re­za, o uni­ver­so, plan­tas, ani­mais, er­vas, mi­ne­ra­is, ta­rô, ru­nas, orá­cu­los, pe­dras e a men­te das pes­so­as. Ho­je em dia o mais pró­xi­mo des­sas prá­ti­cas que co­nhe­ce­mos são os her­me­tis­tas e os wic­cas. Mas a cul­tu­ra má­gi­ca es­tá pre­sen­te em qua­se to­da cul­tu­ra an­ti­ga, mé­dia, mo­der­na e con­tem­po­râ­nea.
É cla­ro que co­mo tu­do que é bom, mui­tas pes­so­as fa­zem o mau uso des­sas prá­ti­cas e aca­bam por mal re­pre­sen­tar to­dos os ma­gi­cis­tas, que des­ta for­ma são as­so­cia­dos ao mal. Mas a ma­gia ne­gra é di­fe­ren­te da ma­gia bran­ca, as­sim co­mo da ma­gia azul, ama­re­la, ver­me­lha e ver­de, que são li­ga­das aos qua­tro ele­men­tos.

A ma­gia é uma mes­cla de ar­te, ci­ên­cia e prá­ti­cas fun­da­das na cren­ça de in­flu­en­ciar o sen­ti­do dos fa­tos e pro­du­zir efei­tos não na­tu­ra­is. Ela fun­da­men­ta-se da in­ter­ven­ção de se­res fan­tás­ti­cos, ma­ni­pu­la­ção de prin­cí­pios ocul­tos pre­sen­te na na­tu­re­za, se­ja por fór­mu­las ri­tu­ais ou de ações sim­bó­li­cas.
As pes­so­as mais cé­ti­cas não acre­di­tam no po­der des­ses se­res mís­ti­cos. As pes­so­as mais re­li­gi­o­sas di­zem que os mes­mos pos­su­em li­ga­ção com o mal. Mas afi­nal, exis­te di­fe­ren­ça en­tre es­ses três ter­mos? A res­pos­ta é sim e vo­cê vai en­ten­der ago­ra.

*Ma­gos e ma­gas*

Pa­ra com­pre­en­der me­lhor so­bre os ma­gos e ma­gas par­ta da pre­mis­sa de que es­tes são de­ten­to­res da ma­gia pri­mor­di­al, ou se­ja, ma­gia pri­mi­ti­va, an­ciã e uni­ver­sal. Os ma­gos são mes­tres na ar­te de trans­for­mar a re­a­li­da­de, po­de­ro­sos al­qui­mis­tas e pos­su­em co­mo fon­te de po­der o uni­ver­so e o co­nhe­ci­men­to.
Pos­su­em gran­de sa­be­do­ria dos mis­té­ri­os do mun­do e por ve­zes de­têm po­de­res cla­ri­vi­den­tes, me­di­ú­ni­cos e clau­ri­au­dien­tes. Co­mu­men­te são se­gui­do­res da luz e co­nhe­cem a fun­do os en­si­na­men­tos e prin­cí­pios má­gi­cos, pos­su­in­do po­der e aces­so in­fi­ni­to aos mes­mos.
Os ma­gos são ín­te­gros e co­nec­ta­dos ao Gran­de Es­pí­ri­to. Es­tão ali­nha­dos com os prin­cí­pios uni­ver­sais e es­pi­ri­tua­is. Gui­a­dos por vi­sões, re­ve­la­ções, ex­pe­ri­ên­cias e sen­si­bi­li­da­de, pos­su­em gran­de ca­pa­ci­da­de de in­tu­i­ção.
Es­ses mís­ti­cos es­tão li­ga­dos ao cos­mo e à per­fei­ção má­gi­ca. São es­pi­ri­tua­li­za­dos, po­de­ro­sos, cri­te­rio­sos, sá­bi­os, pos­su­em dons de pre­mo­ni­ção e ca­pa­ci­da­de de lei­tu­ra e in­ter­pre­ta­ção de so­nhos, as­tros e enig­mas.
Além dis­so, os ma­gos pos­su­em co­nhe­ci­men­to das prá­ti­cas sa­cer­do­tais e tam­bém fi­lo­só­fi­cas e as­su­mem o pa­pel de guias es­pi­ri­tua­is. Eles bus­cam a ilu­mi­na­ção, equi­lí­brio pes­so­al, na­tu­ral e uni­ver­sal e uti­li­zam do mis­ti­cis­mo pa­ra o au­to­co­nhe­ci­men­to, sa­be­do­ria sa­gra­da e ele­va­ção das po­ten­ci­a­li­da­des.


*Bru­xos e bru­xas*

Os bru­xos e bru­xas são mes­tres na ar­te da bru­xa­ria. Seus po­de­res e prin­cí­pios ba­sei­am-se na li­ga­ção en­tre a na­tu­re­za, ci­clos na­tu­ra­is, lu­na­res e pro­fun­do co­nhe­ci­men­to da me­di­ci­na na­tu­ral. São li­ga­dos aos cin­co ele­men­tos: fo­go, água, ter­ra, ar e es­pí­ri­to. São mes­tres na cri­a­ção de ob­je­tos má­gi­cos, co­nhe­cem a fun­do o ocul­to e a na­tu­re­za. Exí­mios na in­vo­ca­ção de for­ças ocul­tas e na­tu­ra­is e são ex­ce­len­tes cu­ran­dei­ros.

Es­ses mís­ti­cos são exí­mios ri­tu­a­lis­tas e nor­mal­men­te a fon­te de seus po­de­res es­tá na ener­gia da noi­te, prin­ci­pal­men­te de lua cheia, eclip­se e lua de san­gue. As fa­ses da lua e es­ta­ções do ano são mui­to im­por­tan­tes aos bru­xos que uti­li­zam des­ses co­mo prin­ci­pio ati­vo de seus po­de­res

Os bru­xos de­têm o uso da ma­gia na­tu­ral e sen­so­rial, são sá­bi­os e co­nhe­cem a fun­do o uso e efei­to de po­ções má­gi­cas e uti­li­za­ção de er­vas, cris­tais e plan­tas. Uti­li­zam tam­bém gri­mó­rios e in­ter­ven­ções so­bre­na­tu­ra­is nas su­as prá­ti­cas.
Al­gu­mas li­nhas de bru­xa­ria se­pa­ram es­ses re­pre­sen­tan­tes em três ca­te­go­ri­as re­la­ci­o­na­dos com a vi­da má­gi­ca dos pra­ti­can­tes:
Os vir­gens, que re­pre­sen­tam os en­can­ta­men­tos, cri­a­ção, ex­pan­são, pro­mes­sas, nas­ci­men­tos, ju­ven­tu­de e seus po­de­res es­tão li­ga­dos à lua cres­cen­te;
O pai/ a mãe, que re­pre­sen­tam a ma­tu­ra­ção, fer­ti­li­da­de, se­xu­a­li­da­de, res­pei­to, es­ta­bi­li­da­de, po­der, vi­da e seus po­de­res es­tão li­ga­dos à lua cheia;
O an­ci­ão e a an­ciã, que re­pre­sen­tam o re­pou­so, mor­te, ter­mi­na­ções, sa­be­do­ria e en­si­na­men­tos e seus po­de­res es­tão li­ga­dos à lua min­guan­te.

*Fei­ti­cei­ros e fei­ti­cei­ras*

Os fei­ti­cei­ros são mes­tres na ar­te da fei­ti­ça­ria. Seus po­de­res e prin­cí­pios ba­sei­am-se na al­qui­mia, au­to­co­nhe­ci­men­to, co­nhe­ci­men­to al­heio e uti­li­zam de for­ças men­tais, na­tu­ra­is, fei­ti­ços e en­can­ta­men­tos.
Es­ses re­pre­sen­tan­tes são li­ga­dos à cha­ma­da “ma­gia hu­ma­na” e apren­dem a ma­gia de ma­ni­pu­lar for­ças es­pi­ri­tua­is e na­tu­ra­is, di­fe­ren­te de al­gu­mas li­nhas de bru­xos e ma­gos em que o in­di­ví­duo já nas­ce com es­se san­gue.
Seus po­de­res es­tão re­la­ci­o­na­dos às prá­ti­cas de au­to­con­tro­le e co­nhe­ci­men­to in­ter­pes­so­al de­sen­vol­vi­do a par­tir da ma­gia. A fei­ti­ça­ria es­tá tam­bém li­ga­da às prá­ti­cas “ma­gi­co­ci­en­ti­fi­cas” que são ati­vi­da­des de co­nhe­ci­men­to ocul­to e ci­en­ti­fi­co, exem­plo: po­der da men­te; lei da atra­ção; hip­no­se; e fí­si­ca quân­ti­ca.
Os fei­ti­cei­ros são exí­mios na ar­te dos en­can­ta­men­tos e in­vo­ca­ções es­pi­ri­tua­is, que pro­du­zem efei­tos im­pos­sí­veis em pes­so­as ou ob­je­tos. São im­pe­cá­veis nas ar­tes di­vi­na­tó­ri­as, sin­cro­ni­ci­da­de e pro­fe­ti­za­ções.
Além dis­so, uti­li­zam da ma­gia em­pí­ri­ca sem pré­vio co­nhe­ci­men­to de gri­mó­rios. Os fei­ti­cei­ros pos­su­em, ain­da, a ca­pa­ci­da­de de pre­ver o fu­tu­ro e re­a­li­zar ben­ze­du­ras e ri­tu­ais. Al­guns tam­bém uti­li­zam da se­du­ção e da ca­pa­ci­da­de de hip­no­se, sim­pa­ti­as e uti­li­za­ção de ob­je­ti­vos má­gi­cos em seus pro­ce­di­men­tos.
Es­ses ma­gi­cis­tas são ca­pa­zes de uti­li­zar 100% de sua ca­pa­ci­da­de ce­re­bral e in­te­li­gên­cia men­tal pa­ra al­te­rar a pro­ba­bi­li­da­de e de­sen­vol­ver a te­le­pa­tia e te­le­ci­ne­se.

*Lichs*

Os lichs são ma­gos, bru­xos ou fei­ti­cei­ros, po­de­ro­sos, que mor­re­ram e após is­so ad­qui­ri­ram imor­ta­li­da­de. Nor­mal­men­te par­te de sua al­ma ha­bi­ta ou­tro cor­po ou ob­je­to, es­te nor­mal­men­te sen­do pon­to fra­co.
São se­nho­res das tre­vas e uti­li­zam da ma­gia ne­gra que pa­ra ad­qui­rir imor­ta­li­da­de trans­fe­re par­te de sua al­ma pa­ra al­gum ob­je­to? – ?cha­ma­dos de fi­lac­té­ria ­às ve­zes, in­des­tru­tí­vel. Ca­so es­ses ob­je­tos se­jam des­tru­í­dos o lich mor­re.
Além da ma­gia ne­gra, uti­li­zam da ne­cro­ma­ncia e são ca­pa­zes de trans­for­mar ener­gi­as ím­pi­as so­bre su­as ví­ti­mas e con­tro­lar os mor­tos.
Blender Barbosa.

Todo médium é médium de Umbanda?Sem pretender encerrar um conceito, mas esta pergunta torna-se pertinente, quando observ...
30/08/2020

Todo médium é médium de Umbanda?

Sem pretender encerrar um conceito, mas esta pergunta torna-se pertinente, quando observamos a dificuldade de alguns medianeiros de se adaptarem à “incorporação” na Umbanda. A prática nos revela, que alguns médiuns, mesmo já desenvolvidos e atuantes em outras searas religiosas, quando adentram na Umbanda sentem muita dificuldade na incorporação do Preto Velho, do Caboclo, etc. Não sabem explicar o porque exatamente, mas sentem que algo os impede de avançar, apesar da grande força energética que os envolve. Daí vem a questão: existe diferença na psicofonia exercida na Umbanda, para aquela exercida no Espiritismo, por exemplo?

Vamos comparar as palavras de Allan Kardec, no Livro dos Médiuns, com as de Leal de Souza no Livro “O Espiritismo, a Magia e as Sete Linhas da Umbanda”, e vejamos se é possível responder a este questionamento:

“4.MÉDIUNS FALANTES. 166. Os médiuns audientes, que apenas transmitem o que ouvem, não são, a bem dizer, médiuns falantes. Estes últimos, as mais das vezes, nada ouvem. Neles, o Espírito atua sobre os órgãos da palavra, como atua sobre a mão dos médiuns escreventes. Querendo comunicar-se, o Espírito se serve do órgão que se lhe depara mais flexível no médium. A um, toma da mão; a outro, da palavra; a um terceiro, do ouvido. O médium falante geralmente se exprime sem ter consciência do que diz e muitas vezes diz coisas completamente estranhas às suas idéias habituais, aos seus conhecimentos e, até, fora do alcance de sua inteligência. Embora se ache perfeitamente acordado e em estado normal, raramente guarda lembrança do que diz. Em suma, nele, a palavra é um instrumento de que se serve o Espírito, com o qual uma terceira pessoa pode comunicar-se, como pode com o auxilio de um médium audiente. Nem sempre, porém, é tão completa a passividade do médium falante. Alguns há que têm a intuição do que dizem, no momento mesmo em que pronunciam as palavras. Voltaremos a ocupar-nos com esta espécie de médiuns, quando tratarmos dos médiuns intuitivos.” (Allan Kardec)

“A incorporação é sempre um fenômeno complexo, que se processa mediante ação psicológica, física e espiritual, e tem na linha branca de Umbanda a expressão máxima de sua transcendência. Vulgarmente, basta que o espírito se assenhoreie dos órgãos cerebrais, vocais, e manuais, ou de todos os chamados nobres, para fazer a comunicação verbal ou escrita, e dar passes. Na linha branca, precisa apropriar-se de todo o organismo do médium, porque nesse corpo vai viver materialmente algumas horas, movendo-se, utilizando-se de objetos, as vezes suportando pesos. A incorporação na linha branca é quase uma reencarnação, no dizer de um espírito.” (Leal de Souza)

Do acima exposto, percebemos que há sim uma nítida diferença, aparentemente no Espiritismo, a comunicacao se dá mais a nivel mental/perispiritual. Na Umbanda o manifestante, na maioria das vezes se utiliza de todo o organismo do médium! Eis ai a necessidade de um desprendimento e consumo energético mais volumoso. Talvez a maior dificuldade do médium já desenvolvido que chega à Umbanda, seja a de se reajustar ou se adaptar a uma maneira diferente de se conectar com o comunicante.

Certa vez, uma pessoa perguntou a uma entidade chamada Joana Gunça, porque usavam os “colares” (guias), e ela respondeu que auxiliavam na manutenção da ligação com o corpo todo, e que era essa a razão de precisarem ser de comprimento até o baixo ventre.

Ser um bom médium, não é ter poderes mágicos, isso é um grave engano que as pessoas insistem em falar e acreditar.Um bom...
28/08/2020

Ser um bom médium, não é ter poderes mágicos, isso é um grave engano que as pessoas insistem em falar e acreditar.
Um bom médium é aquele que sabe sua limitação enquanto ser encarnado, mas que entrega o seu veículo carnal ( corpo físico e corpo mental ) para o nobre trabalho que a espiritualidade precisa fazer.
Mediunidade é compromisso assumido com seres de luz que precisam de nossa matéria para realizar os trabalhos propostos em prol do planeta e do universo.
Se você é um trabalhador da luz agradeça pela nobre oportunidade de trabalho que lhe foi dada, mas lembre-se sempre: você é um intermediario apenas, e você não possui poderes, o que acontece comigo e com os demais medianeiros provém da espiritualidade que atua através de nossos sentidos extra sensoriais, sem a espiritualidade atuando em nossos corpos de luz não somos instrumentos pois o mérito é somente do sagrado...

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