AMTG de Lajeado

AMTG de Lajeado Preservar a Cultura Gaúcha.

25/08/2022
24/08/2022
18/08/2022

GUASQUEIRO
ORIGEM: A palavra vem de GUASCA que é uma tira de couro cru

GUASQUEIRO:
Precisa de mãos muito habilidosas e olhar extremamente detalhista para se tornar um guasqueiro, é uma uma importante profissão que, apesar de muito antiga, é pouco difundida no Rio Grande do Sul.
Um trabalho artesanal que lida com o COURO, para fazer peças para uso campeiro e dentro essas estão: Arreios, relhos, bainhas de facas, laços, tranças de couro e outras peças artesanais que usem o couro.
Também cabe ao quasqueiro o preparo do couro, como tirar o pelo, garrotear, sovar (amaciar).

COUREAR, é tirar o couro do animal.

DESGARRAR, tirar as garras do couro.

ESTAQUEAR o couro, é estender o couro em estacas e esticar ele, na sombra.

LONQUEAR (TIRAR O PELO), se faz depois da estaca quando o couro estiver seco. Se usa uma faca pequena bem afiada.

SOVADOR é um pedaço de madeira em forma de tacape, no qual se bate o couro para quebrar as fibras e torná-lo macio. Hoje existe pequenas máquinas com rolos no qual o couro passa por dentro e se tona macio.

CURTIR O COURO, artesanalmente pode-se deixar o couro de molho dentro de um tonel ou tanque com determinados produtos químicos por cinco dias.

TENTOS: São tirar finas, feita de couro fino, é comum usar o couro de cavalo, com uma faca afiada se faz fios do couro e se TRANÇAS, que pode ser de 2,3, 4,5 ou mais TENTOS, existem trabalhos com 21 tentos.

Fontes:
MÃO GAUCHA, Renato Weber Silveira
Site: Diario Gaucho \ conheca-o-guasqueiro-profissional-que-produz-artigos-em-couro
Site: duas imagens do site wikihow . com / Curtir-Couro.
Youtube: Negocios da Terra - Guasqueiro: o artista do couro.
Prof. Beraldo Lopes.
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18/08/2022

O Primeiro CTG nasceu em torno de um fogo de galpão, exclusivamente com a presença masculina, e assim se multiplicaria e haveriam muitos sem a presença da Prenda, e essas jamais teriam chance de cultuar nossas tradições.
Porém, surge as danças tradicionais e dessa maneira, naquele momento a necessidade da presença da mulher, com sua graça e alegria nas invernadas artísticas.
No ano de 1949, o 35 CTG, o Clube Farrapos e a Brigada Militar, se reúnem para organizar uma representação brasileira para participar do Dia do Tradição em Montevidéu-ROU.
F**a acertado que o grupo seria composto por Barbosa Lessa, Paixão Cortes, um declamador, um gaiteiro, um trovador e três ginetes.
Em Março, com o grupo reunido viajam para a capital Uruguaia, onde participam de vários eventos nas chamadas Sociedades Criollas, ficando todos encantados com a riqueza das danças do folclore Argentino e Uruguaio. Em contrapartida, retornam ao Brasil decepcionados com a nossa pobreza com temas musicais e coreografias, ficando restritos aos xotes e vaneras em alguns bailes de rancherio.
Em 1950, Porto Alegre seria cenário da III Semana Nacional de Folclore, promovido pela UNESCO. Diante desse fato, o mestre Dante Laytano com objetivo de incentivar a nossa cultura, convida o 35 CTG, para apresentar com um sarau tradicionalista no palco do Instituto de Belas Artes.
Barbosa Lessa: "Ás pressas encomendamos vestidos de chita para nossas irmãs e primas, tentamos reconstruir uma "media-caña" assistida em Montevidéu, e na noite da festa, apresentamos ao publico, pela primeira vez, pedaços de coreografias que havíamos farejado aqui e ali: o Caranguejo e o Pezinho."
Descobre-se naquela noite a força comunicativa da dança popular, criando assim um dilema para Barbosa Lessa e Paixão Côrtes: Ou voltavam para Montevidéu e aprendiam as danças utilizadas pelos irmãos uruguaios ou arregaçavam as mangas e revirariam o Rio Grande do Sul na tentativa de resgatar uma herança perdida.
Optando pela segunda, após dois anos de pesquisa, encerram um trabalho preliminar. Foram reconstituídas passos com a ajuda de gaúchos e prendas do 35 CTG e melodias foram repassadas para gaiteiros. Após isso surge a necessidade da divulgação de todo o trabalho.
Barbosa Lessa, transfere sua residencia para São Paulo, lá consegue editar as partituras, pela Industria especializada Irmãos Vitale S.A. e depois a gravação de um LP, pela cantora Inezita Barroso e finalmente o lançamento de um livro ensinando as evoluções coreografias.
A partir desse momento, a divulgação tornou-se facilitada, atingindo dezenas de rádios, CTGs, e os primeiros grupos profissionais da área, Tropeiros da Tradição e o Conjunto de Folclore Internacional Os Gaúchos. E dessa maneira difundiu-se as danças tradicionais.

Fonte de Consulta: Nativismo, um fenômeno social; Barbosa Lessa.
Paulo Mena Pesquisador
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17/08/2022
17/08/2022
17/08/2022

A origem do gaúcho deu-se no século XVIII após as missões jesuíticas teriam sido destruídas, ocasionando um grande êxodo de índios (guaranis e tapes) pela região, misturando-se num primeiro momento com espanhóis e depois com os luso-brasileiros.
Esses "novos" habitantes se espalha pelos campos e logo muda a sua maneira de viver, passando de agricultores sob a coordenação dos jesuítas, a exímios cavaleiros, tendo em vista que o rebanho, que havia nos "Sete Povos das Missões", se dispersava pelos campos dando origem a grandes rebanhos livres.
Segundo a professora de antropologia e pesquisadora Maria Eunice de Souza Maciel: “Então, esses gaúchos eram indivíduos que viviam sozinhos ou em bandos e procuravam esse gado para caçar. Não era para criar, era um período de caça ao gado mesmo. Como passavam de um lado para o outro, eram considerados marginais perante a estrutura existente na época. Eram como se fossem bandidos, tipos perigosos que não tinham lugar em uma sociedade”.
Num primeiro momento foi chamado de Guasca (pelo o seu trabalho com o couro cru), depois chamado de Gaudério (índio vago) e por ultimo chamado de Gaúcho, sendo uma denominação dada às pessoas do bioma denominado Pampa, que é uma planície que se estende pela Argentina, Uruguai e no Brasil alcança o estado do Rio Grande do Sul.
Entre as varias teorias encontradas para a origem da palavra Gaúcho, destaquei duas: a primeira de acordo com Augusto Meyer, seria na palavra "huachu" que significa órfão, designaria os filhos de índia com branco português ou espanhol, "registrados nos livros de batismo dos curas missioneiros, simplesmente como filho de fulano com uma china das Missões".
A segunda teoria, fala sobre os colonizadores espanhóis, agricultores das ilhas Canárias que povoaram Montevidéu, ao chegarem na região chamavam os habitantes locais de guanches ou guanchos, depois mudaram o termo, passando a se referir aos órfãos como "guachos" e aos vagabundos como "gaúchos".
Até a metade do século XIX, o termo gaúcho era usado de forma pejorativa, sendo dirigido aos aventureiros, ladrões de gado e malfeitores que viviam nos campos. Porém em 1845 após Revolução Farroupilha, a palavra"gaúcho" perde a conceito ofensivo e passa a significar homem de bem, digno, bravo, e principalmente patriota.
Hoje em todo Brasil, Gaúcho é usado como sinônimo de sul-riograndense, mas o seu significado ultrapassa as fronteiras do estado do Rio Grande do Sul:, denominando também todas as pessoas que cultuam as tradições do folclore gaúcho por esse Brasil a fora.

Fonte de Consulta: www.infoescola.com, www.stargrill.com.br e www.mtgmt.com.br.
Paulo Mena Pesquisador
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4ª Semana Farroupilha de Lajeado de 13 a 20 de setembro no Parque Professor Theobaldo Dick. Ainda temos Ranchos disponív...
17/08/2022

4ª Semana Farroupilha de Lajeado de 13 a 20 de setembro no Parque Professor Theobaldo Dick.

Ainda temos Ranchos disponíveis para venda. Mais informações com Gaita 51 99957-1114.

https://www.facebook.com/100044326994842/posts/303714311116133/
28/03/2021

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Buenas irmãos! Queremos que estejam juntos com a gente nesta noite especial, que a nossa música leve um pouco de alegria e amor até a casa de vcs neste momento tão dificil para todos, faremos uma lista de músicas e gostariamos que vcs escolhessem as que mais gostam pra gente cantar, compartilhem e comentem se puderem pois ajuda muito na nossa lida! Grande abraço a todos e muita saúde.

Endereço

Lajeado, RS
95900-000

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