16/08/2020
Disputando narrativas e imaginários, nossa comunidade LGBTQIA+ vem ocupando a indústria fonográfica há décadas, mas quais são os recortes presentes? Quais os resultados e impactos disso? Será que podemos acreditar em representatividade? É cheias de dúvidas, dores e delicias que vamos bater um papo com:
Felipa Damasco: Artista multimídia de linguagens híbridas, de Jundiaí e de outras partes como a antiga Casa Colaborativa, Ocupa Colaborativa e Coletivo Confluências - hoje atua na capital paulista e seus últimos trabalhos percorrem por espaços como títulos da editora Globo Condé Nast e com artistas como Jup do Bairro, Linn da Quebrada , Igi Ayedun. Em 2018 teve suas vontades musicais expostas com o projeto experimental “Amores De Verão Que Não Chegam No Inverno”.
Camila Godoi: É musicista e integra a banda Clandestinas. Como técnica, integra as equipes de Johnny Ho**er, da Orquestra Jabaquara e do Girls Rock Camp Brasil. Como produtora musical, trabalha com outras mulheres em eventos feministas como Caminhada das Lésbicas e Bissexuais de São Paulo, Virada Feminista Independente de Jundiaí, Festival Mana Rock e o programa de rádio Brigada Feminista - Mulheres na Música.
Mediação: Cyy - artiste independente e enquanto musica se desdobrando entre as personas, izzo & cyberwizz que são sua linha de frente em baixo do arco-íris.