O primeiro deles é a obra "O Inspetor Geral" de Gógol, publicada em 1836 que trata da corrente corrupção russa e suas controversas apresentações. O segundo pilar centra-se em Alberto Rigobello, polígamo dos anos 1930, que esteve na região e casou-se pela terceira vez em Joinville, o qual foi noticiado à época pelo jornal "O Correio do Povo" sob o título "Vamos pegar o Rigobello". Como terceiro em
basador o grotesco, o qual foram estudados e conhecidos através de oficinas com o ator/diretor Marcelo Bulgarelli, estudioso e instrutor das técnicas de Meyerhold e sua Biomecânica. Seja nesta época, no tempo de Gógol ou hoje em dia, o tema corrupção, tanto na posição do corrupto como do corrompido, apresenta-se atual e seriíssima. Entretanto, o tema é abordado de forma mais cômica, buscando o rir de nós mesmos imaginando-se nas situações apresentadas. A direção geral é de Gilmar A. Moretti, que pesquisa em suas montagens a interação teatro/cinema. A multimídia também está presente neste espetáculo, onde os atores de palco contracenam com atores de vídeo. No elenco temos Alex Girardi, Dandara Mendes, Felipe Schlichting, Fred Paiva, Maykon Junkes, Margareth Klein e Tiago Novo. EQUIPE TÉCNICA:
Preparação e direção de atores: Marcelo Bulgarelli
Produção Geral: Ana Paula Machado
Interpretação de texto: Denise Weinberg
Interpretação: Nelson Borchardt
Preparação vocal: Janaína Martins
Preparação corporal: Lisa Jaworski
Pilates: Evelyn Maira
Tai Chi Chuan: Adão T. Oliveira
Figurinos e adereços: Márcio Paloschi
Maquiagem: Lucas David
Concepção e operação de luz: Gilberto Amaro
Edição de imagem: Sandra Simioni
Direção de fotografia (vídeo): Diego Canarin
Direção de som (vídeo): Gustavo O. de Souza
Arte gráf**a e fotografia: Tais Urquizar
Costura: Lorene Losch, Elisabeth Losch, Salete de
Lara, Marlene Apolinario, Geraldo Apolinario
Elenco de vídeo: Aline Silveira, Ana Paula Machado,
Fabíola Deretti, Gilmar Mathias, Leonardo Neckel