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"Acho que estou ficando esquisita. Não suporto aglomeração, não tenho s**o para gente de nariz em pé.Acho, que estou apr...
07/03/2026

"Acho que estou ficando esquisita.
Não suporto aglomeração, não tenho s**o para gente de nariz em pé.
Acho, que estou aprendendo a entender, que antes só do que cercada de vazio.
Minha natureza já não tolera muita coisa.
Sei quem é próximo, quem tem sinceridade no olhar.
Minha alma anda um pouco cansada.
Não é egoísmo.
É só desejo de me proteger e me sentir em paz da maneira que acho certo.
Antes dar as costas e ir embora do que ficar aonde não me sinto bem.
Prefiro estar comigo."

📝❤️‍🩹

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04/03/2026

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24/02/2026
Difícil, não é, amiga?Pra mim, fazer maquiagem já entrou oficialmente na lista de atividades de risco.Tudo começa com a ...
02/02/2026

Difícil, não é, amiga?
Pra mim, fazer maquiagem já entrou oficialmente na lista de atividades de risco.

Tudo começa com a base. Porque escolher a errada significa sair de casa com o rosto craquelado, parecendo uma obra de arte mal restaurada — e ainda mais enrugada do que o pacote original oferece.

Depois vem a sobrancelha.
Em teoria, algo simples. Na prática, um desafio para quem usa óculos ou já não enxerga nada de perto. É um verdadeiro balé:
coloca o óculos, ergue a sobrancelha pra espiá-la por cima da lente, traça um risco por onde imagina que ela esteja… e pronto. Fé em Deus e segue.

E os olhos?
Bom… os olhos já foram “pra lá de Bagdá” faz tempo.
Tentamos (sempre tentamos) aquele velho olho de gatinho. Mas as rugas, agora donas do território, não permitem mais linhas retas.
Solução? Esticar bem os olhos, quase desrespeitando a anatomia humana, só pra ver se o traço sai minimamente digno.
Sai? Mais ou menos. Vitória também é isso.

Um pouco de sombra — se a pálpebra caída autorizar a operação.
Aí vem o rímel, trazendo a revelação: os cílios estão raros e, quando pintados, lembram persianas quebradas lutando pela sobrevivência.

Mas seguimos.
Corretivo embaixo dos olhos, iluminador pra fingir um olhar sedutor…
E um rosinha nas bochechas, claro. Mas cuidado. Muito cuidado.
O pó pode ser do tempo da onça e te transformar numa boneca antiga que assombra crianças.

De leve.
Quase nada.
Respirando.

Os lábios pedem um rosa claro. Porque existe o tal “código de barras” ao redor deles e sair do contorno é pedir oficialmente um visual de palhaço aposentado.

Depois desse esforço hercúleo pra ficar um pouco mais apresentável, um cafezinho seria merecido.
Mas não.
Perigo iminente.
O calor pode derreter a base, borrar o rímel e destruir tudo em segundos.

Melhor deixar pra depois.

Um beijo, amiga. Até a próxima tentativa.

"Que nojo, mãe. você tá ficando gagá!" Meu filho disse isso quando me vi de pé numa poça da minha própria urina. Eu tinh...
20/01/2026

"Que nojo, mãe. você tá ficando gagá!" Meu filho disse isso quando me vi de pé numa poça da minha própria urina. Eu tinha 68 anos. Ele tinha 44. E morava de graça na minha casa...

Meu nome é Margarida. Tenho 68 anos. Viúva há 12. Mãe de um filho único: Eduardo.

E naquele dia, parada no corredor da minha própria casa, tremendo de vergonha, molhada da cintura pra baixo, eu entendi uma coisa:

Eu criei um monstro. E dei a ele as chaves do reino.

Eram 7h20 da manhã.

Eu estava na porta do banheiro havia 45 minutos.

Batendo de leve. Depois batendo mais forte. Depois implorando:

— Eduardo, filho, eu preciso usar o banheiro… por favor…

Do outro lado da porta, o chuveiro ligado. V***r saindo por baixo. Ele cantarolando.

45 minutos.

Eu, com 68 anos, bexiga que não segura mais como antes, corpo que não obedece como antigamente, segurando.

Apertando as pernas. Respirando fundo. Rezando pra aguentar.

Até que não aguentei.

Senti o quente descendo pela perna. A calça de moletom encharcando. A poça se formando no chão de cerâmica.

Comecei a chorar. De vergonha. De humilhação.

E foi nessa hora que a porta abriu.

Eduardo saiu, toalha na cintura, cabelo molhado, celular na mão.

Olhou pra mim. Olhou pra poça. Fez uma careta de nojo.

E disse:

— Que nojo, mãe. Já tá senil. Limpa isso antes que a casa toda fique fedendo.

Passou por cima da poça. Entrou no quarto dele. Bateu a porta.

Não perguntou se eu tava bem.

Não pediu desculpa por ter demorado.

Não estendeu a mão.

Só nojo.

Fiquei ali, parada, pingando.

Lembrei de quando ele nasceu. Pequeno. Frágil. Chorando no meu colo.

Lembrei de quando limpei a fralda dele mil vezes. Sem nojo. Sem reclamar.

Lembrei de quando paguei faculdade particular porque ele "não passava em federal".

Lembrei de quando ele se divorciou e voltou pra minha casa "só até se reerguer".

Isso faz 8 anos.

Oito anos morando de graça. Comendo da minha comida. Gastando minha luz, minha água, meu gás. Sem pagar um centavo de aluguel.

Oito anos enquanto eu, aposentada com um salário mínimo e meio, fazia mágica pra pagar conta, comprar remédio, e ainda dar a ele "conforto".

E ele me tratava como empregada.

Roupa suja largada no chão pra eu lavar.

Louça na pia pra eu fazer.

Banho de 50 minutos enquanto eu esperava na porta.

E agora, nojo.

Tomei banho. Troquei de roupa. Limpei o chão com lixívia.

E enquanto esfregava, tomei uma decisão.

Acabou.

Na segunda-feira, tirei o nome dele da conta de luz.

Na terça, tirei da conta de água.

Na quarta, cancelei a internet.

Na quinta, troquei a senha do wifi (que eu paguei roteador novo só pra isso).

Na sexta, esvaziei a geladeira e levei tudo pra casa da minha irmã.

No sábado, sentei na sala e esperei.

Eduardo acordou meio-dia. Foi pro banheiro. Tentou ligar o chuveiro.

Água fria.

Gritou:

— MÃE! O chuveiro tá quebrado!

Eu, sentada no sofá, livro aberto, respondi calma:

— Não tá quebrado. A conta de luz tá no teu nome agora. E como você não pagou, cortaram.

Silêncio.

Ele saiu do banheiro, olhou pra mim como se eu tivesse enlouquecido:

— Como assim no MEU nome?

— A casa é minha. Mas as contas agora são tuas. Se quer morar aqui, paga. Ou sai.

Ele deu uma risada de escárnio:

— Mãe, tu tá de brincadeira. Eu não tenho dinheiro pra isso.

— Então arranja.

— COMO? Eu tô desempregado!

Olhei firme:

— Eduardo, você tem 44 anos. Engenheiro formado. Oito anos "se reerguendo" na minha casa. Acho que já deu tempo de levantar, não acha?

Ele explodiu:

— A senhora tá louca! Eu sou teu FILHO! A senhora tem OBRIGAÇÃO de me ajudar!

Levantei. Peguei a bolsa. Calcei o sapato.

— Eu te ajudei 44 anos. Agora você se ajuda.

E saí.

Fui morar na casa da minha irmã por três meses.

Eduardo ligava todo dia. Xingando. Chorando. Implorando.

Eu bloqueava.

Descobri, pela vizinha, que ele tinha arrumado emprego num supermercado. Caixa. Salário mínimo.

Que tinha vendido o videogame pra pagar luz.

Que tava comendo miojo porque não sabia cozinhar.

Que tava lavando a própria roupa (mal lavada, segundo a vizinha, mas tava lavando).

Bem feito.

Três meses depois, voltei pra casa.

Toquei a campainha. Ele abriu.

Tava mais magro. Barba por fazer. Olheiras. Roupa amassada.

Me olhou e não disse nada. Só abriu a porta.

Entrei.

A casa tava uma bagunça, mas limpa. Cheiro de desinfetante. Louça lavada (mal enxaguada, mas lavada). Roupa no varal.

Sentei no sofá.

Ele sentou do outro lado, cabeça baixa.

Ficamos em silêncio por cinco minutos.

Até que ele falou, voz embargada:

— Eu… eu te pedi desculpas?

— Não.

— Então eu peço agora. Desculpa, mãe.

Olhei pra ele. Olhos vermelhos. Mãos tremendo.

— Desculpa por quê?

Ele respirou fundo:

— Por tudo. Por ter te tratado como empregada. Por ter te humilhado. Por ter achado que você me devia alguma coisa. Por… — a voz quebrou — …por ter sentido nojo de você quando você precisava de mim.

Silêncio.

— Eu tô trabalhando, mãe. Ganhando pouco. Mas tô pagando as contas. Tô aprendendo a cozinhar (mal, mas tô tentando). Tô limpando a casa. E… — ele olhou pra mim, finalmente — …eu entendi. Eu entendi o que você fez a vida inteira sozinha.

Levantei. Fui até ele. Segurei o rosto dele com as duas mãos.

— Eu te amo, filho. Mas amor de mãe não é ser capacho. É ensinar a andar. Mesmo que doa.

Ele chorou. Eu chorei.

Abracei meu filho. O homem que ele finalmente tinha virado.

Fiquei mais seis meses com ele. Ensinando receita. Ensinando a passar roupa. Ensinando a fazer mercado. Ensinando a viver.

Ele arrumou emprego melhor. Saiu do caixa. Voltou pra área dele.

Começou a pagar aluguel simbólico. Dividia conta. Fazia janta de surpresa.

Voltou a ser meu filho. Não meu parasita.

E então, eu contei.

Numa noite de domingo, depois do jantar que ele fez (macarrão com molho de tomate que ficou bom de verdade), sentei com ele na mesa.

— Eduardo, eu preciso te contar uma coisa.

Ele olhou, preocupado:

— O que foi, mãe?

Respirei fundo.

— Há 11 meses, fui diagnosticada com câncer de pâncreas. Estágio avançado. Sem chance de cura.

O rosto dele desabou.

— O quê? Mas… mas você tá bem… você…

— Estou tomando remédio pra dor. Mas os médicos me deram entre 6 meses e 1 ano.

Ele começou a chorar.

— Por que você não me contou? Por que você…

Segurei a mão dele.

— Porque eu precisava te ensinar a viver sem mim antes de eu ir embora.

Silêncio.

— Quando você me humilhou naquele corredor, eu percebi: se eu morrer agora, você não sobrevive. Não porque falta dinheiro. Mas porque você não sabe ser gente.

Ele soluçou.

— Então eu saí. Não por raiva. Por amor. Porque mãe que ama não deixa filho na muleta. Deixa ele aprender a andar. Mesmo que caia. Mesmo que doa.

Puxei um envelope da bolsa. Coloquei na mesa.

— Esses oito meses que você achou que eu te "cortei", eu guardei cada centavo que economizei sem te sustentar. Tá tudo aqui. R$ 48 mil. No teu nome. Pra quando eu partir.

Ele olhou pro envelope como se fosse bomba.

— Eu não quero teu dinheiro, mãe. Eu quero você.

Sorri, com lágrima no rosto:

— E você me teve. Melhor do que nunca. Porque agora você é homem. E quando eu for, você vai ficar bem.

Morri quatro meses depois.

Eduardo estava do meu lado. Segurando minha mão. Homem feito. Pagando as próprias contas. Vivendo sozinho (tinha alugado um apartamento pequeno perto do trabalho).

Na hora que fechei os olhos, ouvi ele sussurrar:

— Obrigado, mãe. Por não ter desistido de mim.

E eu fui. Em paz.

Feliz Ano Novo!!!
31/12/2025

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Comente sobre sua estrelinha...
22/12/2025

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Aos doze anos, Mary Rexroat se tornou mãe de sete irmãos — não por escolha, mas porque uma noite de inverno decidiu desa...
09/11/2025

Aos doze anos, Mary Rexroat se tornou mãe de sete irmãos — não por escolha, mas porque uma noite de inverno decidiu desafiar os limites da alma humana.

Janeiro de 1886 trouxe ao Kansas uma tempestade com a fúria de um deus ofendido. O vento cortava a planície, o frio se enraizava até os ossos e o céu parecia feito de gelo. Quando os pais de Mary saíram para verificar o gado, prometeram voltar antes do anoitecer. Eles nunca voltaram.

Na manhã seguinte, Mary os encontrou congelados, a poucos metros do celeiro — tão perto da segurança, tão longe da vida. Atrás dela, sete irmãos — o mais novo com dois anos, o mais velho com dez — esperavam uma resposta. Ela era apenas uma menina. Mas, naquele momento, a infância terminou.

Sozinha, sem vizinhos por milhas, sem família por perto e sem qualquer ajuda, Mary fez o que a coragem manda quando o medo não é uma opção: decidiu sobreviver.

Racionou cada pedaço de comida, derreteu neve para fazer água, manteve o fogo aceso durante noites inteiras. Quando as provisões se esgotaram, caminhou cinco quilômetros pela neve, levando as crianças por turnos, até conseguir trocar a aliança da mãe — o último elo com o amor perdido — por um pouco de farinha e carne salgada.

Aprendeu a caçar com a espingarda do pai, a montar armadilhas, a pescar em rios congelados, a costurar roupas rasgadas à luz trêmula de uma vela. Cada gesto se tornava um ato de resistência silenciosa contra o frio, a fome e o desespero.

À noite, enquanto o vento rugia lá fora, Mary contava histórias. Falava sobre a primavera que viria, sobre o jardim que plantariam, sobre a vida que os aguardava além do gelo. Mentia, mas era uma mentira sagrada, feita de esperança.

Quando o sol finalmente derreteu a neve, as oito crianças Rexroat ainda estavam vivas. Os vizinhos, que há muito os davam por mortos, os encontraram magros, mas de pé — a cabana limpa, o fogo aceso, o jardim começando a brotar.

Quando perguntaram a Mary como tinha conseguido, ela respondeu apenas:

“Eles precisavam de mim. Então eu fiz o que precisava ser feito.”

A história se espalhou por todo o Kansas. Os jornais chamaram-na de "a menina que se recusou a desistir." Mas Mary nunca quis ser he***na. Queria apenas manter viva a promessa que o amor lhe impôs.

Anos mais tarde, casou-se, teve filhos e viveu uma vida simples. Mas para aqueles que conheciam o inverno de 1886, ela foi e sempre será a guardiã da esperança, a menina que provou que o heroísmo não nasce de força, mas de amor.

Porque a coragem de Mary Rexroat não estava em desafiar tempestades — estava em segurar pequenas mãos no escuro e dizer:

“Vai passar.”

E passou. A pradaria tentou quebrá-los. O inverno tentou tomá-los. A morte tentou separá-los. Mas Mary ficou. E, por isso, sete crianças viveram.

O nome dela pode se perder entre os ventos do Kansas, mas o eco de sua coragem permanece: a lembrança de que, às vezes, a maior forma de heroísmo é simplesmente não deixar ninguém para trás.

A coisa mais moderna que existe nesta vida é envelhecer.E não estamos falando só de tempo.Estamos falando de coragem.De ...
07/09/2025

A coisa mais moderna que existe nesta vida é envelhecer.
E não estamos falando só de tempo.
Estamos falando de coragem.
De quem segue se reinventando quando dizem que já não precisa mais.
De quem descobre novos jeitos de se amar, mesmo com rugas, marcas e histórias.
De quem veste a própria pele como a melhor roupa já feita.
Porque envelhecer, de verdade, é ultrapassar modas, padrões e expectativas.
É continuar dançando quando a música muda.
É viver com propósito — e não com pressa.
Não tem nada mais ousado, mais atual, mais autêntico…
Do que viver a própria idade sem medo.

Segure a mãe, não o bebê.Porque o bebê está sendo cuidado, alimentado, segurado e recebendo todo o amor do mundo , não a...
31/08/2025

Segure a mãe, não o bebê.
Porque o bebê está sendo cuidado, alimentado, segurado e recebendo todo o amor do mundo
, não apenas da mãe, mas também do seu parceiro, avós, irmãos, primos e amigos.
Mas a mãe pode ter lapsos de mente devido à falta de sono,
ela pode se mover mecanicamente enquanto se recupera, ela pode se sentir mais como um desastre do que como uma mãe,
ela pode estar sentada na cama
, chorando, sentindo-se sobrecarregada em seu corpo e em sua vida,
Ela pode estar cheia de culpa materna porque, em sua mente, “ela não é boa o suficiente”.
e está sangrando
, com dor, inchado e emocional.

E a mãe é o mundo para o bebê e precisa ser vista para não desaparecer naquela névoa pós-parto.
Então, segure a mãe, não o bebê.

Uma mãe concorda que seu bebê é a coisa mais importante.
Mas ela está sofrendo, enquanto ela é a pessoa por trás do bebê,
nos bastidores, fazendo tudo acontecer:
alimentando seu bebê o tempo todo
, abraçando seu bebê para acalmar seu choro, sendo tudo para aquele bebê.

Então, é a mãe que precisa do seu amor.
E uma mãe se lembrará de quem a segurou.
Então, em vez de dizer: “Vou ver o bebê”,
tente dizer: “Vim ver você e conhecer o bebê também”.
Porque a mãe precisa ser mais abraçada.

Endereço

Itaguara, MG
35514000

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