Priscila Cobra

Priscila Cobra Priscila Cobra
Carimbó Pau & Corda Performático Experimental sacode o corpo e estremece a mente.

✨ Programação Completa, com horários, arrasta pro lado >>III Festival de Carimbó de Icoaraci (22 e 23 de Fevereiro e 06 ...
20/02/2025

✨ Programação Completa, com horários, arrasta pro lado >>
III Festival de Carimbó de Icoaraci (22 e 23 de Fevereiro e 06 de Março)
entrada totalmente gratuita

Atrações 💃🏾🕺🏾
Conjunto de Carimbó Águia Negra
Grupo Os Africanos de Icoaraci
Mestre Nego Ray & Carimbó de Icoaraci convida Luizinho Lins e Carimbó Tamaruteua
Mestre Jaci e Os Caçulas da Vila convida Priscila Cobra
Mestre Ney Lima & Os Falsos do Carimbó
Batucada Misteriosa convida Mestre Lourival
Grupo de Manifestações Parafolclóricas Parananin
Expressões Parafolclóricas Uirapuru
Grupo de Carimbó Tarubá
Regional Jurupari
Iris Selva e Pássaros Urbanos
Projeção Sonora Iqoaraci;
Feirinha com “Pretas Paridas da Amazônia” e Fogoyó modaAfroAmazônica.

🪈Pocket show “Som do Barro” com Silvio Barbosa🪈

Silvio Barbosa, é Professor de música e, atualmente, cursa o mestrado profissional no PPGMUS – EMUFPA. Vencedor do programa SEIVA – Incentivo à Arte e a Cultura (2017) com o projeto “SOPRO DA TERRA”, prêmio Pesquisa e Experimentação Artística, realizado pela FCP, onde propôs criar a flauta de barro, e introduziu no carimbó. É pesquisador do Laboratório de Etnomusicologia da UFPA e participa ativamente da roda de carimbó do Espaço Cultural coisas de negro.

Vivências de Carimbó ✨
22/02 (Coisas de Negro): Ancestralidade e Resistência: Ritmo, Poesia e Construção de instrumentos (com Mestres Nego Ray, Jaci, Mestra Nazaré do Ó e Priscila Cobra);
06/03 (Escola Ciro Pimenta): Ancestralidade, Ritmo, Poesia & Resistência (com Mestres Nego Ray, Jaci e Priscila Cobra);

Equipe técnica:

Produção Executiva, Assessoria de Imprensa e Coordenação de Comunicação:
Priscila Cobra

Assistência de Produção e Redes Sociais:
Vitória Negrana ._

Fotógrafo: Pierre Azevedo

Filmmaker: Hugo Chaves

Drone: Arimatéia Ramos

Projeção:

Realização:

Mestre Nego Ray
Espaço Cultural Coisas de Negro
Cobra Produções

Vocês que pensaram que elas não iam rodar a saia delas esse final de semana estão muito enganados! Nesse dia 27/10 unire...
27/10/2024

Vocês que pensaram que elas não iam rodar a saia delas esse final de semana estão muito enganados! Nesse dia 27/10 uniremos forças coletivas para realização de mais uma Roda na Praça do Relógio! Mais uma vez realizando de forma independente e com o apoio do Quiosque da Feira do Açaí e de todos aqueles que se fazem presentes e contribuem com sua arte, talento, com o chapéu, com o pix, com sua energia alto astral e sem julgamentos para que aconteça uma Roda pulsante e linda toda vez!

Lembrando que não toleramos qualquer tipo de violência e discriminação como racismo, machismo, transfobia, LGBTIfobia, capacitismo!

Todos aqueles que somente querem ser felizes na Roda de Carimbó são bem vindos!

Aguardamos todes vocês nesse domingo!
27 de Outubro
A partir das 17:00
Na praça do Relógio no Complexo do Ver-o-Peso

Encerrando o festival da Nazika e depois de exercermos nosso direito ao voto temos um encontro e vamos enterrar o fascismo do nosso jeitinho, com muito carimbó! lóoor!!! Se eles odeiam, nós amamos!!! 🌎 🎶 💃🏿❤️ 💚 🧡

Apoio: Quiosque da Feira do Açaí e Ronaldo Nunes

Pix para contribuição: 41.604.045000152

Assista ao documentário “Mestre Dikinho e Tambores do Pacoval – Carimbó de Encantaria”, lançado ao mundo no último dia 1...
22/10/2024

Assista ao documentário “Mestre Dikinho e Tambores do Pacoval – Carimbó de Encantaria”, lançado ao mundo no último dia 19 de outubro.
No canal , no Youtube
Já clica no link abaixo e faz tua inscrição no Canal
www.youtube.com/
Mestre Dikinho formou gerações de tocadoras e tocadores na Ilha do Marajó, além de ser uma referência para todo o Pará. Faleceu na madrugada do dia 17 de julho deste ano, aos 83 anos, causando grande comoção no cenário cultural regional, pela relevância gigantesca de sua trajetória não somente no Carimbó, quanto em outras expressões da Cultura Popular paraense, como o Boi, o Carnaval e o Bolero.
“Você não sabe? Eu sou filho de maré, sou canoa que navega e meu porto é solidão” trecho de uma de suas composições eternizadas em seu canto, que se tornaram uma espécie de hino não somente do marajoara, como de uma grande parcela da comunidade carimbozeira.
Mestre Dikinho foi compositor, violonista, cantor e artesão marajoara. Cresceu entre campos e rios trabalhando como vaqueiro e pescador, imerso na poesia e encantaria únicas desse lugar.
Eternamente, Mestre Dikinho!
Viva a Cultura Popular paraense
Viva o Carimbó!
Comunicação Priscila Cobra
Foto Pierre Azevedo

“Quando chega outubro alegria bate no meu coração” (Mestre Thomaz Cruz)Com muita alegria digo a todas, todos e todes que...
10/10/2024

“Quando chega outubro alegria bate no meu coração” (Mestre Thomaz Cruz)

Com muita alegria digo a todas, todos e todes que domingo (13/10), depois daquele almoço delicioso regado à tucupi e maniçoba, vamos fazer uma linda RODA DE CARIMBÓ celebrando o Círio da "Nazica", carinhosamente chamada assim por muitos paraenses 🥹😇

A comunidade Carimbozeira de Icoaraci & outros artistas super especiais estarão comigo nesta roda que também vai celebrar nossa alegria de termos aprovado em edital a realização do III FESTIVAL DE CARIMBÓ DE ICOARACI, que logo logo trago mais informações. 💃🏾🙏🏾🎶

Só te abicora maninhes, vai ser só o filé! A gente se encontra na ✨ Gira da Nazica ✨

🐍 Priscila Cobra convida 🥳

🪇 Mestres de Icoaraci

Nego Ray

Raimundo Jaci

Lourival Igarapé

Thomaz Cruz

🪇 César do Regatão & Yuri Guimarães (Soure - PA)

🪇 Gerações e conexões do Carimbó

Luizinho Lins, Ariel de Icoaraci, Yuri Moreno, Ugô do Sax, Anne Almeida, Lumma Onça, Anderson Moyses, Vitória Negrana, Jogus Oliveira & Zoe (Irlanda)

& 📽️ projeção Mídiatática Sonora Iqoaraci

A partir de 17h, 13/10, domingo do Círio de 2024

Foto

Local:

ESPAÇO CULTURAL COISAS DE NEGRO - ICOARACI (Av. Lopo de Castro, 1081)
Entrada: R$ 10,0 (ou doe mais no chapéu ou pix para fortalecer o corre)

pix [email protected]
(Priscila - Bradesco)

Carimbó do Meu Brasil, ano 10! 🐍💚✨Mês de Setembro é mês de celebrar os 10 anos de Patrimonialização. Em 11 de setembro d...
03/09/2024

Carimbó do Meu Brasil, ano 10! 🐍💚✨
Mês de Setembro é mês de celebrar os 10 anos de Patrimonialização.

Em 11 de setembro de 2014, o Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional-IPHAN) tornou a cultura do Carimbó um Patrimônio Cultural e Imaterial Brasileiro, resultado de intensa mobilização da comunidade carimbozeira, que protagonizou a Campanha “Carimbó Patrimônio Cultural Brasileiro – Nós queremos”.

O Carimbó ganha cada vez mais evidência enquanto ritmo, no entanto, enquanto comunidade e saber ancestral continua uma árdua luta por valorização, respeito e dignidade para o cotidiano.

Quem faz CARIMBÓ sabe o quanto isso é lindo, mas também sabe exatamente o peso que o curimbó tem. Nossa luta é tão árdua quanto nosso som vibrante.

Vivemos a delicada linha entre a roda em êxtase e o punho erguido com nosso suor escorrendo pelo corpo na pressão desta manifestação herdada de nossos ancestrais originários deste chão de Amazônia sagrada, quanto daqueles sequestrados de África. Antes de ser um bem registrado, o Carimbó é e sempre foi: o povo, do povo e para o povo. Esta é sua riqueza mais genuína.

Rompeu proibições coloniais. Rompe todo dia apropriações históricas. Rompe todos os dias qualquer visão acadêmica que pretenda limitar a amplitude de sua existência a linhas frias de qualquer papel empoeirado na biblioteca ou arquivado em pastas digitais.

Somos a beleza, a força, a reinvenção. O poder que vive hoje nosso futuro ancestral!

Em roda, em gira, montados em nossos curimbós deitados, com nossas maracas, reco-recos, milheiros… Nos conectamos ao passado, e rodopiando os pés firmes no chão de areia ou no piso queimado de cada barracão, giramos os tempos, desenhamos poesias e sons em frequência avassaladora.

Não andamos só! Somos muitos, diversos, somos mulheres, homens, não-bináries, somos crianças, somos anciões, somos liberdade em movimento!

E SIM, temos orgulho por sermos patrimônio brasileiro! E sim, seguimos em luta, para que cada membro desta comunidade tenha dignidade de existir. Para que as crianças sejam ensinadas nas escolas sobre esse patrimônio. Para que os jovens vejam em sua vivência a possibilidade de um modo de vida com conforto e segurança. Para que os espaços tenham condições de abrirem suas portas dia após dia, década após década. Para que nossos mestres/as não sofram dificuldades carregando uma bagagem de vida em função do carimbó nas costas, desassistidos de políticas públicas e do direcionamento de recursos voltados às práticas cotidianas deste estilo de vida chamado: CARIMBÓ!

Viva nossa cultura secular ancestral! Viva a luta de nosso povo que o trouxe até aqui PATRIMÔNIO CULTURAL E IMATERIAL BRASILEIRO!
Axé! Saravá!

------------ ☆ Serviço☆-------------
*este ano tive a alegria de ser convidada por Mestre Capoeira .alterdochao e pelo Centro Cultural Banzeiro para realizar Roda de Carimbó e Vivência nesta programaçao linda, confere aí e vamos viver o Carimbó?!

Praça do CAT (Centro de Atendimento ao Turista de Alter do Chão):
☆ Oficinas e vivências;
☆ Feira Elas Fazem
☆ Apresentações de Carimbó

Bora! que vai ser Pai D'égua!

alterdochao



“Você não sabe? Eu sou filho de maré, sou canoa que navega e meu porto é solidão” Mestre Dikinho ⭐ 07.07.1941 ✝️17.07.20...
18/07/2024

“Você não sabe? Eu sou filho de maré, sou canoa que navega e meu porto é solidão” Mestre Dikinho ⭐ 07.07.1941 ✝️17.07.2024

Raimundo Miranda Amaral, vaqueiro, pescador, poeta e músico, reconhecido como Mestre por suas composições de carimbó, toadas de boi, sambas enredo, além de bossas, lundus e xotes, é também artesão e constróis bois-bumbás, cavalinhos e outras alegorias e instrumentos de percussão.

Vida e obra de Mestre Diquinho
Um dos maiores expoentes da música popular paraense faleceu aos 83 anos na madrugada desta quarta-feira, 17 de Julho, em Soure, Ilha do Marajó-PA. Raimundo Miranda Amaral, o Mestre Dikinho, como era conhecido e gostava de ser chamado, nasceu no dia 07 de julho de 1941, com uma irmã que não resistiu ao parto. Filho biológico de Maria José e Zacarias, foi criado desde os primeiros dias de vida por Augusta de Castro Miranda e Pedro Alexandrino do Amaral, seu avô.

Miranda quando criança era tímido e tinha um comportamento muito tranquilo.

Morou na fazenda Ritlandia, no retiro Jutaí de Jesus Maria José, onde declarou ter vivido os melhores tempos de sua vida. Foi lá que se tornou vaqueiro e conheceu outros vaqueiros valentes como Procópio.
Foi na fazenda também que conheceu Merá, amigo de Boaventura (o famoso vaqueiro que se encantou) e que contou- lhe as aventuras nos campos com o amigo, as histórias de encantaria como da mãe de fogo, que tempos depois inspirou muitas composições.

"Meu cavalo Itajara
Mãe de fogo mundiou
Foi lá na boca da Mata
Caiçara me cercou
Eu não sei de onde foi que o fogo saiu
Foi do pé do parapará
Foi de lá que veio o assobio
Lua lua, lua luê
Eu não conheço mandinga
Meu pai é jurutaí
Lua lua, lua luê
A mãe de fogo é do campo
Põe vaqueiro pra correr"

Ele volta para Soure e dá início, mesmo sem grandes expectativas, a linda e longa caminhada artística.
A primeira paixão de Mestre Dikinho foi pelo boi-bumbá, ele citava como grandes Mestres e Mestras da época: Dona Benta/boi Sem Receio; dona Magnólia/boi Pai do Campo; dona Nilma/ boi Estrela Dalva; dona Iracema/ boi Flor da Lembrança; dona Graça/ boi Rosa Branca; Sr. Vavá Campina/boi Pingo de Ouro.

Mestre Dikinho foi criador do boi Sete Estrelas e venceu vários concursos. O boi Sete Estrelas brincou nas ruas de Soure durante 09 anos, no entanto, a perda do seu filho de 10 anos, no período que o boi estava na rua, o entristeceu profundamente, decidindo por acabar com a brincadeira. Anos depois, ele compõe a música entitulada " saudade do meu boi bonito", em memória ao boi Sete Estrela.

Miranda participava nas apresentações de carimbó em todos os conjuntos, com grandes Mestres de carimbó como: Abelardo, Regatão, Petita, Leomar e muitos outros. Ele teve até seu próprio conjunto, embora sem nome, tocavam todos os domingos no comércio do Rochedo. Seus musicos e dancarinas eram: cabo do firme, barulho, salgado, Pedrinho Sá, Mestre Babi, dona Conceição, Socorro, Maria do Tigre e quati.
Aos 25 anos ele se junta com a companheira Maria do Carmo, com quem tem 06 filhos. Maria do Carmo participa ativamente na brincadeira de boi, fazendo os cavalinhos e na pescaria do camarão ela produzia os matapis e ensinava o companheiro.

Em 1990 ingressou no conjunto de Tradição Marajoara Cruzeirinho, onde assumia a direção musical, deixou um legado imensurável de músicas durante os 20 anos de Cruzeirinho, a maioria gravadas em CD's do grupo em 1998, 2005 e 2011. Em 2010, aos 69 anos, Mestre Dikinho começa a participar dos ensaios do conjunto de carimbó Tambores do Pacoval. O conjunto tinha como principal objetivo juntar os mestre de carimbó afastados do cenário cultural. Com o Tambores do Pacoval, Dikinho liderou quase 15 anos as Rodas de Carimbó, todo sábado, no barracão da Associação de moradores do Pacoval.

Mestre Dikinho foi um artista nato, profundo conhecedor das riquezas naturais, das tradições marajoaras, suas canções são inspiradas numa imagem, numa saudade ou nas encantarias. Isso fez dele artista um gigante, um patrimônio que deixa um legado inesquecível ao Marajó, ao Pará, à Amazônia, sem exagero, ao mundo.
Vá em paz, Mestre!

*Fotos e vídeos de minha vivência desde 2016 com o eterno e GRANDIOSO MESTRE DIKINHO!
*Com informações de Cilene Andrade (AMPAC-SOURE)

81 anos e respeitem a beleza!!! Gente, eu tenho que comer bastante açaí e cuidar porque tenho que honrar, olha!! Virgili...
08/07/2024

81 anos e respeitem a beleza!!!

Gente, eu tenho que comer bastante açaí e cuidar porque tenho que honrar, olha!! Virgilina Brito Rodrigues, o nome dela. Minha ribeirinha mais linda do universo e das galáxias 💜🍀✨

Feliz aniversário pra essa cametaense que me inspira todo dia, ensinou com seu sorriso estonteante que a vida mesmo que seja árdua e cheia de lutas, é bonita e é bonita! 😇💃🏿🪇🎉🎉

O amor está dentro de nós e quando não está, não há como darmos ao outro... Essa é a maior ilusão que mora no amor român...
12/06/2024

O amor está dentro de nós e quando não está, não há como darmos ao outro... Essa é a maior ilusão que mora no amor romântico, aquele que nos ENGANAM desde que nascemos (dele ou não).
Afinal quem nunca ouviu a máxima: cada um dá o que tem...
E que triste que cada vez mais as pessoas tenham menos amor em si e por si, para dar ao outro. E que pena que amar cada vez mais pareça um privilégio, quando amar deveria ser sinônimo de respirar. Apenas amando deveríamos nos sentir vivos. Não o amor por uma pessoa, não o amor sinônimo de egoísmo e posse. Mas o amar quando se acorda ao ver a luz do dia ou aquele amor profundo que sentimos ao mergulhar em Igarapé de água doce ou em mar de águas salgadas.
Passava aqui em Salvador por um viaduto e nele estava escrito "o amor enlouquece" e eu fiquei muito tempo pensando nisso. E conclui que não concordo! Pois acredito que o desamor enlouquece. E digo isso porque todo sofrimento que atribuímos ao amor, na verdade vem da nossa incapacidade de amar plenamente. E não por minha ou sua culpa. Mas porque crescemos rodeados de preconceitos, violências, abusos, agressões simbólicas ou físicas de diferentes ordens que vão nos quebrando por dentro. E cada pedaço quebrado é aquele pedaço do coração que quebramos dos outros ou depois achamos que foi partido por uma pessoa, por um "amor". Mas esse mosaico imperfeito e dolorido que é nossa alma, percebe, vê e sente o amor de maneira distorcida.
Longe de mim saber tudo sobre o amor ou a felicidade ou a liberdade. Ao contrário, reflito sobre como temos pouco tempo e possibilidade de entendermos o que deveria ser o nosso básico. Entender o que sentimos e porque agimos desta ou daquela forma. Porque nosso inconsciente mais profundo nos domina na irracionalidade quando achamos que estamos amando. E como todo esse complexo cruzamento do amor particular e interno a cada espírito se conecta com a vida social, que está cada vez mais acelerada e sem tempo nem para amar, muito menos para entender o que é o AMOR...

O que seria amar nas diferenças? O que seria amar na diversidade? O que seria AMAR não fosse o racismo, machismo, misoginia, homofobia? Eu não sei... Vcs sabem?!

Uma MISTURA de   &   pra vos dizer que: 🐍 Nesse domingo (26/05) tem .lourivaligarape no  o templo do carimbó em Icoaraci...
23/05/2024

Uma MISTURA de & pra vos dizer que:

🐍 Nesse domingo (26/05) tem .lourivaligarape no o templo do carimbó em Icoaraci (Belém - PA), sempre sob os cuidados de Mestre & sua família, a partir das 19h a roda ferve, chega junto que vai ser pra SARAVÁ!!

🐍🐍 Ainda não assistiu a Websérie "Vivências do Carimbó"? Então se aprume, clique no link da bio e acesse meu canal para saber mais sobre as mestras e mestres, grupos e a cena do carimbó pau & corda de Belém, Ananindeua e Marajó.

🐍🐍🐍 Pra dizer que sou honrada por caminhar, criar & produzir junto à Cultura Popular paraense. Vivenciando e aprendendo com suas guardiãs e guardiões, e que nessa trajetória tive a grande honra de gravar com Mestre Lourival essa música que está no post, disponível em todas as plataformas, chamada "Mistura de Terreiro".

🐍🐍🐍🐍 Estou macetando o apocalipse aqui na Bahia, cicatrizar coisas da mente/espírito para voltar mais forte e resiliente pras batalhas vindouras, pois sei bem que a luta só termina quando acaba.

Vamos nessa! Às vezes dando quantos passos atrás forem necessários pro impulso ser potente e avançar mais e mais longe adiante.

"Eu não sou linha, não sou reta, não sou fria, sou latina, tropical da mata. Sou noite, sou rio barrento, seresta de sapos, cigarra que canta. Matinta desterrando tabaco. Iara mergulhando Igarapé. Sou filha de Mulher. Encanto de sereia. Luz do sol me ilumina, sereno da noite me navega. Em meu corpo marcado, desenho minha fantasia.

Reinvento o MUNDO INTEIRO, em minha vida DIA"

✨🔆🙏🏿

Fotos


Artes
Finalização

Endereço

Belém, PA

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