Núcleo Coletivo 22

Núcleo Coletivo 22 Lugar de encontro em Goiânia de artistas-pesquisadores que através da dança, música e teatro materializam suas inquietações e desejos em forma de arte.

O Núcleo Coletivo 22 teve início em 2001 na cidade de Campinas, com o trabalho de conclusão do curso de Dança da Universidade Estadual de Campinas, de Renata Lima e Ively Viccari, fundadoras do grupo. A partir daí a companhia migra para capital paulistana onde agrega artistas pesquisadores das culturas populares brasileiras, intensificando esse
traço identitário em suas obras. Em 2010 com o ingres

so de Renata Lima, como docente, no curso de Dança da Universidade Federal de Goiás, o Núcleo Coletivo 22 passa a acontecer paralelamente e sempre em intersecção nas cidade de Goiânia e em São Paulo. Na sua trajetória de mais de 20 anos, o Núcleo vem pesquisando e propondo trabalhos pautados em uma linguagem híbrida, fruto do diálogo criador entre a arte contemporânea e as manifestações da cultura popular brasileira, aliado a potência do encontro de artistas-pesquisadores da dança, teatro e música.

Por cima do mar eu vim.Atravessei a Kalunga Grande como quem encara a própria morte e aqui cheguei. Na travessia, pude p...
30/04/2026

Por cima do mar eu vim.
Atravessei a Kalunga Grande como quem encara a própria morte e aqui cheguei. Na travessia, pude pressentir todo mal que ainda estava por vir. Com a alma retorcida, chorei e rezei baixinho pra não acordar meu desespero, mas não teve jeito... De tanto chorar e rezar, minhas lágrimas e preces se fundiram em um único canto. E quando eu cantei deu um balanço no mar que reverberou no meu corpo por anos, séculos até. Nessa terra aqui plantei meu sangue e meu suor edela brotou quilombos, batuques, terreiros, samba, capoeira e outras kizombas. Pouco antes de partir, Nzinga Mbandi, a rainha que sabia fazer chover, me abençoou. Disse que eu sentiria medo, mas me recomendou coragem. Aqui estou pra contar nossa história.” Num território híbrido entre dança, teatro, música e performances tradicionais, o Núcleo Coletivo 22 apresenta o espetáculo Por Cima do Mar eu Vim.

🗓️15 de Maio de 2026
⏰20h
📍Centro Cultural UFG

🎟️Evento gratuito
Inscrições pelo Sympla - link na bio

🎭 Realização
Núcleo Coletivo 22

✨ Apoio cultural
Centro Cultural UFG
Pró Reitoria de Extensão e Cultura
Universidade Federal de Goiás

Dançar o TempoDançar o Tempo é o espetáculo solo de Renata Kabilaewatala, concebido como celebração de sua trajetória ar...
30/04/2026

Dançar o Tempo

Dançar o Tempo é o espetáculo solo de Renata Kabilaewatala, concebido como celebração de sua trajetória artística e acadêmica.
O tempo, força imperiosa e determinante, é abordado a partir de camadas que compõem a experiência pessoal. Como o vento, ele passa, desloca, atravessa; todavia, recai sobre o corpo, deixando marcas indeléveis.
Trata-se de um memorial dançado que evoca a potência do tempo em sua relação com o espaço, acionando o vivido a partir de lugares-momentos que guardam histórias, gestos e saberes relacionados às manifestações tradicionais afro-ameríndias.
A dramaturgia se constrói no ato de poetnografar o vivido no fundo de quintal, na roda, na rua e no terreiro, compreendidos como espaços de vivência, sociabilidade negra e aprendizado de saberes afro-diaspóricos, consolidando identidades. Esses lugares-momentos se entrelaçam, ainda, a memórias que constituem o corpo e a história pessoal mesmo sem terem sido diretamente vividas: um antes do antes, onde pulsa a ancestralidade. Como um fio resistente e delicado, essa ancestralidade costura os lugares-momentos e dá forma ao espetáculo cênico, no qual movimento e palavra narram memórias acumuladas no corpo e na história de vida.
Como oferenda ao Tempo, divindade que, no candomblé congo angola, rege as transformações e o próprio mover da existência, este trabalho do Núcleo Coletivo 22 reverencia também os 25 anos de trajetória do grupo, que, sendo feito de gente, se afirma como testemunha das permanências e das passagens.
Em Dançar o Tempo, o movimento se torna  grafia que se inscreve no espaço: uma afrografia, onde o tempo ginga, anunciando que olhar para trás é também projetar o que vem pela frente.

🗓️14 de Maio de 2026
⏰20h
📍Centro Cultural UFG

🎟️Evento gratuito
Inscrições pelo Sympla - link na bio

🎭 Realização
Núcleo Coletivo 22

✨ Apoio cultural
Centro Cultural UFG

Salve! ✨Em 2026, o Núcleo Coletivo 22 celebra 25 anos de trajetória na arte — uma caminhada marcada por criação, memória...
25/04/2026

Salve! ✨

Em 2026, o Núcleo Coletivo 22 celebra 25 anos de trajetória na arte — uma caminhada marcada por criação, memória, encontros e resistência.

Para celebrar esse momento, realizaremos a quinta edição da Mostra Núcleo Coletivo 22, com a estreia do espetáculo Dançar o Tempo, no dia 14/05, e a apresentação de Por cima do mar eu vim, no dia 15/05, no CCUFG, às 20h.

Seguimos em movimento, celebrando o tempo, os encontros e tudo que nos atravessa. 💫

Em breve, mais informações!

26/03/2026

🙌🏾🏹🍂

21/01/2026

🎶🎭 Um convite para vivenciar poéticas afroameríndias em uma experiência multissensorial e acessível.

🍂 CABOCLADA – Encruzilhada Afroameríndia, do Núcleo Coletivo 22, propõe uma imersão com audiodescrição via QR Code, texto em Braille, artistas-monitores e obras táteis, sonoras e olfativas.

🖐🏾📸 O público é convidado a tocar, ouvir, atravessar e perceber, expandindo os sentidos nas fotos e instalações.

🤎🌿 Uma experiência acessível para todas, todos e todes.

✨A exposição segue até o dia 30 de Janeiro na em Goiânia

📍 Sala Antônio Poteiro – Vila Cultural Cora Coralina
🗓️ Até 30 de janeiro de 2026
⏰ Todos os dias de 9 às 17h
🎟️ Entrada gratuita

📢 Este projeto foi contemplado pelo Edital de Fomento à Manutenção Continuada de Grupos e Companhias Artísticas nº 16/2024.



Arte de divulgação da Exposição Fotográfica e Instalação “Caboclada: Encruzilhada Afroameríndia”. O cartaz é composto por uma foto em preto e branco, com fundo cinza. A foto retrata uma mulher da cintura para cima e de perfil. Ela usa um chapéu estilo vaqueiro com abas laterais viradas para cima, ornamentado com fitas. Ela tem cabelos cacheados na altura dos ombros e veste uma blusa sem mangas. Tem o tronco voltado para direita e a sombra do chapéu cobre seu olhar. Ela carrega uma lança feita de madeira guatambu e revestida com fitas de cetim, por trás das costas, acima da cabeça. No canto superior direito está o título em vermelho: “Caboclada: Encruzilhada Afroameríndia” Fotografia/ Instalação. Na parte central superior está o símbolo universal de acessibilidade. Na base da foto há uma tarja preta translúcida com as logos em branco: Produção Núcleo Coletivo 22, Casa de Taipa. Apoio: Vila Cultural Cora Coralina, Secult- Secretaria do Estado de Cultura, Governo Estadual de Goiás. Realização: Política Nacional Aldir Blanc- PNAB, Ministério da Cultura,Governo Federal do Brasil.

  montagem exposição Caboclada: Encruzilhada Afroameríndia na Vila Cultural Cora Coralina - GYN 🍂Dezembro de 2025🤝🏾A exp...
15/01/2026

montagem exposição Caboclada: Encruzilhada Afroameríndia na Vila Cultural Cora Coralina - GYN 🍂

Dezembro de 2025

🤝🏾

A exposição segue até dia 30 de janeiro 🏹

📸🤎 Performance ao vivo do Núcleo coletivo 22 na abertura da exposição CABOCLADA: Encruzilhada Afroameríndia ✨🍂 Espaço, t...
08/01/2026

📸🤎 Performance ao vivo do Núcleo coletivo 22 na abertura da exposição CABOCLADA: Encruzilhada Afroameríndia ✨

🍂 Espaço, tempo e obras em diálogo 🌿🌾🏹🍂

✨ Um convite para adentrar territórios de fricção, negociação e recriação entre cosmopercepções africanas e indígenas — afirmando saberes híbridos, plurais e em movimento.

📅 Até 30 de janeiro de 2026 na
⏰ Todos os dias de 9 às 17h
🎟️ Entrada gratuita

📢 Este projeto foi contemplado pelo Edital de Fomento à Manutenção Continuada de Grupos e Companhias Artísticas nº 16/2024.

🌿✨ CABOCLADA: Encruzilhada Afroameríndia ✨🌿A ancestralidade afroameríndia ganha corpo, imagem e presença na primeira exp...
16/12/2025

🌿✨ CABOCLADA: Encruzilhada Afroameríndia ✨🌿

A ancestralidade afroameríndia ganha corpo, imagem e presença na primeira exposição do Núcleo Coletivo 22. Fotografias, performance, som e memória se encontram em uma experiência artística, sensorial e multissensorial que convida o público a atravessar poéticas caboclas a partir das relações entre corpo, território e ancestralidade.

🌀 Na abertura, o coletivo realiza performance ao vivo, dialogando com o espaço, o tempo e as obras da mostra.
🌾 Instalações táteis, têxteis e sonoras, fotoperformances e uma expografia que convida a caminhar entre silêncios, encantamentos e forças ancestrais.
♿ Compromisso com a acessibilidade: Libras, audiodescrição via QR Code, textos em Braille e mediação inclusiva.

📍 Abertura: Quinta-feira, 18/12, às 19h
📍 Local: Sala Antônio Poteiro – Vila Cultural Cora Coralina | Goiânia (GO)
📅 Período: até 30 de janeiro de 2026
🎟️ Entrada gratuita

✨ Um convite para adentrar territórios de fricção, negociação e recriação entre cosmopercepções africanas e indígenas — afirmando saberes híbridos, plurais e em movimento.

Endereço

Rua Negrinho Barbosa Nº138
Goiânia, GO
74691710

Horário de Funcionamento

19:00 - 22:00

Notificações

Seja o primeiro recebendo as novidades e nos deixe lhe enviar um e-mail quando Núcleo Coletivo 22 posta notícias e promoções. Seu endereço de e-mail não será usado com qualquer outro objetivo, e pode cancelar a inscrição em qualquer momento.

Entre Em Contato Com O Negócio

Envie uma mensagem para Núcleo Coletivo 22:

Atalhos

Compartilhar