25/04/2025
Entre camadas, vazios e resíduos de tinta, nasce a série “Aquilo que vai ficando…” - um mergulho no que permanece quando tudo parece desaparecer.
Cada monotipia é vestígio: a imagem surge daquilo que foi retirado, da tinta que se recusa a sumir por completo. É um gesto entre apagar e revelar, onde o silêncio se faz forma e a ausência vira narrativa.
Os títulos das obras são fragmentos de pensamentos, memórias e afetos. Eles não explicam - insinuam. Como quem sussurra histórias que não cabem por inteiro nas palavras.
Para quem coleciona silêncios e memórias: as obras estão disponíveis.
Se quiser ver de perto, é só chamar e passar no ateliê.
Aproveito para agradecer ao / .gravura pela oportunidade e ao e pelas fotos e tratamentos.