Recôndito

Recôndito Quero ouvir as confissões expressas ou anônimas ou com nomes imaginários , porém, estórias verdadeiras...

Recôndito é o que passa no fundo da alma, o sentimento não percebido , a dor não exteriorizada ,porém, sentida , aqui falamos dela, definimos para melhor entender as relações e a si mesmo. A ênfase dada será cantar à alma, página para compartilhamento de histórias tristes e alegres de amores perdidos,achados,de buscas,para que nossas histórias sejam registradas e um dia contada em um livro maravil

hoso, talvez o da vida,talvez um livro físico, quem sabe, o que se sabe é que todo mundo tem uma história de amor a ser contada e muitas delas a poesia conta, a música canta,o cheiro conta até as paredes contam.

Minha filha! Não tema!Sei das suas necessidades e estarei sempre ao seu lado.Mas lhe peço que combata o mal que tanto qu...
14/07/2019

Minha filha! Não tema!
Sei das suas necessidades e estarei sempre ao seu lado.
Mas lhe peço que combata o mal que tanto quer se infiltrar em sua mente filha.
Vigie seus pensamentos, minha filha!

Eu estou aqui para lhe ajudar! Mas se ao invés de confiar, se revolta ou descre como pode sentir minha proteção?

Minha filha! Deixa Eu tranquilizar esse coração aflito.

Olhe pra você... É minha filha amada!

Eu sinto sua dor, mas lhe afirmo que sofre mais porque deixou de cuidar do seu espírito.

Ah minha filha quantos sentimentos nocivos, quantos pensamentos negativos, dúvidas, agitação e tantas outras ações que só lhe trazem prejuízo.

Pare um pouco e Me ouça:

Se realmente quer que sua vida mude, é preciso transformar seu íntimo.
E você pode realizar isso filha!

Fé! Coragem! E o meu amor a lhe fortalecer.

Vamos! Agora é o momento!
Não desanime! Eu estarei a lhe guiar sempre filha.

Minnha filha! Está na hora da renovação.

Acredite! Ajuda-te! E vamos juntos!

Nada tema!
Pra Mim tudo é possível.
E Eu farei sempre o melhor para sua evolução espiritual

Tende fé! Pois ela move montanhas.

Ânimo! Um novo amanhecer surge filha amada...

Boa noite

Quem é a pessoa que você esquece quando sua mente começa a correr aceleradamente?Quando as tribulações de seus dias rece...
02/05/2019

Quem é a pessoa que você esquece quando sua mente começa a correr aceleradamente?

Quando as tribulações de seus dias recebem o melhor de sua gratidão?

Dê um passo para trás. Saia da sua mente e entre no seu corpo.

O que você sente?

Uma quietude ou barulho?
Pare de fazer. Pare de pensar. Pare de antecipar.

Instituto voltado para amparo emocional com Palestras, tanatologia,atendimento terapêutico e grupo de amparo ao luto.

Absorva o que o espelho lhe mostra, Descarte a pretensão de quem ousa lhe definir.Não desperdice sua essência em detrime...
29/03/2019

Absorva o que o espelho lhe mostra,
Descarte a pretensão de quem ousa lhe definir.
Não desperdice sua essência em detrimento da satisfação alheia.
Reflita sua alma, respeite seu eu.
Diga não por vezes a quem lhe ferir a vontade. Negue-se a quem retratar sua imagem distorcida.
Renegue as máscaras e apresente a própria pele.
Aos que lhe inventam, apresente seu reinvento.
Faça valer seu próprio valor de um ser que não sonha um sonho, mas a realização dele.
Desmonte a astúcia de quem duvida, não tenha dúvida do alcance da mira que norteia seu foco.
Levante o que lhe derruba e deixe-o a sua altura para mostrar-lhe de perto o seu sucesso de vida. Não como vingança ou prepotência, apenas como um educador que ensina com fatos baseado na teoria da prática história vivida.

- Eveline Viana

16/03/2019

A gente fala tanto sobre ajudar;
A gente fala tanto sobre amar;
A gente fala tanto o quanto estamos dispostos a ouvir;
Replicamos em nossas redes sociais que oferecemos nossa casa , nosso ouvido, nosso ombro;
Falamos que precisamos ouvir mais
Fazer mais
Qua a depressão está avassalando
Que estamos ficando sozinhos
Que as pessoas são insensíveis
Que precisamos falar mais sobre o assunto;
Que precisamos quebrar o silêncio;
E teremos esta oportunidade em Fortaleza com o intuito de levar amigos, familiares, de abrirmos a mente e nos sensibilizarmos com o tema.

A Peça estará estreando em Fortaleza no clássico Theatro José de Alencar.

Estenda este convite aos seus!

Ingressos - 1kg de alimento

https://www.eventbrite.com.br/e/aniversario-2-anos-instituto-revoar-tickets-57404589673

- Recôndito

A pintura “A Verdade saindo do Poço” (1896), mostrada acima, é de autoria de Jean-Léon Gérôme, escultor e pintor francês...
14/02/2019

A pintura “A Verdade saindo do Poço” (1896), mostrada acima, é de autoria de Jean-Léon Gérôme, escultor e pintor francês, e está ligada a uma parábola do século XIX.
Segundo essa parábola, a Verdade e a Mentira se encontram um dia. A Mentira diz à Verdade: "Hoje é um dia maravilhoso!" A Verdade olha para os céus e suspira, pois o dia era realmente lindo. Elas passaram muito tempo juntas, chegando finalmente ao lado de um poço. A Mentira diz à Verdade: “A água está muito boa, vamos tomar um banho juntas!” A Verdade, mais uma vez desconfiada, testa a água e descobre que realmente está muito gostosa. Elas se despiram e começaram a tomar banho. De repente, a Mentira sai da água, veste as roupas da Verdade e foge.
A Verdade, furiosa, sai do poço e corre para encontrar a Mentira e pegar suas roupas de volta.
O Mundo, vendo a Verdade nua, desvia o olhar, com desprezo e raiva.
A pobre Verdade volta ao poço e desaparece para sempre, escondendo nele sua vergonha. Desde então, a Mentira viaja ao redor do Mundo, vestida como a Verdade, satisfazendo as necessidades da sociedade, porque, em todo caso, o Mundo não nutre nenhum desejo de encontrar a Verdade nua ."

A vida decepciona-o para você parar de viver com ilusões e ver a realidade.A vida destrói todo o supérfluo até que reste...
12/01/2019

A vida decepciona-o para você parar de viver com ilusões e ver a realidade.
A vida destrói todo o supérfluo até que reste somente o importante.
A vida não te deixa em paz, para que deixe de culpar-se e aceite tudo como “É”.
A vida vai retirar o que você tem, até você parar de reclamar e começar agradecer.
A vida envia pessoas conflitantes para te curar, pra você deixar de olhar para fora e começar a refletir o que você é por dentro.
A vida permite que você caia de novo e de novo, até que você decida aprender a lição.
A vida lhe tira do caminho e lhe apresenta encruzilhadas, até que você pare de querer controlar tudo e flua como um rio.
A vida coloca seus inimigos na estrada, até que você pare de “reagir”.
A vida te assusta e assustará quantas vezes for necessário, até que você perca o medo e recupere sua fé.
A vida tira o seu amor verdadeiro, ele não concede ou permite, até que você pare de tentar comprá-lo.
A vida lhe distancia das pessoas que você ama, até entender que não
somos esse corpo, mas a alma que ele contém.
A vida ri de você muitas e muitas vezes, até você parar de levar tudo tão a sério e rir de si mesmo.
A vida quebra você em tantas partes quantas forem necessárias para a luz penetrar em ti.
A vida confronta você com rebeldes, até que você pare de tentar controlar.
A vida repete a mesma mensagem, se for preciso com gritos e tapas, até você finalmente ouvir.
A vida envia raios e tempestades, para acordá-lo.
A vida o humilha e por vezes o derrota de novo e de novo até que você decida deixar seu ego morrer.
A vida lhe nega bens e grandeza até que pare de querer bens e grandeza e comece a servir.
A vida corta suas asas e poda suas raízes, até que não precise de asas nem raízes, mas apenas desapareça nas formas e seu ser voe.
A vida lhe nega milagres, até que entenda que tudo é um milagre.
A vida encurta seu tempo, para você se apressar em aprender a viver.
A vida te ridiculariza até você se tornar nada, ninguém, para então tornar-se tudo.
A vida não te dá o que você quer, mas o que você precisa para evoluir.
A vida te machuca e te atormenta até que você solte seus caprichos e birras e aprecie a respiração.
A vida te esconde tesouros até que você aprenda a sair para a vida e buscá-los.
A vida te nega Deus, até você vê-lo em todos e em tudo.
A vida te acorda, te poda, te quebra, te desaponta… Mas creia, isso é para que seu melhor se manifeste… até que só o AMOR permaneça em ti.

- Bert Hellinger

25/12/2018

FALE!

Entre o Natal e o Ano Novo, diante da felicidade coletiva, diante do transe familiar, é o momento em que as pessoas mais se angustiam e mais se sentem deslocadas.

Fale com amigo. Escreva para o amigo. Telefone para o amigo. Mesmo que você não queira estragar a festa dele. Fale: o silêncio só fortalece as mágoas. Rompa a obsessão da tristeza, de ruminar ressentimentos e reprisar injustiças. Quem cala aceita o pior vindo e depois não tem mais como se defender - perderá o controle das palavras.

Não falar é aumentar o sofrimento. Falar é diminuir o sofrimento.

Quem conta a sua história se salva. Falar é ajeitar a dor em um lugar seguro.

Quem consegue descrever o que aconteceu de ruim acomoda as lembranças em um ponto menos sofrido de si, em um cantinho onde se possa viver sem chorar ou gritar de desconforto.

Falar é o esforço para encontrar uma posição para as frases não machucarem mais.

Descreva uma vez, duas vezes, várias vezes até definir um local em que não há mais pontadas na alma e fique ali, fique ali sem se mexer mais, fique ali até cicatrizar, até ter forças para ser feliz de novo.

Quem conta a sua história sobrevive para contar a sua história.

Carpinejar

No fim do dia o que a gente querÉ alguém que nos enxergue,Não estou falando dos rótulos, das quinhentas faculdades, do s...
17/12/2018

No fim do dia o que a gente quer
É alguém que nos enxergue,
Não estou falando dos rótulos, das quinhentas faculdades, do status, do sucesso que ocupa uma grande sala no escritório no 10° andar.
Não falo da espiritualidade.
Da busca pelo corpo ideal.
Das qualidades conquistadas ou inatas.
No fim do dia o que a gente quer é alguém que nos veja de bermuda e camiseta.
Alguém que queira conversar sobre a vida, os medos, o passado e o futuro.
No fim do dia você quer alguém que só queira saber do seu nome, pois essa é uma totalidade.
No fim do dia o que você quer é alguém que sorria quando um silêncio aparece no meio da conversa.
Alguém que quer estar com você em um sofá ou no meio de uma praia.
Alguém que não está preocupado com as suas qualidades ou defeitos, alguém que conhece a origem do seu ser e sabe que as qualidades e os defeitos são gêmeos.
Alguém que coma nos restaurantes mais chiques ou no cachorro quente da esquina.
Alguém que um dia irá gritar quando tiver raiva ou calar quando reconhecer o erro.
Alguém que irá te perdoar e também sabe ser perdoado.
Alguém com quem você possa desenhar os seus medos e segredos, alguém que você pode confessar o seu ódio por pudim e a sua intolerância por feijão por cima do arroz.
No fim do dia o que importa é alguém que queira lhe pagar uma cerveja.
Alguém que te escute sobre o seu coração quebrado.
Sobre os seus erros do passado.
Alguém que você fala sobre o medo de estar fazendo a coisa errada.
Alguém que cochile no meio do filme.
Alguém que não tenha nenhum outro plano, nenhuma pressa.
Alguém.

O futuro chegou de repente, e temos vivido tempos de solidão compartilhada. Tempos em que não toleramos apenas nossa pró...
26/10/2018

O futuro chegou de repente, e temos vivido tempos de solidão compartilhada. Tempos em que não toleramos apenas nossa própria companhia, e nos sentimos ansiosos com a falta de respostas, já que o tempo das esperas se transformou no tempo das urgências; e se não corremos nessa velocidade, temos a sensação permanente de insatisfação.
Esses dias assisti a um documentário brasileiro interessantíssimo no Netflix, chamado “Quanto tempo o tempo tem”, de Adriana L. Dutra e Walter Carvalho, repleto de convidados especiais, como o físico Marcelo Gleiser e a monja Coen. O documentário nos leva a refletir sobre a vida que levamos, sobre o uso das redes sociais e o aproveitamento do nosso tempo. E não pude deixar de me aprofundar no raciocínio de que não estamos sabendo lidar com as ausências.
Não suportamos a ideia de que nosso tempo seja preenchido com o “nada”. Não toleramos as pausas, e o tão precioso “ócio criativo” está deixando de existir. Padecemos com a falta de conexão, com a falta de wifi, com o silêncio, com a ausência de sinais. Estamos
desaprendendo a ser só. Estamos desaprendendo a suportar nossa própria companhia, nossa solitude.
A solidão compartilhada afasta quem está perto e aproxima quem está longe, dando a falsa impressão de que estamos vivendo uma interação saudável, quando na realidade estamos nos desligando das verdadeiras conexões para assumir vínculos baseados na urgência, na aceleração do pensamento, na ansiedade. Numa mesma casa, cada um em seu quarto, teclando sem parar, tornamo-nos seres solitários cercados de telas.
Se não curtimos 120 fotos e respondemos a 150 mensagens por dia, somos classificados como mal-educados. E nessa ansiedade de dar conta de tudo, acabamos não dando conta do essencial: usufruir nosso tempo ao lado daqueles que amamos.
E me lembrei do filme “Her”, ganhador do Oscar de melhor roteiro original em 2014, que retrata de forma brilhante a solidão na era da hiperconectividade. No filme, nos deparamos com o grande paradoxo de nosso tempo: imaginamos que estamos incluídos, hiperconectados, que todas as nossas relações cabem na tela do nosso celular, como uma extensão de nossos braços, e ao mesmo tempo nos sentimos cada vez mais infelizes e sozinhos. Isso acontece porque esse tipo de conexão tecnológica não é real.
No entanto, o individualismo retratado no filme é cada vez mais presente na nossa sociedade contemporânea. E esse individualismo, aliado à tecnologia, leva ao isolamento. As pessoas imaginam que se bastam, e acabam perdendo a capacidade de formar vínculos reais, humanos.
A solidão, quando bem aproveitada, é muito benéfica. Viver com intensidade, apreciando a vida, é algo muito precioso e cada vez mais raro. É preciso um grande esforço para que possamos apreciar a vida no tempo da contemplação, e não no tempo da conectividade. É preciso empenho para absorver a eternidade do momento presente, mesmo que o mundo continue acelerado.
“Não desligar nunca” não nos torna mais completos ou felizes. Ao contrário, subtrai de nós a capacidade de nos conectarmos verdadeiramente com nossa alma, de escuta-la, de reconhecer seus desejos e intenções. Somente quando nos desconectamos do mundo externo – meditando, orando, tomando um banho quente, ouvindo uma música tranquila- entramos em contato com nossa essência, com nossa sabedoria interior, com nossa verdade. E descobrimos enfim que “estar junto” não nos livra da solidão, e “estar sozinho” não nos condena a uma vida infeliz.
- Fabíola Simões

É muito mais que uma simples questão de empatia e vai além da necessidade de se colocar no lugar do outro e tentar enxer...
09/10/2018

É muito mais que uma simples questão de empatia e vai além da necessidade de se colocar no lugar do outro e tentar enxergar o mundo sob o seu ponto de vista. Esbarra nesse sentimento constante do não-toque, das não-interações reais, da falta de profundidade. Ao fazer parte de uma geração que valoriza a falta de contato, ridiculariza os pequenos detalhes e não prioriza o autoconhecimento, me vejo constantemente sufocada por essa rapidez dos encontros, com o outro e consigo mesmo.

Ser sensível no mundo de hoje é um ato de coragem. É preciso fôlego para escolher revelar a imensidão de existências dentro de si a se distrair com qualquer coisa no Netflix. É preciso altruísmo para entender a necessidade de ser sincero com os próprios sentimentos e limitações. Acima de tudo, é preciso paciência para enfrentar a rapidez e superficialidade sob as quais somos submetidos e perpetuamos.


Nós podemos parar alguém no meio da rua e perguntar como está sendo o seu dia. Nós podemos agradar alguém sem pretensão ou objetivos. Nós podemos manter o mesmo assunto em uma conversa por mais de 10 minutos. Nós podemos ficar em silêncio por mais de 10 minutos. Nós podemos chorar mais. Nós podemos tirar um dia para nos priorizar. Nós podemos tirar um dia para priorizar o outro. Nós podemos parar e perceber melhor os pequenos atos necessários a alguém. Nós podemos precisar um do outro. Nós podemos ligar para alguém que acabamos de conhecer sem o medo de nos acharem inconvenientes. Nós podemos ser inconvenientes. Nós podemos fugir desse culto da individualidade e entender que nossos problemas não são os maiores de todos. Nós podemos fugir. Nós podemos ter tempo. Nós podemos ser o melhor que queremos porque somos feito de mudanças e ressignificações. Nós podemos. Nós precisamos poder e nos sentirmos a vontade para isso.

Conexões não são importantes - são essenciais. Conexões em profundidade são energia. Não estou interessada nas causas do que nos levou até aqui, mas nessa sensação de vazio que sinto de muitos a minha volta e na certeza de que nós podemos preenchê-lo, uns com os outros.

Perceber o outro não é fácil. Não deslocar as necessidades do outro às nossas e hierarquizar sentimentos é uma tarefa árdua diária, mas que precisamos fazer. E essa constatação tem origem na simples percepção de que naturalizamos, todos os dias, o não sentir. Escondemos todos os resquícios do que pode nos tirar da zona de conforto de nos conhecer, ao conhecer melhor o outro. Nos afogamos em palavras repetidas e conselhos reproduzidos. Me pergunto se ainda nos importamos com a possibilidade de aprendizado presente nas relações - sejam elas baseadas em minutos, meses ou décadas.

E dá medo, mesmo. Hoje, se tornou assustador experimentar a quantidade de sensações a qual estamos propícios sentir. Reprimimos e escondemos nossa complexidade. Receamos mostrar e compartilhar inseguranças, defeitos, impulsos. Perdemos a capacidade de encontrar a imensidão de possibilidades em sair da zona de conforto. Parar para ouvir o que o seu porteiro ou o moço ali da esquina tem a dizer. Ouvir um estilo musical desconhecido. Parar em um dia cansativo e convidar alguém para tomar um café. Não recusar o convite ao café.

A sensibilidade está dentro da vontade de entender o que o outro quer nos dizer e o que realmente queremos dizer ao outro. É o entendimento de que podemos crescer ao adentrarmos em nós mesmos. É não mostrar só o que queremos, mas o que precisamos que seja mostrado, falado, percebido.

Ser sensível não é uma fraqueza, mas ter a capacidade de ser honesto com as próprias emoções. Se deixar ser. Encontrar e permitir a própria sensibilidade e entender os sentimentos a nossa volta, que não nos pertencem mas fazem parte de nós por existirem, é um exercício de crescimento pessoal. É, também, transgressão nos dias atuais. É revolucionário. É lindo.

Aos que sentem, a voz é a mesma.

Nós imploramos.

Ser sensível no mundo de hoje é um ato de coragem. É preciso fôlego para escolher revelar a imensidão de existências dentro de si a se distrair com qualquer coisa no Netflix.

09/10/2018

Falar sobre sensibilidade é com a Recôndito.
Neste mês de uma forma peculiar a idealizadora da desta página criou uma coletânea sobre vida e sensibilidade, cujo nome é "aVIDA E SEUS SENTIDOS ".
No mundo em que vivemos estão literalmente MATANDO A SENSIBILIDADE e como pedido de socorro esta coletânea busca mostrar vida, arte, cartas deixado por algumas pessoas sensíveis que forma e ainda são figuras públicas.
A Coletânea visa alertar para a valorização da VIDA . Baseado em uma observãncia de José Saramago que diz :
Se puderes OLHAR , VÊ. Se puderes VÊ , REPARA. .
Na sequencia enviarei convite para os interesados com detalhes sobrea coletânea.
A cidade é FORTALEZA.
Local : Av, Engenheiro Alberto Sá, 446, Papicu.

➡Você realmente ama ou tortura?👉Há uma diferença na relação entre amar e torturar e muitos se confundemAmar é ficar sati...
10/09/2018

➡Você realmente ama ou tortura?

👉Há uma diferença na relação entre amar e torturar e muitos se confundem
Amar é ficar satisfeito com a presença. Torturar é ser insaciável.
Amar é sempre dizer que já tem o suficiente. Torturar é sempre pedir mais e chamar atenção para aquilo que não recebeu.
Amar é conter o ciúme. Torturar é não deixar sair.
Amar é sentir saudade e fazer declarações. Torturar é não mandar notícias.
Amar é assumir a responsabilidade. Torturar é culpar.
Amar é festejar a simplicidade. Torturar é complicar a conversa.
Amar é recordar os momentos felizes. Torturar é lembrar as discussões.
Amar é evidenciar as qualidades de nossa companhia. Torturar é censurar os defeitos.
Amar é acalmar. Torturar é implicar.
Amar é fazer tudo para dar certo, torturar é fazer tudo para dar errado e ainda dizer que avisou do pior.
Quem ama quer ser melhor para o outro. Quem tortura quer ser melhor do que o outro.

Endereço

Fortaleza, CE
60442-105

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A história da Recôndito

Recôndito significa o que está oculto na alma, escaninho, àquilo que aos olhos comuns não é notado. A idéia surgiu da sensibilidade de uma um dia ouvir que nos recônditos da alma dores há que não são vistas. Então Recôndito vem falar dessas dores dentro de nossos íntimos, dos sonhos, dos complexos, dos traumas ,do desejo,da ânsia. A ênfase dada será cantar à alma, página para compartilhamento de histórias tristes e alegres de amores perdidos,achados,de buscas,para que nossas histórias sejam registradas e um dia contada em um livro maravilhoso, talvez o da vida,talvez um livro físico, quem sabe, o que se sabe é que todo mundo tem uma história de amor a ser contada e muitas delas a poesia conta, a música canta,o cheiro conta até as paredes contam. Algumas vezes sentimos , mas não sabemos exatamente o que se chama aquilo que outrora sentimos mas não sabíamos como expressar, e no meio de tantos experts e sensiveis escritores em matéria de coração e alma, eles descevem e nós nos reconhecemos lá. A página tem a intenção de descrever em seus textos as situações diárias desses conflitos internos e dessa busca de entender como nos sentimos com o outro e conosco especialmente em nossos relacionamentos.