02/06/2018
RELEASE e Wikipedia POR Binho Manenti
Gilson Nunes Fernandes é natural de Tubarão-SC e reside em Florianópolis desde 2007.
Começou sua carreira como uma brincadeira de criança e que logo
precocemente virou profissão. Sua história musical começa a partir de um
encontro na casa de um colega, junto ao seu primo que arranhava um violão
“Di Giorgio” e seu amigo, que tocava um teclado “Yamaha PSR-7”, ligados a uma caixa multiuso e um microfone “Lesson” novinho!
Gilson no entanto, sem instrumento algum, e nem ao menos ter tido
contato com instrumentos (apenas ter dublado uma música sertaneja em uma gincana estudantil), começou despretenciosamente a cantar a música que os 2 tentavam acompanhar nos acordes juntos à lendária revista chamada Teclado, do maestro Mario Mendonça. Ele já havia dublado esta mesma música um ano antes no colegio em que estudava, no ano de 1989.
Convidado pelo seu primo para ensaiar mais algumas músicas Gilson,
relutante, acaba aceitando, já que havia achado bacana aquela brincadeira.
Ingênuo e sem qualquer interesse no show business (dinheiro/cachê/fama), o menino só queria ir para casa escrever e escutar as músicas gravadas em fita cassete (com o típico pra traz e pra frente) para entender as palavras e a melodia das canções.
Passadas apenas duas semanas de ensaios com sua turminha, Gilson
logo se deparou com o convite de Antônio Rosa para cantar em um programa
de calouros que chamava-se “Show da Viola”. Com muito medo de se
apresentar ao público, e ainda mais sendo em um programa de televisão, o
aspitante a cantor desiste: “-Eu não vou porque não sou cantor profissional!”
Assim, seguiram ensaiando até que foram chamados para cantar algumas
músicas no aniversário de 15 anos da prima de um amigo. Desta vez Gilson
não teve desculpas e logo quis vivenciar aquela sensação de estar em um
palco, em frente ao público, com o microfone em punho e embaixo do jogo de
luz... Eis a prova!
Daí por diante não parou mais, passando por uma pirâmide de bandas
e adquirindo muita experiência, sempre trabalhando com músicos bem mais
velhos. Nesta época ele ainda precisava de autorização dos pais para poder
se apresentar!
Posteriormente ele ganhou um violão usado do seu tio, onde arranhou
os primeiros acordes e decidiu então procurar um professor de violão... Foi
quando conseguiu o então professor particular (na realidade um violeiro) que
tocava em bares por robe, ja que era paraplégico e servidor publico
concurssado tinha tempo para lhe ensinar o que sabia, Gilson chegava da
escola tomava seu café com leite e ia até o então violeiro (querido Janio)
como se refere até hoje. Janio lhe ensinou algumas triades que sabia, e
Gilson chegava com dúvidas de acordes maiores e menores e Janio lhe
responde na maior tranquilidade, tu ja sabe mais do que eu, continue. Meio
chateado e não entendendo muito bem o que ele quiz falar seguiu para casa
pensando onde poderia conseguir um professor de violão. 1 ano mais tarde
Gilson ja tocava guitarra (auto didata) na então banda que recém se formou
após a entrada do baterista (Muk) entitulada de Banda Obsessão. seria essa
sua sina ? ( a obsessão sobre aprender, escutar e vivenciar música ) além de interesse sobre ligações de caixa de som, fazer cabos, soldar conectores,
trocar reparo de twiters, e alto falantes, mexer e entender médio, agudo e
grave, também se surpreendendo com a camara de eco, chamada Delay ei ei ei.
Àinda com 13 anos, Gilson trabalhava demanhã em um escritório de
contabilidade, a tarde ía para a escola e a noite ensaios. Sentiu que tinha que largar alguma coisa, pois estava f**ando sem seu próprio tempo,,, óbvio que largou a contabilidade 2 anos depois, passando a já receber mais que o triplo e tendo mais tempo para trabalhos e provas escolares e a música. Sim,
Gilson nunca se ligou só em canto, mais em todo o conjunto que formava a
música.
Mal saberia ele que isso se estenderia, ja começava a ter brigas familiares
por terem certo preconceito com a música ou bandas e conjuntos e de que eu precisaria de um emprego, Gilson então consegue um emprego como
vendedor em uma loja de material de construção, continuando a rotina de
estudar, trabalhar para alegrar sua família e claro cantar.
Não deu outra, a música falou mais alto sempre em sua vida, de galho em
galho subindo cada vez mais para bandas maiores, os pais e familiares que
tanto o criticavam, f**aram cada vez mais apaticos a minha realmente
profissão que ja lhe rendia suas próprias contas e gastos, de roupas,
educação, remédios, enfim Gilson ja se próprio sustentáva com 12 anos de
idade, e ja garantia seu futuro investindo seu dinheiro em concórcios; o
primeiro de uma honda CG 125 Titan, cita ele que só fez o concórcio porque
a moto lembrava o nome Titãs, banda brasileira de Rock que lançava seu
album Titanomarquia sem o lendário Arnaldo Antunes
Com pouco tempo nos finais de semana, pois se apresentava
constantemente por toda a região; sempre teve amigos mais velhos que
escutavam rock, pop então abria mais o leque de conhecimento,
aproveitando que os colegas compravam os discos. seu momento de relaxar
era exatamente escutar todos os discos que estava aparecendo.
Tanto que ja cantava músicas de vários os estilos como, boleros, sambas,
valsas, música sertaneja, pop, rock, mpb, teve seu momento rock, e logo a
curiosidade por ritmos e músicas brasileiras.
Com 16 anos Gilson recebe o convite de uma banda de Criciúma chamada
Moinhos de Vento onde ficou por 1 ano e logo o convite da banda que lhe
daria mais destaque além do profissionalismo e respaldo por tocar em
grandes feira festas para 30,40,50 mil pessoas como Produsul em Tubarão,
Festa do Camarão - Imbituba, Festa da Baleia Franca - Imbituba, Aberturas
de shows nacionais de pequeno, médio e alto porte; reveillons e carnavais
por todo litoral entre Morro dos Conventos até Garopaba e Florianópolis.
7 anos se passam e já com toda a esperiência; começa a ter convites de
várias bandas e como um jogador de futebol seu passe foi aumentando, pois
existia além de musicalidade um certo tipo de conexão com o publico sendo
ele qual fosse, crianças, adultos até terceira idade : o carisma, a
personalidade forte, versatilidade, dedicação, determinação e particularidade além do artista que ali se encontrava, ele queria mais que um salário BOM,
ele queria mais experiência sendo assim convidado por Dudu Fileti a entegrar
a extínta banda Zawajus conhecida em todo o estado de santa catarina e fora dele.
Já com 25 anos chega na capital de mala e cúia levando quase 2 anos para se adaptar e conhecer a cidade, a cena musical e tendo experiencias
únicas, gravando um DVD de versões ao vivo na festa do pinhão em Lajes
para mais de 60 mil pessoas no palco principal, antes do show da banda
nacional O Rappa.
Gilson como um ar**no nato, cansado do descaso em entender como uma
banda tão boa e com o nome que tem, toca tão pouco, cria e vende um
projéto paralelo à zawajus chamando de Projeto Z, que pra seu orgulho
existe até hoje com alguns ex entegrantes da lendária Zawajus.
Querendo sempre experiencias novas, conhece Ricardo Amorim, e entra
para a banda DOC conhecendo o circuito de bares e casas noturnas de
Florianópolis e logo com a experiencia que trazia na bagagem começaram a tocar em eventos maiores.
Passando-se 2 anos Gilson ja vinha com pensamentos de ter sua própria
banda, tipo (agora ou nunca) m***a a banda nunno, que em 6/3/2012
comemorou 6 anos.
Além de cuidar da agenda da banda, repertório, ir a reuniões, redigir
orçamentos e contratos é band leader que está a frente de todas as
negociações, ensaios e particularidades da banda, f**a com o tempo curto
para finalizar seu Disco solo, que ja vem planejando desde 2008 além do
single com a nunno que está para lançar.
E muita coisa bacana ainda por vir, agradece sempre aos amigos, colegas
que conheceu e vai conhecendo da maneira que sempre foi, tímido,
engraçado, determinado e sempre com a cabeça aberta para o novo,
ainda pretende cursar música e m***ar seu próprio estúdio para produzir e
ajudar pessoas que estão começando na profissão. Alguém para dar uma
direção ao trabalho a cultura e a valorização do talento. Pessoa que sempre
quis achar e estava dentro de mim.
"Gilson Nunes Fernandes"
A música não tem fim, alimenta a alma e a arte.