01/01/2026
Hoje 1° de janeiro de 2026.
Começo este novo tempo com os olhos erguidos ao céu, não por fuga,
mas por alinhamento.
Porque quem aprende a olhar do alto, entende o que está sendo gerado no vale.
2025 foi um ano pesado.
Intenso. Exigente. Silencioso em algumas respostas.
Um ano que testou a fé, confrontou estruturas, tocou a saúde, as finanças, os relacionamentos e o ministério.
Nada ficou ileso.
E ainda assim, nada foi em vão.
Houve momentos em que precisei parar, respirar e observar de fora, como alguém consciente de que Deus não desperdiça dores,
e que processos não são castigo, são ferramentas de formação.
Os processos não são belos, nem românticos.
Eles apertam, esvaziam, quebram expectativas e refinam motivações.
Mas é exatamente ali que o Pai trabalha em silêncio,
lapidando caráter, amadurecendo a fé e alinhando o coração à eternidade.
Chorei diante dEle.
Orei sem palavras.
Senti o peso.
Mas não me perdi.
Porque escolhi permanecer na perspectiva do Pai,
onde o tempo não é atraso e a dor não é o fim.
Aprendi que plenitude não é ausência de desafios,
é atravessá-los com a certeza de que nada nasce do nada e nada dura para sempre.
Tudo coopera. Tudo ensina. Tudo forma.
2025 foi duro,
mas o Senhor me ensinou a viver com leveza.
Porque o peso nunca esteve no fardo,
estava em tentar carregar sozinha aquilo que sempre foi dEle.
“O meu jugo é suave e o meu fardo é leve.”
(Mateus 11:30)
Entro em 2026 com os olhos no céu e os pés firmes na terra.
Sonhando. Crendo. Caminhando.
Sem paralisar diante dos desafios,
porque agora sei:
Deus não me chamou para entender tudo,
mas para confiar plenamente nEle.
O extraordinário não começa quando tudo muda.
Ele começa quando eu vejo como o Pai vê. ✨