17/08/2026
Em 1979, alguém perguntou por que construir uma rampa num prédio, se só uma pessoa com deficiência ia usar por semana. Vinte anos depois, a pergunta virou o oposto: como um prédio pode não ter rampa?
Esse projeto trabalha com a mesma lógica, só que ainda no início da curva. Uma professora não precisa saber Braille pra alfabetizar. Ela precisa de equipamento que traduza isso por ela, e é isso que a Sala Braille oferece hoje.
O sonho por trás do projeto é simples de descrever e difícil de alcançar: uma pessoa cega programando tão bem quanto qualquer outra, faltando só o acesso que abre a porta pra essa carreira.
Foi com o apoio da Softex que esse acesso passou a existir. Educadores alfabetizando crianças cegas, recursos pra equipar uma sala inteira, e um caminho que antes simplesmente não estava disponível.