TrovadorPR (Macedo Junior)

TrovadorPR (Macedo Junior) Poemas e Trovas. Todos os textos dessa página são autorais.

Trova amarelaPara mulheres especiais...
12/06/2026

Trova amarela
Para mulheres especiais...






POLÍTICA & RELIGIÃO COMBINAM?NÃO! - BASTA LEMBRAR DA INQUISIÇÃO!A Inquisição foi um tribunal religioso criado no século ...
04/06/2026

POLÍTICA & RELIGIÃO COMBINAM?
NÃO! - BASTA LEMBRAR DA INQUISIÇÃO!

A Inquisição foi um tribunal religioso criado no século XIII para julgar quem fosse considerado herege. Seu objetivo era o fortalecimento da fé, mas acabou sendo usada para perseguir hereges.
Ao misturar religião e poder a Inquisição conseguiu perdurar por séculos na Europa e espalhar-se pelo mundo - chegando até o Brasil colonial
Usou tortura e censura, misturando terror, religião e poder político. Ficou marcada como um dos períodos mais sombrios da história devido a intolerância e a violência praticadas em nome da fé.
A Inquisição nasceu para defender a Igreja, mas foi usada de forma abusiva (como instrumento político).
Reis e governantes se aproveitaram dela para perseguir opositores, censurar ideias e impor o poder pela violência.
Esse mau uso transformou a religião em arma de opressão – desmerecendo a Igreja; a religião; e a própria fé popular.
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Enigma“Não é sobre nomes, é sobre o impasse”.Parece desespero de um cabra-ruimMas na procura de uma nação limpasó fala e...
02/06/2026

Enigma
“Não é sobre nomes, é sobre o impasse”.

Parece desespero de um cabra-ruim
Mas na procura de uma nação limpa
só fala em terrorismo
o que finge ser supimpa...
Enquanto o Velho Rasputin,
grita e brada feito maroto,
querendo parecer garoto...

No fim - sobramos nós- coitados e sós:
Entre o COISA RUIM e o CAPIROTO,
ou será entre o PIERROT e o ARLEQUIM?




Pressa no trânsito (retrato da vida) Fim de tarde de sexta-feira. Cansaço, estresse e uma pressa de chegar. Uma agonia q...
30/05/2026

Pressa no trânsito (retrato da vida)

Fim de tarde de sexta-feira. Cansaço, estresse e uma pressa de chegar. Uma agonia que suprime a esperança ao merecido descanso. Uma alegria quase sublime - por poder, finalmente descansar.

O ruído do motor trás paz e calor. O automóvel segue seu rumo – incessante e veloz, muda de faixa, costura e se encaixa, sem perder seu prumo, naquele trânsito feroz.

Mas, de repente, toda paz, alegria e esperança, é por outro veículo interrompida. Ele, repentinamente, estaciona à frente da longa fila, para uma senhorinha poder desembarcar. Milhares de buzinas são ouvidas. Palavrões, impropérios e toda raiva antes contidas, explodem nas ameaças proferidas.

Desviando seus veículos daquele arrogante “bossal”, vários motoristas são possuídos pela resposta emocional, transformando a insignificante parada em ofensa pessoal, isto - antes que a malfadada senhorinha, consiga do carro descer e desdobrar sua complicada sombrinha.

Ultrapassar, então, aquele veículo asqueroso e vil, torna-se intolerante e odiosa obrigação. É a emoção desenfreada, que atinge todos que se obrigaram a “dar uma freada”, a perseguirem aquele que merece uma longa e eterna buzinada. Um grosseiro xingamento – ou um obsceno gesto violento. Verdadeiro descarrego final para vingar a alma de todo e qualquer mal.

No trânsito, cada buzina impaciente, cada ultrapassagem arriscada, cada olhar diferente, revela algo maior: nossa dificuldade em lidar com o tempo e com o espaço – com o stress e o cansaço

Corremos em disparada — competindo sem razão e por nada. Insistimos em não perder, em ganhar poucos minutos. Lutamos por pequenos espaços – por tempos diminutos. Verdadeiros palhaços - intolerantes e argutos. Mas, no fim, Porque agimos como intolerantes indecentes? o que realmente ganhamos? Ansiedade, estresse e, muitas vezes, acidentes?

Talvez o trânsito seja um espelho da competição da vida: Todos apressados, Seres emanados da exigência de perfeição - querendo chegar em primeiro lugar nesta verdadeira e invulgar competição. Uma emoção que nos desafia no início - para não trazer a resposta na saída.

Talvez isso aconteça, porque esquecemos as virtudes necessárias voltadas para o bem, aquelas que nos avaliam e conferem valor, como: a Simplicidade: a Humildade: a Coragem: a Justiça: a resiliência: a paciência, e o amor...




Pare – olhe – escute.   Pare – olhe – escute. O único som audível é o digitar. A imagem visível é de extremo foco, volta...
26/05/2026

Pare – olhe – escute.

Pare – olhe – escute. O único som audível é o digitar. A imagem visível é de extremo foco, voltado ao pequeno aparelho enroscado na palma da mão. É a hiperconexão — trazendo um silêncio que se infiltra na alma e no coração.

Uma infiltração silenciosa que se espalha como pandemia inglória, transformando multidões em seres digitais — nem menos, nem mais — entretidos na própria solidão, na contramão da história e da antiga glória.

Quanto mais digital, maior a distância presencial. Quanto mais rede social, menos comunicação pessoal. Quanto mais informação sobre vidas alheias, mais enredado nas próprias teias. Maior o distanciamento de amigos, colegas e familiares — também focados em seus celulares.

Rostos iluminados pela tela, mas escurecidos entre si. Famílias reunidas no fim de semana, mas cada qual na sua, separados pelo contingente digital que do celular emana. Passageiros que viajam juntos, mas não dividem o mesmo mundo. Um silêncio que cresce mesmo em ambiente cheio. É a hiperconexão — uma nova forma de solidão — que aumenta o receio de que o perigo emerja à superfície, pois já não está apenas no fundo.

A cena é comum:

No ônibus, ninguém olha pela janela, para não desfocar da tela. Na escola, os intervalos são silenciosos — ou belicosos. No serviço, cada qual na companhia do próprio celular, com a IA a ajudar. E o mais doloroso: até nas festas de família, cada qual em sua própria ilha...

Esse contraste é patético — embora poético, por natureza. Ele dói, mas também revela uma certeza. O celular transformou-se num muro portátil — uma barreira que cada um carrega no bolso ou nas mãos. Uma verdade volátil, que afasta amigos, amores e irmãos...

TrovadorPR (Macedo Junior)


Agradeço imensamente a Vania Biscaia, Paydjy Samuel O Pensadorpor todo o apoio de vocês! Parabéns aos meus superfãs🔥!
21/05/2026

Agradeço imensamente a Vania Biscaia, Paydjy Samuel O Pensador

por todo o apoio de vocês! Parabéns aos meus superfãs🔥!

“Só é livre quem dita a si mesmo a lei.”Cultura & Democracia  “Entre a lei própria, e a lei imposta”Quem tem o poder de ...
18/05/2026

“Só é livre quem dita a si mesmo a lei.”

Cultura & Democracia
“Entre a lei própria, e a lei imposta”

Quem tem o poder de dar a si mesmo a lei - é autônomo: *autos* (eu) + *nomos* (norma, regra, lei).
Já quem a recebe do outro é heterônomo: *hétero* (outro) + *nomos* (lei).

O primeiro possui independência, liberdade e autossuficiência.
É quem diz: “Eu sei. Eu dito a minha lei!”
O segundo é escravo da dependência, do servilismo e da subordinação.
É quem nada diz, pois só recebe a regra para seguir — e se alegra em logo a cumprir.

Infeliz e frequentemente, pessoas heterônomas são ameaçadas e manipuladas. São usadas por quem só quer se aproveitar da fraqueza dessa submissão.

Sem autonomia não existe autodeterminação, requisito necessário para a liberdade com responsabilidade — fundamento de qualquer sociedade pautada na democracia.

Por isso é que se diz que o remédio é a Educação.
Que o futuro só se solidifica quando se constrói uma base ética e, por ela, se edifica a forma de, no bem, pensar.
Ou seja, quando se implanta uma Cultura de Bem-Estar.

É a Cultura que liberta o Ser dessa dependência arbitrária, pois traz a chave para a potência contrária.

É o ensino que faz pensar e bem decidir — restringindo a violência sumária, o vazio da ausência literária e o poderio da prepotência autoritária.

É só com autonomia que se chega ao fim da política influência — dessa penitente indecência chamada heteronomia.

TrovadorPR (Macedo Junior)


🎉 Recebi um reconhecimento do Facebook por produzir conteúdo inspirador...
29/04/2026

🎉 Recebi um reconhecimento do Facebook por produzir conteúdo inspirador...

22/04/2026

Cantiga de Trovador

Imagine som, tempo e espaço,
num ritmo de suave união.
Imagine os pulsos de um compasso,
a se entrelaçarem em perfeita harmonia.

Imagine a mágica transformação da melodia,
num dedilhar agradável de um violão.
Imaginou uma tal metafísica?
isto se chama musica...

Acescente um verso de amor
e terá a Cantiga de um Trovador...

Imagine som, tempo e espaço,
num ritmo de suave união.
Acescente um verso de amor
e terá a Cantiga de um Trovador.

, , , , .

Entre o Sol e o Saber   A ignorância é confortável e prazerosa. Mas quando algo novo ou inusitado surge, essa nova reali...
13/04/2026

Entre o Sol e o Saber

A ignorância é confortável e prazerosa. Mas quando algo novo ou inusitado surge, essa nova realidade confronta a comodidade inicial, trazendo a dúvida.

A dúvida, por sua vez, acarreta uma agonia que cresce e exige o conhecimento sobre essa nova realidade.

Ocorre que esse conhecimento só sera alcançado através de uma busca incessante pelo saber.

E esta busca só será satisfeita quando o Ser atingir a Verdade sobre aquele problema novo ou inusitado.

Mas, depois de passar por todos esses estagios o Ser nunca mais será o mesmo, pois nunca mais retornará a ignorância inicial...
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Este post é um chamado à responsabilidade do Estado e à coragem individual de romper com o conforto da ignorância. Pois entre a luz que revela e a sombra que aprisiona, o dever de ensinar é o único caminho para a liberdade plena.
De se salientar que: Enquanto ignorar pode ser necessidade, ensinar é obrigação — já aprender, é libertação...
A intenção é salientar que a educação não é apenas direito: é a ponte entre o refúgio ilusório da ignorância e a verdadeira emancipação. Pois o saber é sol que ilumina enquanto o dever de ensinar - é uma chama que não pode se apagar.

Provérbios e Sabedoria









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Curitiba, PR

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