SubverSom - Musicoterapia Social e Comunitária

SubverSom - Musicoterapia Social e Comunitária Musicoterapia em grupo com foco nas mulheres e juventudes.

Um encontro onde o cuidado se faz presente. Estarei lá. Vamos? 🥰❤️Obrigado pelo convite, , me sinto honrado! 🫶🏽🌿
12/08/2025

Um encontro onde o cuidado se faz presente. Estarei lá. Vamos? 🥰❤️

Obrigado pelo convite, , me sinto honrado! 🫶🏽🌿

Relembrando essa intervenção na E.E. Fernão Dias Paes Leme em 23/06/2023. O projeto chamado “Gira-Som” foi realizado em ...
03/08/2025

Relembrando essa intervenção na E.E. Fernão Dias Paes Leme em 23/06/2023. O projeto chamado “Gira-Som” foi realizado em parceria com o Instituto Gira-Sol (). Foi a primeira vez que realizei algo dentro da escola pública, um desejo cultivado desde que iniciei meu projeto social. Obrigado, , pela parceria e por acreditar tanto quanto eu no poder transformador da arte!

Semana delícia no CAPS! Festa julina, CineCAPS, CapaciCAPS 🥰🫶🏽
26/07/2025

Semana delícia no CAPS! Festa julina, CineCAPS, CapaciCAPS 🥰🫶🏽

Olhar sangrado por Miquéias NascimentoQuanto mais vejo, mais me sinto livre, e mais dói. Às vezes tento ser um pouco mío...
24/02/2025

Olhar sangrado
por Miquéias Nascimento

Quanto mais vejo, mais me sinto livre, e mais dói.

Às vezes tento ser um pouco míope de realidade, mas não tem volta!

Sinto meu tempo de vida encurtando.

O preço da visão de quem enxerga mas não vê é a própria destruição. Mas e o preço da visão de quem vê? Irei me aniquilar testemunhando aquilo que amo sendo desmembrado diante dos meus olhos?

Abandonei o olhar europeu, empreteci minha visão e agora não dá para fazer vista grossa quando a grosseria das estruturas de dominação engrossam minha fúria.

A fina poeira da colonização que insiste arranhar minha córnea não me impede de enxergar com nitidez. Minhas vistas doem e estão cada vez mais expostas.

Estou cego de raiva.

Fecho os olhos para descansar a visão, mas minhas pálpebras não dão mais conta de proteger minhas vistas. Não há nada que apague ou me faça desver o que já foi registrado no fundo meu cérebro.

Meus olhos tem fome de sonho, mas é o banquete da opressão que está sendo servido. Me recuso sentar à mesa. São minhas ancestrais que alimentam minha visão de futuro com suas palavras-colírio.

Pupila, íris e retina condenadas a cruzar com a desumanização da existência. Ver é a minha ruína, mas nos escombros da mediocridade ver é o meu poder.

Talvez eu enlouqueça de tanto ver, mas prefiro a loucura de ver por mim do que o triste astigmatismo social de quem não quer ou não consegue enxergar.

Escrevo para reivindicar minha visão, para tornar-me visível, para sobreviver.

Se ver é o que me faz livre e o que me dói, então irei voar com sangue nos olhos…com os olhos sangrando.

“Como trabalhar a saúde mental para uma cultura de paz e não violência”. Esse foi o tema do Café com Axé em julho de 202...
27/01/2025

“Como trabalhar a saúde mental para uma cultura de paz e não violência”. Esse foi o tema do Café com Axé em julho de 2024. A partir da perspectiva social e comunitária da musicoterapia levantei a discussão sobre o sofrimento ético-político: sofrimento causado pelas injustiças sociais.

Não há como ou não se deve falar de saúde mental sem falar das estruturas de opressão que nos adoecem, como o machismo, a misoginia, a homofobia, o racismo, a desigualdade social, o capacitismo. Terapia e medicamento não são e nunca serão suficientes quando se trata de exploração do trabalho, sobrecarga materna, fome, habitação precária, falta de salário digno, falta de saneamento básico, violência de gênero etc.

Precisamos desconstruir os discursos e as práticas psiquiátricas que tornam problemas sociais em problemas médicos, indo na contramão da lógica manicomial que medicaliza, segrega e estigmatiza pessoas. O cuidado em saúde mental deve ser realizado em liberdade, em articulação com o território e com atenção aos marcadores sociais de classe, raça, gênero, orientação sexual etc.

Saúde mental também se faz com acesso a cultura, lazer, educação, segurança, saneamento básico, trabalho digno.

Ontem convidei jovens para criar uma polifonia. Algo que aos ouvidos ingênuos seria apenas caos sonoro. E de fato, era. ...
30/10/2023

Ontem convidei jovens para criar uma polifonia. Algo que aos ouvidos ingênuos seria apenas caos sonoro. E de fato, era. Mas não só. Aos ouvidos atentos e sem preconceitos (ou quase sem) aquela atmosfera caótica possuía sentido. Existia nela energia criativa e criadora. Nesse encontro polifônico, muitas vozes em linhas individuais compuseram o todo e previram a harmonia do grupo. Um momento para se lembrar quando o caos se instaurar em nossa vida ou em algumas áreas dela e nos vermos perdidos.

Festa das crianças do CAPSij Cotia. Foi linda!🥰
28/10/2023

Festa das crianças do CAPSij Cotia. Foi linda!🥰

Foi uma festa linda!😍
28/10/2023

Foi uma festa linda!😍

🫱🏼‍🫲🏿 Rede de apoio para homens, mulheres, pais, mães, para você que se percebe um cuidador de crianças e adolescentes e...
27/10/2023

🫱🏼‍🫲🏿 Rede de apoio para homens, mulheres, pais, mães, para você que se percebe um cuidador de crianças e adolescentes e vez ou outra sente-se cansado e perdido em sua jornada. Grupo mediado pelas experiências musicais e olhar psicoterapêutico. Um espaço de escuta, acolhimento, cuidado e troca de experiências.

✨ Detalhes:
Data: 04/11/2023 (sábado)
Horário: 14h às 16h
Local: Rua José A de Novaes, 71 - Vila Monte Serrat/Cotia (próx. ao terminal)
Valor: R$30,00

📌 Inscrição por direct ou WhatsApp: (11)95869-4520 (Miquéias)
⚠️A vaga será reservada somente mediante pagamento.
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Miquéias Nascimento (APEMESP 3-230427): Bacharel em canto, musicoterapeuta e pós-graduando em Projetos Sociais e Políticas Públicas. Atuou na promoção do cuidado, protagonismo e fortalecimento de vínculos de jovens e adultos com múltiplas deficiências em equipamentos do SUAS (Sistema Único de Assistência Social). Possui experiência no atendimento musicoterapêutico de crianças com autismo e grupos de mães e pais atípicos. Atualmente, trabalha como musicoterapeuta na saúde mental do SUS (Sistema Único de Saúde), realizando atendimento terapêutico no CAPS infanto-juvenil de Cotia. É idealizador dos projetos de musicoterapia SubverSom e Tô Eu Aqui (TEA).

Pollyana de Jesus (CRP 06-140191): Psicóloga, pós-graduada em saúde pública com ênfase na saúde da família, ampla experiência e conhecimento em políticas públicas de atenção, cuidado e bem-estar familiar da comunidade e dos sujeitos em singularidade. Passou por experiências na formação de grupos com jovens entre 6 e 14 anos em situação de vulnerabilidade no Centro de Crianças e Adolescentes, atuou no lar de crianças e adultos com deficiência mental, física e intelectual. Dentre simpósios, congressos e seminários abordando aspectos de orientação e prevenção ao alcoolismo e outras dr**as. Angústias inerentes ao processo da gestação, pós-parto, puerpério e os processos de adaptação familiar com o recém-nascido. Por fim, intervenções psicológicas em contextos de emergência.

2º encontro do grupo de apoio CANSEI, não sou de ferro!!! Pura delicadeza 🎶❤️
22/10/2023

2º encontro do grupo de apoio CANSEI, não sou de ferro!!! Pura delicadeza 🎶❤️

Feliz dia das crianças 🤣❤️
12/10/2023

Feliz dia das crianças 🤣❤️

Endereço

Cotia, SP

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