11/06/2020
HISTÓRICO DA ESCOLA
De acordo com livro de tombo da Arquidiocese de Formosa, a paróquia de Cavalcante vendo a necessidade de alfabetizar os filhos de seus paroquianos criou o Grupo Escolar na década de 60, dando início à educação cavalcantense e aos primeiros passos do Colégio Estadual Elias Jorge Cheim, não tendo uma data precisa.
A Escola Elias Jorge Cheim, foi criada em 10 de janeiro de 1978, pela lei de criação de nº.8.408, nesta época funcionava o ensino infantil e o ensino fundamental de 1ª à 8ª série, era diretora a professora Joana Furtuosa Maia, tinha aproximadamente 248 alunos e 10 professores, funcionava nos períodos matutino e vespertino.
A Unidade Escolar tem energia proveniente da (ENEL) Empresa de Distribuição de Energia Elétrica do Estado de Goiás, além da rede de água encanada e distribuída pela (SANEAGO), Sistema de Saneamento Básico de Goiás. A mesma precisa de novas instalações elétricas e hidráulicas, uma vez que estes são oriundos da época em que a Unidade Escolar foi construída. A referida Unidade Escolar precisa de ampliação, pois o número de alunos só tem aumentado devido o município não oferecer o ensino fundamental de 6º ao 9º ano.
No ano de 1991 com o fim da Campanha Nacional de Escolas da Comunidade (CNEC), em Cavalcante o ensino médio que funcionava nesta instituição passou para a Escola Estadual Elias Jorge Cheim, era diretora a professora Marilândia Silva, que lutou para autorização do curso de ensino médio “Técnico em Contabilidade”, com a autorização do curso saiu também à mudança do nome da escola, que passou a se chamar Colégio Estadual Elias Jorge Cheim de acordo com a autorização de funcionamento Resolução nº. 122 de 21 de julho de 1991 e de reconhecimento Portaria nº. 4.478/91 de 21 de julho de 199l, já funcionando em três turnos sendo matutino vespertino e noturno, com cerca de 460 alunos e 13 professores, funcionava nesta época a educação infantil, o ensino fundamental e o ensino médio.
No ano de 1992 saiu à primeira ampliação, quatro salas de pré-moldado, aumentado a capacidade de atendimento da instituição.
Nos anos de 1993 a 1995, o Colégio já na direção do professor Ary Ferreira da Silva de acordo com o ato de legalização do estabelecimento Resolução nº. 645/95 e Parecer nº. 1005/95, sede para o Município parte do terreno para construção do ginásio municipal, este ato marcou o colégio no ano de 1994.
Nos anos de 1996 a 1999, de acordo com Parecer nº. 1049/97 e portaria de reconhecimento nº. 2197/97 de 21 de julho de 1997, já na direção do professor Hugo José Vidal, o colégio tem sua primeira grande reforma a construção do muro em torno de toda área do colégio, a mudança do sistema de iluminação e a instalação da sirene.
Nos anos de 1999 a 2003, já na direção a professora Maura Lúcia da Costa, saiu à segunda ampliação do colégio com mais um pavilhão com cinco salas, sendo uma para laboratório de informática.
No ano de 2002 no mês de maio, um fato marcou o Colégio Estadual, foi realizada a primeira eleição direta para diretor, um ato de democracia que deu início a novos rumos da educação no Elias Jorge Cheim.
Nos anos de 2003 a 2005, já na direção da professora eleita Maria Alice Ferreira da Silva, criam-se as extensões do Povoado São Domingos, Povoado Vão do Moleque, Povoado Vermelho, Povoado São José e Povoado Engenho II. Sendo dois deles na área Kalunga (descendentes remanescentes de escravos), lugares muito carentes e de difícil acesso, chegando só com carro traçado.
Nos anos de 2005 e 2007, já na direção da professora Georzélia Gomes Gonçalves, o colégio passou por mais uma grande reforma e ampliação do quadro de funcionários e do número de alunos.
De 2007 a 2009 ficou sobre a direção do professor Rômulo da Silva Machado.
De 2009 a 2014, sobre a direção da professora Ivani da Silva Malta Araújo, o Colégio possuía mais de 1300 alunos distribuídos na zona rural e urbana.
Em 2014, com aproximadamente 910 alunos, distribuídos nos turnos matutino, vespertino e noturno, ainda sobre a direção da professora Ivani da Silva Malta Araújo, foram desvinculadas as Extensões Rurais.
De 2015 a 2018, sobre a direção da professora Edilene Bento Cavalcanti, o Colégio possuía cerca de 800 alunos.
A instituição constitui um perfil que se edifica a partir da análise dos diferentes tipos de pessoas, visando à identificação e caracterização da heterogeneidade com vistas à classificação em grupos mais homogêneos, com a intenção de a partir desses grupos, conhecer ainda que não completamente, as especificidades, as diferenças e semelhanças dos indivíduos.
Nesta perspectiva, nosso trabalho não tem a pretensão de com este perfil, traçar uma radiografia completa da nossa educação, mas de elencar aspectos importantes, com vistas a contribuir para o conhecimento da realidade.