07/08/2026
O Itaú apagou de propósito duas letras do próprio nome, virou “I a” nas fachadas, e em vez de virar confusão, virou campanha nacional. Isso é um luxo que quase nenhuma marca no Brasil pode se dar.
A jogada foi um teaser da IA.I, a nova inteligência artificial do banco. Repara que “Itaú” já carrega o “I” e o “a” de IA dentro dele. Então bastou tirar o “t” e o “ú”, deixar “I a” no ar, e todo mundo reconheceu na hora, porque a cor laranja, o quadrado azul e a tipografia gritam “Itaú” mesmo sem o nome inteiro.
Mas aqui está o que quase ninguém percebe. O feito não foi apagar as letras. Foi poder fazer isso sem risco nenhum. Uma marca forte de verdade é dona tão absoluta da própria identidade que consegue brincar com ela, mutilar, esconder, distorcer, e continua inconfundível.
Agora pensa numa marca fraca fazendo o mesmo. Apagar metade do nome não viraria campanha, viraria dúvida. E, pior, deixaria uma brecha aberta: aquele “I a” solto no mercado poderia ser ocupado por qualquer concorrente esperto. Marca frágil não pode se dar ao luxo de brincar. Ela precisa se agarrar a cada letra pra não desaparecer.
É essa a diferença que se constrói e se protege. Uma identidade sólida, consistente e registrada te dá liberdade: a de ser reconhecido mesmo pela metade, e a de ninguém conseguir se passar por você enquanto você provoca. Marca não é só o nome. É o conjunto que continua sendo seu mesmo quando você tira o nome da frente.
👉 Clica no link da bio e construa com a Eixo uma marca forte o bastante pra ser dona da própria identidade.
Conte com a melhor empresa de SC para registros de marcas e patentes.