31/12/2025
Hoje foi dia de fazer uma breve reflexão sobre o ano e sobre a vida de um modo geral.
Confesso e peço perdão a Deus pelos meus defeitos, e sei que preciso tentar melhorá-los. Porém, observei neste ano que, infelizmente, estamos vivendo uma vida completamente invertida. Ou seja, coisas que deveriam ser normais estão sendo tratadas como virtudes ou raridades.
Por exemplo, respeitar e honrar os pais virou mérito, assim como tomar bença aos pais, avós e tios, se tornou algo raro, tratar as pessoas com educação gera elogios, dizer “eu te amo” aos filhos e aos pais é visto como algo extraordinário, ser grato a quem te ajudou faz você ser considerado diferente, “fora da curva”.
Ser amigo, hoje, é dizer ao outro o que ele precisa ouvir, e não apenas o que ele quer ouvir. Pois quem ama, cuida, protege e também corrige. Ajudar as pessoas, ter empatia, se colocar no lugar do outro e tentar ajudar o próximo é visto como algo sobrenatural e midiático, quando, na verdade, isso deveria ser o normal, foi isso que Jesus nos ensinou.
Confesso que tenho medo da geração que estou vivendo e tenho ainda mais medo da que está por vir, pois esses valores estão fora de moda para a minha geração, imagine para a próxima.
Como falei, posso ser criticado pelos meus erros, mas tenho minha consciência tranquila de que pratico tudo isso, pois fui criado dessa maneira, com o básico, honrar pai e mãe, ser grato às pessoas, ajudá-las e estar ao lado dos amigos nos momentos bons e ruins, dando força e falando o que é necessário.
Depois desse desabafo, quero agradecer primeiramente a Deus pelo ano que está terminando. Agradecer a toda a minha família, em especial à minha esposa, pelo carinho, compreensão, paciência e amor que teve comigo neste ano.
Quero agradecer também a todos que ajudam a Quatro Ventos, na pessoa da minha irmã Maria, que junto de toda a nossa equipe deu um verdadeiro show, do Festival do Vinho em Campos até a Maratona da FM o Dia na Sapucaí.
(Continua nos comentários).