22/08/2026
O idadismo também se combate dando voz a quem o vive.
Em entrevista ao jornal Público, a atriz Isabél Zuaa fala sobre a experiência de ser mulher, negra, sobre a idade e sobre a necessidade de continuar a lutar para ser ouvida, respeitada e reconhecida.
À pergunta «O que mais a preocupa hoje?», responde:
«Dentro do que é ser uma mulher no mundo, o etarismo [idadismo]. Sermos mulheres numa certa idade, seres tão complexos, e ainda estamos a lutar para sermos ouvidas, não termos de ter uma atitude masculina para sermos respeitadas e aceites.»
As palavras de Isabél Zuaa lembram-nos que o idadismo cruza-se com outras formas de discriminação, neste caso com racismo e sexismo, e pode limitar a liberdade, a visibilidade e o reconhecimento das mulheres à medida que envelhecem.
Na Associação Stop Idadismo, defendemos uma sociedade onde a idade não determine o valor, a voz, as oportunidades ou o lugar de ninguém.
Todas as idades contam.
Todas as vozes importam.
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