GRESM. Engenho do Rei

GRESM. Engenho do Rei A Engenho do Rei é uma Escola de Samba de Maquete fundada no ano de 1993 em São Paulo e que e que está atualmente no bairro de Santana em Camaragibe - PE

"Nas madrugadas me pintei e nas manhãs eu fui feliz. Com minha Engenho do Rei, Santana é força e raiz."

25/01/2026

27) VOLTA AO AMAZONAS

Para fevereiro de 1996, Lucas pensa em apresentar a mesma temática que culminou com o primeiro título da Engenho do Rei e com “Nas Matas da Amazônia” a verde e rosa foi pra avenida São João.
Começando com os mistérios da mata, trazendo a história da Amazônia e seus desbravadores no segundo setor, por fim a Zona Franca de Manaus, faz um grandioso desfile.
Mas os erros no fim do mesmo, com o relógio sendo estourado pelo desfile, resultou em uma fraca evolução que colocou a escola em sétimo lugar. Este tema ia ser relembrado em 1997, mas não com o mesmo brilho.

27° FESTIVAL – “NAS MATAS DA AMAZÔNIA”

Hoje tem festa na mata,
Hoje tem dança tribal.
A Engenho em verde e rosa
Na Amazônia faz seu festival.

Misteriosa
Floresta altaneira
Onde Curupira e Caipora
Protegem a vida brejeira.
Bicho folharal, Mapinguari
Boiuna, Boto e Anhangá
Mãe da Mata e Jurupari
Enfeitiçados com a Iara a cantar.

Icamiabas e Tucanos a dançar
Aimorés, Carajás
Saterés, Manauaras a reinar.

Chegam bravos espanhois,
E na serpente mãe do mundo,
piratas buscam riquezas.
Fome, miséria, ambição
Tanta destruição
Garimpando a natureza.
Chico sua voz vibrará
Para sempre em nossos corações
Zona Franca de Manaus
Produtos de primeira, exportação
Hoje, Engenho do Rei
Relembra sua primeira emoção.

25/01/2026

Com LIESA - Liga Independente das Escolas de Samba do RJ – Acabei de receber o status de superfã!

Desde os primórdios dos tempos, o homem se enfeita, pinta seu corpo e se transveste em inúmeras fantasias representando ...
18/01/2026

Desde os primórdios dos tempos, o homem se enfeita, pinta seu corpo e se transveste em inúmeras fantasias representando os mais variados personagens. E no carnaval, esta transformação passa de todos os limites.

     As fantasias de carnaval têm uma rica e fascinante história que reflete as transformações culturais e sociais ao longo dos séculos. Originando-se em festivais pagãos da antiguidade, como a festa da Saturnália e a festa para o Deus Baco. Também usadas para celebrar a chegada da primavera e o renascimento da natureza. Com o tempo, essas tradições foram incorporadas ao calendário cristão, culminando nas festividades que conhecemos hoje, com algumas tradições incorporadas ao carnaval e outras ao natal.

       Durante a Idade Média, o carnaval ganhou novos contornos, especialmente na Europa, onde as máscaras e trajes extravagantes permitiam que as pessoas se disfarçassem e, temporariamente, escapassem das normas sociais. Os bailes de máscara eram eventos de destaque, onde a ostentação e a criatividade nas vestimentas refletiam o status social e a riqueza de quem as usava. O Bal Masqué junto a Commedia dell’Arte fundamentam a base de nosso carnaval.

       A Commedia dell'Arte é um gênero teatral que surgiu na Itália no século XVI e se destacou por suas características únicas. Baseada em personagens arquetípicos e improvisação, essa forma de teatro se desenvolveu em um contexto de festivais populares e espetáculos ao ar livre. Os personagens mais emblemáticos da Commedia dell'Arte incluem, Arlequim: O astuto e ágil servo, conhecido por sua roupa colorida em retalhos e sua esperteza. Pantaleão: O avarento comerciante, sempre preocupado com seus negócios e fortunas. Colombina: A esperta e sedutora criada, muitas vezes envolvida em triângulos amorosos. Pierrot: o sonhador é um triste personagem que sofre pelo amor da Colombina. Os enredos geralmente giram em torno de situações cômicas, como mal-entendidos, romances e intrigas familiares. A improvisação é um elemento central, permitindo que os atores interajam com o público e adaptem suas performances ao contexto. A Comédia dell'Arte influenciou o desenvolvimento do teatro moderno e continua a ser uma fonte

Desde os primórdios dos tempos, o homem se enfeita, pinta seu corpo e se transveste em inúmeras fantasias representando ...
18/01/2026

Desde os primórdios dos tempos, o homem se enfeita, pinta seu corpo e se transveste em inúmeras fantasias representando os mais variados personagens. E no carnaval, esta transformação passa de todos os limites.
As fantasias de carnaval têm uma rica e fascinante história que reflete as transformações culturais e sociais ao longo dos séculos. Originando-se em festivais pagãos da antiguidade, como a festa da Saturnália e a festa para o Deus Baco. Também usadas para celebrar a chegada da primavera e o renascimento da natureza. Com o tempo, essas tradições foram incorporadas ao calendário cristão, culminando nas festividades que conhecemos hoje, com algumas tradições incorporadas ao carnaval e outras ao natal.
Durante a Idade Média, o carnaval ganhou novos contornos, especialmente na Europa, onde as máscaras e trajes extravagantes permitiam que as pessoas se disfarçassem e, temporariamente, escapassem das normas sociais. Os bailes de máscara eram eventos de destaque, onde a ostentação e a criatividade nas vestimentas refletiam o status social e a riqueza de quem as usava. O Bal Masqué junto a Commedia dell’Arte fundamentam a base de nosso carnaval.
A Commedia dell'Arte é um gênero teatral que surgiu na Itália no século XVI e se destacou por suas características únicas. Baseada em personagens arquetípicos e improvisação, essa forma de teatro se desenvolveu em um contexto de festivais populares e espetáculos ao ar livre. Os personagens mais emblemáticos da Commedia dell'Arte incluem, Arlequim: O astuto e ágil servo, conhecido por sua roupa colorida em retalhos e sua esperteza. Pantaleão: O avarento comerciante, sempre preocupado com seus negócios e fortunas. Colombina: A esperta e sedutora criada, muitas vezes envolvida em triângulos amorosos. Pierrot: o sonhador é um triste personagem que sofre pelo amor da Colombina. Os enredos geralmente giram em torno de situações cômicas, como mal-entendidos, romances e intrigas familiares.

18/01/2026

26) ENGENHO DO REI, EM FESTA PRA SINHÔ

Passado o segundo grande festival anual, uma nova era começou.
Saiam de cena, os bonecos de papel e entravam os pequenos xaxás.
O regulamento mudou e agora as escolas seguem o tamanho do apresentando no segundo festival anual. São 3 alegorias com um 1 tripé ou não e 10 alas, muito semelhante ao que acontece atualmente, neste ano de 2025.
E com o enredo “Sinhô, Rei de Bambas”, a verde e rosa de Santana, traz José Barbosa da Silva, e seus grandes sambas “Gosto que me Enrosco”, “O Roceiro” (a grande polêmica pois seria a origem da música “Pelo telefone”), “Quem são eles?”, “A Favela vai abaixo”, “Os olhos da Cabocla”, entre outros segmentos que apresentaram sua vida e obra.
Desfile que mostra um Lucas e uma Engenho cientes com as mudanças e brigando na parte de cima da tabela.
Com um sexto lugar, estreou no ano de 1996, com esperanças de um triunfo próximo.

26° FESTIVAL – “SINHÔ, O REI DE BAMBAS”

Oxum, Oyá
Nanã Buruquê,
Eparrey Iansã,
Salve Oxumarê!

José Barbosa da Silva,
Grande mente, Engenho a relembrar…
Flauta, piano, violão alegremente
Sua vida foi mostrar
Talento e inspiração,
Sua paixão pelo samba.
Gosto que me enrosco nesta festa,
A verde e rosa, exaltando o rei de bamba.

Na roda da capoeira,
A Praça XI, vai entrar na brincadeira.
Tia Ciata a semente plantou,
Salve Sinhô, Salve Sinhô!

Alô, alô, responde!
Quem são eles e vem de onde?

Francisco Alves e o Mestre Pixinguinha
Donga, Heitor dos Prazeres
Plágio ou não?
De Mário Reis, foi professor a lecionar.
Na Ilha do Governador sua canção
Silenciou a barca no fim do dia,
Na Guanabara, em plena e bela baía.
Na São João, agora encanto e alegria
É de Santana está dolente bateria.

E vem cantar de verde e rosa, amor!
Engenho do Rei, hoje em festa pra Sinhô.

09/02/2025

25) O SEGUNDO FESTIVAL DOS FESTIVAIS

No primeiro festival dos festivais, a Engenho do Rei, trouxe o enredo do 4° festival, apresentado em dezembro de 1993, o que rendeu o primeiro título da escola e era natural defendê-lo novamente e um honroso 4° lugar. Para o segundo, Lucas tinha dois enredos para escolher, o do 18° e o 19°. E Lucas escolheu o do 19° “Orfeu da Conceição”.
Foram tantos erros cometidos que pensávamos, durante o desfile, que a Engenho não ia terminar o desfile e depois de tantas quedas de brincantes, algumas fantasias se soltando, pedaços de alegoria caindo, mal coladas, correu para terminar em tempo.
Um dos piores momentos da Verde e Rosa, que lutou mais uma vez pra não cair.
Terminada a apuração, ficou em 13° lugar no Grupo Especial. Cairia junto com a União de São Joaquim.
Mas devido a paralisação e preparação de três meses para a mudança de bonecos de papel para os de plástico, em janeiro de 1996, ficou decidido que seriam 18 escolas no Especial. E assim o primeiro rebaixamento histórico da Engenho foi adiado. Ele viria, mas em poucos anos.

25° FESTIVAL – “ORFEU DA CONCEIÇÃO”

O amor não tem tempo, nem era
O amor até a morte desfaz
Verde e Rosa minha paixão na terra,
É Engenho que amo demais.

Sambista sonhava nas ruas do morro,
Na favela tudo era carnaval
Orfeu da Conceição se apaixona
Por Eurídice, encanto sem igual.
Mira guiada pelo desamor
Não suportou a desilusão
Vingança toma conta de Aristeu
Ferido pelo fim de uma paixão.

Manhã tão bonita manhã
No chão, sangue tinge a folia
Eurídice com seu estandarte
Morre sob aplausos de alegria.

Na redenção de sua alma perdida
Com a benção de Apolo pai,
Plutão o recebe em seu clube
Do Inferno, os Maiorais.

Mas seu destino estava traçado
No Morro na mão de uma mulher.
Dizem que hoje está abraçado
Com Eurídice em amor e fé.

Fotos do barracão novo. Localizado na sede virtual em Santana - Camaragibe - PE.Detalhe para nossas taças ( 3 campeonato...
09/02/2025

Fotos do barracão novo. Localizado na sede virtual em Santana - Camaragibe - PE.

Detalhe para nossas taças ( 3 campeonatos anuais, 7 mensais e 1 título da nova liga Cajacas.)








-PE

09/11/2024

24) REVOLUÇÃO FARROUPILHA

Usando novamente a enciclopédia, Lucas Granja, decidiu falar sobre Bento Gonçalves, o líder da revolução Farroupilha e primeiro presidente da República Rio-grandense.
Mostrando o nascimento na cidade de Triunfo, a Primeira Batalha Cisplatina, o amor de Caetana, nas terras de Cerro Largo. Esta parte, inclusive, foi representado no Abre Alas. Seguem as batatas, o tripé com Garibaldi, as traições, a revolta em si e o legado.
Um desfile, que tinha tudo pra dar certo.
Os erros cometidos por Lucas em julho, foram menores mas ainda muito distante para o valor dele e da Engenho do Rei. A Verde e Rosa, ficou em 8° lugar.

24° FESTIVAL – “O SONHO DE BENTO GONÇALVES”

Meu sonho é ver Engenho campeã
A verde e rosa, colorindo a manhã.

Em Triunfo, no Rio Grande do Sul
Bento Gonçalves nasceu.
Depois da Campanha Cisplatina
Em Cerro Largo, Caetana conheceu.
Sarandi, Ituizangó,
Passo do Rosário
Coronel de Estado Maior.
Acusado e preso por traição.
Surge a revolução.

É Farroupilhas, o furor no peito arde
Garibaldi aqui chegou
Bento Gonçalves e o sonho de liberdade.

Intrigas e o duelo com Onofre
Em Poncho Verde, eis o Conde de Caxias.
Dom Pedro II, a província visitou
Viu Bento em medalhas e honrarias.

Se foi em Pedras Brancas
Ao lado do seu amor e em paz.
Mais tarde a República acorda
E o sonho em real se faz.

09/11/2024

23) AO SOM DE UM PANDEIRO

Falar do Amapá, foi rico e educativo, a pesquisa foi muito bem feita e o samba, modéstia a parte, foi bem composto. E para o mês de julho, Lucas escolheu como enredo Jackson do Pandeiro.
Através de um disco na casa de seu tio, fez a sinopse e me passou para compor. O disco se chamava “O melhor de Jackson do Pandeiro” , uma coletânea (a nona) lançada em 1981. Ele morreria um ano depois.
E assim falando dos sucessos das faixas presentes no LP a Engenho foi pra avenida.
O desfile não agradou seu Zezé e sua filha, o que fez a Rosa de Santana, amargar o 12° lugar, brigando ponto a ponto com Princesa dos Imigrantes e Aurora Boreal, contra a queda para o grupo A. Por um triz se safa, já que as duas citadas foram as rebaixadas para o mês de agosto.

23° FESTIVAL – “A VOZ DE JACKSON DO PANDEIRO”

Vem Santana, meu amor
Tem baião, xaxado e soul.
Um Pandeiro faz história
E a Engenho guarda na memória.

Alegria minha gente,
Que a Engenho chegou.
Coração bateu mais forte,
Verde e rosa é meu amor.
Se tem Sapo no Caminho
Andar quero aprender

A,e,i,o,u
Sebastiana e a Ema
Vem conhecer!

Mulher malvada faz nois chorar
Sou invocado mas sei amar.
No Forro do Biá, tem Ziringuindum
Capoeira mata um.

Alô Palmeiras dos Índios
Roubei a moça,
Um Mundo novo é.
Secretária do Diabo,
Vou de Tutano e a Tuba da Muié.
Jackson do Pandeiro
São 13 anos de saudade.
A minha verde e rosa
Com sua obra, hoje é só felicidade.

Nossa primeira logo em setembro de 1993
26/10/2024

Nossa primeira logo em setembro de 1993







Endereço

Rua Mangueira, Santana
Camaragibe, PE
55000000

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