22/04/2014
[MUSEU DA UMBANDA - BOCA DO MATO]
A proposta do "Museu da Umbanda" é funcionar como um espaço cultural de preservação da memória da religião brasileira, com acervo de exposição permanente, biblioteca e espaço para conferências, palestras e outros.
A concepção do Museu da Umbanda (originalmente nomeado como "Centro Estadual de Referência à Identidade Cultural e Histórica da Umbanda em Cachoeiras de Macacu" ou CERICHUCAM) surgiu como proposta da 1ª Conferência Sócio-Ambiental do Conselho Comunitário Regional do Complexo Petroquímico do Rio de Janeiro, ocorrida em 2008. Na ocasião, recebeu o respaldo de mais de 500 entidades da sociedade civil organizada de 15 municípios que aprovaram a proposição de Cachoeiras em sediar este empreendimento cultural. Recentemente, em 2013, a proposta foi aprovada pelos delegados da 3ª Conferência Estadual de Cultura do Rio de Janeiro, a maior instância de mobilização político-cultural fluminense, agregando novos parceiros à proposta. A presidência da Comissão de Cultura da Assembleia Legislativa do Rio, o movimento da Caminhada Pela Liberdade Religiosa e diversas instituições estão cientes do projeto e muitos já sinalizaram com seu apoio à causa.
Cachoeiras de Macacu sedia atualmente a instituição religiosa conhecida como "Tenda Espírita Nossa Senhora da Piedade" (TENSP), que em 1908, quando funcionava em Neves (São Gonçalo), foi o lugar onde historicamente surgira a Umbanda por meio do médium Zélio Fernandino de Moraes.
A ideia do Museu da Umbanda é funcionar como um espaço cultural de visitação aberta onde ocorrerão atividades que possam contribuir com o enriquecimento cultural e o combate ao preconceito acerca da Umbanda, uma religião brasileira difundida no mundo inteiro, além de sediar um acervo de exposição permanente, biblioteca e espaço para conferências, palestras e outros.