GRESM Imperador da Ponte

GRESM Imperador da Ponte A Imperador da Ponte é uma escola de samba de maquete da GRESA. Sua sede virtual é na Ponte dos Carvalhos - Cabo -PE G.R.E.S.M. FORÇA: Yemanjá: Odoya.

IMPERADOR DA PONTE
GRÊMIO GRANDE RECIFENSE ESCOLA DE SAMBA DE MAQUETE IMPERADOR DA PONTE

FUNDAÇÃO: 30 de agosto de 1993
CORES: Azul e Branca
SÍMBOLO: Águia
SEDE: Ponte Pequena, São Paulo – SP / Rua da Mangueira, Ponte dos Carvalhos – Cabo de Santo Agostinho– PE
PRESIDENTE E CARNAVALESCO: Noemi Lopes
COREÓGRAFO: Noemi Lopes
MESTRE DE BATERIA: VAGO – Bateria Soberana
RAINHA DE BATERIA - V

AGO
MESTRE-SALAS: VAGO - VAGO
PORTA-BANDEIRAS: VAGO - VAGO
MADRINHA: Portela
PRESIDENTE DE HONRA E FUNDADOR: Priscila Pontes
LEMA: A altaneira do Festival, Canta minha Águia e faz pulsar mais forte o meu coração. Teu coração já se entregou, pra que fingir? Senhora Mãe do Mundo, nos guiai para mais uma vitória.

Hoje é nosso dia! 33 anos da Imperador da Ponte no mundo do samba.
30/08/2026

Hoje é nosso dia! 33 anos da Imperador da Ponte no mundo do samba.





17/05/2026

25) O SEGUNDO FESTIVAL DOS FESTIVAIS

Não tinha sido um bom ano para a Imperador da Ponte, permanecendo no meio da tabela em raras ocasiões disputando o título então era óbvio que a reedição viria do 23° festival “Brasil de Cantos e Encantos”
Mas o brilho anterior, a precisão de mover o seu cortejo, não foram os mesmos que Priscila Pontes alcançou.
Assim, no final da apuração, a Imperador da Ponte, termina em sétimo lugar, despedindo-se dos bonecos de papel e esperando a nova era dos festivais que começou em janeiro de 1996.

25° FESTIVAL – “BRASIL DE CANTOS E ENCANTOS” - (REEDIÇÃO DO 23° FESTIVAL)

Nova Roma Tropical
Te vejo hoje, em meu festival.
É meu novo, Brasil brasileiro
O povo vencedor
De Darcy Ribeiro.

A Ponte chegou,
Poema de amor,
É Imperador, tão bela.
Cantos e Encantos do Brasil,
Trago a voz de Darcy em aquarela.
Do índio, o dono do chão,
Adaptação e subsistência,
O negro com a força do trabalho,
Culinária e cultura,
Voz da resistência
Matriz Lusitana,
Língua e religião,
E assim se deu a miscigenação!

Exploração, moinho,
Gastando gente, pelo caminho
Girou a roda do açúcar, café
O povo marginalizou
E hoje, ainda está de pé.

Mulato, mestiço, ninguém
O não-ser cativo, gerou também,
Belezas e riqueza culturais
Obras e festas monumentais.

Brasil crioulo, açucareiro
Nordeste é festa,
Na culinária e na dança.
Brasil caboclo,
hospitaleiro,
Nortista em lendas
Do índio, a herança.
Sertanejo do interior,
A pecuária e a fé,
O sincretismo firmou.
Sulino dos pampas e da imigração
A Europa que se fez em novo chão.
Brasil Caipira, minha terra natal,
De Pirapora ao meu belo carnaval.

17/05/2026

24) OUTRO LIVRO PARA LER

Seguindo o roteiro do mês anterior e levando a máxima “time que está ganhando não se mexe”, Priscila decidiu levar outro livro para virar enredo naquele mês de agosto de 1995.
E assim a obra “São Paulo de meus amores” , de Afonso Schmidt, um compilado de crônicas do cotidiano paulistanas virou o tema da Imperador da Ponte.
Histórias pitorescas de lendas urbanas, do cachorro Cunegundes, João Minhoca, o primeiro apagão que a cidade enfrentou, os antigos cafés, o pregão nas ruas, germe do camelô da Vinte Cinco de Março.
Um desfile com algumas falhas que deu a Imperador da Ponte, o sétimo lugar.

24° FESTIVAL – “SÃO PAULO DE MEUS AMORES”

São Paulo querida,
De tantas lembranças.
A Imperador,
Com graça e amor
Resgata essa herança.

São Paulo dos meus amores,
Que as suas dores, sejam história.
Afonso me contou
E a Ponte resgata a memória.
Diziam que abaixo da Catedral,
Corria um túnel monumental
Interligando o caminho da Fé,
Lenda urbana da Praça da Sé.

A vovó me contou
Do primeiro apagão
Preço do progresso e evolução.
Que a Praça da Luz,
Esteja sempre acesa
Guiando a um futuro de nobreza.

Cafés divinais,
Redações dos primeiros jornais,
Onde ele trabalhou.
João Minhoca, o teatro de bonecos
Ah, que saudade deixou.
O cão comunitário Cunegundes
Celebridade Paulistana a latir.
Pregões de rua,
Vendedores ambulantes,
Vinte Cinco de Março a surgir.

17/05/2026

23) ENREDO MONUMENTAL

Priscila ganhou de presente de seu pai um livro de Darcy Ribeiro, lançado no início daquele ano, chamado “O povo Brasileiro”.
Ela leu e se encantou e decidiu trazer aquele enredo para o nosso festival.
“Brasil de Cantos e Encantos”, trazia um resumo da obra de Darcy Ribeiro com a construção do país com as três matrizes, a indígena, a africana e a lusitana, desenvolvia a ideia do trabalho escravo e que perdura até os dias atuais com a ideia dos “Moinhos de Gastar Gente” e a ideia do “Não-ser” e por fim os cinco Brasis que se formaram da miscigenação, o Caboclo, Caipira, Crioulo, Sulista e Sertanejo com a ideia do futuro, sonho utópico de uma “Nova Roma”.
Enredo originalíssimo, o melhor de todos até aquele momento, rico e com um samba que também gabaritou.
Um desfile sem falhas e com fantasias e alegorias impecáveis que arrancou aplausos de Seu Zezé e sua filha.
Era o segundo título da história, da Imperador da Ponte e claro, voltaria no festival dos festivais.

23° FESTIVAL – “BRASIL DE CANTOS E ENCANTOS”

Nova Roma Tropical
Te vejo hoje, em meu festival.
É meu novo, Brasil brasileiro
O povo vencedor
De Darcy Ribeiro.

A Ponte chegou,
Poema de amor,
É Imperador, tão bela.
Cantos e Encantos do Brasil,
Trago a voz de Darcy em aquarela.
Do índio, o dono do chão,
Adaptação e subsistência,
O negro com a força do trabalho,
Culinária e cultura,
Voz da resistência
Matriz Lusitana,
Língua e religião,
E assim se deu a miscigenação!

Exploração, moinho,
Gastando gente, pelo caminho
Girou a roda do açúcar, café
O povo marginalizou
E hoje, ainda está de pé.

Mulato, mestiço, ninguém
O não-ser cativo, gerou também,
Belezas e riqueza culturais
Obras e festas monumentais.

Brasil crioulo, açucareiro
Nordeste é festa,
Na culinária e na dança.
Brasil caboclo,
hospitaleiro,
Nortista em lendas
Do índio, a herança.
Sertanejo do interior,
A pecuária e a fé,
O sincretismo firmou.
Sulino dos pampas e da imigração
A Europa que se fez em novo chão.
Brasil Caipira

17/05/2026

22) O SOM DA TROPICÁLIA

Priscila decidiu trazer o movimento tropicalista para aquele festival.
E assim com o enredo “Tropicalismo” a Imperador da Ponte apresentava os grandes artistas da música, pintura, teatro, cinema e literatura que trouxeram para a realidade um movimento marginal, transgressor e antropofagista da cultura. Foram lembrados, Hélio Oiticica, Glauber Rocha, Torquato Neto e claro Caetano, Gal e Gilberto Gil.
Mas o nervosismo fez com que Priscila errasse durante a evolução do cortejo e algumas fantasias genéricas e com mal acabamento deixaram a Azul e Branca de Ponte Pequena em 11°lugar. Erro que quase derrubou a Ponte, pela primeira vez, para o Grupo A. Erro que Priscila não cometeria no festival seguinte.

22° FESTIVAL – “TROPICALISMO”

Domingo no Parque,
É Ponte a Brincar
Tropicalista sou,
Pra que negar?

Sou tropicalista,
Alma de artista transgressor
Vou de azul e branco,
Com Imperador.
Abaixo a ditadura,
Devorando a cultura, lá vou eu,
Movimento musical
Cinema e teatro abrangeu.

Eu sou Caetano, Torquato Neto,
Mutante Incerto,
Sou Gal e Gil.
Sou Pão e Circo,
Psicodélico,
Voz debochada de um Zé Brasil.

Hélio Oiticica cunhou,
Glauber Rocha, representou
Chocou um país tradicional,
Mostrou o artista marginal.
Terra em transe,
Roda Viva,
Rei da Vela vem aplaudir
Grande Otelo, Macunaíma
Alegria, Alegria,
Vem curtir!

17/05/2026

21) SE BANHANDO DE AXÉ

Ao pesquisar sobre uma planta específica para fazer um enredo, a Arruda, Priscila descobriu como ela era utilizada, junto com outras ervas na limpeza espiritual do corpo.
Aprofundando mais seu estudo, observou que poderia fazer um enredo sobre estas ervas e a força de axé que elas possuíam. Assim, no 21° festival, a Imperador da Ponte traz “Sete ervas pra curar”.
Além da arruda, aparecem o alecrim, alfavaca, manjericão, louro, espada de São Jorge e a guiné; espalhadas pelos segmentos da escola.
Mas não fez um desfile à altura do festival anterior e com erros cometidos e pontos perdidos, terminou a apuração em 8° lugar.

21° FESTIVAL – “SETE ERVAS PRA CURAR”

É banho de axé Imperador
Quero proteção e muito amor!
De azul e branco vou na fé
Quebrando demandas com a guiné.

Um banho de arruda contra aqueles
que querem me ver chorar
Sai pra lá olho grande, sai pra lá!
A tua inveja nunca vai me derrubar.
Sai pra lá olho gordo, sai pra lá.
Meu santo é forte
E ninguém quer enfrentar.

Alfavaca, elo divino e espiritual.
Boas vibrações com o sagrado
Quebra as correntes do mal.
Harmonia pro dia a dia,
Manjericão

Banho de alecrim,
traga sobre mim,
Energia e purificação.

Minha espada de São Jorge vai cortar.
E afastar toda maldade.
O aroma do Louro a me entregar
Riqueza e prosperidade.

17/05/2026

Nosso quarto desfile, em Dezembro de 1993.





17/05/2026

Nosso terceiro desfile, em Novembro de 1993.





18/01/2026

20) VIAGEM PELOS MARES

Usando sua cor para as fantasias e alegorias, a Imperador da Ponte traz o enredo “Viagem pelos sete mares”.
Desde a terra de Atlântida, as grandes navegações, os Carajás que de acordo com a lenda vieram das águas, a passagem de Moisés no Mar Vermelho, o sal do Mar Morto e a Influência do Mar Mediterrâneo no mundo. O Mar Egeu e sua religiosidade e os Oceanos que eram confundidos com Mares.
A cada ala, um mar era representado, de acordo com a visão do mundo grego e cada alegoria traz um Oceano. Excelente desfile com acabamentos e ideias fabulosas de Priscila que leva a Imperador da Ponte, ao Vice-Campeonato

20° FESTIVAL – “VIAGEM PELOS SETE MARES”

Como é lindo meu Brasil, te amo!
Cultura bem maior que um Oceano.
Imperador da Ponte é
Navegador com muito samba no pé.

Atlântida ressurgiu,
E seus mistérios desfiz
Carajás, povo da água,
Chegaram ao meu país.
Navegadores enfrentando Deus Netuno,
Se lançar ao mar,
Cruzam o Atlântico e em Porto Seguro
Vão desembarcar.

Pela fé do Mar Egeu,
O Vermelho se abriu.
Moisés em busca de Canaã,
Do Egito partiu.

Especiarias, sim tem pimenta de cheiro
Riquezas da Índia,
Num Oceano bravio.
Águas turbulentas do Pacífico
O navegador não viu.
Mar de sal, grande mistério,
Mediterrâneo e a Influência ocidental.
E agora Imperador
Transforma a São João
Num grande mar de carnaval.

Endereço

Rua Da Mangueira/Ponte Dos Carvalhos
Cabo De Santo Agostinho, PE
55000000

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