Epidemic Metal Fest

Epidemic Metal Fest Página oficial do Epidemic Metal Fest, evento realizado na cidade de Breves (PA) desde 2014.

22/08/2025

O Epidemic agradece a todos os fãs, bandas e patrocinadores! Vocês foram a gasolina e o fogo que moveram este evento, e continuam movendo. Um GRITO de obrigado aos que sempre estiveram conosco e um GRITO ainda mais alto aos que chegaram agora. O metal prevalece porque temos VOCÊS! 😎🤘🏻

Página oficial do Epidemic Metal Fest, evento realizado na cidade de Breves (PA) desde 2014.

INGRESSOS DISPONÍVEIS NO UNDERGROUND PUB, ATRÁS DA PRAÇA CÉU. CAMISETAS EM BREVE...
31/07/2025

INGRESSOS DISPONÍVEIS NO UNDERGROUND PUB, ATRÁS DA PRAÇA CÉU. CAMISETAS EM BREVE...

Saudações epidêmicas, galera!!Viemos informar que dia 16 de novembro (sábado) na boate Karibe acontecerá mais um grande ...
17/10/2024

Saudações epidêmicas, galera!!

Viemos informar que dia 16 de novembro (sábado) na boate Karibe acontecerá mais um grande evento underground na cidade de Breves (PA). É a segunda edição do Metal Rock Fest, que promete sacudir a cidade com as apresentações das bandas Damaged Soul (Heavy Metal), Audio Reverse (Classic Rock), Juninho Punk e Rattus Kollericus (Punk Rock, logicamente) e, diretamente de Belém, a banda Methademic com seu Progressive Metal de altíssimo nível. Participe e prestigie mais esse encontro sonoro.

"Tropas de Fogo", vídeo oficial da Destroy XIII gravado no Epidemic Metal Fest IV.
02/10/2024

"Tropas de Fogo", vídeo oficial da Destroy XIII gravado no Epidemic Metal Fest IV.

Video Clipe da banda Destroy XIII natural de Breves, Ilha do Marajó no estado do Pará, gravado no Epidemic Metal Fest IV- Gravação e Edição: Jaca Melohttps:/...

DIA DO BATERISTA 🔥🥁No dia 20 de setembro é celebrado o Dia do Baterista. Músicos de muito talento, coordenação motora e ...
20/09/2024

DIA DO BATERISTA 🔥🥁

No dia 20 de setembro é celebrado o Dia do Baterista. Músicos de muito talento, coordenação motora e nível de concentração invejável. Eles são os responsáveis por trazer ritmo, sensibilidade e melodia para uma música. São as colunas invisíveis de qualquer banda, proporcionando a base rítmica que permite que as melodias e harmonias floresçam.

Logo, é o dia de honrar esses mestres do ritmo e do tempo para reconhecer a importância deles para qualquer música.

E aqui homenageamos os bateristas que tocaram no EPIDEMIC METAL FEST IV, no último dia 07.

Feliz dia, bateras!!

Saudações epidêmicas e desculpem a demora. Ainda estávamos sob o impacto do que foi o EPIDEMIC METAL FEST IV, desfrutand...
14/09/2024

Saudações epidêmicas e desculpem a demora.

Ainda estávamos sob o impacto do que foi o EPIDEMIC METAL FEST IV, desfrutando de um merecido descanso e já planejando a próxima epidemia.

E é com imensa satisfação que nós da Underground Force concluímos a 4a edição do evento e aqui estamos pra agradecer e dizer o quanto estamos extasiados com os resultados mais que positivos alcançados. A oportunidade de poder realizá-lo de novo após 08 anos foi um desafio, uma missão, uma obrigação e até uma diversão séria (em alguns momentos) devido a tantos anos após o último realizado. Planejar e pôr em prática um espetáculo musical baseado no Heavy Metal aqui no arquipélago marajoara é sempre desafiador devido a logística envolvida, o preço das passagens, a duração das viagens e outros fatores que precisam sempre ser superados. Porém, proporcionar a vinda para cá de bandas que admiramos e essas bandas, junto com as locais, agradarem ao público presente e esse mesmo público sair dos shows com um sorriso de satisfação em seus rostos é a certeza de que tudo foi válido. Missão cumprida!!
O processo de escolha das bandas desse ano levou um tempo para ser finalizado devido a indisponibilidade das que queríamos nas primeiras sugestões, especialmente as de fora de Breves. Mas acreditamos que as que vieram foram irrepreensíveis em seus shows e performances. E que shows, meus amigos e amigas. Que shows!!

Começando pelos garotos da Damaged Soul, banda aqui da nossa cidade que faz um "metalzão" de gente grande, muito bem composto, com técnica e feeling de se admirar. Suas apresentações e execução de suas músicas são sempre dignas das melhores bandas do estilo. Mandaram os sons que fazem parte do seu EP lançado no fim do ano passado e ainda tocaram outros novos que virão em trabalhos próximos. O futuro do Rock/Metal brevense está garantido com eles. Showzaço, meninos!!

Em seguida, diretamente de Ananindeua, a banda que talvez tenha gerado mais expectativa no público graças ao seu som diferente e familiar ao mesmo tempo: Oldserpenth. O Stoner/Doom Metal feito por esses músicos tendo uma vocalista comandando o microfone e esbanjando simpatia agradou em cheio quem estava curioso para vê-los. E que som massa eles fazem. Riffs "sabbaticos", pesados e soturnos juntos de uma voz mais suave, bateria e baixo em evidência e uma atmosfera que nos leva a ambientes lúgubres da década de 70 quando bandas como Black Sabbath eram "os donos" desse estilo de som. Uma verdadeira viagem!!

Na sequência, o que se viu na apresentação da experiente Destroy XIII foi algo elevado à décima potência do que estamos acostumados a ver nos shows desses marajoaras. Eles já subiram no palco com o público na mão e despejaram seu Death/Thrash/Groove Metal que todos adoramos diretamente em nossos ouvidos e sem qualquer pena dos nossos pescoços. Desde a primeira à última música foi roda de mosh, bate-cabeça, correria, empurra-empurra, corda de baixo quebrando, baixo sendo substituído, pulos, quedas, gritos, urros e tudo mais que um verdadeiro show underground deve ter. Mataram a pau e fizeram jus ao seu nome mais uma vez.

Já ouviu falar em ANTIMÚSICA? Não? Sim? Nunca? "Ih, p***a!! Como é que é? Isso existe?" Existe sim e já explico. A palavra se refere a um conceito que representa a negação ou oposição à música tradicional. É um termo utilizado para descrever estilos musicais experimentais, vanguardistas ou que desafiam as convenções musicais estabelecidas. E esse termo é o mais apropriado para descrever as duas bandas que tomaram de assalto o palco e a sanidade dos presentes (ou dos que ainda a tinham a essa altura do festival).

Você tem pesadelos? Já sentiu uma agonia crescente ouvindo um som rápido, tosco e insultoso, sem qualquer resquício de melodia, como uma trilha sonora bizarra e que dá vontade de levar tudo às últimas consequências, para o bem ou para o mal? Pois é, assim é o show do Mauagouro, um duo barulhento onde bateria, baixo distorcido e gritos aflitivos dão o tom de sua antimúsica, que raramente passa de 1 minuto, mas levam uma eternidade ecoando na sua cabeça. A dupla (uma formação inédita no evento) deu seu recado e deixou sua mensagem de caos sonoro em pouco mais de 20 minutos. Mas o "pior" ainda estava por vir.

Seguindo a linha contínua da desgraça sonora, a Abissal veio mostrar como política, consciência crítica/social e música pesada da boa se misturam sim senhor. Esse power trio vindo dos abismos mais infernais carregou sua metralhadora giratória e nos atingiu com tudo que é mensagem antissistema e não deixou ninguém parado. No meio de tanta violência sônica ainda rolou o cover de "Troops Of Doom", clássico da maior banda de Metal do Brasil, que ficou bruta e mais insana ainda. Violento, feroz, brutal, provocador, cru, ofensivo e tantos outros adjetivos podem ser usados para o que foi essa celebração do caos.

Encerrando essa noite tão esperada, exigindo a última gota de suor e energia do público que ficou para vê-los, tivemos o quarteto thrasher mais blasfemador da cena paraense: Briga de Bar. Pela segunda vez no Epidemic, fizeram de sua apresentação novamente um evento em si, com toda sua força sonora, performance avassaladora, postura raivosa e agressiva, músicas rápidas, enérgicas, provocadoras e experiência ímpar adquirida em tantos anos pelos submundos do Metal. Com mais de 10 anos de existência e com sangue nos olhos a cada apresentação, o que se viu foi uma banda absurda em sua entrega no palco, cativando os que ainda se atreviam a encará-los. Usando de mais um trocadilho, a vontade de encerrar a noite brigando foi enorme rsrs. Ainda bem que ela passou ao final da última nota executada pela banda, que certamente vai deixar sua marca em quem esteve na beirada do palco.

E depois de toda essa descrição do que foram verdadeiras celebrações do underground, só nos resta agradecer ao apoio de todos que colaboraram para que fosse possível realizarmos esse encontro metálico que é o EPIDEMIC METAL FEST:

Primeiramente, ao Rose Praia e a empresa de navegação Santa Rosa. Quem conhece, sabe que o apoio desse cara é incondicional e fundamental em qualquer celebração metálica que se possa querer realizar em Breves. Ele possibilitou e garantiu, por meio de seus contatos, que as bandas viessem pro evento, além de garantir outras questões de fundamental importância para que pudéssemos pensar em fazer essa 4a edição e dar o ponta pé inicial na divulgação. Valeu, Rose!!

Ao prefeito Xarão Leão e à Linda Silva, que nos atenderam sem cerimônia e cuja ajuda foi de valor imensurável para a realização do Epidemic, entendendo a importância de todo movimento artístico e cultural em nossa cidade. Aos dois, nosso muito obrigado.

Ao público que lotou a boate Karibe como há muito tempo não se via em um show de Heavy Metal ou Rock And Roll nesse local. Vocês atenderam ao nosso chamado e fizeram o seu papel de extrema importância nesse encontro: agitaram, gritaram, pularam, apoiaram, prestigiaram, se divertiram e nos encheram de vontade de realizar mais um espetáculo desses no ano que vem. Vocês são incríveis!!

Ao amigo Cássio Leão da loja Super Pet, um dos primeiros a fechar com o Epidemic.

Ao Sidney Alves da Estância Bruta, que há um tempo apoia o Rock And Roll em Breves.

Ao Izanias Ferreira da loja Ietech, que também está sempre está no apoio de algum evento Rock And Roll por aqui.

Ao Júnior Lopes da loja CLJ Multimarcas, que foi um dos locais de venda de ingressos. Além disso, Júnior também conseguiu a divulgação de nossa propaganda para centenas de pessoas no telão mais alto e mais famoso da cidade. Valeuzão, Júnior.

Ao Jean Bart, amigo e apoiador das bandas e eventos locais, que sabe que nossa cultura é viva e jamais deve ser esquecida, cuja loja Geek Cell também foi um dos locais de venda de ingressos. Muito obrigado, amigo. Sua ajuda, amizade e cordialidade foi, é e será sempre de suma importância pra cena underground brevense.

Ao amigo Alenilson Costa da loja HC Informática, também grande apoiador da cena, das bandas e do que mais se refere ao Metal e ao Rock And Roll na cidade.

Ao Dalton da Parafarma, colaborador de longa data das bandas e da cena local. Que sua vida seja abençoada e próspera como todo o suporte que você tem disponibilizado para todos nós que fazemos o Rock e o Metal acontecerem em Breves.

Às academias Superação e Biofitness, nas pessoas do Ewerton e do Antônio Neto, em sua primeira vez endossando um espetáculo metálico e já fortalecendo os laços para o próximo. Muita saúde pra vocês e todos nós!!

Ao amigo Erick Silva (o Ratão) da loja 1 A 1 Acessórios, figura proeminente da nossa cena, que sabe da importância de eventos assim para todos nós e nos ajudou da melhor maneira possível. Valeu, Ratão!!

Ao técnico de som Adriano Cavalieri (Boca), proprietário da A2 Instrumentos Musicais, um dos responsáveis por garantir com que as bandas façam o melhor sem problemas no áudio, parceiro há um tempo, fã das bandas autorais e apoiador do nosso movimento.

Ao professor José Maria Câmara, proprietário do sistema de som usado no Epidemic que, em parceria com o Adriano Cavalieri, estão sempre nos corres das rockadas aqui realizadas.

Ao Rodney da loja Luxúria, pela primeira vez nos ajudando e já selando essa ajuda para o Epidemic Metal Fest V.

Ao nosso amigo cabeleireiro Puka Leão, rocker das antigas, frequentador assíduo do movimento e nosso parceiro incondicional desde sempre para qualquer evento que seja. Gratos por tudo, amigo.

À Ciane Sanches da CS Xerox pelo suporte mais do que bem-vindo. Muito obrigado, querida. Somos todos gratos por isso.

Ao Bar Mil Grau da cidade de Gurupá, por confiar no nosso trabalho e nos ajudar a fortalecer nosso movimento e cultura Heavy Metal, mesmo sendo de outra cidade. Um brinde a todos nós.

Ao Cristyan Souza da CS Climatização, amigo, idealizador e organizador do Epidemic desde o embrião em 2014, hoje microempreendedor e apoiador.

À loja Maycon Adesivos do nosso amigo Maycon, parceiro desde a primeira edição do Epidemic e de outros tantos fests realizados em Breves. Abraço, parceiro e valeu por tudo sempre!!

Ao dentista Marcos Vinicius Franco e sua contribuição de grande valor para o Epidemic.

Ao Marcelo da loja Tribo, pela força e confiança em nossa causa metálica.

Ao nosso amigo Marcelo Caubi, guitarrista da Attack Kamikaze que nos cedeu seus amplificadores de guitarra, baixo e outros materiais de palco. Obrigado de coração por esse suporte, amigo.

Ao André Bocão da loja Distro Rock de Belém, que enviou alguns itens para serem sorteados nessa noite.

Ao grande Victor Peixe, um mestre dos clicks nesse tipo de evento e que fez os registros dessa edição. Apreciem o trabalho dele.

Ao Alex Gilvanne da loja Heavy Rock Store, batalhador e apoiador da cena Rock/Metal brevense, que doou as camisetas que foram sorteadas e depois distribuídas no "pisão" durante os últimos shows.

Ao Igor Félix da cerveja artesanal Brewes Beer, mentor, organizador e principal cabeça do Epidemic pela iniciativa em retornar com o festival esse ano, atitude essa que logo foi seguida por todos nós.

Ao Armando Carmo da Funerária Terra Santa que, pela segunda vez, nos ajudou com o transporte das bandas em Breves. Muito solícito, carismático e de uma disponibilidade invejável, ele já havia auxiliado a organização no 3º Epidemic e desta vez não foi diferente. Muito obrigado, Armando.

À toda a equipe de apoio direto e indireto e a todos que apareceram na hora para dar uma mão nos corres desse dia tão especial. Valeu mesmo, galera.

Por último e não menos importante, esta edição foi dedicada ao nosso amigo, idealizador e organizador Allan Tadeu, que nos deixou tragicamente em 2021, aos 27 anos. Sua importância para o evento sempre foi enorme e não teríamos realizado esta 4ª edição se não fosse pelo trabalho dele 10 anos atrás. F**a aqui a nossa homenagem a esta pessoa sem igual que faz muita falta para todos nós. Obrigado por tudo, Allan. Obrigado por tudo, amigo.

A 5ª epidemia já está sendo planejada e logo será desencadeada. Nos vemos nela.

📷 Victor Peixe

Chegou o grande dia. Nos vemos na frente do palco.
07/09/2024

Chegou o grande dia. Nos vemos na frente do palco.

Não perca os horários de nenhum show pra não se arrepender depois 😜🤘🔥
06/09/2024

Não perca os horários de nenhum show pra não se arrepender depois 😜🤘🔥

Amanhã a gente se vê. Estão preparados? 🔥😈
06/09/2024

Amanhã a gente se vê. Estão preparados? 🔥😈

Epidemic Metal Fest III 🔥Finalizando as postagens sobre as edições passadas do Epidemic, chegamos finalmente na 3a ediçã...
05/09/2024

Epidemic Metal Fest III 🔥

Finalizando as postagens sobre as edições passadas do Epidemic, chegamos finalmente na 3a edição do evento, cuja celebração ocorreu novamente na boate Big Burg, no dia 17 de setembro de 2016, com 5 bandas do mais alto calibre e poder de fogo.

Pela segunda vez tocando no Epidemic, a brevense Destroy se tornou a banda mais presente em eventos metálicos em Breves e região do Marajó, seja abrindo shows de outras bandas (neste caso aqui) ou sendo atração principal em alguns deles. Dessa época pra cá a banda se renovou e se fortaleceu e hoje comemora 11 anos de atividades ininterruptas em prol do Metal marajoara.

Representando um dos subestilos mais celebrados na cena paraense, tivemos duas bandas de Thrash Metal: a insana Briga de Bar e a novata Attomic Force. Ambas com shows pra lá de eletrizantes e energizando o público com suas performances típicas do Thrash: músicas rápidas, blasfêmia, rodas de mosh e torcicolos certeiros em quem se atreveu a agitar junto com eles. Posteriormente, a Attomic Force se tornou Torment Grave e um excelente representante do Thrash em Belém e região. E o Briga de Bar é hoje um dos grandes nomes do estilo no cenário paraense e está de volta ao Epidemic em 2024, com toda a experiência e fúria blasfema acumulada em mais de 10 anos de atividade.

Responsável por expressar todo o peso, ódio e podridão do Metal da Morte aliado ao Thrash, eis que uma das melhores promessas do Death/Thrash Metal veio mostrar serviço em solo brevense: Necrosys Rotten. Uma banda jovem, cujos integrantes estavam com a faca nos dentes em termos de sonoridade, energia e performance, que deixou seu nome marcado na galeria de bandas do evento.

Pra fechar esta 3a edição, a atração principal da noite, a maior entidade Black Metal da capital paraense: Eternal Darkness. A missa negra que tomou de assalto o palco da Big Burg foi sem precedentes num evento em Breves. Quem esteve presente com certeza sentiu a força maligna, o impacto visual e sonoro e a entrega com que esta horda executa seus hinos satânicos. Não há como ficar inerte em um show desses e sair sem alguma impressão, seja ela negativa ou positiva. Com certeza Satã se fez presente nessa noite.

E pra celebrar 10 anos de Epidemic Metal Fest, a sua 4ª edição acontece neste sábado, dia 07 de setembro na boate Karibe, com 6 bandas, 6 shows imperdíveis e 6 motivos pra vocês saírem de casa, comprarem seus ingressos e agitarem com excelentes nomes do nosso Metal paraense.

Compareça. Prestigie, Apoie. Se divirta.
AGUARDAMOS POR VOCÊS!! 🫵

☢️ Epidemic Metal Fest IV com:
Briga de Bar (Thrash Metal)
Oldserpenth (Stoner/Doom Metal)
Abissal (Grindcore)
MauAgouro (Power Violence)
Destroy XIII (Death/Thrash Metal)
Damaged Soul (Heavy Metal)

⚡Realização: Underground Force
📌 Breves, Marajó, Pará
🗓️ Sábado, 07 de setembro de 2024
📍Boate Karibe (Rua José Rodrigues da Fonseca, Centro, em frente ao cemitério Santa Rita)
🎫 Ingressos R$20,00
🕗 Início às 20:00h.

Endereço

Breves, PA
68800-000

Notificações

Seja o primeiro recebendo as novidades e nos deixe lhe enviar um e-mail quando Epidemic Metal Fest posta notícias e promoções. Seu endereço de e-mail não será usado com qualquer outro objetivo, e pode cancelar a inscrição em qualquer momento.

Compartilhar