Caravana Canto das Letras/Terça Crônica

Caravana Canto das Letras/Terça Crônica Caravana Canto das Letras e Terça Crônica são projetos cênicos-literários do Grupo Máscaras e Verdades (atual Instituto Cidade Céu)

Itinerância cênico-literária pelas cidades:

Ilhéus (12 a 17 de agosto de 2013)
Canavieiras (19 a 24 de agosto de 2013)
Sobral (16 a 21 de setembro de 2013)
Itapipoca (23 a 28 de setembro de 2013)

Com Jones de Abreu, Alex Souza e Rose Costa. Atividades:

Livro Galopante (distribuição gratuitas de livros)

Oficinas de Leitura dramática, escrita criativa e contação de história

Criação e organ

ização de sarau

Cortejo poético-musical pelas ruas da cidade

Apresentação do espetáculo Canto das Letras

Informações: www.caravanacantosdasletras.blogspot.com.br

www.facebook.com/tercacronica

Twitter:

Realização e produção: Grupo Máscaras e Verdades


Patrocínio: Bolsa Funarte de Circulação Literária 2012

Apoio: Gráfica Ludigraf

📌 Inscrições abertas para o Festival do Teatro Brasileiro. Cena Distrito Federal - etapa Rio de Janeiro.🎈Em sua vigésima...
24/01/2023

📌 Inscrições abertas para o Festival do Teatro Brasileiro. Cena Distrito Federal - etapa Rio de Janeiro.

🎈Em sua vigésima segunda edição, o FTB - Festival do Teatro Brasileiro selecionará espetáculos de teatro, circo e dança do DF para programação no Rio de Janeiro - RJ.

☑️ O Festival do Teatro Brasileiro, apresentado pelo FAC – Fundo de Apoio à Cultura, Secretaria de Cultura e Governo de Brasília, promove mais uma vez o intercâmbio cultural entre as unidades da federação. O FTB levará para o Rio de Janeiro, em data a ser definida, um recorte das Artes Cênicas produzidas no Distrito Federal.

📌 As inscrições estão abertas de 09 de janeiro a 10 de fevereiro de 2023. Serão selecionados no mínimo, 10 (dez) espetáculos de teatro, circo e dança, nas categorias Adulto e Infantil, que contemplem as várias vertentes das artes cênicas produzidas no Distrito Federal.

🔊 Cada proponente, devidamente registrado no DF, poderá inscrever um ou mais espetáculos, nas categorias: Espetáculos em Repertório, ou Espetáculos em Processo de Criação. As propostas deverão ser enviadas exclusivamente pelo formulário de inscrição nos links abaixo (disponíveis na BIO tbm):

XXII edição do Festival do Teatro Brasileiro, Cena Distrito Federal - etapa Rio de Janeiro.

Inscrições de Espetáculos em Repertório:
https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLScinVMoBgi6FBjoEAKOl3HEJh7Bl_ML8kINI5oaYZLTF7I30w/viewform

Inscrições de Espetáculos em Processo de Criação:
https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSdjgWHFZ9K6HVAUbVotzevA-cu4FF829dtJH4OhGSbo6j1eWA/viewform

Para mais informações acesse:

SITE http://site.festivaldoteatrobrasileiro.com.br/

04/11/2022

🙋🏼‍♂️ A Secretaria de Cultura e Economia Criativa do Distrito Federal e o Instituto Cidade Céu de Arte, Educação e Cultura celebram a chegada do II Prêmio Candanguinho de Poesia Infantojuvenil.

💃🏃🏻‍♂️ Entre 18.10 e 11.11 (às 23h59), o concurso vai selecionar 30 obras inéditas, de autoria de crianças e jovens de 6 a 17 anos.

🎈Os 30 poemas selecionados serão publicados em um livro impresso, em braile e audiolivro.

🔊 Os três primeiros colocados de cada categoria receberão, respectivamente, um smartphone, um tablet e um leitor de e-book, além de 10 exemplares da obra impressa.

🌻 Os demais selecionados ganham certificado de participação e dois exemplares da coletânea.

💌 Podem participar crianças e jovens residentes no Distrito Federal ou na Região Integrada de Desenvolvimento do DF e Entorno (RIDE) nas categorias Infantil (6 a 12 anos), Juvenil (13 a 17 anos) e Pessoas com Deficiência (6 a 17 anos).

🍊 Cada candidato pode inscrever até dois poemas, inéditos e originais, sendo selecionado apenas o que obtiver maior pontuação.

👁️ As inscrições são feitas pelo site premiocandanguinhodepoesia.com

📌 Acesse o link na bio do para mais informações.

Crônicas de uma Brasília que vi crescerNo livro “Eterna Primavera”, o autor e arquiteto Eustáquio Ferreira retrata uma c...
19/09/2022

Crônicas de uma Brasília que vi crescer

No livro “Eterna Primavera”, o autor e arquiteto Eustáquio Ferreira retrata uma capital sob o olhar de quem a viu se desenvolver
Livro será lançado no dia 22 de setembro, às 19h30, na Livraria Travessa (Casa Park Shopping), com distribuição gratuita
Com patrocínio do Fundo de Apoio à Cultura, uma parte da tiragem será doada para bibliotecas, escolas e centros culturais do DF

Até hoje, o arquiteto, urbanista, professor e servidor público aposentado Eustáquio Ferreira Santos não esquece do dia em que chegou à futura capital do país. Era o ano de 1958, e o garoto de 14 anos viu se abrir diante dos seus olhos os canteiros de obras. No caminhão comprado pelo pai, ele e a família vinham de Anápolis (GO) ajudar a construir o sonho do Brasil central. “Vi os esqueletos dos prédios da Esplanada e tinha curiosidade para saber como eram feitos, de quais materiais. Tudo aquilo era, o meu dom”.

Os olhos curiosos do garoto mineiro nascido em São Gotardo acabam de ganhar precioso registro no livro “Eterna Primavera”, que reúne 186 crônicas debruçadas sobre essa “capital a fazer” que se tornou Patrimônio Imaterial da Humanidade.

O lançamento ocorre no dia 22 de setembro, às 19h, com roda de conversa e noite de autógrafos, na Livraria Travessa (Casa Park), onde os livros serão distribuídos gratuitamente. Com tiragem de 1500 exemplares, a obra tem distribuição gratuita graças ao recurso do Fundo de Apoio à Cultura do Distrito Federal (FAC).

“Quando eu passo por um espaço, eu esquadrinho cada centímetro. Olho as árvores, vejo a quantidade de passarinhos, percebo a relação da natureza com o homem. É um movimento orgânico. Então, a crônica é um exercício de observação cotidiana da cidade, o desenvolvimento e manutenção como capital, a infraestrutura de serviços sobre ação da administração pública e a interação da população”, aponta Eustáquio Ferreira, que, há uma década, escreve assiduamente no blog “Ambiência Brasília”.

FLORES E ARQUITETURA
Eustáquio conta que a inspiração para o título “Eterna Primavera” remete ao encanto que as florações das árvores despertam nos moradores da capital. “Juntamente com o fascínio que a arquitetura de Brasília exerce sobre a população do Distrito Federal”, conta o autor, que, por 20 anos, atuou na área de planejamento do governo do Distrito Federal, exercendo diversas funções, como Administrador do Núcleo Bandeirante e Diretor da Sociedade de Habitação de Interesse Social - SHIS.

Com linguagem ágil, conhecimento urbano e consciência social, Eustáquio Ferreira traça um histórico e crítico retrato de Brasília. Em “Escolas eram obras de notórios arquitetos”, mostra que, até o golpe militar de 1964, as edificações educacionais eram assinadas por nomes como José Souza Reis (Colégio Elefante Branco) e Oscar Niemeyer (Escola Classe SQS 308). “Nos governos recentes, tivemos até escolas de lata, construídas em espécies de containers, onde o calor era insuportável”, pontua.

A preocupação ambiental, a saúde pública e a cultura também dialogam com o olhar do cronista. Em “Silêncio, música e carnaval”, ele discute a tensa relação entre moradores das quadras do Plano Piloto e os bares da vizinhança a partir da Lei do Silêncio e suas consequências. “Vale lembrar dos muitos músicos originários de Brasília, com reconhecimento nacional, que começaram suas carreiras tocando nas garagens de suas casas, o que seria impossível na vigência dessa lei”.

Professor universitário e arquiteto, Lenine Monteiro destaca que a leitura de “Eterna Primavera” faz com que o leitor possa se debruçar sobre as contradições da cidade e delas extrair o que teve de melhor e mais significativo: “A consolidação de formas de convivência entre brasileiros dos mais diferentes quadrantes que para aqui vieram e criaram uma maneira diferente e crítica de enxergar nossa terra, capaz de ressaltar virtudes e apontar lacunas em nosso processo de desenvolvimento”.

Uma parte da tiragem de “Eterna Primavera” será destinada a bibliotecas, escolas públicas e universidades de arquitetura.

MENINO VALENTE
Em 1965, Eustáquio Ferreira ostentou o orgulho de ser um dos calouros de Arquitetura da Universidade de Brasília (UnB). Saiu formado, em 1971, com a experiência de ter sido professor de matemática na Escola Agrícola, em Planaltina, e diagramador do jornal Correio Braziliense.

“Quando eu cheguei à Universidade de Brasília, tinha acabado de construir uma casa na quadra 704 Sul. Era mestre de obras na empresa de meu pai, onde trabalhava desde os 14 anos. Entrei na UnB já sitiada pelo golpe militar e foi ali que eu me tornei um estudante politizado. Tornei-me amigo de Honestino, que esteve presente em meu casamento”, conta Eustáquio Ferreira, que chegou a ser preso pela ditadura militar por três dias durante um protesto estudantil envolvendo o então embaixador dos Estados Unidos.

“Eu vim dessa visão mais interiorana, da lida do trabalho e conheci esses jovens que chegavam de São Paulo e de outros estados com uma outra postura politizada sobre o golpe militar e a censura. Testemunhei as invasões, vi muitos desaparecerem, como o meu amigo Honestino, cujo corpo nunca foi encontrado. Ajudei muita gente a fugir da repressão. Cheguei a guiar pessoas para sair pelo Paraguai”, orgulha-se Eustáquio Ferreira, que, aos 77 anos, discute diariamente, com amigos, sobre o urbanismo e o bem-estar de Brasília e do Brasil em grupos de WhatsApp.

ETERNA PRIMAVERA
Lançamento: 22 de setembro de 2022, às 19h30, na Livraria Travessa (Casa Park). Livro com 186 crônicas de Eustáquio Ferreira. Projeto gráfico, capa, diagramação e ilustrações de Jana Ferreira. Organização de Eloísa Pilati. 330 páginas. Distribuição gratuita. Patrocínio: Fundo de Apoio à Cultura (FAC).

Endereço

Cruzeiro Novo
Brasília, DF

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