Cia. do Blefe

Cia. do Blefe Cia. voltada para a criação e reflexão do fazer teatral. Mantém relação promíscua com o cinema. Mas seu domínio é quebrar os ovos e fazer uma omelete.

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19/03/2023

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20/03/2021

F**a a nossa admiração por essa mulher tão amorosa, atriz talentosa, amiga protetora. Sílvia Teodoro está desde a fundação da Cia. do Blefe, construiu cada projeto, cada espetáculo conosco. Sempre muito persistente, aguerrida, um sorriso no rosto, nos trazia sempre esperança e alegria. Nossa gratidão por tantos momentos felizes.
Voa, Silvinha! 🤍

Aqui, trecho do solo Sinfonia do Adeus, último trabalho de Sílvia com a Companhia.

Saudade do palco, né minha filha?
21/05/2020

Saudade do palco, né minha filha?

Há 2 anos estreava ESCORIAL no Sesc Birigui.
29/04/2020

Há 2 anos estreava ESCORIAL no Sesc Birigui.

BRASEIROTexto: Marcos BarbosaDireção, cenografia, iluminação, figurinos e maquiagem: Mauro JúniorElenco: Eduardo Amaral,...
20/04/2020

BRASEIRO

Texto: Marcos Barbosa
Direção, cenografia, iluminação, figurinos e maquiagem: Mauro Júnior
Elenco: Eduardo Amaral, Sílvia Teodoro, Devanira Moura e Igor Palmieri

Primeiro espetáculo da Trilogia do Poder

Fotos: João T.K.

Em 2020 a Cia. do Blefe comemora 5 anos de atividades. Estamos postando e reverenciando bastante a nossa primeira montag...
13/04/2020

Em 2020 a Cia. do Blefe comemora 5 anos de atividades. Estamos postando e reverenciando bastante a nossa primeira montagem, BRASEIRO. Sobre saudades e orgulho da trajetória!

Fotos: Everton Campanhã

Prendam a respiração! 🔥Vamos abrir mais uma vez o nosso palco virtual para apresentar a primeira montagem da Cia. do Ble...
10/04/2020

Prendam a respiração! 🔥

Vamos abrir mais uma vez o nosso palco virtual para apresentar a primeira montagem da Cia. do Blefe, o espetáculo BRASEIRO, na íntegra.

A montagem investiga a sobrevivência, o jogo dos pequenos poderes, a miséria do caráter humano. A história se passa no início do século 20, em 1910, ambientado em uma casa em ruínas no interior do nordeste brasileiro. O confronto do homem com as condições adversas em que o instinto de sobrevivência prevalece em uma disputa de poder entre pai, mãe, filho e avó. Texto de Marcos Barbosa. Direção, cenografia, iluminação, figurinos e maquiagem de Mauro Júnior. Com Eduardo Amaral (Pai), Sílvia Teodoro (Vó), Devanira Moura (Mãe) e Igor Palmieri (Filho).

Fiquem em casa, se cuidem. E viva o teatro, suas belezas, indagações e reflexões, mesmo que seja nessa tela.

BRASEIRO, 2015, estreiaTexto: Marcos BarbosaDireção, cenografia, iluminação, figurinos e maquiagem: Mauro JúniorElenco: ...
09/04/2020

BRASEIRO, 2015, estreia

Texto: Marcos Barbosa
Direção, cenografia, iluminação, figurinos e maquiagem: Mauro Júnior
Elenco: Eduardo Amaral, Sílvia Teodoro, Devanira Moura e Patrick Leal

Primeiro espetáculo da Trilogia do Poder

Fotos: Everton Campanhã

BRASEIRO, 2015, bastidoresTexto: Marcos BarbosaDireção, cenografia, iluminação, figurinos e maquiagem: Mauro JúniorElenc...
08/04/2020

BRASEIRO, 2015, bastidores

Texto: Marcos Barbosa
Direção, cenografia, iluminação, figurinos e maquiagem: Mauro Júnior
Elenco: Eduardo Amaral, Sílvia Teodoro, Devanira Moura e Patrick Leal

Primeiro espetáculo da Trilogia do Poder

Fotos: Everton Campanhã

Um presente desses, bicho! 🔥🃏
27/03/2020

Um presente desses, bicho! 🔥🃏

De Zé Celso até Nelson Rodrigues, passando pelo teatro infantil. Acesse o link e saiba como assistir teatro em casa. Feliz Dia Mundial do Teatro!

Hoje é o Dia Mundial do Teatro ❤🎉Para comemorar a data e em virtude da quarentena, a Cia. do Blefe abre o seu palco virt...
27/03/2020

Hoje é o Dia Mundial do Teatro ❤🎉

Para comemorar a data e em virtude da quarentena, a Cia. do Blefe abre o seu palco virtual para apresentar a montagem do espetáculo ESCORIAL, na íntegra.

Autoritarismo, insurreição, golpe de estado, violência, indiferença e traição. Trama política e conflitos presentes nas relações humanas, nos processos e jogos de manutenção do poder.
Com pesquisa voltada à metalinguagem, à teatralidade e ao grotesco, a história gira em torno da troca de papéis entre o Rei e o Bobo da Corte, enquanto a Rainha agoniza. O texto original é do dramaturgo belga Michel de Ghelderode, traduzido por Mário da Silva, e a direção de Mauro Júnior (que assina ainda a cenografia, iluminação, figurinos, maquiagem e trilha sonora pesquisada). Com Ed Barba (Rei), Igor Palmieri (Folial), Valtemir Jurca (Monge) e Devanira Moura (Rainha).

Fiquem em casa, se cuidem. E viva o teatro e suas belezas, indagações e reflexões!

Autoritarismo, insurreição, golpe de estado, violência, indiferença e traição. Trama política e conflitos presentes nas relações humanas nos processos e jogo...

Endereço

Rua Manoel Domingos Ventura, 121
Birigui, SP
16203-003

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Cia. do Blefe

A Cia. do Blefe foi idealizada e fundada pelo encenador Mauro Júnior em 2015 na cidade de Araçatuba/SP. Surge do intercâmbio entre artistas de diferentes bagagens e paragens, baseado em seu reconhecimento de percurso, diálogo e abertura para troca de experiências, profissionalismo e liberdade geográfica. Nasce no interior do Brasil, fonte inesgotável e inspiradora de pesquisa, material humano e artístico. BRASEIRO, espetáculo que foi ponto de partida dessa história, é a materialidade de um percurso reflexivo sobre o teatro. O intuito de criar a companhia e concomitantemente a montagem de um espetáculo só seria possível se conseguisse reunir operários do ofício da atuação, direção, iluminação, direção de arte e produção ou, pelo menos, curiosos na artesania do fazer teatral. Em abril de 2015, o processo de montagem da obra deu início a um Núcleo de Residência Artística, coordenado por seu diretor, Mauro Júnior, e promovido pelo Programa Oficinas Culturais do Estado de São Paulo, gerenciado pela POIESIS – Instituto de Apoio à Cultura, à Língua e à Literatura. Berço deste espetáculo, a residência artística da Cia. do Blefe, que trouxe mais de 20 participantes acompanhando seu processo de criação, é também o pontapé inicial de uma corrente de estudos no interior. O que o público viu (e ainda vê) então sobre o tablado foi uma jornada costurada fio a fio, com a contribuição de cada residente e dos artistas que integraram o trabalho – elenco, direção, produção e equipe. A construção dos espetáculos da Cia. do Blefe é norteada sempre pela contaminação de ideias, procedimentos e fazeres. Uma busca constante por autonomia artística e identidade, pautada na troca e no diálogo. BRASEIRO foi o primeiro espetáculo, depois veio FOLIA DOS REIS, proposição do Sesc Birigui à companhia, e utilizando-se da mesma abertura de diálogo com outros artistas através do convite para integrar a montagem e público através das aberturas de processo. ESCORIAL e ÍRIS, os dois novos projetos da companhia, tem a mesma vocação e articula novos diálogos e encontros entre artistas e público por meio de oficinas, aberturas de processo e vivências práticas. A hibridização, o estilhaçamento e a pesquisa de linguagens já estão no nome da Cia. desde sua origem, “teatro, cinema e omeletes” (omeletes é justamente uma brincadeira com a mistura e pluralidade das linguagens que originam a Cia.).