14/04/2026
Parte 1.
Ontem passou um filme em minha cabeça e fui aos prantos.
O , recebeu o convite da Vereadora , para ser reconhecido na Câmara dos Vereadores de Belo Horizonte, por sua importante influência no fomento da renda materna em nossa cidade.
E aqui entra a história da Pontinhos da Vovó, da Natália mãe solo e da Simone dona de casa.
Me lembro claramente, em 2019, eu e minha mãe assistindo jornal, e passa falando sobre a primeira Loja Colaborativa materna, no . Era um convite para um encontro de negócios femininos dentro da loja.
Naquela época, a Pontinhos já existia, vendiamos para amigos e na antiga Feira do Mineirinho, mas estava longe, de poder ser a renda que eu precisava.
Virei para minha mãe e disse: Vou nesse negócio. Ela de cara disse que eu era louca. Mas fui.
Chegando lá, mais de 50 mulheres, querendo espaço naquela loja. E Márcia explicando que a loja já estava cheia.
Fui a última a fazer meu pit de vendas e contar minha história. Retirei uma ovelha de amigurumi da bolsa e mostrei. Márcia tomou da minha mão e disse que aquela era dela e sussurrou em meu ouvido que para mim tinha lugar na loja. Ali, naquele momento, era Deus abrindo as portas e mudando meu destino.
Não tinha nem condições de entrar com um estande inteiro. Mais um anjo surgiu, Aline da Eu e ela. Me chamou para dividir o estande com ela, pois já fazia parte da loja.
Minha mãe, não concordou, disse que era impossível para nós. Mas Deus, nunca colocaria algo em meus sonhos, que eu não pudesse alcançar.
Eu fui, nós fomos.
Quanta coisa passamos ali, quanto amadurecimento, quantas amizades.
Tivemos 4 estandes em 4 Shoppings ao mesmo tempo. Fui subgerente de alguns deles.
Veio pandemia, veio dificuldades que nem imaginávamos.
E por um tempo, um afastamento.