Peixinho Filmes

Peixinho Filmes Estúdio de criação audiovisual direcionado à produção de filmes com e para crianças e suas famílias.

A Peixinho Filmes nasceu com o desejo de eternizar essa fase da vida que passa tão rápido: A INFÂNCIA. Submersos em tanta tecnologia, câmeras digitais e smartphones, muitos são os momentos que registramos das nossas crianças. Orgulhosos, gravamos o nascimento, a primeira papinha, os PRIMEIROS PASSOS.... Momentos mais que especiais que queremos guardar para sempre. E essa incrível possibilidade tra

zida com os avanços tecnológicos também traz à tona algumas perguntas: como armazenar esse material? Como compartilhar com familiares e amigos o crescimento de nossos filhos? O que faremos com tantos arquivos preciosos espalhados nos computadores dos pais, avós e tios? E o mais importante, o que sobreviverá ao tempo, o que ficará para os pequenos quando alcançarem a vida adulta? Foi pensando nisso que o Peixinho nasceu, como uma segunda marca da Peixe Grande Produções, produtora de vídeos já consolidada no mercado mineiro. Agora o amor ao áudio-visual e a paixão pelo universo infantil tem um nome, afinal, filho de Peixe... E aquele jeitinho fofo de falar tal palavra, os gosto e preferências de cada fase e tudo mais que nos encanta, estarão muito bem guardados, ao alcance de toda família e resistentes ao tempo, em vídeos feitos com amor e cuidado pelo Peixinho. Porque em um instante tudo passa, mas as memórias são para a vida toda.

“Mãe escreve frases nos lápis de cor da filha para incentivá-la na escola: 'Você é incrível'”
30/05/2019

“Mãe escreve frases nos lápis de cor da filha para incentivá-la na escola: 'Você é incrível'”

Alessandra Teixeira, de Jundiaí, conta que a ideia veio de um post no Facebook e tem ajudado a motivar a pequena Naná, de 8 anos, que se sentiu amada com a atitude da mãe.

Aí você virou mãe...Você tinha um milhão de planos para a sua vida, sonhava um milhão de sonhos. Só que aí você virou mã...
10/07/2018

Aí você virou mãe...
Você tinha um milhão de planos para a sua vida, sonhava um milhão de sonhos. Só que aí você virou mãe.
Você dormia assim que deitava na cama e acordava só às 10 h da manhã. Aí você virou mãe.
Você tinha um monte de amigas de que te ligavam e te chamavam para sair sempre. Mas você virou mãe.
Você lia um livro por semana e colocava em dia uma série em um mês. Aí você virou mãe.
Você fazia as unhas e hidratava os cabelos todo fim de semana. Aí você se tornou mãe.
Você saía sem pressa e sem preocupações. Aí você virou mãe...
Aí você se tornou mãe e percebeu que os seus planos e os seus sonhos não chegam nem perto da felicidade que o seu filho(a) lhe transmite.
Que o sorriso dele é mais transformador que qualquer viagem e que as conquistas dele te proporcionam mais satisfação que qualquer conquista sua.
Aí você virou mãe e descobriu uma força além do normal, uma força que te guia madrugada a fora. Força que te faz sorrir mesmo depois de ter dormido quatro horas por noite.
Aí você virou mãe e trocou seus livros por livros infantis e sua série por desenhos animados, e quer saber. Eles são interessantes também.
Aí você virou mãe e faz um coque desajeitado no cabelo e f**a maravilhosa com ele, e as unhas, elas não são tão importantes assim.
Aí você virou mãe e conheceu amigas MÃES também, e é tão incrível dividir o universo da maternidade com elas.
Aí você virou mãe e os seus passeios corridos são tão insignif**antes, porque quando você chega em casa você se depara com aquela criaturinha que mudou toda a sua vida e percebe que sem ela não teria sentido algum todas as coisas que você fazia antes dela.
Aí você virou mãe, virou o dia, virou a noite, virou fera, virou colo, virou luz.
💜
E apesar de toda confusão e cansaço, se você soubesse como seria lá no passado, os seus sonhos e planos teriam se transformado em um só, que seria exatamente esse: Ser mãe!
Autor:
Lisah - As Crônicas da Lisah

"As crianças são feitas de sonhos e devem ser tratadas com cuidado."
25/10/2016

"As crianças são feitas de sonhos e devem ser tratadas com cuidado."

A infância tem seu próprio ritmo, sua própria maneira de sentir, ver e pensar. Poucas pretensões podem ser tão erradas como tentar substituí-la pela forma como nos sentimos, vemos ou pensamos, porque as crianças nunca serão cópias de seus pais. Crianças são filhas do mundo e são feitas de sonhos, es...

Linda homenagem às mães que ensinam diariamente que cair apenas nos faz mais fortes.
11/03/2014

Linda homenagem às mães que ensinam diariamente que cair apenas nos faz mais fortes.

For teaching us that falling only makes us stronger. For giving us the encouragement to try again. Thank you, Mom. Learn more about P&G Thank You, Mom at htt...

17/01/2014
15/11/2013
"O dia em que parei de mandar minha filha andar logo" Quando se está vivendo uma vida distraída, dispersa, cada minuto p...
13/08/2013

"O dia em que parei de mandar minha filha andar logo"

Quando se está vivendo uma vida distraída, dispersa, cada minuto precisa ser contabilizado. Você sente que precisa estar cumprindo alguma tarefa da lista, olhando para uma tela, ou correndo para o próximo compromisso. E não importa de quantas maneiras você divide o seu tempo e atenção, não importa quantas obrigações você cumpra em modo multi-tarefa, nunca há tempo suficiente em um dia.
Essa foi minha vida por dois anos frenéticos. Meus pensamentos e ações foram controlados por notif**ações eletrônicas, toques de celular e uma agenda lotada. Cada fibra do meu sargento interior queria cumprir com o tempo de cada atividade marcada na minha agenda super-lotada, mas eu nunca conseguia estar à altura.

Sempre que minha criança fazia com que desviasse da minha agenda principal, eu pensava comigo mesmo: “Nós não temos tempo pra isso.”
Veja bem, seis anos atrás, eu fui abençoada com uma criança tranquila, sem preocupações, do tipo que para para cheirar flores.
Quando eu precisava sair de casa, ela estava levando seu doce tempo pegando uma bolsa e uma coroa brilhante.
Quando eu precisava estar em algum lugar há cinco minutos, ela insistia em colocar o cinto de segurança em seu bichinho de pelúcia.
Quando eu precisava pegar um almoço rápido num fast-food, ela parava para conversar com uma senhora que parecia com sua avó.
Quando eu tinha 30 minutos para caminhar, ela queria que eu parasse o carrinho e acariciasse todos os cachorros em nosso percurso.
Quando eu tinha uma agenda cheia que começava às 6h da manhã, ela me pedia para quebrar os ovos e mexê-los gentilmente.
Minha criança sem preocupações foi um presente para minha personalidade apressada e tarefeira – mas eu não pude perceber isso. Ó não, quando se vive uma vida dispersa, você tem uma visão em forma de túnel – sempre olhando para o próximo compromisso na agenda. E qualquer coisa que não possa ser ticada na lista é uma perda de tempo.
Sempre que minha criança fazia com que desviasse da minha agenda principal, eu pensava comigo mesmo: “Nós não temos tempo pra isso.” Consequentemente, as duas palavras que eu mais falava para minha pequena amante da vida eram: “anda logo”.
Eu começava minhas frases com isso:
Anda logo, nós vamos nos atrasar.
Eu terminava frases com isso:
Nós vamos perder tudo se você não andar logo.
Eu terminava meu dia com isso.
Anda logo e e escove seus dentes. Anda logo e vai pra cama.
Ainda que as palavras “anda logo” fizessem pouco ou nada para aumentar a velocidade de minha filha, eu as dizia de qualquer maneira. Talvez até mais do que dizia “eu te amo”.

Anda logo!
A verdade machuca, mas a verdade cura… e me aproxima da mãe que quero ser.
Até que em um dia fatídico, as coisas mudaram. Eu havia acabada de pegar minha filha mais velha de sua escola e estávamos saindo do carro. Não indo rápido o suficiente para o seu gosto, minha filha mais velha disse para sua irmã pequena, “você é lenta”. E quando, após isso, ela cruzou seus braços e soltou um suspiro exasperado, eu me vi – e foi uma visão de embrulhar as tripas.
Eu fazia o bullying que empurrava e pressionava e apressava uma pequena criança que simplesmente queria aproveitar a vida.
Meus olhos foram abertos; eu vi com clareza o dano que minha existência apressada estava causando às minhas duas filhas.
Com a voz trêmula, olhei para os olhos da minha filha mais nova e disse: “Me desculpe por f**ar fazendo você se apressar, andar logo. Eu amo que você, tome seu tempo e eu quero ser mais como você”.
Ambas me olharam surpresas com a minha dolorosa confissão, mas a face da mais nova sustentava o inequívoco brilho da aceitação e do reconhecimento.
“Eu prometo ser mais paciente daqui em diante”, disse enquanto abraçava minha filha de cabelos encaracolados. Ela estava radiante diante da promessa recém-descoberta de sua mãe.
Foi bem fácil banir o “anda logo” do meu vocabulário. O que não foi tão fácil foi adquirir a paciência para esperar pela minha vagarosa criança. Para nos ajudar a lidar com isso, eu comecei a lhe dar um pouco mais de tempo para se preparar se nós tivéssemos que ir a algum lugar. Algumas vezes, ainda assim, ainda nos atrasávamos. Foram tempos em que eu tive que reafirmar que eu estaria atrasada, nem que se fosse por alguns anos, se tanto, enquanto ela ainda é jovem.
Quando minha filha e eu saíamos para caminhar ou íamos até a loja, eu deixava que ela definisse o ritmo. Toda vez que ela parava para admirar algo, eu afastava os pensamentos de coisas do trabalho e simplesmente a observava as expressões de sua face que nunca havia visto antes. Estudava com o olhar as sardas em sua mão e o jeito que seus olhos se ondulavam e enrugavam quando ela sorria. Eu percebi que as pessoas respondiam quando ela parava para conversar. Eu reparei como ela encontrava insetos interessantes e flores bonitas. Ela é uma observadora, e eu rapidamente aprendi que os observadores do mundo são presentes raros e belos. Foi quando, finalmente, me dei conta de que ela era um presente para minha alma frenética.
Minha promessa de ir mais devagar foi feita há quase três anos e ao mesmo tempo eu comecei minha jornada de abrir mão das distrações diárias e agarrar o que importa na vida. E viver num ritmo mais devagar demanda um esforço concentrado. Minha filha mais nova é meu lembrete vivo do porquê eu preciso continuar tentando. E de fato, outro dia, ela me lembrou de novo.
Nós duas estávamos fazendo um passeio de bicicleta, indo para uma barraquinha de sorvetes enquanto ela estava de férias. Após comprar uma gostosura gelada para minha filha, ela sentou em uma mesa de piquenique e observou deliciada a torre gélida que tinha em suas mãos.
De repente, um olhar de preocupação atravessou seu rosto. “Devo me apressar, mamãe?”
Eu poderia ter chorado. Talvez as cicatrizes de uma vida apressada nunca despareçam completamente, pensei, tristemente.
Enquanto minha filha olhava para mim esperando para saber se ela poderia fazer as coisas em seu ritmo, eu sabia que eu tinha uma escolha. Poderia continuar sentada ali melancolicamente lembrando o número de vezes que eu apressei minha filha através da vida… ou eu poderia celebrar o fato de que hoje estou tentando fazer as coisas de outra forma.
Eu escolhi viver o hoje.
“Você não precisa se apressar. Tome seu tempo”, eu disse gentilmente. Toda sua cara instantaneamente abrilhantou-se e seus ombros relaxaram.
E então f**amos sentadas, lado a lado, falando sobre coisas que crianças de 6 anos que tocam ukelele gostam de falar. Houve momentos em que f**amos em silêncio, sorrindo uma para a outra e admirando os sons e imagens ao nosso redor.
Eu imaginei que ela fosse comer todo o sorvete – mas quando ela chegou na última mordida, ela levantou uma colheirada repleta de cristais de gelo e suco para mim. “Eu guardei a última mordida pra você, mamãe”, disse orgulhosa.
Enquanto aquela delícia gelada matava minha sede, eu percebi que consegui um negócio da China. Eu dei tempo para minha filha e em troca ela me deu sua última mordida de sorvete e me lembrou que as coisas tem um gosto mais doce e o amor vem mais dócil quando você para de correr apressada pela vida.
Seja comendo sorvete, pegando flores, apertando o cinto de bichinhos de pelúcia, quebrando ovos, encontrando conchinhas, observando joaninhas ou andando na calçada.
Nunca mais direi: “Não temos tempo pra isso”, pois é basicamente dizer que não se tem tempo para viver.
Tomar seu tempo, pausar para deleitar-se com as alegrias simples da vida é o único jeito de viver de verdade – acredite em mim, eu aprendi da especialista mundial na arte de viver feliz.

Rachel Macy Stafford
professora de educação especial

http://portal.aprendiz.uol.com.br/2013/08/08/o-dia-em-que-parei-de-mandar-minha-filha-andar-logo/

A cidade é uma escola

24/07/2013

Um filho....

Ele é o nó no meu cabelo.
O esmalte descascado na minha unha,
as olheiras no meu rosto.
Ele é o brinquedo na gaveta de roupas,
o amassado nas páginas do meu livro,
o rasgado no meu caderno de anotações.
Ele é o melado no controle remoto,
o canal de televisão,
o filme no DVD.
Ele é o farelo no sofá,
As tesouras no alto.
Ele é o backup no computador,
o mouse escondido,
as cadeiras longe da janela.
Ele é a marca de mão nos móveis,
o embaçado nos vidros,
o desfiado nos tecidos.
Ele é o ventilador desligado,
a porta do banheiro fechada,
a gaveta da cômoda aberta.
Ele é o coque na minha cabeça,
o amarrotado nas roupas,
as frutas fora da fruteira,
os panos de prato amarrando os armários.
Ele é o meu shampoo cheio de água,
a espuma no chão do banheiro,
o brinquedo dentro da privada.
Ele é o interruptor nas tomadas.
Ele é o peixe no áquario,
a árvore de natal,
os "pisca-pisca" de todas as casas.
Ele é o círculo, o susto....
A primeira visão da lua no começo da noite....

O valor do trabalho, a vontade de aprender,
a minha força,
a minha fraqueza,
a minha riqueza.
Ele é o aperto no meu peito diante de uma escada,
a ausência de sono diante de uma febre.
Ele é o meu impulso, o meu reflexo, a minha velocidade.
O cheirinho no meu travesseiro,
o barulho,
a metade,
o azul.
Ele é o vazio triste no silêncio de dormir,
o meu sono leve durante a noite.
Ele é o meu ouvido aguçado enquanto durmo.
A minha pressa de levantar da cama,
a minha espera de bom dia.
Ele é o arrepio quando me chama,
a paz quando me abraça,
a emoção quando me olha.
Ele é meu cuidado, a minha fé,
o meu interesse pela vida,
a minha admiração pelas crianças,
o meu respeito pelas pessoas,
o meu amor por Deus.
É o meu ontem,
o meu hoje,
o meu amanhã.
Ele é a vontade,
a inspiração,
a poesia.
A lição, o dever.
Ele é a presença, a surpresa
a esperança.

A minha dedicação.
A minha oração.
A minha gratidão.
O meu amor mais puro e bonito.
A minha vida!

Por uma mãe (autor desconhecido)

Endereço

Belo Horizonte, MG

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