19/03/2026
O PROGRESSO É UM RETROCESSO?
Disseram que éramos modernos. Mentiram.
Somos apenas pagãos com Wi-Fi.
Houve um tempo em que Paulo de Tarso caminhou pelas ruas de Atenas e Roma. Ele não levava armas, mas uma ideia que implodiu o mundo antigo: o homem não pertence ao Estado, nem aos seus instintos, nem aos caprichos de deuses de pedra.
O homem pertence ao Criador.
Paulo nos tirou da lama do fatalismo pagão e nos deu a Dignidade de Filhos.
Mas os “Profetas da Suspeita” voltaram.
Eles vieram em silêncio, vestindo jalecos e capas de livros filosóficos, para nos devolver às correntes que Paulo quebrou:
• Darwin nos sussurrou: “Você é apenas bicho. Sobreviva.” (O retorno à selva).
• Marx nos ordenou: “Sua alma é sua classe. Lute.” (O retorno ao tribalismo).
• Nietzsche gritou: “Deus morreu. Seja o seu próprio deus.” (O retorno ao abismo do Eu).
O “Self” é o Novo Ídolo
O que chamamos de “libertação” nada mais é do que a Repaganização do Ocidente. Trocamos o altar de Zeus pelo altar do espelho. O Self moderno não é um avanço; é o retorno ao desespero de Narciso, afogando-se na própria imagem.
Como diz o texto de Carl Trueman sobre o Eclesiastes: “Vê, isto é novo? Não! Já foi nos séculos que foram antes de nós.”
Estamos correndo em círculos. Abandonamos a luz de Damasco para voltar às sombras do Panteão. A pergunta não é o quão longe chegamos, mas o quão rápido estamos voltando para onde Paulo nos resgatou.
O moderno é apenas o antigo sem esperança.
Estamos evoluindo ou apenas trocando o nome dos nossos ídolos?
Marx, Nietzsche e Darwin nos prometeram o Éden da autonomia, mas nos devolveram ao deserto do Panteão. Trocamos a Cruz pelo espelho, e a Redenção pela performance.
Você consegue enxergar as marcas desse “paganismo moderno” no seu dia a dia ou nas pautas que dominam o nosso tempo?
Quero ler sua percepção aqui nos comentários. Vamos furar essa bolha. 👇