Domi Galeria de Arte Online

Domi Galeria de Arte Online DOMI Galeria de Arte Online é um charmoso espaço virtual que atende artistas e fotógrafos

Evamm (Buenos Aires, 1987) é uma artista visual argentina radicada no Brasil, cuja prática se desenvolve no campo expand...
14/08/2026

Evamm (Buenos Aires, 1987) é uma artista visual argentina radicada no Brasil, cuja prática se desenvolve no campo expandido da pintura, articulando gesto, materialidade e processos relacionais. Iniciou sua formação ainda na infância, em ateliês de desenho e pintura em Buenos Aires, e posteriormente aprofundou seus estudos na Universidad Nacional de las Artes (UNA), onde consolidou sua base técnica e conceitual.

Sua trajetória é atravessada por um contínuo diálogo entre produção artística, investigação sensível e atuação pedagógica. No Brasil, deu continuidade à sua formação sob orientação de artistas como Jayro Schmidt e José Maria da Cruz, experiências que contribuíram para o refinamento de sua linguagem e para a construção de uma poética própria. Sua pesquisa incorpora elementos orgânicos e simbólicos, tensionando pintura, corpo e território, e desdobrando-se em práticas que ultrapassam o espaço expositivo. Nesse contexto, sua atuação se estende a projetos comunitários, ações colaborativas e dispositivos de mediação artística, onde a arte opera como ferramenta de escuta, reconexão e transformação coletiva. Participou da 1a edição da Bienal Black Brazil Art, sendo contemplada com uma residência artística em Bolonha, Itália, e integrou o acervo do projeto Artistas Latinas. Em 2020, recebeu o Prêmio Lei Aldir Blanc pelo reconhecimento de sua contribuição cultural em Santa Catarina. Atualmente, desenvolve sua produção entre a pintura e o muralismo, ao mesmo tempo em que atua como orientadora de processos criativos e cofundadora do ateliê LA CASA, espaço dedicado à experimentação artística, formação e práticas coletivas.

EVAMM - €r!k@

No século XVII, os mestres flamengos dependiam de mecenas e câmaras de arte para existir além do ateliê. No século XIX, ...
13/08/2026

No século XVII, os mestres flamengos dependiam de mecenas e câmaras de arte para existir além do ateliê. No século XIX, os Salões de Paris decidiam quem era artista e quem era amador. Em cada época, havia um espaço — físico, institucional, simbólico — que conferia legitimidade à obra e ao seu criador.

Esse espaço nunca foi neutro. Ele sempre carregou poder: o poder de nomear, de valorizar, de inserir um artista no imaginário coletivo e no circuito que importa. O que mudou com a internet não foi a lógica — foi o território.

Hoje, uma galeria online bem curada tem o mesmo papel que os grandes salões de outrora: filtra, posiciona e confere prestígio. A diferença é que o acesso se democratizou. Artistas de qualquer lugar do mundo podem agora ocupar espaços de excelência — sem fronteiras geográficas, sem intermediários desnecessários.

Mas atenção: nem todo espaço digital é uma galeria. A curadoria ainda é o que separa a presença qualificada do ruído. É ela que transforma um portfólio em narrativa, e uma narrativa em carreira.

A DOMI Galeria nasceu nessa intersecção — entre a tradição do pensamento curatorial e as possibilidades do mundo contemporâneo. Um espaço de prestígio, construído para artistas que levam a própria trajetória a sério.

O seu lugar no circuito contemporâneo começa aqui — www.domigaleria.com.br

André Calazans é um artista movido pela urgência de criar — seja com palavras, sons ou cores. Carioca, aprendeu cedo que...
12/08/2026

André Calazans é um artista movido pela urgência de criar — seja com palavras, sons ou cores. Carioca, aprendeu cedo que a arte é uma forma de respirar. Formado em Publicidade, fez da imaginação o seu território de trabalho e da expressão, o seu ofício. Como escritor, publicou seis livros de ficção, tecendo enredos que transitam entre o humano e o poético. Como compositor, viu suas canções ganharem corpo e voz em diferentes produções musicais.

Colecionador de arte por paixão, integrou um coletivo que unia escritores e artistas visuais, participando de exposições em espaços como o MAM/RJ, o CCJF e a Casa Benet Domingo. Nessas experiências, aprendeu que a arte é diálogo — um espelho que reflete o outro, e um abismo que revela a si mesmo.

Agora, dá um novo passo: estreia como artista plástico. Suas telas são territórios de cor e de liberdade, onde o gesto encontra a emoção e o traço revela o que a palavra silencia. Em cada obra, pulsa o mesmo impulso que move sua escrita e sua música — o desejo de transformar o invisível em forma, o tempo em textura, e a vida em arte.


André Calazans

No imaginário artístico, o reconhecimento costuma aparecer como um acontecimento súbito: alguém descobre, alguém indica,...
10/08/2026

No imaginário artístico, o reconhecimento costuma aparecer como um acontecimento súbito: alguém descobre, alguém indica, algo se revela. Mas, na prática, ele raramente nasce do acaso. O reconhecimento é fruto de presença, repetição e contexto.

Uma obra precisa ser vista mais de uma vez. Precisa circular. Precisa habitar espaços capazes de sustentar sua linguagem e de permitir que o olhar do outro amadureça diante dela. Quando isso não acontece, o trabalho pode até ser bom — mas permanece frágil, à mercê da sorte.
Construir reconhecimento é aceitar que a arte também percorre caminhos, que ela precisa de continuidade, de um lugar estável onde possa ser encontrada, revisitada e lembrada.

Muitos artistas produzem com consistência, mas divulgam de forma intermitente — sozinhos, e quase sempre exauridos por esse esforço. Publicam quando conseguem, desaparecem quando a vida aperta. E o mercado, que depende de constância, simplesmente segue adiante.

É nesse ponto que a DOMI Galeria se insere: como parte dessa construção. Um espaço que oferece presença contínua, curadoria e associação simbólica — um lugar onde a obra deixa de depender apenas do esforço individual do artista para permanecer visível.

Aqui, o reconhecimento não é prometido — é trabalhado. Dia após dia, com critério, cuidado e coerência.
Porque o reconhecimento verdadeiro não nasce do ruído momentâneo. Nasce da permanência silenciosa.
E isso se constrói.

Se você deseja construir o reconhecimento da sua obra com tempo e intenção, conheça a DOMI Galeria.

Dionísio Jacob nasceu em São Paulo, em 1951, filho de dois artistas pioneiros da teledramaturgia e da antiga TV Tupi, no...
07/08/2026

Dionísio Jacob nasceu em São Paulo, em 1951, filho de dois artistas pioneiros da teledramaturgia e da antiga TV Tupi, no bairro do Sumaré. Cresceu cercado dos livros que os pais liam e adaptavam para os teleteatros e a literatura sempre foi presente em sua casa. Ainda assim, na adolescência se apaixonou pela pintura e pelo desenho o que o levou a cursar a Faculdade de Artes Plásticas (FAAP), chegando a fazer exposições e ilustrações de alguns livros.
Além de escrever livros adultos e juvenis e de elaborar roteiros para programas infantis como Rátimbum, Castelo Rátimbum, Cocoricó, nos últimos anos retomou a pintura em acrílico e tem exposto recentemente estes trabalhos.
Nas palavras do artista: "desde criança me desenvolvi numa atmosfera artística integral. Hoje em dia julgo que as atividades na área literária e visual são complementares e essenciais para mim. De fato, creio que sou um contador de histórias, seja por palavras, seja plasticamente. E a formação visual enriquece o meu texto de algum modo, assim como o contrário também se dá."....https://domigaleria.com.br/artista/89

Dionisio Dionisio Jacob

Nem toda entrevista começa com perguntas.Algumas começam muito antes, no instante em que uma obra nos obriga a interromp...
06/08/2026

Nem toda entrevista começa com perguntas.

Algumas começam muito antes, no instante em que uma obra nos obriga a interromper o olhar automático e permanecer diante dela por mais tempo do que havíamos planejado. É nesse intervalo — entre o que vemos e aquilo que lentamente começa a nos ver de volta — que nasce a conversa que você está prestes a ler.

Este mês, a DOMI Galeria teve o privilégio de encontrar a artista paulistana Claudia Seber para um diálogo que percorre caminhos pouco frequentes. Falamos de criação, matéria, silêncio, inconsciente, beleza, verdade e tempo. Mas, sobretudo, falamos sobre aquilo que escapa às definições e insiste em permanecer vivo dentro da experiência artística.

Há uma consistência rara em seu pensamento. Em vez de oferecer explicações, Claudia prefere cultivar perguntas. Em vez de separar técnica e intuição, forma e conceito, sujeito e obra, ela nos conduz por um território onde essas fronteiras parecem perder sentido.... (ENTREVISTA COMPLETA CONTINUA NO SITE - link na bio)

CLAUDIA SEBER PRONOMEOCULTO

Claudia Seber é uma artista brasileira, nascida em São Paulo no ano de 1968. Terapeuta Ocupacional de formação sempre te...
05/08/2026

Claudia Seber é uma artista brasileira, nascida em São Paulo no ano de 1968. Terapeuta Ocupacional de formação sempre teve a Arte como premissa de suas atuações profissional e pessoal. Em meados dos anos 90 iniciou um curso de joalheria autoral e em um curto espaço de tempo passou a dedicar-se integralmente a essa arte desenvolvendo projetos e ministrando aulas.

Dos 25 anos transcorridos na joalheria e com intenso interesse pelo processo de criação tanto em termos técnicos quanto como canal de expressão, Claudia seguiu pelo viés da Arte para ampliar a escala da joia e criar esculturas inicialmente com o refugo deste trabalho. Somaram-se a este toda sorte de material, preferencialmente de descarte. Compreender e pensar a Arte enquanto um canal de expressão e ressignificação também pessoal foi o ponto de partida para a artista iniciar sua pós-graduação em Arteterapia e Psicologia Analítica e assim ampliar e concretizar seu projeto de Esculturas Afetivas.

A presença em diversos grupos de Arte, exposições, salões de Arte e integrante na Bienal Internacional de Cerveira/Portugal alimentaram o gosto pelo estudo e pesquisa de novos materiais. Atualmente se dedica à joalheria e às esculturas em seu atelier na cidade de São Paulo.

Conheça os trabalhos de Claudia Seber e todos os nossos artistas visitando o site: www.domigaleria.com.br

CLAUDIA SEBER

Ailton Ribeiro é um artista que decidiu parar de pensar em arte. Não por desinteresse — mas porque foi exatamente esse d...
04/08/2026

Ailton Ribeiro é um artista que decidiu parar de pensar em arte. Não por desinteresse — mas porque foi exatamente esse desprendimento que o libertou para desenhar e pintar com mais verdade. Formado em Artes Visuais pela Unesp e radicado em Bauru (SP), cidade que chegou a habitar quase por acaso, ele construiu uma trajetória marcada por esse tipo de paradoxo: quanto menos tenta controlar, mais encontra; quanto mais silencia o mundo ao redor, mais sua obra fala.

Foi em Bauru que fundou a Casa Amarela, seu ateliê e marco de uma virada pessoal — o momento em que o artista deixou de ser algo paralelo à vida e passou a ser o centro dela. Com o carvão vegetal e o papel como primeiros interlocutores, Ailton desenvolve uma prática que recusa regras fixas de processo: às vezes parte de um conceito, às vezes provoca a tela até que ela mesma lhe ofereça um caminho. Planeja e improvisa. Sente e interpreta. E aprende, continuamente, a ouvir o que o próprio trabalho lhe diz.

O que une tudo isso é uma busca pelo indizível — aquilo que só o desenho e a pintura conseguem expressar. Nas lacunas que deixa em suas obras, Ailton reserva espaço para o olhar de quem chega. Esta entrevista é um convite para entender como alguém que desistiu de controlar a arte se tornou, justamente por isso, um artista cada vez mais inteiro.

Conheça mais sobre o artista e seu processo na entrevista completa que a Galeria Domi realizou com ele — e descubra, em sua próprias palavras, como alguém aprende a ouvir o que o trabalho lhe diz.

(ENTREVISTA completa no site - link na bio)

Ailton Ribeiro Casa Amarela

Ailton Ribeiro, filho de lavradores e neto de imigrantes italianos, nasceu em Ourinhos (SP). Desde muito cedo, o desenho...
03/08/2026

Ailton Ribeiro, filho de lavradores e neto de imigrantes italianos, nasceu em Ourinhos (SP). Desde muito cedo, o desenho passou a fazer parte de sua vida e assim permanece até os dias de hoje. O mesmo aconteceu com a pintura, sendo que suas primeiras experiências com tinta a óleo foram no início dos anos 80. Na mesma época, ainda muito jovem, foi convidado a participar como artista revelação do VII Salão Aberto de Artes de Ourinhos (1984). 

Em 1985, mudou-se para Bauru (SP), a convite de uma grande empresa de decoração para desenvolver, manualmente, desenhos e pinturas em cortinas. Assim como acontece com muitos artistas que iniciam sua carreira na pintura publicitária, Ailton também atuou por 15 anos nessa área, o que incluiu o trabalho com a pintura de letras e desenhos, a produção de materiais promocionais, painéis, fachadas, além de cenários e outros recursos para o setor de comunicação visual.

No final dos anos 90, buscou a formação superior e ingressou no curso de Artes Visuais, na Unesp, onde se aprofundou nas pesquisas sobre desenho, o que o levou a uma gestualidade livre e bastante expressiva nessa linguagem. Logo depois de graduado, foi docente no curso de Artes da mesma instituição por dois anos (...)

Ailton participou de vários salões de arte, conquistou diversos prêmios e participou de exposições individuais e coletivas, com destaque, em 2016, para a exposição individual “Enquanto repousam as rosas”. Uma iniciativa da Pinacoteca Municipal de Bauru, a mostra destacou a trajetória dele a partir de pinturas e desenhos de diversas fases de sua produção, com ênfase na figura humana e nas naturezas-mortas, em especial as rosas, temas que passaram a ser frequentes nos trabalhos do artista. 

Há obras suas em acervos pessoais e institucionais no Brasil, Argentina, Estados Unidos, Espanha, França, México e Alemanha.

Ailton Ribeiro Casa Amarela

Existem artistas cujas obras não nascem apenas do pincel, mas de uma vida inteira dedicada à observação profunda do huma...
28/07/2026

Existem artistas cujas obras não nascem apenas do pincel, mas de uma vida inteira dedicada à observação profunda do humano. Nesta edição, a Domi Galeria tem a honra de apresentar uma conversa exclusiva com J.A. Garbino, um artista cuja trajetória é um convite à desaceleração e ao resgate da memória.

Pesquisador em neurociências por formação e observador por natureza, Garbino equilibra o rigor acadêmico com a leveza do "flanar" — o ato de caminhar sem rumo, capturando estórias, luzes e sombras do cotidiano para transformá-las em narrativas visuais e literárias. De Lençóis Paulista à influência marcante do expressionismo de Egon Schiele, sua arte é um mosaico que une a métrica parnasiana, o cheiro de terra das boiadas e a modernidade das séries de TV.... (ENTREVISTA COMPLETA Continua no site: www.somigalwria.com.br/entrevistas )

Jose Antonio Garbino

Endereço

Bauru, SP

Notificações

Seja o primeiro recebendo as novidades e nos deixe lhe enviar um e-mail quando Domi Galeria de Arte Online posta notícias e promoções. Seu endereço de e-mail não será usado com qualquer outro objetivo, e pode cancelar a inscrição em qualquer momento.

Entre Em Contato Com O Negócio

Envie uma mensagem para Domi Galeria de Arte Online:

Atalhos

Compartilhar

Categoria