GRESM Unidos da Mooca

GRESM Unidos da Mooca A Unidos da Mooca é a escola de samba de maquete mais antiga da Liga GRESA. Fundada em 22/12/1992. Agora sua sede virtual é em Jardim Caetés - Abreu e Lima - PE

G.R.E.S.M. UNIDOS DA MOOCA
GRÊMIO GRANDE RECIFENSE ESCOLA DE SAMBA DE MAQUETE UNIDOS DA MOOCA

FUNDAÇÃO: 22 de Dezembro de 1992
CORES: Verde e Branca
SÍMBOLO: Cacique Ruminavi
SEDE: Mooca,São Paulo–SP /Rua da Glória -Jardim Caetés–Abreu e Lima – PE
PRESIDENTE E CARNAVALESCO: Claudio Pinto
COREÓGRAFO: Claudio Pinto
MESTRE DE BATERIA: Mestre Dionísio – Bateria Pajelança
MESTRE-SALAS: Mar

melada, Pato N'água (baliza)
PORTA-BANDEIRAS: Sinhazinha, Magali ( Porta Estandarte)
MADRINHA: Camisa Verde e Branco
BAIANAS: Tia Sinhá
DIRETORIA: Inocêncio Tobias, Mestre Dionísio, Pato N'água, Augusto Henrique(Gugu), Raul Diniz, Tobias Alegria, Jambura, Nego Braço, Talismã, Dona Magali, Tia Sinhá, Zoinha, Vassourinha, Silvio Modesto
PRESIDENTE DE HONRA E FUNDADOR: Claudio Sampaio Assunção e José Fernando Sampaio
LEMA: Onde o samba fez sua casa. Na força do Cacique, paz, alegria e muito axé. A mãe do Festival
FORÇA: Oxala: Epa babá! Paz, alegria e muito axé para destruir as trevas que atravessarem meu caminho.

21/01/2026

28) EXEMPLO DE LUTA PELOS DIREITOS DA MULHER.

Devido ao dia da mulher, busquei um personagem feminino que demonstrasse toda a força e essência do que é ser mulher e assim, com a ajuda de meus pais, cheguei ao nome de Leila Diniz. Já tinha visto uma breve homenagem à ela no desfile da Camisa Verde e Branco daquele ano e agora eu a utilizava como tema.
Com “Leila Diniz, um exemplo de mulher”, a Unidos da Mooca trazia pra passarela a história e a discografia da cantora. As polêmicas ideias de uma mulher a frente de seu tempo e seu comportamento que chocou a sociedade.
Um desfile com muitas falhas, nada comparado ao início do ano, quando o Cacique lutou pelos primeiros lugares.

28° FESTIVAL - “LEILA DINIZ, UM EXEMPLO DE MULHER”

Eh eh, Alto da Mooca
Que tão lindo festival
De sonhos, de amor e Carnaval.

Em Niterói ela nasceu
A flor mais linda ensinando num jardim.
Com o cinema se casou,
E no teatro brilhou escandalizou no Pasquim.
Na praia a gravidez de biquíni,
E de manhã, de tarde e a noite vou amar.
Mulher a frente de seu tempo
Que nem a censura vai calar.

Tem banana na banda
Das vedetes é rainha
A musa de Ipanema
No mais lindo carnaval.
E sua alma voou, as estrelas alcançou
E com a Mooca brilha no meu festival.

Lídia de Ilusões Perdidas,
Um Rosto de mulher, oh Laura.
Madelon no Sheik de Agadir
Papéis que falam a alma.
Todas as mulheres do mundo se espelham em ti, Diniz
E hoje a Mooca, canta feliz.

15/01/2026

27) CARNAVAL NO CARNAVAL

Agora era carnaval e por isso, nada melhor do que falar da festa momesca. E escolhi passar pelas regiões do país apresentando o carnaval que sacode cada região.
O Abre alas trazia o carnaval da região Sudeste e o tripé o da região Nordeste. As outras regiões estavam divididos nos outros segmentos da escola
Um bom desfile como o de janeiro e novamente quase que o Cacique volta ao grupo de elite.
F**a novamente em 3° lugar, permanecendo no Grupo A em março de 1996.

27° FESTIVAL - “UMA FOLIA BRASILEIRA”

Minha vida é carnaval
Quero brincar
Ver a Mooca na avenida, brilhar
Verde e branco sacudindo a São João,
Canta meu Cacique campeão.

Todo o Brasil está em festa
Pela folia
Vou viajar pelas cinco regiões
Jornada de alegria.
Desfiles de fantasias no Teatro Amazonas
E escolas de Manaus e Belém,
Danças tribais
Festa de boi tem também.
Marchinhas pra animar foliões,
Em Brasília e Goiânia
E ao chegar em Corumbá
Vou me acabar!

Frevo e maracatu,
Atrás do trio em Salvador
Recife e Olinda dão um show
Tem galo e elefante amor.

E lá nas bandas do Sul do país
O samba brilha em Porto Alegre
Floripa e os blocos tradicinais
Em Guaratuba o Esquenta é demais.
Sudeste querido
Canto em São Paulo no Anhembi
E no Rio de Janeiro
As madrinhas do samba na Sapucaí.

De todas as paixões da minha vida, é a Unidos da Mooca a maior e a mais querida, verdadeiro amor e uma parte de mim.E es...
15/01/2026

De todas as paixões da minha vida, é a Unidos da Mooca a maior e a mais querida, verdadeiro amor e uma parte de mim.
E essa paixão tem uma cor: é verde!
Verde manto sagrado que gira nas mãos de minha Porta Bandeira. Manto inspirado nas cores da Mocidade Independente de Padre Miguel e da Camisa Verde e Branco, que germinaram na noite de 22 de dezembro de 1992, no bairro da Mooca, o nosso Cacique.
Verde manto que também tem um pouco da Império Serrano, da Império da Tijuca, da Imperatriz Leopoldinense e da Gigante do Samba, do Recife. Todas madrinhas que me deram o matiz e guiaram meus passos com seus exemplos, glórias e histórias.
A minha paixão vem dos gramados onde rola a bola. Está no canto da torcida palmeirense, no Bugre de Campinas, no Juventude de Caxias, no Coxa Branca de Curitiba e no Goiás.
Se reflete no brilho precioso das esmeraldas, que junto com Jades, Turmalinas, Crisoberilos, Safiras e Diamantes verdes, os mais raros, enfeitam a saia de minhas baianas, verdadeiras jóias da minha coroa.
Verde também é minha Amazônia, pulmão do mundo e tão devastada nos últimos anos. Sua fauna e sua flora são incomparáveis e suas lendas tribais tal qual o Bicho folharal. Fascinante tal qual Ci, Mãe do Mato, aos olhos de Macunaíma, que cede a Muiraquitã, que afasta todo o mal dos Juruparis e Anhangás devastadores e exploradores; pedra verde que é caçada pela fome dos Gigantes Piamãs das grandes cidades, em busca de riquezas.
Riqueza , a força que faz o Mundo girar através de notas verdes, o dinheiro. Quem o possui nunca está satisfeito com o que tem e quem não tem sonha em ter. Ele é vendaval que escorre pelos dedos por mais que tentemos segurá-lo, um pecado capital que pode levar a ruína e a bancarrota.
Verde que está nas ervas que curam. Sabedoria ancestral que é passada de geração em geração e está presente na medicina fitoterápica. Inspirados por xamãs, possuidores dos conhecimentos das raízes e folhas de plantas e também pela força do reino vegetal, Ossaim.

Iniciando o ciclo de 2024, aqui está o encarte da música da Unidos da Mooca, reeditando o enredo do 88° festival, "Verde...
24/08/2024

Iniciando o ciclo de 2024, aqui está o encarte da música da Unidos da Mooca, reeditando o enredo do 88° festival, "Verde que te quero verde"








Fechando o ciclo de 2023, aqui estão as notas do desfile da Unidos da Mooca, com o enredo "A voz do anjo da Amazônia"   ...
24/08/2024

Fechando o ciclo de 2023, aqui estão as notas do desfile da Unidos da Mooca, com o enredo "A voz do anjo da Amazônia"








Para a apreciação de todos o nosso primeiro enredo, com a logo, o encarte e as notas da apuração. Primeiro desfile em se...
21/05/2024

Para a apreciação de todos o nosso primeiro enredo, com a logo, o encarte e as notas da apuração. Primeiro desfile em setembro de 1993

21/05/2024

26) Mexendo com a arte culinária, a Unidos da Mooca começa o novo ciclo do festival. Saiam de cena os bonecos de papel (nos grupos inferiores ainda seriam usados). Entravam em cena os pequenos bonecos Xaxá.

Com o enredo : “Tempero bom!”, a verde e branca trazia na comissão mestre cucas que serviam o samba com um tempero especial. O Abre alas trazia os temperos da terra, a culinária indígena e o Cacique tinha um prato onde se lia o nome da escola

As baianas vinham com “ O que a África tem”, representando a culinária africana. O casal, veio logo em seguida representando o próprio enredo. A bateria vinha com “A magia da cozinha” e a ala seguinte com a culinária europeia.

O tripé seguia com a “Mistura Brasileira”. Depois os temperos mais conhecidos eram dividos em região, até chegar ao Cravo e Canela da velha guarda.

Um desfile com uma boa sinopse e com poucas falhas em evolução que permitiu a Mooca sonhar com a volta ao Especial, mas que culminou com o 3° lugar na apuração.

26° FESTIVAL - “TEMPERO BOM!”

Tempero bom é o meu,
A arte que Deus me deu
E com orgulho ofereço a você.
E quem gosta pode provar
Quem não é vai se apaixonar
Por Mooca até morrer!

Tem aroma vindo da floresta,
O índio o sabor empresta
Pra miscigenação do meu Brasil.
O negro, com a sua arte em ritual
Tempera um prato tradicional
E sua cultura fundiu
Ao requintado gosto europeu
Saberes e sabores milenares
E na cozinha esta mistura aconteceu
E se espalhou pelos ares

Pimenta, cominho, cheiro verde e alecrim
Açafrão e Jasmim,
Traz o Manjericão.
Com cravo e canela é que se tempera a vida.
O louro e o coentro, o feijão.

Saboreia iaiá, saboreia ioiô,
Tem anis, tem sabor
E dá cor urucum.
Na mostarda, no mel,
O azeite, o jiló
Sal e alho poró
Páprica sou mais a um
A experimentar, esse feitiço feito de especiarias
Que o mundo conquistou
E faz na cozinha a alegria.

Desfile Oficial de 2023 com o enredo "A voz de um Anjo da Amazônia". O Abre alas trazia Chico Mendes com asas, represent...
21/04/2024

Desfile Oficial de 2023 com o enredo "A voz de um Anjo da Amazônia".

O Abre alas trazia Chico Mendes com asas, representando o anjo que deu a vida pela Amazônia. Destaques : "Demônios do garimpo"

A comissão de frente " A morte em nome da Ambição". Representando a luta sem pudor pelo ouro e as riquezas naturais no meio da floresta.

As baianas "Fogo na Floresta", representando as queimadas e a devastação.

O mestre sala e a porta bandeira, "Defensores da Floresta", representando os seringueiros, pescadores, castanheiros que tiram o seu sustento sem destruir.

A Bateria Pajelança veio com "A veia da vida dos Ribeirinhos", representando a população que depende das margens do Rio Amazonas e seus afluentes não poluídas de lixo e dejetos químicos provindos do garimpo ilegal.

Por fim a Velha Guarda trouxe "Um futuro brilhante e de paz" representando o que se espera do futuro da Amazônia.








20/04/2024

25) A REEDIÇÃO COM AS VOZES DO SAMBA

Em setembro, chegou o mais esperado festival do ano. Era a nossa vigésima quinta edição e como decidido anteriormente, este repetiria o evento ocorrido em agosto do ano passado, com as escoLas trazendo um samba reeditado, dos doze apresentados, desde setembro de 1994 até ao mês anterior. E assim, a Unidos da Mooca decidiu reeditar o samba do 21° festival, tentando a ascenção ao Grupo Especial, ou pelo menos uma posição melhor do que o sexto lugar.

Porém, com erros de evolução e correndo para não estourar o tempo, a escola só conseguiu repetir o sexto lugar.

Com a descoberta dos bonecos de plástico, os festivais que ocorreriam em outubro, novembro e dezembro daquele ano, seriam cancelados, para que todas as escolas trocassem os bonecos de papel, pelos novos.

Muitas escolas não puderam se adaptar e até foi permitida a utilização dos antigos. Mas plasticamente a escola sofria com notas baixas. E assim, até o trigésimo festival, todas as escolas que restaram se adaptaram a evolução. Acabava uma era e uma nova começaria. Quem sabe isto contribuísse para que a Mooca, finalmente, se tornasse uma grande escola.

Segue abaixo o samba do 21° festival que foi reeditado para o 25°:

25° FESTIVAL - “TRÊS VOZES DO SAMBA” - (REEDIÇÃO DO 21° FESTIVAL)

Quem não ouviu um doce Sábia a cantar?
Clara Guerreira!
Mineira, mineira!
Sua missão foi nos emocionar.
Em Contos de Areia, a Deusa dos Orixás.
Abraçou o manto da Portela,
e lá vem ela, e lá vem ela!
Madrugada ainda na janela...
Deixa clarear!

A Luz de Clementina,
Rainha Ginga, Quelê.
Fala Mangueira!
A bença Mãe! Cadê você?

Jovelina no mesmo manto se abraçou,
Garota Zona Sul, luz do Repente,
só o bagaço sobrou.
Samba em evolução com a força da mulher
Três cantos de amor,
devoção e muita fé.

Meu canto é pura poesia,
três vozes em doce harmonia.
Mooca levanta a poeira, no alvorecer do dia.
Mooca levanta a poeira, no alvorecer do dia.

20/04/2024

24) UM GRANDE SONHADOR

Agosto, a escola do Alto da Mooca, veio falando de uma das avenidas principais e mostrando o porquê da homenagem a um homem: Álvaro Ramos.

Enredo fraco, muito burocrático que apenas permitiu o sexto lugar para a escola

As alas traziam os fatos marcantes da vida da personalidade e no final a ligação entre homem e a avenida que corta o coração do bairro.

Com a reedição em setembro, talvez a verde e branco tivesse mais sorte.

24° FESTIVAL - “ÁLVARO RAMOS, UM SONHADOR”

Nascido no Rio de Janeiro,
Em um dia de junho de 1872
Um sonhador, não deixou
Seus ideais para depois.
Álvaro Porfírio de Andrade Ramos
Exerce a medicina e vai brilhar.
E hoje em verde e branco
Mooca vem lhe exaltar.

Ah Doutor, esse amor não tem cura
É a minha loucura, ver a Mooca sambar
A Academia Nacional de Medicina
Vai lhe coroar.

Belém, Belenzinho
Surge em teu ninho
A avenida principal.
Da praça Major Guilherme
Ao Largo de Água Rasa, tem comércio em geral.
O Largo do Arroz,
E mais a frente a bênção de Tia Tira
Quarta Parada, é o destino final
Mas por enquanto
Vou brincar meu carnaval.

O Cacique a batucar
Com Álvaro Ramos a avenida vai cantar.

Endereço

Rua Da Glória, Jardim Caetés
Abreu E Lima, PE
53565-650

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