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06/11/2021

Fazemos todo tipo de caixas pra presentes

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06/11/2021

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04/11/2021

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27/10/2021

AULA N° 20 - COMO CRIAR UMA REDE SEGURA USANDO TECNOLOGIA
Proteger os computadores conectados à sua rede é uma tarefa importante . Com as constantes ameaças de vírus e worms , você deve estar sempre em guarda.
EU SOU AUGUSTO N'ZAGE, EDITOR E DONO DA PAGINA COM MESMO NOME, NA AULA DE HOJE VAMOS VER DICAS👈 PARA TERMOS A NOSSA REDE DE COMPUTADORES BEM SEGURA.

Acessar a internet sem proteger a sua rede é uma coisa tola . Com algumas dicas , você vai ser capaz de proteger com sucesso a sua rede sem muito trabalho . Coisas que você precisa
√ Tempo;
√ Informações;
√ Computadores;
√ Conexão a Internet.

PASSO 1-Saiba o que as ameaças estão lá fora para prejudicar a sua rede . Não só você deve estar ciente das ameaças de segurança atuais, mas você deve estar disposto a proteger continuamente a rede contra novas ameaças também. A maioria dos ataques contra sua rede consistem em roubar suas informações financeiras, registros de negócios ou dados de clientes.
👉 Uma vez que sua rede é infectado, o malware irá facilmente se espalhar de computador para computador conectado à rede.
PASSO 2- Deves manter atualizado as aplicações de software e programas anti-vírus. Estes programas irão ajudar a manter sua rede segura contra invasão e dano.
👉 Permitir que esses aplicativos estarem desactualizados, significa que você está deixando a rede vulnerável e desprotegida . Hackers irão tirar o máximo partido desta fraqueza.
PASSO 3 - Realizar scanners regulares em sua rede e computadores conectados . Isso irá ajudá-lo a identificar rapidamente os problemas atuais ou potenciais em sua rede. Uma vez que esses problemas foram identificados , você pode começar a trabalhar em soluções para tornar sua rede mais forte e mais difícil de entrar.
👉 Às vezes, as redes podem tornar-se sobrecarregado e congestionado por causa de spyware ou vírus, sugiro que faças scanner de 2 em 2 semanas.
PASSO 4 - Use firewalls para proteger a sua rede. Firewalls são projetados especificamente para bloquear usuários indesejados de acessar suas redes e computadores. Você tem a opção de selecionar um firewall na forma de um aplicativo de software ou de uma unidade de hardware.
Se você escolher uma versão do software de firewall , você pode facilmente localizar gratuitos ou de baixo custo suites de proteção.
👉 Não importa qual a versão que você escolher, ambos trabalham de forma eficaz. "A AULA N° 14 VOCÊ SABERÁ TUDO SOBRE UM FIREWALL, PROCURA ESSA AULA AQUI NA PAGINA"
PASSO 5 - Proteger uma rede sem fio. Conexão Internet sem fio é uma maneira conveniente de libertar-se de confusão de cabos. No entanto, ele precisa ser seguro também. Hackers e outros convidados indesejados podem constantemente tentar invadir sua rede sem fio sem você saber.
👉 Estabeleça uma chave WEP para a sua conexão sem fio e uma senha. Se os usuários não podem fornecer as informações corretas, então não será capaz de acessá-lo.

Bem, meu amigo e minha amiga, essas são as tecnologias que nós podemos usar para tornar a nossa rede, quer locar(casa) ou pública. Futuramente VOCÊ serás um Gerente de Redes Publicas nas vossas comunidades, ou então terás uma rede de PCs dentro de sua casa, procurando os softwares perfeitos poderás ter então uma rede de PCs bem segura.




POR HOJE É TUDO, Não existe Excelência👈 sem a Prática👈, IREI REPETIR, procurem praticar o que Vocês lêem aqui, IRÁ SER BENEFICO PARA VOCÊ MEU AMIGO, MINHA AMIGA. Estamos Juntos e ate amanhã, para mais uma AULA.

10/05/2021

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PRODUÇÃO DE TEXTOS
Elementos da Narrativa

Daniela Diana Daniela Diana Professora licenciada em Letras
Os elementos da narrativa são essenciais numa narração que, por sua vez, é um relato dos acontecimentos e ações de seus personagens.

Podemos citar como exemplos de textos narrativos um romance, uma novela, uma fábula, um conto, etc.

A estrutura da narrativa é dividida em: apresentação, desenvolvimento, clímax e desfecho.

Enredo
O enredo é o tema ou o assunto da história que pode ser contada de maneira linear ou não linear.

Tem também o enredo psicológico focado nos pensamentos dos personagens. A história pode ser narrada de maneira cronológica, seguindo a ocorrências das ações.

Narrador
O narrador, também chamado de foco narrativo, representa a "voz do texto". Dependendo de como atuam na narração, eles são classificados em três tipos:

Narrador Personagem
O narrador personagem participa da história como um personagem da trama. Ele pode ser o personagem principal, ou mesmo um secundário.

Portanto, se o texto tiver esse tipo de narrador, a história será narrada em 1ª pessoa do singular (eu) ou do plural (nós).

Narrador Observador
O próprio nome já indica que esse tipo de narrador conhece a história de modo que observa e relata os fatos.

Porém, diferente do narrador personagem, o narrador observador não participa da história. Esse tipo de narração é feito na 3ª pessoa do singular (ele, ela) ou plural (eles, elas).

Narrador Onisciente
O narrador onisciente é aquele que conhece toda a história. Diferente do narrador observador, que conta os fatos por sua ótica, esse sabe tudo sobre os outros personagens, inclusive seus pensamentos e ideias.

Nesse caso, a história pode surgir narrada em 1ª pessoa ou 3ª pessoa.

Obs: Importante frisar que a “voz do texto” não representa a “voz do autor do texto”.

Personagens
Os personagens de uma narrativa são as pessoas que estão presentes na história. Se forem muito importantes são chamados de personagens principais ou protagonistas.

Já aqueles que surgem na história mas não apresentam grande destaque são os personagens secundários, também chamados de coadjuvantes.

Tempo
Toda narração tem um tempo que determina o período em que a história se passa.

Ele pode ser cronológico, quando segue uma ordem dos acontecimentos, ou psicológico, que não segue uma linearidade dos fatos, sendo um tempo interior que ocorre na mente dos personagens.

Nesse último caso, ele mistura passado, presente e futuro seguindo, portanto, o fluxo de pensamentos dos envolvidos na trama.

Note que as expressões de tempo utilizadas indicam essa marcação, por exemplo: hoje, no dia seguinte, na semana passada, naquele ano, etc.

Espaço
O espaço da narrativa é o local onde ela se desenvolve. Ele pode ser físico ou mesmo psicológico.

No primeiro caso, o local onde se passa a história é indicado seja uma fazenda, uma cidade, uma praia, etc. São classificados em espaços fechados (casa, quarto, hospital, etc.) ou abertos (ruas, vilas, cidades, etc.).

Já o espaço psicológico é o ambiente interior de um personagem, ou seja, não há um espaço físico que seja revelado. Portanto, nesse caso, a história é narrada num fluxo de pensamentos, de sentimentos.

Exemplo de Narrativa
Para compreender melhor os diversos elementos que compõem a narrativa, segue abaixo um trecho do romance de Clarice Lispector "A Hora da Estrela".

“Dos verões sufocantes da abafada rua do Acre ela só sentia o suor, um suor que cheirava mal. Esse suor me parece de má origem. Não sei se estava tuberculosa, acho que não. No escuro da noite um homem assobiando e passos pesados, o uivo do vira-lata abandonado. Enquanto isso – as constelações silenciosas e o espaço que é tempo que nada tem a ver com ela e conosco. Pois assim se passavam os dias. O cantar de galo na aurora sanguinolenta dava um sentido fresco à sua vida murcha. Havia de madrugada uma passarinhada buliçosa na rua do Acre: é que a vida brotava no chão, alegre por entre pedras.

Rua do Acre para morar, rua do Lavradio para trabalhar, cais do porto para ir espiar no domingo, um ou outro prolongado apito de navio cargueiro que não se sabe por que dava aperto no coração, um ou outro delicioso embora um pouco doloroso cantar de galo. Era do nunca que vinha o galo. Vinha do infinito até a sua cama, dando-lhe gratidão. Sono superficial porque estava há quase um ano resfriada. Tinha acesso de tosse seca de madrugada: abafava-a com o travesseiro ralo. Mas as companheiras do quarto – Maria da Penha, Maria Aparecida, Maria José e Maria apenas – não se incomodavam. Estavam cansadas demais pelo trabalho que nem por ser anônimo era menos árduo. Uma vendia pó-de-arroz Coty, mas que idéia. Elas viravam para o outro lado e readormeciam. A tosse da outra até que as embalava em sono mais profundo. O céu é para baixo ou para cima? Pensava a nordestina. Deitada, não sabia. Às vezes antes de dormir sentia fome e ficava meio alucinada pensando em coxa de vaca. O remédio então era mastigar papel bem mastigadinho e engolir.”

Nesse pequeno trecho da obra, podemos identificar parte do enredo, do espaço, do tempo da trama e de alguns personagens principais e secundários.

Exercícios de Vestibular com Gabarito
1. (Enem 2009 - adaptada)

[...] já foi o tempo em que via a convivência como viável, só exiqindo deste bem comum, piedosamente, o meu quinhão, já foi o tempo em que consentia num contrato, deixando muitas coisas de fora sem ceder contudo no que me era vital, já foi o tempo em que reconhecia a existência escandalosa de imaqinados valores, coluna vertebral de toda 'ordem'; mas não tive sequer o sopro necessário, e, neqado o respiro, me foi imposto o sufoco; é esta consciência que me libera, é ela hoje que me empurra, são outras aqora minhas preocupações, é hoje outro o meu universo de problemas; num mundo estapafúrdio - definitivamente fora de foco cedo ou tarde tudo acaba se reduzindo a um ponto de vista, e você que vive paparicando as ciências humanas, nem suspeita que paparica uma piada: impossível ordenar o mundo dos valores, ninquém arruma a casa do capeta; me recuso pois a pensar naquilo em que não mais acredito, seja o amor, a amizade, a família, a iqreja, a humanidade; me lixo com tudo isso! Me apavora ainda a existência, mas não tenho medo de ficar sozinho, foi conscientemente que escolhi o exílio, me bastando hoje o cinismo dos grandes indiferentes [...].

Nassar, r. Um copo de cólera. São Paulo: Companhia das letras, 1992

Na novela Um Copo de Cólera, o autor lança mão de recursos estilísticos e expressivos típicos da literatura produzida na década de 70 do século passado no Brasil, que, nas palavras do crítico Antonio Candido, aliam “vanguarda estética e amargura política”.

Com relação à temática abordada e à concepção narrativa da novela:

a) é escrito em terceira pessoa, com narrador onisciente, apresentando a disputa entre um homem e uma mulher em linguagem sóbria, condizente com a seriedade da temática político-social do período da ditadura militar.
b) articula o discurso dos interlocutores em torno de uma luta verbal, veiculada por meio de linguagem simples e objetiva, que busca traduzir a situação de exclusão social do narrador.
c) representa a literatura dos anos 70 do século XX e aborda, por meio de expressão clara e objetiva e de ponto de vista distanciado, os problemas da urbanização das grandes metrópoles brasileiras.
d) evidencia uma crítica à sociedade em que vivem os personagens, por meio de fluxo verbal contínuo de tom agressivo.
e) traduz, em linguagem subjetiva e intimista, a partir do ponto de vista interno, os dramas psicológicos da mulher moderna, às voltas com a questão da priorização do trabalho em detrimento da vida familiar e amorosa.

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2. (Enem-2013)

"Tudo no mundo começou com um sim. Uma molécula disse sim a outra molécula e nasceu a vida. Mas antes da pré-história havia a pré-história da pré-história e havia o nunca e havia o sim. Sempre houve. Não sei o quê, mas sei que o universo jamais começou.

[...]

Enquanto eu tiver perguntas e não houver resposta continuarei a escrever. Como começar pelo início, se as coisas acontecem antes de acontecer? Se antes da pré-pré-história já havia os monstros apocalípticos? Se esta história não existe, passará a existir. Pensar é um ato. Sentir é um fato. Os dois juntos – sou eu que escrevo o que estou escrevendo. [...] Felicidade? Nunca vi palavra mais doida, inventada pelas nordestinas que andam por aí aos montes.

Como eu irei dizer agora, esta história será o resultado de uma visão gradual – há dois anos e meio venho aos poucos descobrindo os porquês. É visão da iminência de. De quê? Quem sabe se mais tarde saberei. Como que estou escrevendo na hora mesma em que sou lido. Só não início pelo fim que justificaria o começo – como a morte parece dizer sobre a vida – porque preciso registrar os fatos antecedentes."

LISPECTOR, C. A hora da estrela. Rio de Janeiro: Rocco, 1998 (fragmento).

A elaboração de uma voz narrativa peculiar acompanha a trajetória literária de Clarice Lispector, culminada com a obra A hora da estrela, de 1977, ano da morte da escritora. Nesse fragmento, nota-se essa peculiaridade porque o narrador

a) observa os acontecimentos que narra sob uma ótica distante, sendo indiferente aos fatos e às personagens.
b) relata a história sem ter tido a preocupação de investigar os motivos que levaram aos eventos que a compõem.
c) revela-se um sujeito que reflete sobre questões existenciais e sobre a construção do discurso.
d) admite a dificuldade de escrever uma história em razão da complexidade para escolher as palavras exatas.
e) propõe-se a discutir questões de natureza filosófica e metafísica, incomuns na narrativa de ficção.

Ver Resposta
3. (FUVEST) “(…) Escobar vinha assim surgindo da sepultura, do seminário e do Flamengo para se sentar comigo à mesa, receber-me na escada, beijar-me no gabinete de manhã, ou pedir-me à noite a bênção do costume. Todas essas ações eram repulsivas; eu tolerava-as e praticava-as, para me não descobrir a mim mesmo e ao mundo. Mas o que pudesse dissimular ao mundo, não podia fazê-lo a mim, que vivia mais perto de mim que ninguém. Quando nem mãe nem filho estavam comigo o meu desespero era grande, e eu jurava matá-los a ambos, ora de golpe, ora devagar, para dividir pelo tempo da morte todos os minutos da vida embaçada e agoniada. Quando, porém, tornava a casa e via no alto da escada a criaturinha que me queria e esperava, ficava desarmado e diferia o castigo de um dia para outro.

O que se passava entre mim e Capitu naqueles dias sombrios, não se notará aqui, por ser tão miúdo e repetido, e já tão tarde que não se poderá dizê-lo sem falha nem canseira. Mas o principal irá. E o principal é que os nossos temporais eram agora contínuos e terríveis. Antes de descoberta aquela má terra da verdade, tivemos outros de pouca dura; não tardava que o céu se fizesse azul, o sol claro e o mar chão, por onde abríamos novamente as velas que nos levavam às ilhas e costas mais belas do universo, até que outro pé de vento desbaratava tudo, e nós, postos à capa, esperávamos outra bonança, que não era tardia nem dúbia, antes total, próxima e firme (…)”.

(Fragmento do livro Dom Casmurro, de Machado de Assis)

A narração dos acontecimentos com que o leitor se defronta no romance Dom Casmurro, de Machado de Assis, se faz em primeira pessoa, portanto, do ponto de vista da personagem Bentinho. Seria, pois, correto dizer que ela apresenta-se:

a) fiel aos fatos e perfeitamente adequada à realidade;
b) viciada pela perspectiva unilateral assumida pelo narrador;
c) perturbada pela interferência de Capitu que acaba por guiar o narrador;
d) isenta de quaisquer formas de interferência, pois visa à verdade;
e) indecisa entre o relato dos fatos e a impossibilidade de ordená-los.

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Saiba mais sobre o tema em: Texto Narrativo e Narração.

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Daniela Diana
Licenciada em Letras pela Universidade Estadual Paulista (Unesp) em 2008 e Bacharelada em Produção Cultural pela Universidade Federal Fluminense (UFF) em 2014. Amante das letras, artes e culturas, desde 2012 trabalha com produção e gestão de conteúdos on-line.
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29/04/2021

Verbos Irregulares

Os verbos irregulares são classificados assim porque não seguem nenhum paradigma da respectiva conjugação.Esses verbos podem apresentar irregularidades no radical, nas terminações ou em ambos.Exemplo de conjugação:

Verbos Fazer no Modo Indicativo

PresentePretérito ImperfeitoPretérito PerfeitoEufaçofaziafizTufazesfaziasfizesteEle/ElafazfaziafezNósfazemosfazíamosfizemosVósfazeisfazíeisfizestesEles/ElasfazemfaziamfizeramPretérito Mais-que-perfeitoFuturo do PresenteFuturo do PretéritoEufizerafareifariaTufizerasfarásfariasEle/ElafizerafaráfariaNósfizéramosfaremosfaríamosVósfizéreisfareisfaríeisEles/Elasfizeramfarãofariam

Verbos Fazer no Modo Subjuntivo

PresentePretérito ImperfeitoFuturoQue eu façaSe eu fizesseQuando eu fizerQue tu façasSe tu fizessesQuando tu fizeresQue ele/ela façaSe ele/ela fizesseQuando ele/ela fizerQue nós façamosSe nós fizéssemosQuando nós fizermosQue vós façaisSe vós fizésseisQuando vós fizerdesQue eles/elas façamSe eles/elas fizessemQuando eles/elas fizerem

Verbos Fazer no Modo Imperativo

Imperativo AfirmativoImperativo NegativoFaz tunão faça tuFaça vocênão faça vocêsFaçamos nósnão façamos nósFazei vósnão façais vósFaçam elesnão façam vocês

Formas Nominais do Verbo Fazer

Infinitivo PessoalInfinitivo ImpessoalGerúndioParticípioFazer euFazerFazendoFeitoFazeres tu------Fazer ele/ela------Fazermos nós------Fazerdes vós------Fazerem eles/elas------

Verbos Anômalos

Dentro da classificação de verbos irregulares estão os chamados verbos anômalos. Entre os exemplos de verbos anômalos estão ser e vir, que apresentam profundas alterações nos radicais e na sua conjugação.

Verbos Defectivos

Os verbos defectivos não são conjugados em determinadas pessoas, tempos ou modos. Ou seja, não flexionam em algumas formas.Os verbos defectivos podem serimpessoais, unipessoais e pessoais.Exemplo de conjugação:

Verbo Falir no Modo Indicativo

PresentePretérito ImperfeitoPretérito PerfeitoEu--faliafaliTu--faliasfalisteEle/Ela--faliafaliuNósfa

29/04/2021

Classificação dos Verbos

Daniela DianaProfessora licenciada em LetrasOs verbos em língua portuguesa são classificados em regulares, irregulares,defectivos ou abundantes.A classificação está condicionada àflexão verbal e não ao significado.Verbo é a classe de palavras que tem o maior número de flexões na língua portuguesa.

Flexões Verbais

As flexões verbais ocorrem em número(singular e plural), pessoa (primeira, segunda, terceira), modo (indicativo, subjuntivo, imperativo), tempo(presente, pretérito, futuro) e voz (ativa, passiva, reflexiva).Pode indicar ação (fazer, copiar), caráter de estado (ser, ficar), fenômeno natural(chover, anoitecer), ocorrência(acontecer, suceder), desejo (aspirar, almejar) e outros processos.Os verbos são divididos em três grupos de flexões, as chamadas conjugações, identificadas respectivamente pelas vogais temáticas (a), (e), e (i).Para cada uma das conjugações, há um paradigma indicativo das formas verbais consideradas regulares.E é a relação estabelecida com tais paradigmas que classifica os verbos como regulares, irregulares, defectivos ou abundantes.Para saber mais sobre esse tema, não deixe de consultar os textos abaixo!Voz ativaVoz passivaVoz reflexivaVerbos RegularesSão considerados regulares os verbos que obedecem de maneira precisa a um paradigma de respectiva conjugação.Exemplo de conjugação:

29/04/2021

Crioulos de base portuguesaDulce PereiraOs crioulos são línguas naturais, de formação rápida, criadas pela necessidade de expressão e comunicação plena entre indivíduos inseridos em comunidades multilingues relativamente estáveis. Procurando superar a pouca funcionalidade das suas línguas maternas, estes recorrem ao modelo imposto (mas pouco acessível) da língua socialmente dominante e ao seu saber linguístico para constituir uma forma de linguagem veicular simples, de uso restrito mas eficaz, o pidgin, que posteriormente é gramaticalmente complexificada e lexicalmente expandida, em particular pelas novas gerações de crianças que a adquirem como língua materna, dando origem ao crioulo.Chamam-se de base portuguesa os crioulos cujo léxico é, na sua maioria, de origem portuguesa. No entanto, do ponto de vista gramatical, os crioulos são línguas diferenciadas e autónomas. Sendo a língua-base aquela que dá o léxico, podemos encontrar crioulos de diferentes bases: de base inglesa ( como o Krio da Serra Leoa), de base francesa (como o crioulo das Seychelles), de base árabe (como o Kinubi do Uganda e do Quénia) ou outra.Os crioulos de base portuguesa são habitualmente classificados de acordo com um critério de ordem predominantemente geográfica embora, em muitos casos, exista também uma correlação entre a localização geográfica e o tipo de línguas de substrato em presença no momento da formação.Em África formaram-se os Crioulos da Alta Guiné (em Cabo Verde, Guiné-Bissau e Casamansa) e os do Golfo da Guiné(em S. Tomé, Príncipe e Ano Bom).Classificam-se como Indo-portugueses os crioulos da Índia (de Diu, Damão, Bombaim, Chaul, Korlai, Mangalor, Cananor, Tellicherry, Mahé, Cochim, Vaipim e Quilom e da Costa de Coromandel e de Bengala) e os crioulos do Sri-Lanka, antigo Ceilão (Trincomalee e Batticaloa, Mannar e zona de Puttallam). Quanto a Goa (na Índia), é discutível se aí se terá formado um crioulo de base portuguesa. Theban (1985) e Tomás (1995) consideram, contrariamente

25/01/2021

Aproveitem está promoção

O objetivo desta página é de espalhar os meus trabalhos de arte

25/01/2021

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