09/06/2026
Nhanga o poeta desconhecido
A luz pode queimar, quando o silêncio faz barulho
onde olho enxerga, não define a positividade de um olhar... a vida cria mitologia, não perca a vida por um ouvir dizem, não vai dar em nada
quem sopra vento semea sopro, não faz da vida uma droga
Deus tira o mundo aos lábios do inferno, pois a morte é uma certeza, que o homem não consegue dissipar
Eu venho das sombras do passado, onde o vazio transformou se em vida...
O princípio foi gravimente gravado pelo medo, antes de ter nascido já era tido como morto, a medicina era vazia, em capaz de olhar o meu sopro, dentro da barriga de um ser que chora, os médicos disseram que a Dona Melânia perdeu a gravidez ... Os choros gemidos permutado o silêncio assustador.
A vida cai, mas tende a levantar,
o choro da dor também ensina a caminhar.
Entre lágrimas e sangue nasceu esperança, entre ferro e Lama, o mundo não acaba
Deus escreve a vida mesmo na lembrança.
Melânia chorou, mas não desistiu,
o tempo levou a dor mas não apagou o que sentiu.
Ao por do sol, amanhã era fria, pesada como gelo, A dona contou o que tivera acontecido, num olhar meio morto, alguém sussurro aos seus ouvidos, que existe alguém com poder de olhar além do ver, capaz de tocar o fundo.
Sem nada a perder, a dona Melânia, decidiu ouvir a voz do sussurro, foram a casa do senhor, o caminho foi longo, pesado e desafiador, choros transformava se em esperança, uma fé desmedida, os trilhos lentos forou cortando a talhos.
O medo gelado, deu luz a uma sombra,
E a medicina tradicional levantou duais vidas mortas,
A incerteza tornou se uma vida de leite.
O medo gelado, deu luz a uma sombra,
E a medicina tradicional levantou duais vidas mortas,
A incerteza tornou se uma vida de leite.
Chegando ao sugerido, o senhor o tocar a barriga e sorrio, os disse que seriam pai de gemios...
O medo gelado, deu luz a uma sombra, e, a medicina tradicional levantou duais vidas mortas, e a incerteza tornou se uma vida de leite.
Do silêncio assustador nasceu a esperança,
Da caminhada pesada surgiu a confiança,
Onde a ciência já não via resposta,
A fé continuou a abrir portas.
A vida cai, mas torna a levantar,
o choro da dor também ensina a caminhar.
Entre lágrimas e sangue nasceu esperança,
Deus escreve a vida mesmo na lembrança.
Melânia chorou, mas não desistiu,
o tempo levou a dor mas não apagou o que sentiu.
O medo gelado, deu luz a uma sombra,
E a medicina tradicional levantou duais vidas mortas,
A incerteza tornou se uma vida de leite.
O medo gelado, deu luz a uma sombra,
E a medicina tradicional levantou duais vidas mortas,
A incerteza tornou se uma vida de leite.
A vida cai, mas torna a levantar,
o choro da dor também ensina a caminhar.
Entre lágrimas e sangue nasceu esperança,
Deus escreve a vida mesmo na lembrança.
Melânia chorou, mas não desistiu,
o tempo levou a dor mas não apagou o que sentiu.
Kilamba, Mereciano, o filho da natureza, sangue do meu sangue, corpo da minha alma, luz do candeeiro, neto do desconhecido, Nhanga, o poeta da natureza.