07/08/2026
“Eu sou outro/a malandro/a”; “Quem me suja não me limpa”; “Me feriu? Perdeu acesso a mim!”.
Só Deus sabe o quanto eu odeio essas frases.
Quê cultura de afastamento é esta? Estamos a tomar a forma do mundo, será? Homens e mulheres profundamente ressentidos, não conseguimos sair da meninice existencial e nos resolvermos como deve ser?
Com as nossas ações, provamos que não amamos o próximo e o nosso amor se esfriou, porque não largamos também a capa quando nos puxam a túnica, não andamos ainda duas milhas quando nos obrigam a andar uma (Mateus 5:39-42), não temos ainda o amor de Cristo enraizado em nós, uma denúncia clara contra nós mesmos que não amamos como Ele ama; porque amamos somente quem nos ama e odeiamos os que nos odeiam.
A propagação do afastamento social é uma plataforma diabólica onde o ressentimento é o “sentimento Rei”; isso não é de Deus.
No Domingo avançamos acelerados para o culto/missa, na segunda-feira nos ferimos. Deus tenha misericórdia de nós.
Referências:
João 13:35.
João 17:21.
Por: Kiala Miguel.