Denny Pinto & Céus Heterónimos

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14/02/2015

Billy Blaze - Três pr'às Quatro

Girou no relógio o ponteiro, são 3 pràs 4 agora
Ainda há luzes na rua acesas, não sei o que se passa lá fora
Algures não muito longe, algo acontece à essa hora
Há alguém que dorme no frio… São três pr'às quatro agora!
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Mergulho o meu quarto na escuridão, afogando a luz que o ilumina
No vazio perco o chão, e caio na monotonia
(em sincronia)Sombras dançam na minha janela, balançam-se em harmonia
Não vêm com outra intenção, senão de me fazer companhia
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Não tenho nenhuma intenção, de contar segundo à segundo
Mas sinto a aproximação da insônia à cada segundo
Meu corpo recusa o seu cansaço, abraço a dor mas no fundo
Quero saltar no abismo dos sonhos e cair num sono profundo
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Nas palavras do cientista, Albert Einstein de certa forma dizia
É quanto mais retrocede o intelecto e o modo de vida, que avança a tecnologia
A mulher da meteorologia, previne o futuro como uma profecia
Com eficácia, analisa os detalhes e avisa, vai fazer frio de noite e de dia
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Os cinco graus que foram previstos, parecem ser cinco À MENOS
Quase não encontro os sentidos, eu sinto frio ATÉ NOS ossos
Os vultos tinham-me dito, para me manter sereno… porque
Os dias mais agressivos … Não tendem ser mais Amenos (não o tendem ser, mas há menos)
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Constelações alinham-se, planetas se organizam, e reações fisio-místicas criam-se
Transformando meros homens, na fusca imagem nítida, de todos os seus deuses que queriam ser
Mas desviam-se, das transformações que ocorrem em esconderijos da galáxia onde se cria o ser
Iludem-se, com conhecimento de símbolos que ocultam a verdade que limita o ser… Ludibriam-se!

31/10/2012

Todos os dias aprecio-te no interior do meu coração e me torno feliz por você existir em mim. Teu sorriso que é magia pr'a meu mundo, faz-me relembrar o céu, pois é nele que me esqueço do mundo. Seguido pela sensação da tua falta, recebo os vestígios do melhor dos melhores presentes que Deus me deu: a lembrança do nosso primeiro encontro - A primeira vez que Eu te vi. Talvés você não perceba hoje, nem amanhã... mas um dia!... Um dia você perceberá, que a existência das nossas vidas, depende de certa forma, da existência da felicidade de outra! Essa pequena necessidade de felicidade alheia: É Amor!!! Amo-te muito! bj's. (por: Denny Pinto)

06/04/2012

Por mais engajado que estejas, há sempre alguém que vai dizer que não estás a fazer o teu trabalho...
Billy Blaze

10/12/2011

O presente é só + 1a ferramenta p no futuro você recordar q foi retardado no passado...
by: Billy Blaze

30/11/2011

PARABÉNS!

Desde que soube, desta data
Quis fazer parte deste momento,
Ao presentear-te na altura exacta,
De modo a levar-me contigo no pensamento.

O tempo parece-me a ti infinito,
A pulcritude não acaba,
Porém, para mim a quadra é escassa,
Apresso-me a não perder-te no tempo.

Intempéries me conspiram,
Não pude chegar no tempo exacto
Tramóias querem agregar-se, dar-te-ei prioridade
Você é o fenómeno contrário de um simples facto
Ou seja, você é a noção de grandiosidade.

Teu jeito de perfeição
É o método de fascínio
Na qual, masculinidade não projecta domínio,
Na qual poetas desilustrados encontraram motivação

Motivação esta, carecida,
Para sustentar a razão de causa.
Ao alcance, os olhos visam-te aí esculpida,
Na epiderme de um poema dialogado numa prosa

Deste soluto aquoso, mergulharia em ti, sem te conhecer
E sem o medo de me afogar em teu ribeiro
Do doce, não serias o algodão
Serias o próprio algodoeiro

Eu sei, nem tudo sabes,
Mergulharia em ti e não me afogava.

Fugi do idealismo e reencontrei-te,
Caso contrário o mundo não aguentaria esta imprevidência
A falésia do amor extinguiu, em tua existência
No cúmulo do altruísmo

Alguma alínea, algures em ti. (?)
Algo algum se passou.
Por um infortúnio, não te conheci antes
Mas sei que você amadureceu e sua inteligência fermentou

Assim como fermenta
A beleza que você não ausenta
Segundo, após segundo
Vítima dos olhares do meu mundo

Quis presentear-te com esta carta
Pagar-te o impagável
Com palavras escritas
Objectivei, ser-te notável

Mas você talvez
Não seja aquilo que alucinei,
neste papel

Se outrora seu dia não aglomerou
Não se preocupe, você será sempre especial
Para mim, a cada dia você é melhor
Você tornou o “M.A.C.A” dos meus tempos, um lugar mais imparcial

P A R A B É N S !
A
R
A
B
N
É
S

Se outrora seu dia não aglomerou
Não se preocupe, você será sempre especial
Para mim

( dedicado à INDIRA - Macarenco 2011 - finalista na área de química - sala 58 ou 59 )

Autor: Denny Pinto

23/11/2011

Telepatia interrompida

Talvez não fosse um desejo racional
Mas quis que a chuva te apanhasse
Que cada gota te lembrasse
Que estou do outro lado da ligação

Aquela que temos em comum
Sempre que há uma linha de pensamento
Quando estás presente ou quando me ausento
Pouco importa a situação

Mas quando choveu importou
Porque os desejos despertaram
Em discordância as evidências se calaram
E para quem quis encher a pança, apenas água faltava o pão

A chuva que sempre esteve a meu favor
Não parecia opinar em sua mente
Telepatia não funcionou
O acaso não me deu razão

Pranto gotejante
Foram lágrimas que deixei,
Nas passagens onde passei
Tão glaciais quanto o orvalho no chão

Impressionante! A dor finge que passou
Porém aqueles que nisso acreditam, morrem
Todavia, os que negam, também
Se não mata-se por desgosto, morria por solidão

Ainda assim os que mataram por desgosto
Se sujeitaram a mesma
Ao destino insatisfeito, do que arde sem chama
Porque amor nasceu da própria combustão
O amor nasceu da própria alma

Quanto mais chovia
Mais eu fazia contacto
Mas se tornava difícil causar um impacto
Em prol de uma nova conexão

A cela perpétua do pensamento
É o único alicerce das minhas ideias
Se todos os dias estivessem em causa
Todas as noites estariam em questão

Abstive a respiração
Por um momento de fúria
Era inevitável, evitar o que no pensamento viria
E todas as minhas tentativas foram em vão

A chuva pretende partir.
O meu ânimo esvaiu-se todo
Foi bom de qualquer modo
Mas afinal não houve contacto

Talvez a nossa falta de incompatibilidade,
Se encontra na operadora de rede
Tente a Unitel ou a Movicel
Saia da rede fixa
Ou talvez haja um sentimento incorrigível
De uma fonte que não se percebe

A última gota foi notória
Daí a chuva cessou
E a ligação sucedeu interrompida.
«Quem estará do outro lado da linha?»

(Versão do texto: Fim da Telepatia.
Em Prosas com o Psiquiatra - motivos de loucura)

Autor: Passos De Jacinto Como (Jacinto Como)

Por: Denny Pinto

18/11/2011

Partilhando connvosco Poesia & Prosa

Arts & entertainment

18/11/2011

Procura teu Trilho

17/11/2011

..."Enquanto formos apenas um, metade serve pr'a completar-mos o vazio". Porém toda a solidão deve ter o seu fim e toda metade deve ser completa...

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