Museu Nacional de Antropologia de Angola

Museu Nacional de Antropologia de Angola O Museu Nacional de Antropologia foi criado há 13 de Novembro de 1976.

A conquista da Independência Nacional a 11 de Novembro de 1975, teve como um dos objectivos fundamentais, a valorização e a reafirmação da identidade cultural dos angolanos, pois o privilégio de desfrutar e contemplar os elementos mais significativos da sua criação artística e cultural, foi-lhes negado durante em algumas regiões e décadas outras, considerando-a profana e consequentemente marginali

zada e subalternizada pelo colonizador. A fim de Ajudar os angolanos a conquistarem e reassumirem a sua personalidade cultural, através da valorização, divulgação e transmissão às gerações vindouras do património cultural, como fonte da sua inspiração, foi criado o Museu Nacional de Antropologia, vocacionado também a recolher, investigar, identificar, conservar e a divulgar dos resultados das suas pesquisas, pô-los à disposição do público, para a satisfação das suas demandas culturais, científicas e de lazer.

23/10/2024
22/10/2024

É no museu, comigo!☺️ você já viu bem essa porta? Bem grande, pesadaaa🥵 tem estrutura de porta antiga, não só a porta mas todo o edifício!😳 Isso porque o edifício que hoje é o Museu Nacional de Antropologia foi construído no final do século XVIII e era uma casa nobre onde era feito tráfico de escravos😌
Então, como deixou de ser essa casa nobre e passou a ser esse lindo museu?🤔
Agende a sua visita e venha saber sobre essa história☺️

07/08/2024

Gostaria de agradecer aos meus mais novos seguidores! Estou muito feliz por ter vocês a bordo! Israel Tambue, Raul Santana

Os funcionários do Museus e professor Talles, a restaurarem obras de pinturas.
25/03/2022

Os funcionários do Museus e professor Talles, a restaurarem obras de pinturas.

A rubrica peça do mês de Fevereiro (TRAJE CARNAVALESCO DO REI )« Querem o carnaval ou não?(sim responde o povo) então va...
08/02/2022

A rubrica peça do mês de Fevereiro (TRAJE CARNAVALESCO DO REI )
« Querem o carnaval ou não?(sim responde o povo) então vamos organizar, esse ano o carnaval. Não o carnaval dos “tugas” que eram só bailes. Vamos fazer o carnaval de rua como fazíamos antigamente» (Drº António A. Neto, Primeiro Presidente de Angola. 14.01.78). Com essas palavras o fundador da Nação Angolana, fazia renascer a esperança aos angolanos, da volta a um dos aspectos culturais mais importantes de Angola. O carnaval. Que é uma manifestação popular e que se apresenta em todo o território angolano, desde antes da chegada do colonizador; refira-se que essas manifestações tiveram o seu início nos grandes mussekes, por indivíduos que organizavam grandes grupos de pessoas que percorriam grandes distâncias a pé para demonstrarem os grandes aspectos da cultura local como: canções, danças, crenças, o modo de vida, ao som e rítmos musicais produzidos por instrumentos musicais tradicionais. Este aspecto da cultura angolana, não foi completamente desestruturado apesar de cinco séculos de domínio colonial. Hoje se fazem sentir as palavras do saudoso Drº Agostinho Neto. Assiste-se ciclicamente, o povo angolano a mobilizar-se para dançar o carnaval da victória; com desfiles dos mais diversos grupos que apresenta na sua composição um comandante, uma rainha, uma princesa, uma enfermeira (o) e os guerreiros que participam na transmissão da mensagem do grupo. O rei e a rainha são as figuras principais, e a eles seguem-se as alas de
dançarinos que constituem o tronco de toda a dança. A seguir a estes elementos, surgem as falanges que se vestem de fantazias carnavalescas e que constituem a massa associativa do grupo. Neste momento de festa e muita folia que se assiste as danças tradicionais como: Kazukuta, Dizanda, Semba, Varina. Cianda, Zindunga, Kabetula e outras que são bastante marcantes e funcionam como factores de identidade cultural para os povos. É neste contexto que mais uma vez, em alusão à celebração da 44ª edição do Carnaval, o Museu Nacional de Antropologia, traz ao público em geral o traje do rei, que tem a função de liderar a corte real, proteger a rainha, seguindo-a em todos os passos. A sua cadência se parece com o cortejar do galo a uma galinha. O traje ora exposto pertence ao grupo carnavalesco União Sagrada Esperança do Rangel. Ele é composto por coroa, casaco, saia, quatro petiles (duas laterais, duas frontais), luvas e calçados. A endumentária é feita com tecido de cetim multicolor e ornamentado com rendas e pedras de lantejoulas de várias cores e feitios. O capacete é feito de latas e pintado com várias cores. O Museu Nacional de Antropologia, coloca assim a disposição do público em geral para apreciação e por conseguinte consencializar as pessoas sobre a defesa e valorização do carnaval.

O Museu Nacional de Antropologia tem a honra de convidar o público em geral para uma palestra com o tema: “MOTIVOS DECOR...
17/08/2021

O Museu Nacional de Antropologia tem a honra de convidar o público em geral para uma palestra com o tema: “MOTIVOS DECORATIVOS DO GRUPO SOCIOCULTURAL TUCOKWÉ”, a ser feita pela artista plástica Divalda Massuia Pedro e moderada pela antropóloga Engrácia de Oliveira, a realizar-se na sala de Conferências do Museu, no dia 25 de Agosto, pelas 10 horas.

Ontem 16 Junho dia da criança África, o Museu recebeu a visita da Adida para Imprensa Cultura e Educação, da Embaixada d...
17/06/2021

Ontem 16 Junho dia da criança África, o Museu recebeu a visita da Adida para Imprensa Cultura e Educação, da Embaixada dos Estados Unidos da América, a Dra, Deneyse A. Kirkpatrick, acompanhada pela Assistente Cultural, a Dra, Ana Ferreira, da referida Embaixada. No final da visita, a Adida procedeu a uma oferta simbólica a instituição.

06/06/2021

Arte Sona é uma arte da Cultura Nacional.

06/06/2021

O Museu de Antropologia, convida os artistas fazedores de arte Sono, a contactar o museu para um projecto de exposição.

Ontem o museu, teve o atelier de Dikanza como o Maestro Mulumba, em representação do Ghothe Institut.
06/06/2021

Ontem o museu, teve o atelier de Dikanza como o Maestro Mulumba, em representação do Ghothe Institut.

A visita do é a jornalista Estrela.
28/05/2021

A visita do é a jornalista Estrela.

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Luanda
2159

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