Daniel Huambo

Daniel Huambo esta é encencialmente para minha namorada e os amigos e meus familliares

29/05/2021

TEATRO E PSICOLOGIA

TEATRO E PSICOLOGIA
de Mariana Crochemore

“Há pelo menos uma diferença entre o teatro e a vida! No teatro temos várias vidas: rei, mendigo, velho, moço, amante, rejeitado (…) É beber ovinho de uma existência inteira na taça frágil de uma hora…”
Domingos Oliveira
1. INTRODUÇÃO
O teatro e a psicologia têm muito em comum, ambos tratam do mesmo tema: o comportamento humano. O teatro imita a vida e a psicologia tem na vida o seu objeto de estudo. Em suas articulações vemos a psicologia utilizando o teatro como recurso em suas diversas áreas de atuação,
inclusive de maneira sistematizada como no caso do psicodrama, na área clínica.

O trabalho pretende enfocar o teatro enquanto expressão artística e cultural, e, debruçando-se sobre o tema, estabelecer o diálogo entre teatro e psicologia, visando ainda que de forma introdutória, analisar a função deste e esboçar um confronto com os mecanismos do processo de construção de personagem, a partir de constructos teóricos da psicologia.

A primeira parte do trabalho é dedicada a discutir a função do teatro. Percorrendo desde a origem do teatro, procura revelar nesta trajetória idéias e símbolos da mitologia grega, a função catártica, a noção do brincar, o mecanismo da sublimação e algumas contribuições da psicanálise acerca do artista, focalizando a fantasia, a criatividade, e a arte.

A segunda parte trata da questão do ator. São diferentes os caminhos que levam a construção da personagem. A psicologia, como ciência que estuda o comportamento humano, traz em si subsídios esclarecedores para a construção do ator, podendo cada linha teórica contribuir com seus fundamentos para um objetivo específico desse processo. Discorrendo sobre o método de trabalho do ator, enfocarei a questão por um viés junguiano, abrangendo os conceitos de arquétipos e inconsciente coletivo.

2. O TEATRO

“O teatro tem o tamanho da vida. E dentro dele podemos exercer a forma mais interessante de sabedoria, que é a loucura sob controle”. A frase é de Domingos Oliveira (1987), cineasta, ator e diretor teatral. Em suas reflexões sobre o teatro “Do tamanho da vida”, ele expõe:

“Teatro é ensinamento e diversão, disse Brecht. Mas ensinamento sobre o quê? Sobre a experiência transcendental. Transcender é cair no real. O teatro tem como finalidade ajudar o seu espectador a entender-se como indivíduo dentro de um contexto mais amplo. Essa é a experiência transcendental a que me refiro, necessária e deliciosa que talvez o teatro possa proporcionar”.

O teatro é a expressão humana que lhe traduz a própria existência. O teatro pode ser compreendido como um rito através do qual se revela um mito. Segundo Brandão (1991), o rito possui o poder de suscitar ou reafirmar o mito. É através do rito que o homem incorpora o mito, se beneficiando de todas as suas forças e energias que jorraram nas origens.

A ação ritual realiza no imediato uma transcendência vivida. O rito reiterando o mito aponta o caminho, oferece um modelo exemplar, colocando o homem na contemporaneidade do sagrado. O autor conceitua o mito como, a narrativa de uma criação, ocorrida nos tempos primordiais quando uma realidade passou a existir. O mito expressa o mundo e a realidade humana, mas cuja essência é efetivamente coletiva transmitida através de várias gerações. Decifrar o mito é, pois, decifrar-se.

Ao se fazer essa analogia entre o teatro e um ritual, entre a peça e um mito, percebemos essa contemporaneidade do sagrado, como a tomada de consciência, a elaboração das identificações e a própria catarse emocional pela qual sofre o espectador ao assistir uma peça teatral. O drama, como diz Freud (1904), é a forma de tornar acessíveis fontes de prazer ou satisfação na nossa vida emocional, grande parte das quais é de forma inacessível.

Em seus estudos sobre o processo criativo, Freud (apud. Fine, 1981)2 verifica que, “como muitas vezes o drama se ocupa do sofrimento, o prazer do espectador deriva-se de uma dupla ilusão: primeiro que é o outro e não ele que está representando e sofrendo no palco, depois porque afinal se trata apenas de um jogo que não representa perigo para sua segurança pessoal”. Diz ele que, os conflitos retratados no palco devem estar dentro do âmbito da experiência do espectador, assim haverá um entre jogo entre o autor e a audiência. A arte teria o caráter de prazer antecipado, e nosso prazer com uma obra imaginativa depende de uma liberação de tensões.

O estado no qual entramos ao assistir a uma peça teatral, podemos dizer que se aproxima de um estado de rebaixamento de consciência. Vale à pena a longa citação de Barthes (1975), que traça interessante comparação entre o estado do espectador e um estado pré-hipnótico, uma vez que o estado hipnótico, era a condição introdutória e necessária, na utilização do método catártico para o tratamento psicanalítico em seus primórdios.

“Tudo se passa como se mesmo antes de entrar na sala, as condições clássicas da hipnose lá estivessem reunidas: vazio, receptividade, desocupação. Não é diante da peça e pela peça que se sonha”: é sem saber, antes mesmo de vir a ser espectador. Existe uma situação de teatro e essa situação é préhipnótica. Segundo uma metonímia verdadeira, o escuro da sala é anunciado pelo ‘sonho crepuscular’ que precede este escuro e conduz o sujeito, de rua em rua, de cartaz em cartaz, a mergulhar finalmente num cubo obscuro, anônimo, indiferente, onde deve se
produzir este festival de sentimentos”

Um forte atrativo que se faz presente na situação teatral, é a posição devoyer ocupada pelo espectador, Metz (1983) afirma que o exibicionismo é bilateral na materialidade das ações, pois repousa sobre o jogo das identificações cruzadas sobre “o vai e vem assumido do eu e você”. O autor prossegue dizendo haver um empuxo não divisível do desejo de ver que requer dois aspectos: ativo/passivo, sujeito/objeto, ver/ser visto. O exibido sabe que é olhado, deseja que assim seja, identifica-se com o voyerde que é objeto (mais que o constitui como sujeito). Aí se coloca a relação presencial como condição para a efetivação do voyerismo. Ator e espectador estão presentes um no outro.

O exibicionismo e o voyerismo existem enquanto relação de identificação, um depende do outro.
Identificamo-nos instintivamente com os protagonistas criados e reagimos a seus antagonistas como se nós estivéssemos no palco.

Projetamos no cenário, fazemos nossa a mobília, sentimos o diálogo como se fosse saído de nossas próprias bocas, conhecemos a ambivalência de amor e ódio, atingimos idêntico nível de crise e clímax,e apenas na medida em que se dá a resolução dos conflitos, é que vamos gradativamente recobrar-mo-nos como platéia. Identificamo-nos com o seu ego, seu super-ego, e também o seu id.
Cada membro da platéia vai responder como indivíduo e como membro do grupo. Pode-se dizer que o inconsciente do indivíduo reage ao nível de inconsciente da representação, de forma que tanto o público quanto o ator sentem que o fazem juntos. Courtney (1980) salienta que, os espectadores se relacionam em três níveis da experiência teatral: com o enredo, a experiência da ação, e a personagem. Sintetizando também o conteúdo, a intenção, e a coerência da peça. Portanto no teatro a presença do público é um pré-requisito, que participa na criação da forma final da arte. O escritor cria o texto, o ator representa, o diretor reúne as partes, e a platéia reage. Sem a reação do público, a arte como forma é quase inexistente.

06/03/2021

Dois dias de Teatro na pomba
No dia 27 teremos:
Gt Omwenho Wetu-obra Apesar de tudo
E
Gt Luz e arte-obra Tom Tom bolacha

Dia 28 teremos:
Liga teatral VDM-obra A noiva e o fantasma
E
Gt Horizonte d'arte-obra feiticeiro e o Kafungafunga

Entrada no valor de 200kz

13/01/2021

Grupo teatral Sabedoria D'Arte
Apresenta
Grande Espetáculo, grandes grupos, grandes peças teatrais.
C.De Arte Esperança____por Causa Do Álcool
GT Sabedoria D'Arte______SIDA
E muito mais á não perder é já no dia 23 e 30 de Janeiro.
Para mais informações: 922776984.

30/09/2020

Faça de si próprio a sua inspiração para que não confundam com um outro personagem, nunca se limita em encarnar um personagem seja multifacetico .

01/09/2020

Dramaturgia
ofício de elaborar um texto com o objetivo de
transportá-lo para os palcos.. ...
O Wikiquote possui citações de ou
sobre: Dramaturgia
Dramaturgia é o ofício de elaborar um texto
com o objetivo de transportá-lo para os
palcos, apresentando diante de um público as
ideias contidas nesta obra. A palavra drama
vem do grego e significa ação. Desse modo, o
texto dramatúrgico é aquele que é escrito
especificamente para representar a ação. O
que se dedica a essa tarefa é o dramaturgo.
O cerne da ação é o conflito. Toda ação em
cena depende do conflito e da maneira como
os diferentes personagens agem para atingir
seus diferentes objetivos. O dramaturgo pode
atuar na tragédia , na comédia , no drama
histórico , no drama burguês, no melodrama ,
na farsa e até mesmo no gênero musical.
Entretanto, a dramaturgia não está
relacionada somente ao texto teatral, ela está
presente em toda obra escrita para as artes
cênicas: roteiros cinematográficos ,
telenovelas , sitcoms ou minisséries .
Dramaturgia Televisiva
A dramaturgia criada para a televisão é
conhecida como teledramaturgia e pode ser
classificada da seguinte forma: programa
unitário, seriado , minissérie e telenovela . Esta
última se distingue da soap opera , gênero
específico da televisão americana.
Dramaturgia Teatral
Em um texto teatral uma história é contada
como uma narrativa. Há em geral, um enredo,
personagens principais e secundários, um
certo conflito, uma introdução, um clímax e
um desfecho. Difere entretanto, de um
romance, devido a forma como o texto é
disposto em geral no que se refere a
descrição de cenários, personagens e a
presença do narrador. Além disso, devem ser
observados os efeitos causados pela divisão
do texto teatral em cenas e/ou atos de acordo
com a ordem dos acontecimentos.
Aristóteles
Aristóteles definia dramaturgia como " a
organização de ações humanas de forma
coerente provocando fortes emoções ou um
estado irreprimível de gozo ou
maravilhamento ". [1]
André Antoine
Não é inédito apontar que, já para André
Antoine , o espetáculo tal como o concebia,
conformava-se a partir e em torno de um
texto, apesar de, na época, ser notório a
polêmica entre Naturalismo e Simbolismo.
Antoine fundou o Théâtre Libre em Paris em
1887. Seu trabalho teve enorme influência na
cena francesa, assim como em companhias
similares em outros lugares da Europa. [2]
" Se o drama naturalista vier a aparecer, só um
homem de gênio poderá tê-lo gerado. Corneille
e Racine fizeram a tragédia. Victor Hugo fez o
drama romântico. Onde está o autor ainda
desconhecido que fará o drama naturalista? - Le
Naturalisme au théâtre (OC, F. Bernouard, t.42,
p.21).
Sabe-se também, que Antoine foi celebrado
por revelar aos seus contemporâneos (e para
os que vieram após eles) novos dramaturgos.
Divulgou Tolstoi (O Poder das Trevas, 1888),
Turgueniev (O Pão de Outrem, 1890),
Courteline (Lidoire, 1891;1893), August
Strindberg (Senhorita Júlia, 1893), Jules
Renard (Pega-fogo, 1900), Henrik Ibsen (Pato
Selvagem, 1906), e outros.
Anton Tchecov
Sua história, e a história da relação com
Constantin Stanislavski releva um novo
aspecto do papel de dramaturgo, e de sua
obra, posto o que vinha sucedendo com o
"levante" da encenação. Avanços estes que
nunca o impediram de colocar sempre sua
personalíssima "visão pessoal" em sua obra.
E, é claro, como a história nos relega,
sabemos que, a partir das criações de Anton
Tchecov , Stanislavski pôde então vir a
estruturar seu famoso e histórico "método" de
interpretação para o ator.
E pôde até mesmo fazer avanços em sua
estética, chegando até mesmo a contradizer
Diderot , onde o verdadeiro paradoxo do ator
não residia mais em "simular emoções", mas
sim, agora, e de forma comprobatória, seu
paradoxo deslocar-se-ia para o fato de que ele
(o ator) não poderia "tornar-se" outra pessoa,
senão com suas próprias emoções, enquanto,
no processo, permanecia sendo ele mesmo.
Dramaturgia
Contemporânea
A dramaturgia vêm, sistematicamente, como
resultado de profundas pesquisas centradas
nos desdobramentos acerca das ideias de
sujeito e subjetividade, bem como por uma
ótica de subjetivações e como reflexo direto
de avanços nos mais variados campos do
pensamento e atividade humana - renovando-
se esteticamente de forma continuada e
progressiva. Incluindo nela ser também objeto
de expansão da própria linguagem em que
opera, valendo-se, por exemplo, de
experimentos em que a própria grafia e o
suporte papel podem funcionar também como
tela a aportar obras que tendam a ser e ter
independência sígnica visual
(pictocoreográfica), bem como outros
experimentos que denotam avanços de
linguagem operando dentro da própria lógica
de sua estrutura.
Experimentos que denotam, em si, o profundo
conhecimento de toda a história anterior de
seus avanços estéticos, bem como trazem em
seu bojo implicações do que poderá ser o
avanço da própria linguagem que a compõe.
Textos que, inseridos no campo da Arte, têm
como uma de suas buscas a tentativa da
transfiguração de qualquer noção que se
verifique estagnada de sentido, e que se nos
propõem a renovar, de modo autônomo, nossa
compreensão e sensação de qualquer ideia
acerca da história humana conhecida, e por
conhecer.
Procedimentos estéticos que funcionam como
trampolins, que nos propõem e permitem
saltos em variadas, distintas e inéditas
direções. Escrituras que se propõem a
reconstruir o mundo de insuspeitadas
maneiras, utilizando-se, neste intento, de
procedimentos polissêmicos, instáveis, na
tentativa de assumir um lugar
preferencialmente de trânsito, e de
alternativas à ideia estratificada do que
conforma-se, historicamente, um 'ser
humano'.
Sarah Kane
Sarah Kane é considerada a maior dramaturga
do final do século XX na Inglaterra. Escreveu
em vida cinco obras de dramaturgia e um
roteiro cinematográfico - Skin . Suas obras:
Blasted (Ruínas ou Devastados), Phaedra's
Love, Cleansed , Crave e 4.48 Psychosis. [3]
David Harrower
David Harrower é um dramaturgo escocês.
Sua primeira obra de dramaturgia, Knives in
Hens foi considerada um sucesso de crítica e
público. Escreveu as peças Kill the Old Torture
Their Young, Presence, Dark Earth , Blackbird,
365 e Lucky Box. [4]
Referências
1. ↑ Marcio Aquiles e a dramaturgia da
singularidade Arquivado em 11 de
outubro de 2016, no Wayback Machine .
SP Escola de Teatro . (Agosto, 2013).
2. ↑ INTRODUÇÃO À HISTÓRIA DO
TEATRO NO OCIDENTE DOS GREGOS
AOS NOSSOS DIAS Arquivado em 7
de agosto de 2016, no Wayback
Machine . UNICENTRO

01/09/2020

15 elementos característicos do
teatro
1- Trama
É o que acontece no trabalho. Refere-se à ação.
A organização de eventos ou a seleção e ordem
das cenas de uma peça. Segundo Aristóteles , é
um conceito abstrato que se refere à disposição
dos incidentes que constituem a matéria-prima e
os componentes da história.
A trama é a maneira pela qual esses incidentes
são estruturados em um todo coerente. Se a
provisão do pedido original for alterada, um novo
quadro será gerado. Dois tipos de enredo
predominam no teatro. A seguir, suas principais
características e elementos diferenciadores:
Quadro de resolução
A trama começa no final da história, mais perto
do fim ou do clímax.
Abrange um curto espaço de tempo.
Ele contém algumas cenas sólidas e expandidas.
Ocorre em um local restrito, um quarto ou uma
casa.
O número de caracteres é severamente
delimitado.
Poucos quadros secundários são gerados.
A linha de ação prossegue em uma cadeia de
causa e efeito. Os personagens e eventos estão
intimamente ligados em uma sequência de
desenvolvimento lógico, quase inevitável.
Apocalipse
O enredo começa relativamente cedo na história
e passa por uma série de atos.
Abrange longos períodos de tempo.
Muitas cenas curtas e fragmentadas ou a
alternância entre cenas curtas e longas.
Pode cobrir uma cidade inteira ou mesmo em
vários países.
Abundância de caracteres.
Marcado frequentemente por vários fios de
ação, várias histórias paralelas.
As cenas estão associadas uma à outra. Um
evento pode resultar de várias causas, ou
nenhuma causa aparente, mas surge em uma
rede de circunstâncias.
2- Tópico
Enquanto o enredo se refere à ação do trabalho,
o tema se refere ao significado do trabalho. Às
vezes, é claramente indicado no título.
Outras vezes, pode ser declarada através do
diálogo por um personagem que atua como a
voz do dramaturgo. Às vezes, o tópico é menos
óbvio e surge apenas após a análise do
conteúdo do trabalho.
3- Personagens
São as pessoas, animais ou idéias
representadas pelos atores da peça. Em termos
estruturais, os personagens são os agentes de
ação, que fornecem as motivações para os
eventos da trama.
Cada personagem deve ter sua própria
personalidade, idade, aparência, crenças,
formação socioeconômica e linguagem. De
acordo com suas funções no trabalho, você
pode revisar alguns tipos de caracteres:
Protagonista : O personagem principal.
Antagonista : O principal oponente do
protagonista.
Contrapartes : Eles revelam alguns aspectos do
personagem principal, porque eles têm
circunstâncias ou comportamentos semelhantes
ou diferentes.
4- Script ou texto
Este é o ponto de partida da performance
teatral. É o texto pelo qual a peça é criada.
Consiste em diálogo, instruções cênicas,
descrições dos personagens e afins em uma
peça. Refere-se às palavras escritas pelo
dramaturgo e interpretadas pelos personagens.
Relacionado: Espacialismo: Origem,
Características, Obras e Representantes
5- Gênero
Classe distintiva do trabalho. Gênero vem de
uma palavra francesa que significa “categoria”
ou “tipo”. A escolha do gênero reflete o ponto de
vista do escritor em relação ao assunto.
No teatro, geralmente são representados os
seguintes tipos de obras: tragédia, comédia,
melodrama e tragicomédia. Cada um desses
gêneros pode ser subdividido em estilo e
conteúdo em:
Tragédia
É uma imitação de uma ação séria, complexa e
relevante. A tragédia é séria por natureza em
seu assunto e lida com problemas profundos.
Esses problemas profundos são universais e
despertam compaixão e medo na platéia ao
testemunhar a ação.
Comédia
Ele tem a visão de fazer o público rir,
geralmente é físico e energético. O
comportamento dos personagens apresentados é
ridículo e às vezes absurdo. Estimula na
audiência uma correção do comportamento da
sociedade.
Melodrama
É o drama do desastre, circunstâncias fora do
controle do protagonista causam os fatos
significativos da trama. Aspectos de culpa e
responsabilidade do protagonista são eliminados.
O protagonista é vítima de circunstâncias. O
melodrama tem um senso estrito de julgamento
moral. Todos os tópicos apresentados são
resolvidos de maneira bem definida.
Personagens bons são recompensados ​​e
personagens ruins são punidos.
Tragicomedy
É um reflexo da própria vida, contém todos os
gêneros anteriores. Não se destina a julgar, nem
a fazer julgamentos absolutos. Ele se concentra
nas relações de caráter e mostra a sociedade
em um estado de fluxo contínuo.
6- Trajes e maquiagem
São elementos que servem para caracterizar os
atores ao recriar um personagem.
Trajes
Refere-se às roupas e acessórios usados ​​no
palco por um ator ou intérprete. Os gregos
antigos foram os pioneiros no desenvolvimento
de trajes específicos para cada personagem;
essa arte serviu para reviver a era medieval e
representar grandes marquês da corte.
Maquiagem
É o uso de cosméticos na alteração da
aparência física de um ator, para que sua
aparência se adapte a um determinado papel ou
para compensar os efeitos da iluminação do
palco.
A arte da maquiagem foi revolucionada pela
introdução da iluminação elétrica e a gás e
agora se tornou uma prática altamente técnica.
7- Efeitos de iluminação e som
A localização, intensidade e cor das luzes, bem
como os efeitos sonoros, ajudam o diretor a
comunicar o humor, o humor ou o sentimento de
uma cena.
A iluminação foi reconhecida como uma
característica importante da produção teatral
quando as performances internas ocorreram
pela primeira vez durante o Renascimento,
envolvendo o uso de velas e líquidos
inflamáveis.
As inovações cruciais da tecnologia de
iluminação incluíram a introdução de lâmpadas
de assoalho, o uso de refletores para aumentar a
intensidade dos feixes de luz e o escurecimento
das luzes no auditório em 1876.
O desenvolvimento da iluminação a gás no início
do século XIX representou um avanço
importante, apesar dos perigos envolvidos. O
uso da iluminação elétrica começou no
California Theatre em San Francisco em 1879.
Atualmente, os sistemas de iluminação nos
cinemas modernos são controlados por placas
computadorizadas altamente sofisticadas, que
podem coordenar a iluminação de um sistema
inteiro. Outras inovações recentes incluem
experimentos com luz ultravioleta, lasers e
holografia.
Os efeitos sonoros são os ruídos gerados para
acompanhar uma cena de uma peça, que podem
ser produzidos por computadores ou por atores
dentro e fora do palco.
8- Diretor
Ele é o responsável pela unidade total da
produção e pela coordenação dos esforços dos
artistas. O trabalho do diretor é central para a
produção de uma peça, pois é o diretor quem
define a visão da produção para todos os
envolvidos.
Relacionado: Arte Tridimensional: História,
Características e Obras
O diretor tem a tarefa desafiadora de reunir
muitas peças complexas de uma produção: o
roteiro, os atores, os figurinos, a iluminação, o
som e a música em um todo unificado. Para
executar esta tarefa, um diretor precisa:
Interprete o script.
Colabore com os designers.
Planeje os ensaios.
Guie os atores em seu trabalho durante os
ensaios.
O trabalho do diretor geralmente é baseado em
um estudo e análise detalhados do objeto de
script da edição. Muitas leituras cuidadosas do
roteiro ajudam o diretor a desenvolver uma visão
individual das intenções do dramaturgo. Sua
percepção influenciará qualquer aspecto da
produção.
Os diretores também estudam os personagens
do roteiro, reunindo o máximo de informações
possível sobre suas características físicas e
psicológicas, algo vital para a seleção de elenco.
9- Audição
Grupo de pessoas que vêem o trabalho. Muitos
dramaturgos e atores consideram que o público
é o elemento mais importante do teatro, uma
vez que todo o esforço para escrever e produzir
uma peça é para o entretenimento do público.
Como no teatro os intérpretes estão diretamente
presentes com o público, é gerado um fluxo
circular de energia, o ator afeta a platéia e vice-
versa. Esse efeito é amplificado pelo fato de o
teatro ser um evento comunitário.
A experiência do grupo é indispensável, pois
reforça as emoções vivenciadas pelo indivíduo e
cria uma consciência coletiva. Quando um grupo
de indivíduos responde de maneira semelhante
ao que está acontecendo no palco, seu
relacionamento com os outros é reafirmado e
fortalecido.
O grau de separação entre o elenco e o público
é o que diferencia o teatro convencional do
teatro participativo.
No primeiro, o público usa sua imaginação para
participar do trabalho enquanto se separa da
ação. No segundo, os atores interagem com o
público, tentando seguir um roteiro estabelecido
e improvisado, enfatizando o desenvolvimento
pessoal ou a terapia coletiva.
No teatro, pede-se ao público que aceite muitos
tipos de mundos imaginários. Uma maneira de
diferenciar esses reinos imaginários é dividi-los
no que é chamado de teatro realista e irrealista.
O realismo tornou-se a forma dominante de
teatro europeu no final do século XIX, as
tentativas de recriar a vida tão de perto que o
público tem que ser vida. O não realismo, por
outro lado, tenta transcender a realidade
observada e apresentar a parte da vida que
existe na mente.
No entanto, é um erro supor que essas duas
abordagens sejam mutuamente exclusivas. A
maioria das apresentações teatrais contém uma
mistura de elementos realistas e irrealistas.
10- Cenografia
Serve para recriar o ambiente em que a trama
se desenvolve, o cenário tem os seguintes
objetivos:
Defina o tom e o estilo da produção.
Defina a hora e o local.
Distinguir realismo de não realismo.
Coordene a paisagem com outros elementos.
Lidar com as limitações do espaço do palco e
da área fora do palco.
Todos esses objetivos são abordados em várias
reuniões entre o diretor, o cenógrafo e a equipe
de design. Posteriormente, as idéias são
incorporadas em esboços, que após revisões,
análises e modificações nos permitem conceber
o cenário que melhor se adapta à história e à
visão dos criativos.
Uma vez concluída esta etapa, os projetos são
entregues a um diretor técnico, que realiza as
construções, ajustes e instalações necessárias
no palco para a materialização do planejado.
11- Cenário
São equipes teatrais, como cortinas, pisos,
fundos ou plataformas, usadas em produções
dramáticas.
12- Utilitário
Existem diferentes categorias de adereços.
Muitos dos adereços vêm do script e são
elementos exigidos pelo diretor. O cenógrafo
também costuma solicitar adereços de cenário,
como os móveis que aparecem na cena, às
vezes há uma linha divisória fina entre esse tipo
de adereços e o cenário.
Relacionado: Linguagem Artística:
Características e Tipos
O suporte é qualquer item móvel que aparece
durante uma apresentação, exceto as roupas e
o palco. São artigos manipulados por um ou
mais atores. Um livro, uma arma, um copo de
vinho, entre outros.
13- Atos
Eles representam uma divisão importante no
desenvolvimento da peça de teatro. A maioria
das peças da época elizabetana até o século XIX
foi dividida em cinco atos por dramaturgos ou
editores posteriores.
No final do século 19, muitos escritores
começaram a escrever obras de quatro atos.
Hoje, um, dois e três atos são os jogos mais
comuns.
14- Teatros (edifício)
É o espaço no qual atores ou audiências se
reúnem. É essencial ter uma área em que o
artista, o artista se comunique com uma platéia
ao vivo.
Os edifícios teatrais evoluíram dos anfiteatros ao
ar livre dos gregos e romanos para a incrível
variedade de formas que vemos hoje. É um
espaço que apóia a troca emocional entre o
elenco e o público.
15- Convenção
Uma convenção de teatro é uma ferramenta
prática usada pelo dramaturgo ou diretor para
ajudar a contar a história da peça no teatro. A
convenção teatral mais comum é a dos
personagens conversando e fingindo não
perceber a platéia.
Freqüentemente chamada quarta convenção de
quarta parede ou tela, é simulada a existência
de uma divisão (invisível) entre os atores e o
público.
Origens e evolução histórica do
teatro
Quando o teatro começou exatamente é um
mistério. Caçadores pré-históricos
representavam histórias sobre suas expedições
de caça. Os antigos egípcios tocavam canções
sagradas e dançavam para seus deuses em
cerimônias religiosas. Mas a ideia do teatro
como entretenimento dramático veio mais tarde.
Sabe-se que as palavras em inglês para tragédia
e comédia vêm do idioma dos gregos antigos.
Embora os gregos não tenham sido os primeiros
a apresentar peças de teatro, eles estavam
muito interessados ​​nas origens da tragédia e da
comédia.
Em seus escritos, o filósofo Aristóteles e outros
escritores gregos propuseram teorias e criaram
hipóteses sobre como a forma de arte do teatro
se desenvolveu.
Obras gregas foram realizadas nos teatros ao ar
livre. A princípio, os teatros ficavam em áreas
abertas localizadas no centro da cidade ou ao
lado de encostas. O público estava prestes a
ouvir e ver o coral cantar sobre as aventuras de
um deus ou herói.
No final do século VI aC C., as estruturas
teatrais se tornaram mais elaboradas. À medida
que o teatro se tornou cada vez mais popular e
competitivo entre as cidades, os teatros se
tornaram maiores, com estruturas capazes de
acomodar até 15.000 pessoas por vez.
O teatro existe desde que as pessoas se
conheceram para ouvir alguém contar uma
história. Amigos e familiares compartilharam as
responsabilidades do público e do intérprete,
trocando papéis desde que alguém tivesse uma
história para compartilhar.
O teatro moderno pode ser mais formal, com
atores treinados para recriar uma história e
espectadores sofisticados que reagem a uma
encenação, mas a idéia de compartilhar energias
entre o elenco e uma platéia ao vivo permanece
invariável.

01/09/2020

O teatro é o ramo da arte performática
relacionada à performance e representação de

01/09/2020

amos lá ver o que sai daqui 😁😊
A maioria de vocês conhece-me muito bem. Não aceito muitos amigos de amigos porque sinto que não é para mim... quase todos os amigos do FB eu conheci em algum momento da minha vida... não são apenas um número.... mas se estiverem no meu Facebook é porque temos alguma ligação. Adoraria ver se ainda podemos conversar mais do que apenas gostos e escrever algo um para o outro. Decidi participar de uma experiência chamada ′′ Encontro entre pão." A ideia é ver quem lê publicações sem foto. Estamos tão consumidos com tecnologia que esquecemos a coisa mais importante: boas amizades. Se ninguém estiver a ler esta mensagem, será uma pequena experiência social. Mas se acabares isto até ao fim, adoraria que comentasses numa palavra sobre nós. Por exemplo: um lugar, um objeto, uma pessoa, um momento em que te lembras de mim. Então copia este texto e publica-o na tua página (não partilhes) e irei à tua página deixar uma palavra que me lembra de ti. Por favor, não comentem se não tiverem tempo para copiar o texto. Isto vai destruir a experiência. Vamos ver quem passou o seu tempo para ler e responder de acordo com a história comum fora do Facebook!

26/08/2020

Teatro faz-se com naturalismo e realismo, faça desta linda arte a sua vida.
---------Daniel Huambo--------

21/08/2020

Existem enes ferramentas de trabalho para criação do homem novo a fim de termos uma sociedade saudável. Teatro : certamente que é o melhor instrumento, e única arte que coloca ( pessoas vivas diante de pessoas vivas).
Vários ciêntistas contribuiram na evolução do mundo científico onde com determinação criaram fóruns com intuitos de mostrar e confirmar uma aprovação nas suas teorias mas para isto, era preciso refugiar-se no teatro para ter a coragem de enfrentar multidões.
( Aristóteles, Charles Darwin, Socrates, Paulo Ekmam etc.
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Hoje afirma-se sem dúvida que teatro é a melhor medida para aferir o nível de desenvolvimento e maturidade de uma sociedade.
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Aqui podemos tê garantir teatro de qualidade, maturidade e responsabilidade. para atua actidade.

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