Histórias Minhas

Histórias Minhas Queres emocionar-te com histórias? Então siga a página.

08/11/2025

Boa noite, pessoal!
Tem novidades de novos livros. Para quem quiser obter, é só puxar no WhatsApp:
931092915

18/08/2024

A casa está meio vazia, onde estão todos?
🤔🤔🤔

15/08/2024

Posso voltar?

03/11/2023

Bom dia todos!
Como estão?

17/08/2023

1
Se havia algo que Pessalo odiava mais do que acordar cedo e ir para a escola, era ser obrigado a ouvir histórias que seus pais sempre contavam aos sábados. Tecnicamente, sua curiosidade o obrigava a ouvir tudo. Então a culpa não recaía a ninguém, senão para a ele mesmo.
Pessalo desejava não ser tão curioso.
O pior é que seus pais sempre contavam histórias de terror, e histórias contadas por eles Pessalo não conseguia dizer se eram apenas histórias ou factos.
Aos sábados, depois do jantar, a televisão era desligada e Pessalo e seus irmãos se reuniam na frente de seus pais, para ouvirem as histórias. Sua irmã caçula era mais esperta, porque ela se retirava sempre que seus pais começavam com as histórias. Pessalo queria poder fazer o mesmo, mas não queria parecer um covarde.
Pessalo lembrava-se de uma história recente que seus pais tinham contado para ele...
Certo dia, numa aldeia não muito distante, uma jovem mulher voltava da lavra, após um dia cansativo de trabalho. Ela assobiava e caminhava tranquilamente, carregando sua enxada sobre o ombro direito.
A caminhada da jovem mulher foi interrompida quando ela tropeçou num toco de árvore, que ficava bem no seu caminho. Dolorida e irritada, a jovem mulher olhou para o toco, fez muxoxo e proferiu um monte de palavrões. Depois de uma breve massagem no pé magoado, ela continuou sua caminhada.
No dia seguinte, quando ela ia para a sua lavra, novamente tropeçou no mesmo toco. Como da primeira vez, ela saiu magoada, proferiu palavrões e continuou com a sua caminhada. A jovem mulher lembrava-se perfeitamente de que aquele toco não estava no caminho dias atrás, e ela teve a sensação de que o toco sempre surgia de repente no seu caminho.
Após um dia de trabalho árduo e pesado, a jovem mulher ia caminhando na direcção da sua casa, feliz consigo mesma por mais um dia de trabalho. Ela estava quase terminando, com sorte ela terminaria antes que a chuva começasse a cair torrencialmente dentro de poucos dias. Depois de tudo, ela semearia o que quisesse, seu trabalho árduo teria resultados e ela nunca passaria fome.
Novamente, a jovem mulher tropeçou, e era o mesmo toco. Como das outras vezes, ela gemeu de dor, fez massagem no pé magoado e proferiu um monte de palavrões. Quando estava para se retirar, uma canção começou a ser ouvida. Maravilhada pela voz harmoniosa, a jovem mulher tentou localizar a portadora daquela magnífica voz, daquela voz que lhe agradava aos ouvidos, como se ouvisse um coro de anjos. Entretanto, a portadora da voz não se via em lugar nenhum, e a canção continuava, continuava, continuava.
Apesar da bela canção e da magnífica voz, a jovem mulher estava começando a ficar assustada. De onde vinha a canção? Quem a cantava?
Então, quando ouviu com mais atenção, ela apercebeu-se de que a canção vinha do toco em que ela se pancara tantas vezes. Seu coração entendeu a emoção dominante e começou a bater mais rápido. A jovem mulher tentou fugir dali, mas parecia paralisada pelo medo.
Então, à medida que a canção seguia, o toco começou a crescer, a crescer, a crescer. Ele cresceu até formar uma mulher pútrida, trajando roupas esfarrapadas, como se tivesse sido enterrada há bastante tempo. Os olhos da mulher eram órbitas negras, seus cabelos semelhantes a raízes. O cheiro que ela exalava era tal, que a jovem mulher quase vomitou.
Horrorizada, a jovem mulher tentou gritar, mas a voz lhe tinha abandonado. Ela estava sozinha com aquela mulher pútrida.
—Você me pancou e me ofendeu —a mulher pútrida disse, sua voz antes magnífica agora rouca, sibilante e áspera. —Como castigo, você vem comigo.
A jovem mulher tentou fugir, mas era tarde demais. A mulher pútrida a agarrou tão forte que a jovem mulher não teve nem forças para mover um braço.
Então, a mulher pútrida começou a cantar a mesma canção, agora sua voz novamente harmoniosa. A jovem mulher se contorcia nos braços dela, gritando e chorando por ajuda, mas nada adiantava.
À medida que cantava, ela e a jovem mulher, que não parava de gritar, afundavam no solo. Por mais que gritasse, por mais que tentasse, por mais que chorasse. Nada adiantava. A mulher pútrida afundaria e a levaria junto.
O que é que vem aí?
A visita inesperada
A caminhante cansada
Pancou-me sem explicação
Dói-me o coração
O que é que vem aí?
A jovem mal-educada
Deu-me uma pancada
Vou dar-lhe uma lição
Colocou-me em aflição
O que é que vem aí?
O calor humano
Resistir não consigo
Há muito estou no frio
Por isso ficará comigo
Cantava a mulher pútrida.
Então, quando chegou no último verso, ela e a jovem mulher afundaram no solo.
Essa história fez com que Pessalo se mantivesse de boca fechada sempre que tropeçasse em alguma coisa. Seus pais nunca diziam se a história era verdadeira ou não, e sempre que Pessalo perguntava, seus pais apenas sorriam e fingiam que não tinham ouvido nada.
Essa era também a história que a irmã caçula de Pessalo mais odiava, porque era a que mais a assustava. No dia em que ouvira essa história, pedira para dormir com sua outra irmã. Ela dormira com sua irmã por quase duas semanas.
Era sábado. Todos já tinham jantado. A televisão tinha sido desligada. Seus pais se preparavam para contar histórias.
Jacinta, a irmã caçula de Pessalo, já se tinha retirado. Desde que ela ouvira a história da mulher pútrida, jamais arriscava nem um segundo ouvindo seus pais a contarem histórias. Felizmente, ela tinha aprendido a lição.
—Estão prontos? —Seu pai perguntou.
Pessalo e seus outros três irmãos assentiram.
—A história que vai ser contada é um pouco diferente das outras —sua mãe disse. Ela gostava de contar histórias de terror. —Já ouviram falar do acontecimento que abalou o Huambo inteiro, em 2014?
Pessalo tentou se lembrar, mas nada lhe assomava na mente. Era apenas uma criança em 2014, mesmo que tivesse presenciado o tal acontecimento, nunca conseguiria se lembrar. Mesmo assim, tentou forçar sua mente a recordar.
—A história da bota? —Elias, seu irmão mais velho, arriscou, a voz quase afectada, o que Pessalo não entendeu, porque seu irmão não tinha medo de nada.
—Isso mesmo! —sua mãe exclamou. —É mesmo isso.
—Todos sabemos que isso não passou de uma história para assustar crianças —Josefina, a irmã a quem Pessalo seguia, revirou os olhos, mas havia um certo medo na sua voz, como se lembrar daquilo a assustasse. —Não vou me assustar com isso.
Seus pais ignoraram o comentário dela.
—A bota tinha a mania de aparecer sempre nas escolas —seu pai começou. —Parecia que seu alvo principal eram os estudantes e os professores. —Ele fez uma pausa. —Houve um dia em que uma senhora mandou seus filhos para irem cobrar o dinheiro que uma pessoa lhe devia. Os dois filhos obedeceram e puseram-se a caminho. No meio do caminho, eles cruzaram-se com uma bota de borracha preta. Eles tentaram passar por ela, mas o menino que tinha ficado atrás sentiu alguma coisa puxando ele para trás. Ele se virou para ver quem o puxava, mas tudo o que ele conseguiu ver foi uma bota a dois metros dele. A força invisível continuava a puxá-lo. A essa altura, o outro menino tentava puxá-lo de volta, mas a força invisível era mais forte. Foi aí que a bota falou.
—Uma bota que fala? —Pessalo perguntou. Ao contrário dos seus irmãos, isso o estava assustando.
—É, uma bota que fala —seu pai disse com desgosto. Não gostava de ser interrompido. Ele continuou:—Quando a bota falou, o menino que estava sendo puxado foi finalmente derrubado pela força invisível e seus pés se viraram na direcção da bota. O outro menino assistia a tudo, horrorizado, sem saber o que fazer. Involuntariamente, o menino caído calçou a bota e ficou imóvel. Assustado, o outro menino saiu correndo de lá.
Silêncio.
O coração do Pessalo martelava no peito, como se exigisse que ele o deixasse partir. Até doía de tão forte que batia.
Pessalo olhou para os seus irmãos e viu que eles pareciam aborrecidos, como se a história não lhes agradasse tanto. Provavelmente estavam esperando por algo mais assustador. Entretanto, para o Pessalo aquela história era muito assustadora. Tinha até o assustado mais do que a história da mulher pútrida. Celeste, também sua irmã, parecia tão assustada quanta ele.
—O que aconteceu com o menino que calçou a bota? —Pessalo perguntou, tentando controlar sua voz trêmula.
—Ninguém sabe —seu pai disse, misterioso. —Ele nunca mais foi encontrado. Quando o menino que fugiu levou pessoas até onde tinha deixado seu irmão, nada foi encontrado, nem mesmo a bota.
—Só o Pessalo mesmo para ficar assustado com essa história —Josefina revirou os olhos, e novamente havia aquele medo no rosto dela.
—Vocês sabiam que essa bota fez muita gente parar de estudar em 2014? —sua mãe perguntou, sombria. —Por medo, estudantes recusavan-se a ir para a escola. Algumas escolas até foram encerradas. —Ela fez uma pausa. —Uma vez, na escola 39, enquanto os estudantes entoavam o hino nacional, a bota apareceu sobre a haste da bandeira e os estudantes se dispersaram. Naquele dia, muitos estudantes se feriram. Casos como esses aconteceram mais vezes. Isso levou à suspensão das aulas.
—E como resolveram o problema da bota? —Pessalo perguntou.
—Ninguém sabe ao certo —seu pai disse. —Depois de algum tempo, a bota simplesmente desapareceu.
Pessalo notou que seu pai não parecia tão certo do que falava, e notou que seus pais estavam com uma certa tensão e nervosismo, o que era estranho, porque nenhuma história os deixava assim. Elias parecia estar lutando para esconder o seu medo, outra coisa estranha.
—Essa história é verdadeira? —Pessalo fez a pergunta que sempre fazia no final de cada história.
Como sempre, seus pais apenas olharam para ele, sorriram e nada disseram.
—Tenho que dormir —Elias se levantou, ele estava muito estranho.
—Já está na hora mesmo —sua mãe disse, e Pessalo podia jurar que havia um certo tom de culpa na sua voz. —Por hoje é tudo. Até a próxima. Durmam bem.
Contudo, Pessalo não dormiu bem.
Quando chegou no seu quarto, ele olhou com desconfiança para todos os seus sapatos, esperando que um deles o obrigasse a calçá-lo. Mas isso não aconteceu, logicamente. Era só história. Parecia que seus sapatos estavam esperando uma oportunidade para mostrarem o que eles realmente eram e desaparecer com ele.
Ao contrário das outras noites, naquela noite Pessalo não desligou a lâmpada. Achou mais seguro dormir com a lâmpada acesa. Não queria ser pego de surpresa por nada no mundo.
Com o cobertor até a cabeça, Pessalo encontrava-se pensando se as histórias que seus pais contavam eram só histórias, ou tinham mesmo acontecido. Seus pais diziam que as histórias lhes tinham sido contadas por seus pais também. Eram como uma herança. Dentro de alguns anos, Pessalo contaria essas histórias para os seus filhos, também. Perguntou-se se seus filhos ficariam tão assustados quanto ele ficava sempre que as ouvia.
Pessalo simplesmente parecia gostar da sensação que o medo lhe causava, porque por mais que as histórias de seus pais o assustassem, ele nunca parava de ouvi-las. Às vezes era ele quem pedia. Pessalo achava o seu gosto pelo medo doentio, mas parecia não se importar.
Naquela noite, Pessalo sonhou com botas.

13/07/2023

ENTRE O AMOR E AMBIÇÃO ❤🔥💔
2 º Ep./1º Temporada.
—Nada não.. ___e continuou se observando e disse no coração: Não importa o quanto isso me custe...eu ainda vou brilhar muito... todos vão vêr! —Obrigada pelo o quadro amor.. ___acrescentou saindo do espelho, direcionando-se ao Samuel e sentou-se no colo dele.
— Não tem de quê__disse Samuel
—Obrigada por me aturar durante esses três anos todos... Sei que não é facil. Obrigada por tolerar minhas birras, grocerias e tudo. Só quero que saibas que...eu me sinto muito sortuda por te ter como meu namorado.
—Eu também agradeço a você por me aturar.. Eu amo muito você, e quero que saibas que estou na sua vida pra sempre.
—Também estou na tua vida para sempre. Me promete que a gente vai ser sempre assim, que a gente vai se amar pra sempre...
—Eu prometo, Euse...
—Eu amo muito você!__Disse deixando escapar uma lágrima.
—Euse, você está chorando?__perguntou sorrindo
—É que a emoção de amar me faz chorar
Mansão Dos Santos(Vasconcelos)
— Oowou...me desculpe moça, quase ia chocando em você.. __disse Marciano dando espaço para Andréia passar.
— Não faz mal...___Disse Andreia meio tímida, sorriu e seguiu caminho com um s**o na mão, e Marciano ficou olhando pra ela.
—Tão linda...e esse rosto não me é estranho...mas, aonde foi que vi ela antes?!..
Na cozinha
— Ai Santo Deus, até que fim você chegou, vá...me ajude a fazer a sobremesa___diz a mãe de Andreia, sra.Jullaine recebendo o s**o da mão dela, e olhando para ela notou que estava desanimada.
— Meu amor...e esse rostinho, oque foi?
—Nada não chefa...tá tudo bem. Em que posso ajudar na sobremesa?___disse forçando um sorriso
Casa de Samuel
—Sami...eu preciso ir
—Não, não, não...fica mais um pouquinho vai..só mais um pouquinho__disse abraçando ela, beijando o seu pescoço
—Ai, amor..eu adoraria você sabe...mas tenho mesmo de ir, senão o meu pai dá cabo de nós dois
—Tudo bem..vamos lá então.
Euse se levantou e pegou as suas coisas, vestiu o cas**o, sairam do quarto e foram para a sala.
— Boa noite tia Filomena__disse Euse
—Boa noite mãe___disse Samuel, dando um beijo nela.
—Boa noite, meus queridos. Euse, não sabia que estavas cá, por que não me disseram nada? Iria fazer aquele pratinho que vocês adoram, como meu presente de aniversário de namoro pra vocês...
— Own..tia, Fi... não precisa se encomodar com isso
— Minha mãe é assim mesmo, já deverias se habituar até.__disse sorrindo. —...mãe vou levar a Euse a casa.
—Tchauzinho...___disse acenando
—Tchau, filha...cumprimentos a minha comadre(Sr.Jullaine)
— Sim..___respondeu Euse.
Duas horas depois
Mansão Vasconcelos (Sala de jantar)
A família Vasconcelos já estava jantando. Sra.Jullaine, e a sua fílha Andreia estavam no canto da sala, para caso eles precisassem de mais alguma coisa como é de costume. Marciano não parava de olhar para a Andréia, e Andréia olhava pra ele também, mas tentava desfarçar, e a irmã de Marciano, a Ivanilcia notou, então decidiu quebrar o clima pesado entre eles.

—Então..maninho, o que nos conta sobre a sua estadia lá em Inglaterra...como são as escolas,
discotecas e hoteis etc.. __disse rindo
—Discotecas filha?__esclamou a Sra.Brausia, mãe de Marciano e Ivanilcia.
—Sim, mãe... discotecas...as vezes é preciso ir dançar um pouco para aliviar o extresse, não me olhe assim ahah..
—É, ela tem razão... mas sabes que eu não curto essas cenas, prefiro estar em lugares calmos..
Enquanto eles conversavam, Andréia estava muito atenta a conversa deles, ela queria saber se os gostos de Marciano ainda eram os mesmos que quando eram pequenos.
—E as escolas, eu tenho a certeza que são boas, por isso mandei você para lá. ___disse o pai deles, Sr.Zidox.
— São, são sim. São muito boas, pelomenos as que eu já frequentei enquanto estive lá, durante algumas competições que tivemos contra outras escolas, pude notar que são boas sim.
— Parece que para além de estar um gatinho, continua sendo um rapaz inteligente também, que bom __disse Andreia, no interior, e riu..
—Hãmm.. tá rindo de quê?!___perguntou curiosa a sua mãe
—Hã...nada não, mãe.
—Aposto que conheceu muita gente também...__disse mãe da Marciano
—Sim, mãe...até que sim.
—E dentre elas, será que não houve assim alguém... especial? Uma garota que mexeu com o coração do meu filho?!__disse sorrindo curiosa.
Andréia olhava fixamente pra Marciano super interessada no que ele responderia, e ele para ela enquanto pensava no que responderia à sua mãe.
—Bom, eu....
Quando a Sra. Brausia fez aquela pergunta ao Marciano, Ivanilcia notou que a Andréia ficou mais interessada ainda na conversa eles, e curiosa em saber o que Marciano iria responder, então resolveu interromper.
—Aff...eu já terminei o meu jantar, que venha a sobremesa por favor. Sra, Jull...faz sentir o seu lindo nome aqui, por favor...a sobremesa gente...
Ivanilcia havia conseguido roubar a atenção deles com o pedido ingraçado da sobremesa, fazendo assim a pergunta e o que seu irmão iria responder evaporarem...
Casa da Euse
—Que cansaço...andar de lá até cá. Eu não mereço isso
— Perdão por não ter um carro...__disse sorrindo. —Bom...melhor eu ir andando.
Deu um beijo a Euse, e foi embora e ela entrou pra dentro de casa.

Passaram-se 2h.
Andréia havia saido do banho e começou a vestir-se.
—Então...conta lá, o que estavam celebrando no trabalho da mãe? Vi que estava meio tensa hoje...___perguntou Euse, enquanto organizava sua cama.
— Hãn...sim...era a chegada do Marcio.
—Marciano, aquele seu amigo de infância?
—Sim...ele mesmo.
—Então a noite foi divertida pra ti.__afirmou Euse, se deitando na cama
—Por que acha isso?__questionou Andréia, sem graça.
—Por que, porque vocês eram os melhores amigos...ou não?
—Éramos, você disse bem. Agora ele já nem lembra mais de mim, já fui pra ele.___disse indo até a sua cama e começou a organizá-la também
Euse: Nossa...__disse se levantando e deu um abraço a Andréia.— Ele há de se lembrar...calma, miúda.
— Yhea...mas enfim né. Hoje foi um dia cansativo, melhor a gente dormir.___disse se deitando
—Verdade...__disse voltando para a sua cama. —Boa noite, maninha.
—Boa noite, mana. __disse mandando um beijo e dormiram.

"Duas semanas depois. "
Os moradores do bairro em que Euse e Samuel moravam, foram transferidos para um novo bairro com mais condições que ficava perto da cidade. Por coincidência, os dois, calharam na mesma rua e na mesma base...ou seja, casa coladas, então eles escolheram os quartos que possibilitava se verem sempre que poderiam.
Mais dois meses se passaram, e Euse finalmente conseguiu ser testada em uma "Universidade Privada De Direito". E como ela era mesmo muito inteligente, passou no teste e ingressou à universidade.
«Primeiro dia de aula»
Euse chegou a universidade, bateu na porta de sua sala de aula, como ninguém respondia, ela entrou, e todos os seus colegas estavam olhando para ela, que tirou o seu telemóvel do bolço, ao perceber que não havia professor ainda.
—Wau...moça linda.___disse Alex, se levantando, foi até Euse e a convidou a se sentar ao pé dele.
Passaram-se algumas horas, e finalmente havia chegado a saida da universidade. Euse estava esperando um táxi, e de repente parou um carro na sua frente
—Quer uma boleia, gata?!___perguntou Alex
—Sim obrigada...___disse jogando os seus cabelos para atrás e entrou no carro.
Casa de Samuel
—Mãe...vou sair!!___gritou pegando as chaves da casa
— Mas filho, o almoço já está quase pronto...espere um pouco, vai..
—Ooh minha mãe, depois eu como...preciso encontrar algum lugar para poder pintar e vender meus quadros. ___disse dando um beijo nela.
—Tudo bem, quando chegares, eu esquento a comida pra você então. Boa sorte meu filho.
—Obrigada, mãe...então vou nessa. __disse aindo de casa, e logo que pôs seus pés na rua, viu Euse chegando de carona com Alex totalmente sorridente e feliz. —Euse!?___esclamou indignado e curioso.
Continua no próximo ep...💜

11/07/2023

ESTREIA🎬
Entre O Amor E Ambição❤🔥💔

1º—Capítulo

________________
Casa de Samuel
Bom dia mãe__disse Arleth dando um beijo em sua mãe, pousou a sua pasta na mesa. Sentou-se e começou a comer.
—Bom dia minha filha ___ respondeu sra.Filomena calçando emediatamente os seus sapatos. —,Eu já estava mesmo de saída. —disse se levantando. —, E...cadê seu irmão?__perguntou curiosa.
—Eu não sei. Não está no quarto?!
—Não, por acaso não está.
—Ah..deve estar na sua oficina pintando...sabe como ele é, não sai daquele quarto nem a pau!
Enquanto elas falavam, Samuel entrou na casa limpando as pãos em uma toalha castanha já borrada de tinta
—Ah..aí está ele! ___esclamou Arleth olhando para ele.
—Ahah...tão sedo e já estão falando de mim?! Bom saber...___disse sorrindo. —Bom dia, senhoritas..__disse dando um beijo em sua mãe, e de seguida deu outro a sua irmã, e foi para a cozinha beber um copo d' água.
Casa de Euse
—Com lincença meninas...bom dia__disse mãe de Euse, sra.Julainy enquanto entrava.
—Bom dia, mãe__respondeu sorrindo a Andreia, irmã mais nova de Euse, enquanto esfregava os olhos com as mãos, e se colocou sentada na cama.
—Bom dia__Respondeu Euse se cobrindo ainda mais com o seu cobertor.
—Já viram que dia lindo está hoje? __disse sra.Julainy se dirigindo a janela, se livrou da cortina e abriu a janela.
,
—Ah não..mãe!Eu ainda estou dormindo... feche a janela, Please!___implora se cobrindo
,
— Está mesmo um dia lindo __ disse Andrea sorrindo se levantando, calçou as chinelas e foi ao quarto de banho.
,
—Chega de mangonhas, eu preciso de ajuda hoje...
,
—Mamy, eu não vou poder ajudar você...hoje é o meu aniversário de namoro, e a gente combinou de sair __disse se levantando
—Mas...
Mãe...tudo bem___diz Andreia espreitando com a cabeça enterrompendo a sr.Julaine. —Eu ajudo a senhora! ___acrescentou
—Mas você tem um trabalho para estudar, como vai defendé-lo amanhã?!
—Ah, mãe...irei dar um jeito, sim?! ___disse saindo do banheiro, abraçau pelas costas e deu um beijo nela. —Não se preocupe com isso...
—Tá bem minha filha__disse sorrindo segurando o braço de Andréia que estava envolta de seu pescoço e sorriu. —Termine de se arrumar, eu espero lá fora então...não demore, temos um dia bem longo pela frente, tá? Já sabe como é naquela casa...
— Tá bem, chefe...🫡
Sra. Julaine saio e feixou a porta do quarto.
— Ufa! Que alivio! __disse Euse se deitando na cama. —Obrigada por me livrar desta. Agora vou tomar um banho, e me despachar... o meu dia vai ser longo também! __piscou o olho e sorriu
—Hum, sei, sei ...__disse andreia, sarcástimente.
Euse sorriu e atirou-lhe com uma almofada e Andréia devolveu a almofadada sorrindo
Casa de Samuel
—Ok, meus amores, eu vou indo...__disse pegando a sua pasta, deu alguns passos em direção a porta, parou de repente, virou-se e olhou para Arleth com um ar de surpresa. — Espera aí...é impressão minha, ou você está maquilhada e de saída?
Arlleth: Ah, sim estou... Vou sair.__disse sorrindo, se levantando e levou o seu prato a cozinha. —Vou procurar um emprego, mãe. Comentei com a senhora ontem, não se lembra?!
—Hã..sim, comentaste sim. Essa minha cabeça...mas, e a escola?

—Não se preocupe... Eu vou saber gerir meu tempo. Já é hora de eu ajudar a senhora com as dispesas da casa, né?! Não sou mais criança...__disse olhando para o Samuel e ele olhou para ela. —, o Samuel, está pintando quadros e vende e com este dinheiro, ele ajuda a senhora. Olha, eu não quero ficar de fora nisso, eu quero ajudar também, e repito, já não sou nenhuma criança pra ficarem me poupando.
—Mas filha...
—Não mãe...! A gente é uma equipe, e a gente vai sair dessa juntos como tem de ser... ou não?!
— Minha filha... Andem cá os dois__disse chamando eles fazendo movimentos com as mãos e eles sorriam e deram um abraço a sr. Filomena. —Oque seria de mim, sem vocês do meu lado?!
3h Depois/Parque.
.
Samuel estava sentado no parque com uma rosa_azul nas mãos(eram as favoritas dela)esperando Euse chegar, afim de celebrarem o tão esperado 3 anos de namoro. Foi então que alguém surpreendeu-lhe pelas as costas, tapou seus olhos, e o brindou com um beijo no rosto.
— Não preciso de olhos para notar que estás aqui! O seu perfume te denuncia...__disse sorrindo
— Hahaha...olá amor. ___disse soltando ele e se sentou.
—Oi... Isso é pra você! __disse entregando a rosa à Euse
—Wau.. minhas preferidas, obrigada! ___sorriu colocando a rosa azul entre seus cabelos pretos.
—Então.. Oque quer fazer agora?!
—Tudo...Rsr
—Tudo?! ___esclamou Samuel.
—Sim ___riu-se
—Ok...vamos fazer tudo então. Vem...___disse segurando a mão se colocando em pé!
—Pra onde?! Ahah
—Não importa... só vem!
Disse puxando Euse pela a mão, ela se levantou e foram correndo. Entraram em um restaurante, e fizeram o pedido.
— Não fazia idéia que os hambúrgueres d'aqui eram tão bons...!
— Nem os cachorros... quer trocar, eu como um pouco do seu, e você do meu?
— Sim...se não dissesses isso também não serias tu...ahah. Típico das mulheres né!
—É para caso estiver envenenado, assim a gente morre juntos...ahah
Super-mercado
— Será que a gente comprou mesmo tudo? __disse a sra.Julaine tirando a lista de compras e deu uma confirmada rápida. —Acho que sim...compramos tudo. Andréia, pegue os s**os, vamos atravessar a estrada.
— Que pesado... será que este motorista não pode nem vir nos ajudar a carregar?! Que falta de empatia e cavalherismo...nossa! ___disse segurando os s**os e foram em direção ao carro...30 min depois, eles chegaram à mansão(Santos), onde a sr.Julaine trabalhava. Então começaram tirar as compras do carro e levando tudo para a cozinha, dando início a preparação do jantar, 3h depois estava tudo pronto, e organizaram tudo.
No Aeroporto
— Pai!! __disse ecenando
— Meu filho __acenou de Volta o Sr.Zitox Santos e se aproximaram. —seja bem_vindo de volta. Como foi a viajem? Foi boa?
—Sim, sim...foi boa. Muito boa mesmo, tanto que estou de rastos. Só me apetece chegar logo em casa e descarregar todo este cansaço em uma cama.
Mansão Santos
Na cozinha...
—Ai...Estou tão cansada! Declarou Andreia
A campainha toca, e emediatamente Telma vai correndo pra dentro da cozinha
—Dona Julaine, Sr.Zidox e o seu filho Marciano, chegaram do Aeroporto..._disse ela
Quando Andréia ouvio que ele chegou o seu coração disparou, nem ela mesma entendeu o porquê!
— Quê isso...__disse respirando fundo. —fica fria, miúda...__disse ela
—Filha...disseste alguma coisa?
—Não, não...eu estava sóoo...pensando alto. __disse coçando a cabeça. —Então, em que posso ajudar mais?!
—Precisamos servir a comida já. Telma, já pode pôr a mesa, querida.
—Sim, senhora...___disse levando a louça para a sala de jantar
—Eu ajudo! ___disse indo atrás de Telma
—Nananão...minha filha querida, eu preciso muito que vá agorinha mesmo em alguma loja comprar grão de bico, e natas para o musse..era isso mesmo que a gente esqueceu de comprar, bem que suspeitei que me estava a esquecer de algo. Enfim...disse passando a mão na cabeça.
—É a idade...__disse Andreia em um tom de brincadeira

—Idade? Eu não sou nenhuma velha não, tá g***r ou quê?!
—Não, não...a senhora ainda é muito jovem...não disse o contrário, não!___disse abanando a cabeça
—...melhor mesmo. __riu-se —Agora vá logo, correndo mesmo.
—Sim, chefe.
Euse e Samuel, depois de terem almoçado foram dar um passeio à praia, passado alguns minutos, decidiram ir a casa de Samuel porque Euse havia prometido pousar para ele em um quadro. E durante a caminhada, havia uma bancada de ursos de pelúcia que na qual Euse se encantou ao vê-los.
—Ai eu amei estes ursinhos...Sami, compra pra mim?!
—Eu até comprava, mas fiquei sem dinheiro. Gastei o que tinha no restaurante...desculpa
—Han...ok!! __disse aborrecida, baixando o rosto
—Que foi, está triste por isso?!
— Não, não...deixa pra lá...
Vamos lá pintar este quadro, que é melhor...__disse caminhando deixando Samuel, alguns centimetros atrás dela.
Samuel notou um certo aborrecimento de sua parte, e sentiu-se mal por não ter dinheiro para comprar o que Euse queria, porém não quis comentar e seguiu caminho.
20min depois já estavam na casa dele. Samuel tirou as chaves da casa e abriu a porta, encontrou a sua irmã jantando, deu-lhe um beijo
—Olá, Arlleth!__acenou Euse, parada na porta de entrada da casa.
—Olá...__retrucou olhando para ela
—Eu já venho...___disse Samuel olhando para Euse caminhando em direção ao corredor que dava para o seu quarto.
— Euse, por que não se senta?__perguntou Arlleth
—Ah...não obrigada, estou bem aqui. __disse forçando um sorriso.
—Epah...tu é que sabes!___respondeu tirando o seu prato da mesa e foi para a cozinha
—Já tenho tudo aqui(Materias de pintura)___diz Samuel voltando para a sala, pousou-os sobre a mesa e foi para a cozinha. — maninha, conseguiu achar algum emprego?
—Nada... tá difícil.. Alguns dizem que não querem uma menor de idade, que tinha mesmo de ter 18anos, em fim..é complicado.__disse triste, abaixando o rosto.
—... Eih! __disse levantando o rosto dela. —Já só falta uma semana para os seus 18anos chegarem, calma, vai dar tudo certo miúda. Deus está vendo o esforço que estamos a fazer, e se ele existe, de certeza que não abandona os seus.
— Sim, isso tem sido minha força. Obrigada, maninho.__disse forçando um sorriso
—Vai dar tudo certo ___disse Samuel.
— Sim...🙂
Ai o Samuel passou a mão na cabeça dela, bagunçando o cabelo dela e foi embora com Euse...
—Aaaai, odio quando você faz isso ___disse chateada
,
Euse e Samuel chegaram no quarto onde Samuel costumava pintar seus quadros para vender.
— De que jeito quer que eu pose para você?_perguntou Euse
—Do jeito que achar melhor...você é linda de qualquer jeito mesmo...
—Ok.___disse sorrindo abrindo o seu cas**o e deitou-se num sofá ao lado. —Pode ser assim?
—Sim, agora, levante mais o rosto...— Você está perfeita, amor! __disse começando a pintar.
Mansão Dos Santos.
Andréia estava acabando de chegar da loja, e se direcionou a porta dos fundos da casa(Aonde os empregados entravam na casa) no momento que Marciano estava se direcionando a porta dos fundos também com o intuito de ir ao jardim apanhar ar fresco sem chamar atenção, os dois abriram a porta ao mesmo tempo e quase chocaram um no outro.
Casa de Samuel
Samuel já havia terminado de pintar o quadro
—Quero ver..__disse Euse se direcionando à ele curiosa
—Wau... eu amei! Vê só como eu sou linda, amor... daria numa modelo perfeita, não acha?___disse se direcionando a um espelho e começou a observar o seu reflexo no espelho.
—Euse, o que você está fazendo?! ___perguntou Samuel rindo-se dela
— Nada não.. ___e continuou se observando e disse em seu interior: Não importa o quanto isso me custe...eu ainda vou brilhar muito...e, todos vão vêr! _sorriu.

Continua...
Escritora: Letícia Levi
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Beijos Literários 💜

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Huambo

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