27/09/2025
🚨 Chibia em alerta: Verdade ou exagero sobre o “terror” da Praça da Alunhanha?
Circula esta informação sobre a Praça da Alunhanha, na Chibia, dando conta de um indivíduo conhecido como “Longa”, apontado como ameaça para vendedoras e clientes.
👉 Independentemente da veracidade total do relato, o texto levanta questões sérias sobre:
Segurança nos mercados locais
Apoio às vendedoras e pequenos comerciantes
Atuação das autoridades diante de denúncias populares
⚠️ Quando espaços de comércio se tornam zonas de medo, toda a comunidade perde: vendedores deixam de trabalhar com tranquilidade, clientes evitam o local e cresce a sensação de impunidade.
❓Será que a situação relatada é mesmo assim? Quais medidas já foram tomadas para garantir mais segurança?
📢 Chamada de atenção
Este tipo de caso merece investigação e resposta rápida. Se for verdadeiro, é urgente proteger quem só quer trabalhar e viver em paz. Se for exagero ou boato, é igualmente importante esclarecer para não gerar pânico.
Veja informação : https://www.facebook.com/share/p/1CEe5oHF7U/
CHIBIA – “LONGA”, O TERROR DA PRAÇA DA ALUNHANHA
As vendedoras e clientes da Praça da Alunhanha, na Chibia, vivem dias de verdadeiro tormento com a presença de um indivíduo identificado apenas como Longa, que tem se tornado sinónimo de medo e insegurança no local.
Segundo relatos recolhidos no terreno, Longa exige de forma obrigatória um valor de 10 mil kwanzas a qualquer pessoa que circule pela praça, sejam vendedores ou clientes. Quem se recusa a pagar a quantia é alvo de agressões físicas.
“Ele não olha para quem é. Se não tens o dinheiro, ele parte para cima de ti sem piedade. Estamos cansados, mas ninguém consegue enfrentá-lo”, contou uma das vendedeiras, ainda com marcas visíveis de violência.
Testemunhas descrevem Longa como um homem de estatura imponente e força descomunal, comparada por muitos à de “Golias”, personagem bíblico. Essa presença intimidadora tem deixado a maioria dos comerciantes reféns do medo, sem alternativas para se protegerem.
Apesar das constantes queixas, moradores e vendedoras dizem que até agora as autoridades locais não conseguiram deter o indivíduo, o que aumenta a sensação de abandono e impunidade.
A Praça da Alunhanha, que deveria ser espaço de convivência e comércio, transformou-se num território de receio, onde cada dia de trabalho é também um teste de sobrevivência.