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11/05/2021

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Título: RUTH, A MINHA EMPREGADA GOSTOSA
Capítulo: 36 (Últimos cap) 📓
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Escrito por: Moisés Manuel Gato 📝


Passando-se algumas horas, o telefone começou a tocar e logo após aqueles policiais conectarem os seus computadores nele, o detetive Rafael mandou todo mundo ficar em silêncio e logo após disse pra mim atender o telefone.

— Alô! – dizia eu.

— Porque demoraste tanto tempo para atender o telefone? – dizia o Moreno

— Estive no banheiro, e aí, como está o meu filho e a Ruth? – dizia eu.

— Por enquanto estão bem, já conseguiste o dinheiro? – dizia o Moreno.

— Sim já consegui. Onde será a entrega? – dizia eu.

— Nos vemos daqui à uma hora no endereço que hei-de te enviar no seu celular daqui a pouco. É bom que não estejas planejando fazer uma gracinha, se não o seu filho paga com a sua vida. Nos vemos depois! – dizia o Moreno.

Logo após o Moreno dizer aquilo, estava prestes a desligar o telefone mas o detetive em voz baixa dizia-me para tentar lhe enrolar mais um pouco ao telefone porque ainda não tinham conseguido o rastrear. Portanto, eu voltei a puxar conversa dizendo o seguinte:

— Espera aí, como terei certeza que logo após eu entregar-te o dinheiro você irá cumprir com a sua palavra ham? Põe eles ao telefone pra mim ter certeza que estão bem. – dizia eu.

— Quem dá as ordens aqui sou eu, traga o dinheiro e terás o seu filho junto da sua empregada vivos ok! – dizia o Moreno.

Logo após o Moreno terminar de diz aquilo acabou desligando o telefone. Contudo, eu disse ao detetive que ele desligou o telefone e ele perguntou o seguinte aos agentes que estavam a tratar do rastreamento:

— E aí, conseguiram rastrear o local donde ele se encontra? – dizia o detetive Rafael.

— Espera aí... Áh sim, conseguimos rastreá-lo. Eles estão próximo da avenida GR no bairro Reggae casa número 65. – dizia um dos agentes.

— Ótimo, Tânia diz ao rádio para preparem os carros pra gente ir pra esse local. – dizia o detetive Rafael.

Não tardou, eu recebi uma mensagem do Moreno no meu celular com o endereço do local onde iríamos nos encontrar. O endereço era totalmente diferente do local onde tinham rastrear o telefone do Moreno.

— Calma aí! Esse endereço não é o mesmo que rastrearem no computador. – dizia eu eu meio confuso.

Daí, o detetive Rafael pegou o meu celular e ao ver que o endereço era totalmente diferente do local indicado pelo computador, disse-nos o seguinte:

— Ao que tudo indica eles não hão-de de fazer a entrega no mesmo sítio donde estiveram mantido escondido os reféns. O mais sensato agora é mandar uma equipa para esse tal bairro só por precaução, e eu junto de outra equipa iremos ao local onde marcaram pra fazer a entrega do dinheiro.

— Certo. Eu vou dirigir a outra equipa até à esse bairro e manterei contacto com vocês. – dizia a agente Tânia.

— Ok, tudo pronto lá fora? – dizia o detetive Rafael.

— Tudo pronto senhor, todos os agentes já estão preparados lá fora nas patrulhas a espera do seu sinal senhor. – dizia um dos agentes da polícia.

— Estás confortável com o colete à prova de balas Clemente? – dizia o detetive Rafael.

— Sinto-me bem. – dizia eu.

— Espera aí, e eu não hei-de usar nenhum colega à prova de balas porque? – dizia a Elisa.

— Porque a senhora não irá a lado nenhum. É muito arriscado ires com gente, até porque não será necessário a sua presença. – dizia o detetive Rafael.

— Como assim eu não irei a lado nenhum!? Ele é meu filho e eu tenho direito de ir convosco. – dizia a Elisa.

— Já disse e está decidido, a senhora não irá a lado nenhum. Já agora, acho melhor irmos agora para não perdermos mais tempo. – dizia o detetive Rafael.

Entretanto, a gente foi andando até lá fora e posto lá, a gente subiu no carro e logo após o detetive Rafael dividir as equipas, lá se fomos até ao encontro do Moreno e seus comparsas.


🌐 OUTRA PARTE 🌐

Oi, daqui escreve o Moreno. Depois de ter ligado no Clemente e passá-lo o endereço onde iríamos nos encontrar para entrega do dinheiro do resgate, um dos homens do John que iria connosco colocou o garoto (Josemar) no carro.

— Não se esqueçam do nosso plano, mantenham a rapariga aqui até que a gente volte. – dizia eu aos dois homens que iriam de ficar, enquanto subiámos no carro.

— Não se preocupem, a gente aqui vai fazer o trabalho direitinho até vocês voltarem com a grana. – dizia um dos homens.

— Espero que sim! – dizia o Moreno.

Contudo, a gente foi indo até ao local onde iríamos nos encontrar. Bem, o local era perto de um rio longe da cidade principalmente da casa do Clemente, por esse motivo eu não tive receio de dar-lhe o endereço mesmo antes da gente chegar lá, porque eu tinha plena certeza que iríamos chegar primeiro de qualquer modo.
Alguns minutos depois, a gente chegou até ao local, e bem no início do caminho que dava acesso ao rio onde iríamos receber o resgate, deixamos um dos homens do John escondido na mata pra ficar em alerta caso o Clemente tenta fazer uma gracinha vindo com a polícia.

Logo após a gente chegar até a margem do rio, o John estacionou o carro num caminho aí no meio do mato que dava acesso direto até a estrada principal. No entanto, a gente desceu do carro e ficamos escondidos por de trás de algumas árvores com o menino Josemar, aguardando pela chegada do Clemente.


🌐 OUTRA PARTE 🌐

Oi, daqui escreve a Elisa. Apesar daquele detetive dizer-me para não segui-los e se manter simplesmente na casa do Clemente até eles regressarem, eu não lhe dei ouvido e logo após eles saírem pra fora eu também saí escondida e assim que eles foram eu subi no meu carro e fui indo atrás deles discretamente para que eles não percebessem nada.


🕒 ALGUNS MINUTOS DEPOIS 🕗

Oi, daqui escreve a agente Tânia. Passando-se cerca de 30 minutos, eu junto da equipa que tinham sido selecionados acabamos por chegar até ao bairro onde os nossos colegas técnicos tinham rastreado o telefone donde o Moreno tinha efectuado a chamada. Portanto, a gente ao avistar aquela residência cercamos ela por completo e logo após a isso dei ordens para arrombarem a porta. Daí, eu junto de quatro homens da minha equipa entramos na casa bem preparados para atirar no que der e vier. Assim que a gente entrou, os bandidos que se encontravam aí dentro justamente no corredor começaram atirar contra nós, e acabaram atingindo um dos meus homens na perna, mas a gente não vacilou apesar de eles parecerem estiverem com armas pesadas e logo após nos posicionarmos abrimos fogo contra eles.

Alguns segundos depois eu percebi que os caras que atiravam em nós eram simplesmente dois, e minutos depois um dos meus homens acabou atingindo um deles mortalmente com um tiro na cabeça quando tentava mudar de posição.
Visto que só restava um cara, eu mandei aos homens cessar fogo e disse o seguinte:

— Estás sozinho nessa, entrega-se se não quiseres terminar que nem o seu amigo! – dizia eu naquele último cara que restava.

— Eu não vou me render coisa nenhuma, eu vou é acabar com todos vocês seus filhos da mãe. – dizia aquele cara.

Assim que aquele cara terminou de dizer aquilo acabou saindo do seu esconderismo disparando contra nós fortemente que nem um louco, e no mesmo instante com tiro certeiro eu acabei lhe atingindo nos braços. Com isso, o cara acabou deixando cair a arma no chão gritando de tanta dor, mas queria insistir apanhado a arma novamente com outra mão. No entanto, eu voltei a disparar contra ele mas desta vez foi na perna.

Visto que aquele homem já estava praticamente imobilizado no chão, eu junto dos meus homens fomos até bem perto dele e pegamos a arma que estava próximo a ele.

— Onde está o seu chefe Moreno e os reféns? – dizia eu.

— Vai se danar filha da p*ta, chamem um médico pra mim p*rra... Aii, ai... – dizia aquele cara baleado no chão.

De repente a gente começou a ouvir barulhos de alguém gritando por socorro e batendo em alguma coisa.

— Tem alguém gritando por socorro e vem daí daquele quarto. Vamos pra lá agora. – dizia eu.

No mesmo instante a gente foi pra lá, e logo após abrirmos a porta que estava trancada por fora nos deparamos com aquela empregada do Clemente (Ruth).

— Graças a Deus vocês estão aqui! Como está o pequeno Josemar? – dizia a Ruth.

— Ele não estava contigo!? – dizia eu.

— Ele esteve cá comigo, mas o Moreno junto de um cara levaram ele a cerca de 30 minutos atrás. – dizia a Ruth.

Ao ouvir aquilo eu peguei logo no meu celular e liguei ao detetive Rafael.

— Estou! – dizia o detetive Rafael ao telefone.

— Conseguimos resgatar a empregada do Clemente e prender um dos comparsas do Moreno. – dizia eu.

— E o menino? – dizia o detetive Rafael.

— Ao que tudo indica ele estará aí onde vós hão-de de fazer a entrega do dinheiro. Ainda não chegaram no local? – dizia eu

— Daqui a 5 minutos vamos chegar, procura colher todas as informações necessárias naquele homem que vocês pegaram e me mantenha informado.


CONTINUA...


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História escrita com Amor pelo mais jovem historiador Moisés Manuel Gato
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