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𝐄𝐌𝐏𝐑𝐄𝐒𝐀𝐒 𝐃𝐄 𝐂𝐎𝐍𝐒𝐓𝐑𝐔ÇÃ𝐎 𝐂𝐈𝐕𝐈𝐋 𝐐𝐔𝐄𝐈𝐗𝐀𝐌-𝐒𝐄 𝐃𝐄 𝐅𝐀𝐋𝐓𝐀 𝐃𝐄 𝐓𝐑𝐀𝐍𝐒𝐏𝐀𝐑Ê𝐍𝐂𝐈𝐀 𝐍𝐎𝐒 𝐂𝐎𝐍𝐂𝐔𝐑𝐒𝐎𝐒 𝐏Ú𝐁𝐋𝐈𝐂𝐎𝐒 𝐏𝐀𝐑𝐀 𝐀 𝐂𝐎𝐍𝐒𝐓𝐑𝐔ÇÃ𝐎 𝐃𝐎 𝐈𝐍𝐒𝐓𝐈𝐓𝐔𝐓𝐎 ...
22/06/2026

𝐄𝐌𝐏𝐑𝐄𝐒𝐀𝐒 𝐃𝐄 𝐂𝐎𝐍𝐒𝐓𝐑𝐔ÇÃ𝐎 𝐂𝐈𝐕𝐈𝐋 𝐐𝐔𝐄𝐈𝐗𝐀𝐌-𝐒𝐄 𝐃𝐄 𝐅𝐀𝐋𝐓𝐀 𝐃𝐄 𝐓𝐑𝐀𝐍𝐒𝐏𝐀𝐑Ê𝐍𝐂𝐈𝐀 𝐍𝐎𝐒 𝐂𝐎𝐍𝐂𝐔𝐑𝐒𝐎𝐒 𝐏Ú𝐁𝐋𝐈𝐂𝐎𝐒 𝐏𝐀𝐑𝐀 𝐀 𝐂𝐎𝐍𝐒𝐓𝐑𝐔ÇÃ𝐎 𝐃𝐎 𝐈𝐍𝐒𝐓𝐈𝐓𝐔𝐓𝐎 𝐒𝐔𝐏𝐄𝐑𝐈𝐎𝐑 𝐃𝐄 𝐂𝐈Ê𝐍𝐂𝐈𝐀𝐒 𝐃𝐄 𝐄𝐃𝐔𝐂𝐀ÇÃ𝐎 𝐃𝐄 𝐁𝐄𝐍𝐆𝐔𝐄𝐋𝐀 (𝐈𝐒𝐂𝐄𝐃).

De acordo com os dados apurados pelo Novo Jornal, as obras da universidade da segunda região académica (Benguela e Cuanza-Sul), estão sobre a responsabilidade da empresa JONCE-Sociedade de Construções e Engenharia, SA, uma empresa, que segundo informações, é "estrangeira" à província. Facto que leva funcionários locais a questionar a legalidade dos concursos públicos de empresas de construção civil para o acabamento das várias estruturas previstas no programa.

"Estamos a questionar o factor transparência nestes concursos, é curioso que, com uma outra excepção, vencem empresas estranhas de Benguela", disse um construtor.

De lembrar que o Programa de Investimento Público (PIP) está avaliado em mais de 70 mil milhões de kwanzas e inclue dezenas de construções naquela província.

A AUSC Region 5 lançou, recentemente a primeira edição da ‘Region 5 Insider’, uma nova publicação institucional concebid...
21/06/2026

A AUSC Region 5 lançou, recentemente a primeira edição da ‘Region 5 Insider’, uma nova publicação institucional concebida para fortalecer a comunicação regional, promover a partilha de conhecimento e destacar os principais programas, iniciativas e resultados que estão a moldar o futuro da África Austral.

‎De acordo com uma nota chegada à redacção do jornal OPAÍS, a publicação surge num momento em que a região continua a reforçar a cooperação entre governos, organizações desportivas, instituições de ensino, parceiros de desenvolvimento e a juventude.

‎Para isso, o desporto é utilizado como ferramenta de desenvolvimento, integração e transformação social.

‎Segundo o director executivo da AUSC Region 5, Stanley Mutoya, a nova publicação representa mais do que um instrumento de comunicação.

‎“A Region 5 Insider reflecte o nosso compromisso com a transparência, a colaboração e o desenvolvimento regional”, sublinhou.

‎Stanley Mutoya reiterou que criar uma plataforma que permita partilhar conhecimento, celebrar conquistas e aproximar todos os actores que trabalham diariamente para construir uma África Austral mais forte e mais integrada”.

‎Para Edgar Leandro, marketing and business development manager da AUSC Region 5, a publicação representa mais do que um veículo de comunicação.

‎“Não estamos apenas a contar o que acontece na região. Estamos a documentar uma geração de jovens, líderes, atletas e instituições que está a ajudar a construir uma África Austral mais forte, mais integrada e mais preparada para o futuro”, garantiu.

O Banco Africano de Desenvolvimento (BAD) manifestou, nesta sexta-feira, 19, a sua disponibilidade para expandir as boas...
21/06/2026

O Banco Africano de Desenvolvimento (BAD) manifestou, nesta sexta-feira, 19, a sua disponibilidade para expandir as boas práticas do Parque de Ciência e Tecnologia de Luanda (Luanda Tech) para além da capital do país, através da criação de corredores tecnológicos nas províncias, numa segunda fase do projecto.

A intenção foi expressa pelo representante do BAD, Piedro Toigo, durante a cerimónia de inauguração da infraestrutura, que decorreu na presença do Presidente da República, João Lourenço.

Na ocasião, o responsável reafirmou o compromisso da instituição com a juventude angolana e destacou o papel da ciência, tecnologia e inovação na transformação económica do país.

Segundo Piedro Toigo, o projecto do Luanda Tech visa criar um ambiente propício para que investigadores, empreendedores, estudantes e inovadores possam transformar ideias em soluções e soluções em valor para a economia.

O representante do BAD referiu igualmente que o projecto investiu no capital humano, através do financiamento de 161 bolsas de estudo em universidades internacionais, do apoio a projectos de investigação científica e da contribuição para a realização de duas edições dos Prémios Nacionais de Ciência e Investigação.

Durante a sua intervenção, destacou ainda o financiamento de bolsas de estudo para o ensino secundário que abrangeram 1.200 raparigas provenientes de contextos desfavorecidos.

No final da sua intervenção, reiterou a disponibilidade do BAD para continuar a apoiar iniciativas ligadas à juventude, à ciência e à tecnologia, defendendo a expansão das boas práticas do Luanda Tech para outras regiões do país.

O investimento directo estrangeiro (IDE) no sector não petrolífero em Angola atingiu 959,4 milhões de dólares em 2025, u...
21/06/2026

O investimento directo estrangeiro (IDE) no sector não petrolífero em Angola atingiu 959,4 milhões de dólares em 2025, um crescimento de 171,4% face aos 353,5 milhões de dólares registados em 2024, segundo dados preliminares do Banco Nacional de Angola (BNA).

O desempenho representa o maior aumento anual do indicador nos últimos 13 anos e reforça os sinais de maior capacidade do país para atrair capital externo destinado a sectores produtivos fora da indústria petrolífera, num contexto em que a diversificação da economia continua a ser uma das principais prioridades nacionais.

Após um período marcado por oscilações, o IDE não petrolífero voltou a registar um resultado expressivo, evidenciando um ambiente mais favorável à implementação de projectos de investimento em áreas estratégicas da economia angolana.

Neste processo, a Agência de Investimento Privado e Promoção das Exportações (AIPEX) desempenha um papel central na captação e acompanhamento do investimento privado, assegurando o registo de projectos, o apoio institucional aos investidores e a promoção do investimento directo estrangeiro em sectores considerados prioritários.

Os regimes de investimento, os incentivos e as facilidades administrativas previstos para os projectos privados têm igualmente contribuído para estruturar a entrada de capital externo e fortalecer a confiança dos investidores.

Os dados do BNA colocam, assim, o IDE não petrolífero no centro da agenda económica nacional, evidenciando um reforço da diversificação da base produtiva e da capacidade de Angola atrair investimento para actividades geradoras de crescimento sustentável e redução da dependência do petróleo.

Registros ANGOTIC 2026 part.3
19/06/2026

Registros ANGOTIC 2026 part.3

O sector bancário angolano atingiu lucros históricos, liderado pelo BAI com resultados líquidos de 320 milhões de dólare...
19/06/2026

O sector bancário angolano atingiu lucros históricos, liderado pelo BAI com resultados líquidos de 320 milhões de dólares, seguido do BFA com 249,8 milhões de dólares e do Standard Bank em terceiro lugar — com os cinco maiores bancos a concentrarem cerca de 78% dos lucros totais do sector.

O crescimento foi impulsionado sobretudo pelo investimento em títulos de dívida pública— que representam 35% dos activos totais da banca — e pelos ganhos cambiais, o que levanta a questão sobre se os bancos preferem financiar o Estado em detrimento do crédito à economia real.

No plano digital, o Multicaixa Express já concentra 60% de todas as operações da rede Multicaixa, e o sistema KwiK processou cerca de 35 milhões de transferências instantâneas — sinais de uma banca cada vez mais moderna, mas ainda com caminho a percorrer no financiamento produtivo.

📌 Fonte: Forbes África Lusófona

Registros  sobre o ANGOTIC part2.
18/06/2026

Registros sobre o ANGOTIC part2.

De acordo com a nota enviada ao Jornal OPAÍS, as trocas comerciais entre Angola e o resto do mundo avançaram 7%, passand...
18/06/2026

De acordo com a nota enviada ao Jornal OPAÍS, as trocas comerciais entre Angola e o resto do mundo avançaram 7%, passando de 11.641,7 milhões USD para 12.498,7 milhões USD entre Janeiro e Março.

O crescimento das exportações foi sustentado pelo sector petrolífero (oil & gás), cujas vendas para o exterior aumentaram 778,4 milhões USD no período em análise. O principal contributo veio das exportações de petróleo bruto, que cresceram 11% para 7.149,6 milhões USD, um aumento de 653,6 milhões USD quando comparado com o mesmo período do ano passado. No entanto, este desempenho não resultou de um aumento da produção.

O referido documento sublinha que, Angola produziu 92,1 milhões de barris de crude, o equivalente a uma média diária de 1,023 milhões de barris por dia, uma queda de 2% em relação ao período homólogo.

Segundo os relatórios mensais da Agência Nacional de Petróleo, Gás e Biocombustíveis (ANPG) como constam na nota, o país produziu menos de 25,6 mil barris por dia, e esta redução fez com que as petrolíferas que operam em Angola exportassem apenas 86,2 milhões de barris de crude, menos 749,6 mil barris do que no período homólogo.

O comunicado avança que, a subida do preço do petróleo nos mercados internacionais compensou a quebra dos volumes exportados. O preço médio do barril de petróleo angolano aumentou 11%, passando de 74,7 USD para 82,9 USD por barril, ou seja, mais 8,2 USD por barril.
E na base desta valorização esteve o agravamento das tensões geopolíticas no Médio Oriente, que provocou perturbações significativas nos mercados energéticos internacionais, fazendo disparar os preços do crude, à semelhança do que aconteceu em 2022, na sequência da guerra entre a Rússia e a Ucrânia.

No entanto, apesar da queda da produção, a alta do preço petróleo permitiu elevar as receitas brutas com exportações de crude para 7.149,6 milhões USD.

As empresas nacionais voltam a estar no centro de uma iniciativa de capacitação orientada para o fortalecimento da gestã...
18/06/2026

As empresas nacionais voltam a estar no centro de uma iniciativa de capacitação orientada para o fortalecimento da gestão, da liderança e da performance empresarial em Angola, nos dias 22 e 23 de Junho, com a realização, em Luanda, de uma nova edição do Acelerador Empresarial.

A iniciativa, que inclui a formação intensiva integrada no Programa de Transformação Empresarial, é dirigida a empresários, gestores e líderes que procuram construir negócios mais estruturados, eficientes e preparados para crescer, uma iniciativa do Grupo Acelerador Angola.

O Programa de Transformação Empresarial surge num momento em que muitas empresas angolanas procuram modelos de gestão mais consistentes, capazes de responder aos desafios do mercado, melhorar a organização interna e reforçar a capacidade de execução das equipas.

Os participantes terão acesso a conteúdos práticos sobre gestão empresarial, liderança, cultura organizacional, processos, vendas, atendimento, indicadores e execução estratégica.

A proposta é apoiar os líderes na identificação de gargalos reais, na melhoria da tomada de decisão e na criação de bases sólidas para o crescimento sustentável.

⚠Momentos de atuação da Económico na maior feira de tecnologia de Angola ANGOTIC.
18/06/2026

⚠Momentos de atuação da Económico na maior feira de tecnologia de Angola ANGOTIC.

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