06/09/2020
BANCO CENTRAL INTRODUZ CARTÕES VISA E MASTERCARD EM MEADOS DE OUTUBRO
Vitrina, 05 Set 2020 - O vice-governador do Banco Central de São Tomé e Príncipe (BCSTP), Luís de Sousa anunciou hoje que em meados de outubro próximo entram em vigor novos serviços bancários que incluem os cartões Visa e MasterCard.
“Este projeto está previsto, numa primeira fase, a aceitação do cartão Visa e MasterCard na rede local e os turistas e viajantes que venham do exterior obviamente já poderão pagar os serviços e levantar dinheiro a nível interno”, disse a jornalistas o vice-governador do Banco Central.
O assunto foi comunicado em primeira mão a comissão da Assembleia Nacional (parlamento), responsável pelos assuntos económicos, financeiros e transparência na administração pública durante uma audição ao Banco Central.
Esse novo serviço vai beneficiar numa primeira fase os turistas que entram no país, estendendo-se depois para os nacionais que viajam para o exterior. Mas isto já não será para o mês de outubro.
“Numa segunda fase, os bancos estão ainda a ver com o cartão Visa e MasterCard para os nacionais que viajam para o exterior”, explicou Luís de Sousa sublinhando que nesse caso em concreto “são cartões de débito poderão pagar fora do país”.
O vice-governador do BCSTP lembrou que se trata de um projeto “muito importante, pois vai evitar “transportar divisas em cache que traz custos elevados aos clientes como tal e ao sistema bancário”.
Durante a audição parlamentar que demorou cerca de três horas, a segunda Comissão da Assembleia Nacional encarregue dos assuntos económicos, financeiros e transparência na administração pública questionou o governador do Banco Central sobre os custos com a construção do novo edifício do banco Central, avaliado em 18 milhões de euros e a retirada de circulação das notas de 200 dobras.
Sobre estes dois assuntos, o vice-governador do Banco Central alegou que essas questões estão a ser tratadas em foros judicial para não responder as perguntas dos deputados.
“Há questões que não posso esclarecer porque estão a ser tratadas noutras instancias”, referiu Luís de Sousa.
M. Barros