Instituto Cultural Isedale Egbé Yorubá Brasil

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A atuação do instituto contribui para o fortalecimento da identidade cultural iorubá no Brasil, promovendo a preservação de suas tradições e o intercâmbio cultural entre o Brasil e a África.

Museus para Todas as Pessoas: Ancestralidade, Memória e Museologia Afrocentrada.O Instituto Cultural Isedale Egbé Yorùbá...
09/09/2026

Museus para Todas as Pessoas: Ancestralidade, Memória e Museologia Afrocentrada.

O Instituto Cultural Isedale Egbé Yorùbá Brasil (ICIEYB) tem a alegria de participar da 20ª Primavera dos Museus, em parceria com o PPGMUSEU/UFBA, em uma importante Mesa de Diálogo sobre ancestralidade, memória, patrimônio, religiosidade, poder e Museologia Afrocentrada.

Este encontro representa mais uma importante realização do Instituto na construção de espaços que reconhecem, valorizam e fortalecem saberes, memórias e narrativas afrocentradas.

Durante a programação, será apresentado o projeto Igbó Mímọ́ Àwọn Òrìṣà – Floresta Sagrada, iniciativa que articula cultura, ancestralidade, território, preservação e Museologia, reafirmando a importância dos conhecimentos tradicionais na construção de novas perspectivas para os museus.

📅 24 de setembro de 2026
⏰ 14h às 16h30
💻 Online e gratuito

Convidamos você a participar conosco desse momento de diálogo, conhecimento e valorização da memória ancestral.

ICIEYB + PPGMUSEU/UFBA: construindo novas narrativas para os museus, a partir da ancestralidade e dos saberes afrocentrados.

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A Mesa de Diálogo On-line “Museus para Todas as Pessoas” integra a 20ª Primavera dos Museus e promove reflexão sobre ancestralidade, corpo, memória, patrimônio, religiosidade, poder e Museologia[...]

MANIFESTAÇÃO INSTITUCIONAL | ICIEYBO Instituto Cultural Isedale Egbé Yorùbá Brasil- ICIEYB torna pública sua manifestaçã...
09/09/2026

MANIFESTAÇÃO INSTITUCIONAL | ICIEYB
O Instituto Cultural Isedale Egbé Yorùbá Brasil- ICIEYB torna pública sua manifestação acerca dos fatos relatados por uma cidadã brasileira durante sua permanência em Oyó, Nigéria.

Sem antecipar juízos ou atribuir responsabilidades, o Instituto defende que os fatos narrados sejam devidamente documentados e apurados pelas autoridades competentes, com imparcialidade, responsabilidade e respeito às garantias legais.

Presidente

Marta de Sàngó

O ICIEYB saúda o Excelentíssimo Senhor Ronaldo Vieira por sua chegada à Nigéria e lhe deseja uma missão de êxito, diálog...
09/08/2026

O ICIEYB saúda o Excelentíssimo Senhor Ronaldo Vieira por sua chegada à Nigéria e lhe deseja uma missão de êxito, diálogo e fortalecimento dos laços entre Brasil e Nigéria.

TRIBUTE — 1 YEAR ON THE THRONETo His Imperial Majesty Abimbola Akeem Awoade I, Alaafin of OyoIn the first year of Your r...
05/04/2026

TRIBUTE — 1 YEAR ON THE THRONE
To His Imperial Majesty Abimbola Akeem Awoade I, Alaafin of Oyo
In the first year of Your reign, we celebrate not merely the passage of time, but the reaffirmation of one of the oldest and most enduring institutions of African sovereignty.
Oyo remains a civilizational center, where power, justice, and ancestry are interwoven. At the heart of this structure stands the Alaafin — not only as a ruler, but as the living expression of a lineage that spans centuries.
His Imperial Majesty Abimbola Akeem Awoade I represents the continuity of an authority that has withstood historical violence and the attempts to erase African systems of knowledge.
Under the force of Sàngó, the principle of justice and balance, the throne of Oyo is rooted in the ancestral and projected into the present, reaffirming its centrality in the Yorùbá tradition and its active presence across the diaspora.
Because Oyo is not the past.
Oyo is continuity.
At this milestone, we recognize in the Alaafin not merely a title, but a historical function: guardian, heir, and embodiment of a sovereignty that has never ceased to exist.

Oyo stands affirmed.
Oyo exercises power.
The Alaafin is Sàngó. Sàngó is the Alaafin.

Marta de Sàngó
Yorùbá Cultural Authority in Brazil
Instituto Cultural Isedale Egbé Yorubá Brasil

1 Ano de CaminhadaHoje celebramos 1 ano do Instituto Cultural Isedale Egbé Yorubá Brasil.Um ano dedicado à preservação d...
11/03/2026

1 Ano de Caminhada
Hoje celebramos 1 ano do Instituto Cultural Isedale Egbé Yorubá Brasil.

Um ano dedicado à preservação da cultura yorùbá, ao fortalecimento da ancestralidade e à construção de uma comunidade unida pelo respeito, pelo conhecimento e pela memória dos nossos ancestrais.

O Instituto nasce com a missão de manter viva a herança cultural do povo yorùbá, promovendo conhecimento, identidade e dignidade para as gerações presentes e futuras.
Que este primeiro ciclo seja apenas o início de uma longa caminhada.

Ancestralidade que nos guia.
Cultura que nos fortalece.
Comunidade que nos une.

Vida longa ao Instituto Cultural Isedale Egbé Yorubá Brasil.

Bèrè em Kóso – O Retorno de Ṣàngó no Ano NovoBèrè é o nome dado ao etútù (ritual propiciatório) realizado pelo Mọ́gbà Kó...
02/02/2026

Bèrè em Kóso – O Retorno de Ṣàngó no Ano Novo

Bèrè é o nome dado ao etútù (ritual propiciatório) realizado pelo Mọ́gbà Kóso para Ṣàngó, com o objetivo de dar as boas-vindas ao Òrìṣà no início do Ano Novo e anunciar publicamente o seu retorno simbólico ao seu lugar de origem, Kóso.
Esse ritual é profundamente associado ao Aláàfin, que também contribui e participa do processo, pois o Bèrè não diz respeito apenas ao templo, mas envolve todo o povo de Ṣàngó. Trata-se de um sinal coletivo, espiritual e político-religioso de que Ṣàngó está novamente presente, ativo e assentado em sua morada tradicional.
Como parte do Bèrè, o povo de Ṣàngó realiza a limpeza completa do templo, dos arredores e também dos locais sagrados associados à atuação histórica de Ṣàngó, incluindo o espaço onde ele costumava realizar o Ìjàkíyàn. Essa limpeza não é apenas física, mas também espiritual, preparando o território para o novo ciclo.
O ritual acontece quando Ṣàngó segue para Kóso para sua apresentação no festival anual, que ocorre uma vez por ano. Esse momento marca oficialmente o reencontro entre o Òrìṣà, seu povo, seu território e sua história.
O Bèrè, portanto, é um ato de acolhimento, reafirmação e continuidade da tradição ancestral de Ṣàngó em Kóso, preservando a memória, a ordem ritual e o vínculo entre o Òrìṣà, o Aláàfin e sua comunidade.

Kabiesi Sàngó.

Marta de Sàngó
Instituto Cultural Isedale Egbé Yorubá Brasil

Autoridade Cultural Yorubá no Brasil.

IYÁ OLÓDÒ: CORREÇÃO HISTÓRICA SOBRE IEMONJAIyá Olódò, mãe primeira das águas doces, também cultuada nas águas salgadas, ...
02/02/2026

IYÁ OLÓDÒ: CORREÇÃO HISTÓRICA SOBRE IEMONJA
Iyá Olódò, mãe primeira das águas doces, também cultuada nas águas salgadas, é uma Orisà negra africana, pertencente ao corpo civilizatório yorubá.
Seus nomes tradicionais incluem Omilẹ́yẹ̀, Iyá Olódò, Iyá Olókun, Odo Iyá, entre outros, cada um ligado a funções, territórios e atributos dentro da cosmopercepção africana.
O nome Iyá Olódò — Mãe do Rio — revela sua origem:
Iemonja nasce nas águas doces, nos rios e nascentes, e não no mar.
Sua territorialidade original está associada ao rio Ògùn, na Nigéria, espaço histórico de organização social, econômica e espiritual do povo yorubá.
Na diáspora, especialmente no Brasil, Iemonja também é cultuada nas águas salgadas, como resultado de deslocamento forçado, adaptação cultural e reorganização simbólica diante da violência colonial.
Essa experiência, embora legítima, não pode apagar sua origem africana.
Iemonja não é abstração, nem mera energia.
Dentro da epistemologia africana:
Orisà é ancestral divinizado, memória viva e tecnologia civilizatória.
Ela foi uma mulher negra africana, cuja existência histórica foi preservada, sacralizada e transmitida pelo culto, pela oralidade e pela prática ritual de seu povo.
A tentativa de:
Embranquecer sua imagem
Cristanizá-la como santa católica
Reduzir sua existência a força da natureza sem corpo, raça ou território
faz parte de um projeto contínuo de apagamento histórico dos Orisàs, sustentado pelo racismo religioso e pelo colonialismo epistêmico.
O nome Iemonja é africano.
Ela não é santa católica.
O sincretismo imposto não pode negar sua história ou sua memória.
Reconhecer Iemonja como Iyá Olódò é um ato de:
Correção histórica
Reparação simbólica
Afirmação da negritude africana
Enfrentamento do epistemicídio
Não é opinião, escolha estética ou fé individual:
É verdade histórica, fundamento civilizatório e direito à memória.
Os descendentes de Iemonja ainda existem em terras yorubás.
Eles carregam sua memória, sua força e seu nome.
Iemonja não é mera energia, nem símbolo vazio.
Ela foi e é uma mulher negra africana, com filhos, territórios e história viva.
Recolocar Iyá Olódò em seu território original é devolver à África e à diáspora negra aquilo que lhes foi sistematicamente roubado:
nome, corpo, história e dignidade.
Rogo à Anciã
Iyá Olódò, mãe primeira das águas doces, também cultuada nas águas salgadas.
Reverenciemos a anciã das águas com consciência.
Consciência do nome que ela carrega.
Consciência do corpo negro que a funda.
Consciência do território de onde brota sua força.
Que não lhe imponham outras peles.
Que não lhe roubem outros nomes.
Que não lhe apaguem a memória.
Porque ninguém sustenta viver em uma pele que não é a sua.
Nem os vivos.
Nem os ancestrais.
Nem as Orisàs.
Iyá Olódò, mãe primeira das águas doces,
receba nosso respeito, nossa verdade e nossa palavra.
Áṣẹ.

Epa Omi ooo! 🌊

Marta de Sàngó
Instituto Cultural Isedale Egbé Yorubá Brasil
Autoridade Cultural Yorubá no Brasil

Foto Maike Figueiredo

30/01/2026

Inauguração Oficial do Ile Oodua, Palácio do Alaafin

Ontem foi realizada a inauguração oficial do Ile Oodua (Casa de Oodua) no Palácio do Alaafin de Oyo, após sua completa reconstrução. Todos os líderes e representantes tradicionais se dirigiram ao palácio para saudar o grande Alaafin e celebrar o retorno da casa à sua glória.

Durante a cerimônia, orações foram realizadas pelo Alaafin e pela cidade de Oyo, reafirmando a proteção divina, a força ancestral e a continuidade da tradição yorubá. Este espaço sagrado e histórico agora se encontra revitalizado, servindo como um centro para a preservação da cultura, espiritualidade e patrimônio do povo Yoruba.

Instituto Cultural Isedale Egbé Yorubá Brasil

Autoridade Cultural Yorubá Brasil.

Epistemicídio Yorubá: Um alerta necessárioEpistemicídio é o apagamento do saber de um povo. Ele não atinge apenas corpos...
30/01/2026

Epistemicídio Yorubá:

Um alerta necessário
Epistemicídio é o apagamento do saber de um povo. Ele não atinge apenas corpos ou territórios, mas também memória, autoridade e voz. No contexto do culto Yorubá, isso acontece quando pessoas brancas se apropriam da cultura negra para promoção pessoal, prestígio social ou reconhecimento acadêmico, enquanto deslegitimam o próprio povo negro afirmando que não conhece sua história ou não possui autoridade sobre sua tradição ancestral.

O culto Yorubá não é apenas uma prática religiosa. É um sistema ancestral de conhecimento, estruturado por linhagens, famílias, territórios, ritos e memória coletiva. Esse saber sobreviveu à escravidão, à perseguição e ao silenciamento colonial graças à resistência e à responsabilidade do povo negro.
Retirá-lo do seu contexto ou subordiná-lo a validações externas mina a autoridade histórica do povo negro e perpetua desigualdades culturais.

Reduzir o negro a mero informante ou objeto de estudo, enquanto se exalta vozes externas, não é estudo nem devoção é colonização simbólica. Isso não é neutro; é violência.

Como combater o epistemicídio?
Reconhecendo a autoridade do povo negro sobre seu próprio saber.
Respeitando hierarquias tradicionais e linhagens ancestrais.

Garantindo centralidade à memória negra em todas as práticas, ritos e estudos relacionados ao culto Yorubá.
Proteger o saber Yorubá e garantir a autoridade negra é restaurar justiça, preservar ancestralidade e fortalecer a tradição. Não existe culto Yorubá sem o povo negro. Não existe ancestralidade sem memória viva.

Marta de Sàngó
Instituto Cultural Isedale Egbé Yorubá Brasil

Autoridade Cultural Yorùbá no Brasil

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Tairu
Cluj-Napoca

Opening Hours

09:00 - 17:00

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