Avagata Kartonera

Avagata Kartonera Libro/collage elaborado a partir de tetra pak reciclado y forrado en tela📚

https://www.santafe.gob.ar/ms/fipr/javier-cazal
27/12/2025

https://www.santafe.gob.ar/ms/fipr/javier-cazal

Javier Cazal (Asunción, Paraguay, 1996) Desde 2015 produce libros/collage en la editorial artesanal Avagata Kartonera. Su poema cyberverborréicx fue traducido al italiano, inglés y francés por la Revista Internacional de Poesía Caravansary. Otras publicaciones: Poesía Concreta Guaraní (Revist...

Gracias!coletivobufoRevista BufoAA. VV21x25cm92 p."A bufo dedica-se a investigação das dimensões experimentais da lingua...
17/08/2025

Gracias!

coletivobufo

Revista Bufo
AA. VV
21x25cm
92 p.

"A bufo dedica-se a investigação das dimensões experimentais da linguagem poética".

Muy pronto
20/07/2025

Muy pronto

Depois de um intenso primeiro semestre que teve importantes lançamentos na área, a começar pelo número 12 da cinquentenária revista Artéria (em dose dupla), passando pelo necessário relançamento de "Poesia, pois é poesia" do Décio + o que foi anunciado como último livro de poemas do Augusto, o "Pós-poemas" e o póstumo "Adormeço, mereço?" de Lygia Azeredo Campos (entre outros que pintaram por aí), chegou a vez de nossa módica publicação dar os ares da graça neste segundo semestre de 2025. Como estava escrito (e desenhado), e após um pequeno percalço (comunicado em nosso último story), vem aí a bufo 4! Logo menos, informaremos os detalhes sobre o lançamento. Sintonize aqui e até lá.

28/04/2025
21/10/2024

“Panambi Para” - Miguelángel Meza

26/09/2024

Colección "libro/circular" de Valeska Torres (Río De Janeiro - Brasil)

*
Pombo Morto

o tempo com suas grandes mandíbulas esmigalhando a carniça caída feito o pombo morto
entre carros na dom hélder câmara
as cutículas sangrando espirrando líquido vermelho tudo é dor dentro as unhas se quebram
a cada soco dado nesse punho que é meu desespero essa fala comprida esse wifi torres 123
minha bolsa bege aquela carteira de trabalho rabiscada os seios com estrias brancas e
largas são minhas as estrias essa vulnerabilidade o cotovelo cicatrizado
taquara faça carinho em dias de sol como aquele domingo de galeto pepsi e transas de
compridas horas no quarto o eu rebocado com pasta branca
sinto falta do que foi meu e não será de ninguém não será
não pela morte mas pelos dias que foram nossos ninguém nunca arrancará de mim o que
foi meu não com o tempo com o tempo não tirará de mim o que foi meu você aquele
domingo de pau vermelho com as veias tão minhas
em caso de emergência utilize o martelo 296 me dando crises pânico em abolição quebro
os cacos pequenininhos para sair de dentro deles como se saem os espíritos apossando-se
das pequenas coisas quebro você no canto nunca meu nem mesmo eu para voltar ao lugar
do vaso barro sem flores sem água sem terra
o poema fudido suplica todo ferido para que te deixe atravessar a rua
de longe
te vejo indo
*

Dirección

Asunción

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