JSarteintuitiva

  • Home
  • JSarteintuitiva

JSarteintuitiva Contact information, map and directions, contact form, opening hours, services, ratings, photos, videos and announcements from JSarteintuitiva, Artes visuais, .

15/07/2026

Esta não é uma despedida. É uma carta para vocês.

Para as mulheres que chegaram sem saber muito bem porquê... e f**aram.

Para as que vestiram um quimono e sentiram que estavam, pela primeira vez, a vestir-se de dentro para fora.

Para as que acolheram um Mora em Ti e perceberam que não levavam apenas uma pintura para casa, mas um espelho da sua própria alma.

Para as que abriram um oráculo e encontraram beleza nas perguntas e não nas respostas.

Para as que escreveram nos cadernos palavras que durante anos viveram em silêncio.

Para as que acreditaram nos ateliers antes mesmo de abrirem as portas.

Para as que sonharam comigo sonhos que ainda nem tinham acontecido.

Vocês sentiram antes de eu conseguir explicar.
E isso continua a ser um dos maiores presentes da minha vida.

Muitas pessoas me perguntam como nasceu esta marca, mas a verdade é que ela não nasceu apenas de mim.

Nasceu de cada mulher que acreditou em mim quando tudo isto era apenas uma semente.

De cada mulher que vestiu esta causa, confiando nas minhas mãos e levando as minhas criações para a sua vida, dando-lhes um signif**ado que eu nunca conseguiria imaginar sozinha.

Eu criei.
Vocês que deram vida.

Eu desenhei os quimonos.
Vocês ensinaram-me que eles podiam abraçar uma mulher muito para além do tecido.

Eu pintei.
Vocês mostraram-me que uma obra pode transformar-se num espelho.

Eu escrevi.
Vocês deram voz às palavras.

Eu sonhei.
Vocês tiveram a coragem de sonhar comigo.

Porque nenhuma criação f**a completa nas mãos de quem a faz. Ela só ganha alma quando encontra quem a vive. E foi isso que vocês fizeram.

Transformaram esta marca numa casa.
Uma casa onde há espaço para rir alto.
Para chorar sem vergonha.
Para dançar sem medo.
Para criar sem regras.
Para existir sem pedir licença.

E talvez seja por isso que nunca senti que estivesse a construir uma marca. Sempre senti que estávamos a construir um lugar onde as mulheres se recordam de si.

Agora chega Agosto e vou fazer aquilo que sempre vos convidei a fazer.
Desligar o ruído.
Cont. ⬇️

13/07/2026

“Mas afinal... o que é que tu fazes?"

É uma pergunta que me fazem muitas vezes, e a verdade é que ainda estou a aprender a responder. Porque nenhuma palavra consegue conter aquilo que vivo.

Se disser que faço roupa, é pouco.
Se disser que pinto, também.
Se disser que facilito ateliers, continuo longe.

Tudo isso é verdade. Mas não é a verdade inteira.

Tudo começou com medo.
Medo de falhar.
Medo de não ser suficiente.
Medo de viver uma vida que não me pertencia.

Até perceber que o medo nunca foi o meu destino, foi apenas o lugar de onde precisei de partir.

Foi aí que a arte entrou. Não para criar coisas bonitas, mas para me devolver a mim.

Hoje percebo que nunca criei apenas roupa.
Nunca criei apenas pinturas.
Nunca criei apenas ateliers.

Eu não crio roupa, quadros ou ateliers.
Eu crio lugares onde uma mulher se recorda de si.

Crio peças que não vestem apenas um corpo, mas uma presença.
Pinto telas que não procuram decorar paredes, mas despertar emoções.
Abro espaços onde deixamos de representar papéis e voltamos a respirar como realmente somos.

Por isso, não me procures se procuras apenas uma peça bonita.
Ou um quadro para preencher uma parede.
Ou alguém que te diga como viver.

Procura-me se sentes que há uma parte de ti a chamar por casa.
Se estás cansada de sobreviver.
Se desejas voltar a sentir.
A rir. A criar.
A habitar o teu corpo com liberdade.
A viver sem pedir licença.

Porque eu não caminho à frente de ninguém. Caminho ao lado.

A única coisa que sei fazer é transformar a minha própria vida em arte e, através dela, lembrar outras mulheres de que nunca perderam quem são. Apenas se esqueceram.

E, às vezes, basta um lugar seguro, uma cor, um gesto ou um encontro para tudo voltar a fazer sentido 🤍

08/07/2026

A magia da vida é inacreditável.

Quanto mais aprendo a ouvir o meu coração, mais a vida deixa de parecer algo que observo à distância e passa a ser algo que vivo por dentro.

Como um filme. Mas daqueles em que somos, ao mesmo tempo, a personagem, a realizadora e a espectadora.

E acreditem... A minha vida tem sido feita destas histórias improváveis.

Histórias que desafiam a lógica e alimentam a alma.

Histórias que um dia me vou sentar a escrever para vos contar.

Mas hoje quero partilhar uma delas.

Qual é a probabilidade de, precisamente no mês em que estou a mergulhar profundamente na energia da Água, receber uma mulher que decide oferecer a si própria um Mora em Ti como presente de aniversário?

E não foi apenas mais uma encomenda. Foi a primeira venda oficial de um Mora em Ti.

A primeira vez que senti esta criação gerar aquilo para que nasceu: uma troca sagrada e um encontro entre almas.

Quando comecei a explorar este mapa, senti imediatamente algo diferente.

Havia uma profundidade difícil de explicar. Uma corrente invisível que me puxava para dentro.

E então percebi. Os seus três signos principais pertenciam ao elemento Água.

Água.

Água.

Água.

Nesse instante, o tempo pareceu parar.

Porque eu estava a viver a Água.

A estudar a Água.

A sentir a Água.

E agora a Água chegava até mim através de outra alma.

Lembro-me de f**ar em silêncio.

De sentir um arrepio.

De sentir memórias muito antigas a moverem-se dentro de mim.

Imagens que não sei explicar.

O gelo.

A navegação.

Travessias.

Oceanos.

Como se a alma guardasse recordações de tempos que a mente não consegue alcançar.

E, por um momento, tudo pareceu encaixar. Mas o mais surpreendente aconteceu enquanto escrevia a sua carta.

Algo abriu. Algo expandiu.

Pela primeira vez, chegaram-me informações que nunca antes tinham feito parte de um Mora em Ti.

Novas ligações. Novas leituras. Novas formas de compreender e traduzir uma alma.

Foi como se a própria obra estivesse a ensinar-me quem deseja tornar-se.

⬇️ continua nos comentários

16/06/2026

"Janete, acho que me vi ao espelho quando abri o Mora Em Ti.

Como é que num pedaço de papel emoldurado me parece tantas vezes comigo nas minhas mais diferentes formas?

Foi como ver-me ao espelho e, naquele dia, a meia hora de começar a minha sessão de terapia, senti que tinha que guardar o choro, como se todas as emoções fossem transbordar sem eu ter controlo sobre elas.

E é curioso, porque tudo o que vejo no meu Mora Em Ti está longe de estar controlado.

É cru, é real, é intenso e expansivo como eu, na mesma medida em que é quieto e introspetivo, como esse meu lado.

Entre as palavras que escreveste sobre o que visualizaste, as cores usadas e as Deusas que usaste para me retratar, não sei se posso escolher alguma parte como favorita.

Não sei se quero agradecer-te ou pedir-te que nunca pares de acreditar no poder que tens. De ver, de sentir e de nos mostrar quem somos, com a tua imensa sensibilidade.

Imagina como seria dramático viver num mundo em que Mulheres como tu não pudessem inspirar outras e tocar-lhes na alma como tu fazes.

Um beijinho."

E tu, quando vais sentir o poder de morar em ti? ❤️‍🔥

05/06/2026

Há mulheres que, quando sentem, se assemelham ao mar: intensas, profundas, vivas e impossíveis de aprisionar.

Eu sou uma dessas mulheres. E já ouvi todas estas frases.

Mas existe uma que ainda ecoa dentro de mim, repetida vezes sem conta pelo meu pai... “Choras por tudo”.

E hoje, quando me reconheço na mesma imensidão da minha filha sagitariana, reforço aquilo que agora reconheço como o meu superpoder: a sensibilidade à flor da pele.

Sabem… Licenciei-me em Direito.

Faltavam apenas seis meses para ter a cédula e pertencer à Ordem dos Advogados, mas durante o estágio chorei muito.

Sentia a dor dos outros, carregava histórias no peito e o meu corpo gritava aquilo que eu tentava calar.

Vomitei muitas vezes, depois de certos dias.

Recordo-me tantas vezes das palavras da minha avó Maria: “Janete, tens um coração de manteiga… como vais ser advogada?”

Naquela altura, fingia que era forte.

Engolia lágrimas. Controlava emoções. Tentava endurecer-me para caber num lugar que exigia armadura.

Até perceber que estava a sufocar todo o meu interior.

E talvez algumas de vocês também estejam cansadas de conter as próprias lágrimas.

Porque a água não nasceu para f**ar presa. Ela transborda. Move-se. Revela novas paisagens.

E tu… queres continuar a controlar tudo ou estás pronta para deixar as tuas águas correrem e descobrir a paisagem que existe dentro de ti?

Espero por ti, dia 20 de Junho, na minha casa 💛

27/05/2026

Há feridas que se fazem muito barulho, e outras que vivem em silêncio.

A insegurança que te faz duvidar de ti.

O medo de sentir demasiado.

A dificuldade em expressares o que és.

A voz que ficou demasiado tempo calada.

A sensação de desconexão.

A dificuldade em confiares em ti própria.

Nos Ateliers Retiro Ferida Criativa, cada encontro trabalha um lugar diferente do teu mundo interior.

Não através de respostas prontas, mas através do corpo, da criatividade, da experiência, do sentir e da presença.

Escolhe aquele que, por alguma razão, parece ter sido desenhado para ti.

E nem sempre é a mente que escolhe, às vezes é o corpo que reconhece.

As portas da minha casa estão abertas no link da bio. Até já 🌻

21/05/2026

Há coisas que só percebemos mais tarde. Quando olhamos para trás e começamos a juntar as peças.

Hoje vejo que, muito antes de lhe chamar arte, criatividade ou propósito, eu já fazia isto.

Já criava encontros. Já aproximava pessoas. Já gostava de ver outras mulheres sentirem-se vistas, livres e felizes no espaço que ocupavam.

Na altura eram brincadeiras. Hoje percebo que talvez nunca tenham sido só isso.

Crescemos a acreditar que temos de descobrir quem somos, como se a resposta estivesse algures à nossa frente.

Mas às vezes não está. Às vezes está lá atrás.

Nas coisas que nos davam alegria sem esforço. Nas brincadeiras que repetíamos. Naquilo que fazíamos sem esperar aprovação, reconhecimento ou resultado.

Talvez a pergunta não seja "Quem preciso de me tornar?" e seja sim "O que em mim já existia e ficou pelo caminho?"

A Ferida Criativa nasce também daqui. Desse regresso.

Não para voltares a ser quem eras, mas para recuperares partes tuas que nunca deviam ter sido deixadas para trás.

Entra no link da bio. A minha casa está aberta para te receber 💛

20/05/2026

Há encontros que começam muito antes de alguém entrar numa sala. Começam quando uma mulher decide dizer sim a si própria.

Sim ao desconforto. Sim à curiosidade. Sim à possibilidade de existir sem precisar de explicar tudo.

Ao longo deste caminho tenho percebido uma coisa: quando mulheres se encontram num espaço onde não precisam de competir, impressionar ou corresponder às expectativas, algo muda.

Os ombros descem. A respiração abranda. As máscaras começam a cair.

E pouco a pouco nasce confiança. Primeiro no espaço. Depois umas nas outras.

E muitas vezes, pela primeira vez em muito tempo, em si próprias.

É isso que quero proporcionar na Ferida Criativa. Não apenas momentos para fazer algo bonito, mas experiências onde possas sentir, criar, partilhar, rir, emocionar-te e reconhecer-te no meio de outras mulheres que também estão a escolher voltar a si.

Porque às vezes aquilo de que mais precisamos não é de respostas. É de um lugar onde possamos simplesmente fazer algumas perguntas.

A nós mesmas 💛

18/05/2026

Sempre me foi natural criar.

Não porque tivesse tudo, mas porque aprendi cedo a ver muito no pouco.

Brincava com barro. Fazia casas, bonecas, mundos inteiros com o que encontrava.

Misturava água, flores, folhas… e aquilo bastava.

Não havia certo ou errado. Nem feio ou bonito. Havia espaço, e liberdade.

Hoje percebo que não tem a ver com talento. Tem a ver com o olhar. Com a forma como vemos o que está à nossa volta.

E com a liberdade que damos - ou não - a nós próprias para experimentar.

Durante muito tempo acreditei que tinha de ser perfeito. Direito. Limpo. Certinho.

Mas a verdade é que, quando nos prendemos a isso, deixamos de criar e começamos a controlar.

Eu não procuro o perfeito. Procuro o vivo.

Aquilo que tem textura. Aquilo que não está acabado demais. Aquilo que ainda respira.

Porque é aí que eu vejo beleza.

E talvez criar seja só isso: voltar a esse lugar onde não precisas de fazer bem - apenas de fazer com verdade.

Dia 30 de Maio esse lugar abre-se, nos Ateliers Ferida Criativa.

Estou à tua espera 🌻

11/05/2026

A porta já não se fecha ao amor. Abriu… e ficou assim.

No MAE Summit, vivi algo que me levou de volta a uma memória antiga, mas muito viva em mim.

Tinha 8 anos quando, nas traseiras do quintal, criei uma pequena “loja”. Trocava comida por papéis de rebuçado.

Mas não era essa troca que me fazia vibrar. Era ver as pessoas juntas. A sorrir. A sentir.

Essa energia ficou em mim.

E no passado dia 26 de Abril, essa menina voltou. Mas, desta vez, consciente.

A minha primeira exposição. Num evento.

O meu universo criativo ali - inteiro, vivo, visível.

Quando recebi a pulseira de expositora, algo ficou claro: assumi o meu lugar. Sem me esconder. Sem me diminuir.

Este dia trouxe-me conexões reais, conversas intensas e olhares que disseram mais do que palavras.

Foi aí que percebi, com mais clareza ainda, a razão das minhas criações.

Crio porque preciso deste contacto. Deste corpo a corpo. Desta troca verdadeira entre mulheres.

A Ferida Criativa nasce também daqui. De um espaço onde não há performance. Onde não há personagens.

Só presença. Só verdade.

Um lugar onde podes sentir sem te explicares, expressar sem te justif**ares

e, aos poucos, ocupar o teu lugar - tal e qual como és.

E talvez seja isso que mais levo deste dia: a certeza de que não estou a criar só para mostrar. Estou a criar para ligar.

Ligar outras mulheres às suas feridas - e ao que elas podem transformar.

Começamos já dia 30 de Maio 💛

Address


8800

Website

Alerts

Be the first to know and let us send you an email when JSarteintuitiva posts news and promotions. Your email address will not be used for any other purpose, and you can unsubscribe at any time.

Shortcuts

  • Want your establishment to be the top-listed Arts & Entertainment?

Share